Mais um interessante cartaz publicitário do desodorizante 8x4.
Anteriores artigos relacionados:
Mais um interessante cartaz publicitário do desodorizante 8x4.
Anteriores artigos relacionados:
Das minhas muitas memórias ligadas ao mundo das canções e dos cantores em Portugal, António Mourão surge como um nome incontornável, desde logo, mas não só, pelo inesquecível tema " Oh tempo volta p´ra trás", cujo refrão ainda hoje é facilmente cantarolado até mesmo por malta de gerações mais novas.
António Mourão, é o nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, nascido no Montijo no ano de 1936, portanto a caminho dos 80 anos. Principiou a sua carreira de fadista no ano de 1964 e o seu grande e emblemático êxito, que atrás referimos, aconteceu em 1965, interpretado durante a revista "E viva o velho" no Teatro Maria Vitória.
Teve uma carreira bastante popular, recheada de temas que se tornaram êxitos nacionais e que andaram de boca-em-boca, como o já falado "Oh tempo volta p´ra trás", mas também "Os Teus Olhos Negros, Negros", "Chiquita Morena", esta particularmente do gosto do meu saudoso pai, "Oh Vida dá-me outra vida", "Fado do Cacilheiro" ou "Varina da Madragoa".
Ainda tenho presente a sua característica voz a saír do velho gira-discos do meu tio quando no princípio dos anos 70 visitava a casa de meus avôs maternos e em pleno terraço da casa montava ali a aparelhagem oferecendo música a todo o lugar, no que então era uma quase novidade.
Fonte: Link
À passagem dos 39 anos sobre a data da revolução do 25 de Abril de 1974, trazemos aqui à memória uma das capas da emblemática revista dessa época, a “Gaiola Aberta”, com o inconfundível traço e humor do José Vilhena e que lembrava precisamente o primeiro aniversário da “revolução dos cravos”.
Na capa, algumas das figuras mais marcantes desse período da nossa História contemporânea, como Álvaro Cunhal, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Mário Soares, Melo Antunes e Magalhães Mota. A figura de trás, à direita, será o José Manuel Tengarrinha?
A pedagoga Maria Luísa Torres Pires, 85 anos, uma das autoras de livros de leitura da instrução primária em Portugal, durante décadas, morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse uma familiar à Lusa.Natural de Grijó de Vale Benfeito, no concelho de Macedo de Cavaleiros, a pedagoga foi autora, com Francisca Laura Batista e Glória Gusmão Morais, dos livros de leitura do ensino oficial, a partir de 1967, com ilustrações Maria Keil e Luís Filipe de Abreu.Estes livros, inicialmente concebidos para os primeiros anos do ensino básico, sucederam aos adotados nos anos da ditadura do Estado Novo, nas décadas de 1930-50, dando corpo a reformas iniciais do ensino, no sentido de modernização dos conceitos de aprendizagem.Textos de Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Pessoa ou António Gedeão começaram então a entrar nos manuais escolares.O livro da 1ª classe, do qual Maria Luísa Torres Pires foi co-autora, progredia no sentido da sofisticação da leitura, desde as primeiras letras até às pequenas histórias protagonizadas por Pedro e Rita.Um longo excerto de "A árvore", de Sophia de Mello Breyner Andresen, encerrava o livro de leitura da 2. classe.Maria Luísa Torres Pires também dirigiu o Instituto Adolfo Coelho, em Lisboa, destinado a crianças do ensino especial.Lusa
O Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, é daqueles sítios que por si só são sinónimos de passeios de autocarro. Creio que não há aldeia do norte de Portugal, mas não só, que não tenha ido já num qualquer Domingo em excursão ao Bom Jesus do Monte, levando atrás de si os incontornáveis farnéis.
Não fujo à regra e embora não o revisitando há vários anos, tenho de memória pelo menos quatro passeios realizados em diferentes tempos, tanto em criança como em adolescente e já em adulto.
Dos poucos quadros ou gravuras que me lembro de em criança ver pendurados na casa de meus pais, a par do retrato do seu casamento, da Alexandrina de Balsar, do Santuário de Fátima e do Sagrados Coração de Jesus e Maria, lá estava o do Bom Jesus do Monte, o seu escadório e o seu elevador, exactamente igual à da segunda imagem que acima reproduzo.
Se tivéssemos que reunir uma antologia de postais de sítios turísticos emblemáticos e populares deste nosso belo Portugal, o Santuário do Bom Jesus do Monte, e sobretudo o seu sumptuoso escadório, teria que ser presença obrigatória.
Vem esta memória à tona do tempo porque completam-se hoje 131 anos (25 de Março de 1882) sobre a data da inauguração do elevador funicular, outro elemento característico e emblemático do Santuário.
A Kolynos foi uma empresa e marca norte-americana de dentifrícios fundada em 1908, na cidade de New Haven, Connecticut. A fórmula do creme...