12/24/2023
11/11/2019
Majora - Fazer as crianças felizes
11/09/2019
Laura Costa - Artista plástica e ilustradora
6/02/2016
Oliva - Postais de trajes típicos - Laura Costa
Sobre a OLIVA:
Oliva. O império do ferro
Em 1925, António José Pinto de Oliveira fundou a empresa Oliveira, Filhos & Cª. Ldª dedicando-se a criar um verdadeiro Império do Ferro que produziu os mais diversos produtos metalúrgicos, nomeadamente, alfaias agrícolas, forjas portáteis, equipamento para a indústria da chapelaria, máquinas de costura, tubos para canalizações, fogões em ferro fundido, ferros de engomar, autoclismos, prensas para bagaço, máquinas para padarias, radiadores e salamandras, equipamento para lavandarias industriais, tornos de bancada, banheiras e lavatórios colectivos, motores de explosão de pequena cilindrada, entre muitos outros.
Homem de grande visão estratégica, António José Pinto de Oliveira irá apostar na sólida formação dos seus quadros, numa política de bons salários acompanhada de interessantes estratégias de utilização eficiente da mão-de-obra e na racionalização do espaço da fábrica, quer do ponto de vista arquitectónico, quer do ponto de vista do layout das secções.
A empresa tornou-se verdadeiramente conhecida, em Portugal e no estrangeiro, através da máquina de costura OLIVA e de um arrojado plano de comercialização através do qual foram criados centenas de pontos de venda no País e nas ex-colónias portuguesas, todos eles devidamente sinalizados com grandes e luminosos reclamos publicitários da marca.
Paralelamente foi desenhado um plano de propaganda, objectivamente dirigido ao segmento de mercado das máquinas de costura, o feminino, que instituiu em todos os agentes a realização de cursos de corte, costura e bordados. Os cursos terminavam com uma festa de encerramento durante a qual eram entregues os diplomas às alunas finalistas e era realizada uma exposição dos trabalhos.
Simultaneamente, a empresa promove o concurso de “Vestidos de Chita” e o célebre concurso anual para eleição da “Miss Oliva”.
Complementarmente é implementada uma grande campanha de propaganda, que vai da imprensa à rádio e mais tarde à televisão, fazendo ocupar a comunicação social com anúncios publicitários de grande qualidade gráfica.
Em todas as cidades do País encontravam-se cartazes afixados nas paredes.
São também criadas duas marchas, gravadas em disco, que eram oferecidas aos compradores das máquinas de costura e a empresa realiza publicidade cinematográfica nos filmes “A costureirinha da Sé” e “Sonhar é fácil”.
Outra preocupação foi a de garantir a presença da empresa nas principais feiras e exposições industriais realizadas a nível nacional e internacional.
A Fábrica Oliva é um ícone incontornável na história industrial portuguesa, e assumiu durante largo período uma acção preponderante na afirmação e desenvolvimento sócio-económico de S. João da Madeira.
(fonte: Oliva Creative Factory)
10/06/2011
Majora – Colecções Princesinha e Varinha Mágica
“No universo dos livros infantis do meu tempo de criança, e de certamente de gerações anteriores e posteriores, a editora Majora tem um lugar especial, diria mesmo de primazia. Foram várias as colecçoes que marcaram de forma indelével o reino da imaginação e fantasia infantis nomeadamente com as chamadas histórias ou contos de fadas, a que acedia através da biblioteca itinerante da Gulbenkian.
Pessoalmente tenho exemplares de várias colecções de livros de contos infantis, nomeadamente as mais luxuosas, como as séries Ouro e Prata de “…e outros contos para crianças”, Varinha Mágica, Princesinha, Pintarroxo, Pinto Calçudo, etç,.”
Colecção Formiguinha – Editorial Majora
Coração Pequenino (Contos para crianças)
História da Fátima contada aos pequeninos
Catecismos da Primeira Comunhão
7/03/2011
Coração Pequenino (Contos para crianças)
Coração Pequenino ( Contos Para Crianças)Autora: Maria da Luz SobralIlustrações: Laura CostaAno: 1947Formato: 190 x 255 mm – 86 páginas
6/02/2011
Folhas de pais – Educação
Estas folhinhas, que coleccionei, num total de 24, impressas a duas cores (preto e laranja), para além dos textos, diferenciavam-se pelos diferentes desenhos que ilustravam a página de rosto, que por sua vez eram ilustrações retiradas de diferentes catecismos da época e anteriores, nomeadamente do Catecismo Nacional - Volume I, ilustrado por Laura Costa, do qual já fizemos referência.
A propósito de desculpas de preconceitos, de liberdades e garantias, fomos abandonando uma série de valores cívicos e morais em detrimento do facilitismo, do relaxamento, do deixa-andar. Na escola, outrora uma instituição de ensino mas também de educação, o que não são a mesma coisa, retirou-se a dignidade aos professores e com ela a autoridade. Conceitos e valores como disciplina, rigor e dever, tornaram-se obsoletos, retrógados, tudo em nome da liberdade. Não educamos, não disciplinamos nem deixamos que o façam por nós. Um ralhete de um professor mais ousado ao nosso filhinho e vamos logo de peito feito, com ar de ruins, a exigir satisfações e a reclamar castigo disciplinar para o professor.
Sendo assim, é lamentável, claro que é, mas, relembro, só estamos a colher o que semeamos e nesta nossa seara temos andado apenas a semear joio porque, convenhamos, semear, tratar e colher bom trigo exige canseiras, sacrifícios, rigor e disciplina, virtudes que há muito deixamos de ter.
4/12/2011
Isolino Vaz
Tenho de Isolino Vaz as melhores referências e recordações, nomeadamente desde o primeiro contacto com os catecismos que me acompanharam na catequese, onde admirava aquelas simples mas deslumbrantes ilustrações. Efectivamente, para além da lista da sua imensa obra, os volumes II, III e IV, do Catecismo Nacional (o volume I foi ilustrado por Laura Costa), foram ilustrados por este artista gaiense, concretamente em 1954, 1955 e 1956.
- Em baixo, as capas dos catecismos que Isolino Vaz ilustrou na segunda metade dos anos 50.
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Oliva - Máquina de costura portuguesa
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