3/26/2014
Marina – A cerveja bem portuguesa
3/25/2014
Arlindo de Carvalho – Cantigas populares
Chapéu preto
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Arlindo de Carvalho
A azeitona já está preta,
a azeitona já está preta,
Já se pode armar aos tordos,
já se pode armar aos tordos.
Diz-me lá, ó cara linda,
diz-me lá, ó cara linda,
Como vais de amores novos,
como vais de amores novos
Refrão
É mentira, é mentira,
É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,
Quem mo deu foi meu amor!
Ó que lindo chapéu preto
Naquela cabeça vai.
Ó que lindo rapazinho,
Para genro do meu pai.
Quem me dera ser colete,
Quem me dera ser botão.
Para andar agarradinha,
Juntinha ao teu coração
É mentira, é mentira,
É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,
Quem mo deu foi meu amor!
Ó Manuel da Rola
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Arlindo de Carvalho
Ó "Manuel da rola" das bandas d'além
Não me julgues tola, eu te entendo bem
Lá na minha terra, p'rós lados da Beira
Há muito ratão com a mesma ratoeira.
Davas-me um beijo, não aceitei
Arrependida ai como fiquei
Se ainda queres mil beijos dá-me
Que um beijo só ainda faz mais fome.
Ó Manuel da rola, tens as calças rotas
Tens os olhos tortos e as pernas marotas
Mas se eu estou à espera de um outro melhor
Fico sem casar, anda cá meu rico amor.
Põe a carapuça, enfia-a bem
P'ra essa cara não t'a ver ninguém
Que a carapuça é tão bonita
Ai, ficamos um par mesmo catita.
Fadinho Serrano
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Hernani Correia
Muito boa noite, senhoras, senhores
Lá na minha terra há bons cantadores
Há bons cantadores, boas cantadeiras
Choram as casadas, cantam as solteiras
Cantam as solteiras cantigas de amores
Muito boa noite, senhoras, senhores.
Fadinho serrano és tão ao meu gosto
Fadinho catita, sempre bem disposto
Sempre bem disposto, seja tarde ou cedo,
Fazer bons amigos é o teu segredo
É o teu segredo sorrir ao desgosto
Fadinho serrano sempre bem disposto
Fiar-se em mulheres é crer no diabo
São todas iguais, ao fim, ao cabo
Ao fim ao cabo, moça que namora
Se vai em cantigas, essa é a que te chora
Essa é a que te chora, com esta me acabo
Fiar-se nos homens é crer no diabo
Essa é a que te chora, com esta me acabo
Fiar-se nos homens é o nosso fado
3/21/2014
Pai, avô, bisavô, trisavô e outros parentescos
Na Quarta-Feira passada, dia 19 de Março, celebrou-se o Dia do Pai, também popularizado como o "dia do casamento dos passarinhos" e na liturgia católica como Dia de S. José, pai adoptivo de Jesus.
Neste contexto do Dia do Pai, saltou-me á ideia a designação dos diferentes graus de parentesco. Quase ninguém tem dificuldade em os reconhecer, na sua forma mais directa e próxima, mas quando se começa a recuar no tempo e a afastar-se nos parentescos, então a coisa é complexa e aí já são poucos os que os conhecem ou sabem identificar.
Sendo assim, temos o nosso pai, o nosso avô, o nosso bisavô, o nosso trisavô e a partir daqui já é mais complicado. Será o tetravô (ou tataravô), o pentavô, o hexavô, o heptavô, o ocatavô e daí por diante, o que não será fácil. Mais fácil será adoptar a terminologia, também usada, a partir do trisavô como o 4º avô, 5º avô, 6º avô e por aí abaixo ou por aí acima, como queiram.
O tema parece confuso mas ajudará perceber a coisa a partir de algumas tabelas, como a publicada em baixo e como pode ser visto aqui e aqui.
[Sobre o assunto na Wikipedia]
3/19/2014
Terylene – A moda mundo
- Cartaz publicitário de 1974
Terylene, da ICI, é uma das várias fibras sintéticas que vieram revolucionar o mundo dos tecidos e da indústria têxtil sobretudo nos anos 50 e 60.
Terylene, tal como o Dracon e o Poliéster, tem como base o tereftalato de polietileno – PET, com origem nos anos 40.
Depois do seu auge, o vestuário em fibras sintéticas caíu em relativa má fama, pelo desconforto face às fibras naturais mas nos últimos tempos têm recuperado dessa má imagem com o aparecimento de micro-fibras de poliéster como sinónimo de qualidade e luxo.
3/17/2014
Zundapp - Motorizadas
- Cartaz publicitário de 1964
A Zündapp, foi fundada na Alemanha no ano de 1917 e terminou a sua actividade em 1984. Nos anos 70 e ainda nos anos 80 era muito popular como marca de motores que equipava vários modelos de motorizadas, então um veículo muito utilizado. Um dos modelos mais emblemáticos dos anos 80 era a Famel XF17 (imagem abaixo), equipada com um motor Zündapp, a raínha dos aceleras da época.
3/12/2014
Cromos rebuçados Victória – Estão de volta
3/06/2014
Century – Lover Why
A qualidade da música pop que foi produzida durante toda a década de 80, principalmente da sua primeira metade, é amplamente reconhecida não só pelos apreciadores como pelos críticos. Ainda hoje, não só é recordada com verdadeira nostalgia pelas gerações que a vivenciaram como continua a passar com frequência na rádio, pelo que diríamos que se mantém actual. No caso de Portugal, mas também de muitos outros países, existe até uma estação (M80) cuja essência assenta sobretudo na música dessa década. Também na TV por cabo existem canais onde os vídeo clips da música dos anos 80 são exibidos a toda a hora.
Neste contexto, dos inúmeros temas que aqui poderíamos elencar e recordar, hoje salta-nos à memória uma balada rock, "Lover Why", dos franceses "Century". Esta banda, fundada em Marselha no ano de 1979 foi liderada pelo cantor e compositor Jean Duperron. Dos seus vários trabalhos, não há dúvida que a balada "Lover Why", do álbum "And Soul it Goes", de 1986, foi o mais marcante e aquele que tornou famoso o grupo e por essa altura animava romanticamente todas as pistas de dança, mesmo as festas de anos caseiras e bailaricos organizados pelos jovens de então.
No meu caso pessoal, o primeiro contacto com o “Lover Why” e os “Century” foi precisamente numa festa de aniversário caseira (um colega fazia 20 anos) e a meia-luz, com a bola-de-cristal, em reflexos coloridos, a girar no tecto da garagem, dancei apaixonados “slows” com a então namorada e hoje minha esposa. Por isso, para o bem ou para o mal, há efectivamente temas musicais que marcam uma época ou mesmo uma vida.
Ainda quanto aos “Century”, para além do líder, Jean Duperron (na voz), era formada por Jean-Louis Milford (nas teclas), Éric Traissard e Jean-Dominique Sallaberry (nas guitarras), Laurent Cokelaere (no baixo), Christian Portes (na bateria). Infelizmente o grupo terminou ainda nos anos 80 (1989), mas “Lover Why” ficou como o seu tema marcante e certamente que assim continuará a ser no futuro.
- Letra:
A sign of time
I lost my life, forgot to die
Like any man, a frightened guy
I'm keeping memories inside
Of wounded love
But I know
I'm more than sad and more today
I'm eating words too hard to say
A single tear and I'm away
Away and gone
I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye
Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?
Everytime
I hear your voice, you heard my name
You built the fire, I wet the flame
I swim for life, can't take the rain
No turning back
I need you
So far from hell, so far from you
'Cause heaven's hard and black and gray
You're just a someone gone away
You never said goodbye
Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?
Why, lover why?
Why do flowers die?
Why, lover why?
3/05/2014
Cigarros Dunhill
- Cartaz publicitário de 1970
Cigarros Dunhill, do tabaqueiro e inventor inglês Alfred Dunhill.
A marca, para além de cigarros de luxo, está igualmente associada a vestuário e acessórios de moda masculinos e perfumaria . Possui um vasto catálogo onde constam, entre outros, isqueiros e canetas.
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