7/29/2010

Chocolates Aliança


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Confesso que desconheço de todo o que aconteceu à fábrica de chocolates Aliança. Encerrou? Quando? Terá sido retomada por outra empresa, a exemplo do que aconteceu em 2000 com a popular Regina, agora propriedade da Imperial?
São questões que de facto desconheço e nem consegui apurar pois as informações disponíveis são reduzidas e quase inexistentes.
Apesar disso, tenho boa memória desse chocolate que nos anos 70 a minha mãe comprava de vez em quando para confeccionar uma guloseima, especialmente ao Domingo, ou em dia de festa.
O cartaz publicitário que acima publico refere-se, pois, ao chocolate Bleuville, da Aliança, utilizado na confecção de doces, bolos e mousses.
Fica a memória desses doces tempos de criança e das não menos deliciosas lambarices.

Actualização:
Já depois do post original, obtive mais algumas informações sobre a Aliança:
A Aliança na actualidade e desde 1997, ano em que foi adquirida,  pertence à empresa Vieira de Castro – Produtos Alimentares, S.A. cujos produtos são comercializados sob a marca Vieira, uma das maiores fábricas do país com instalações em Gavião – Vila Nova de famalicão. A Vieira de Castro foi fundada em 1943, então como fabricante de pastelaria tradicional e regional.

Por sua vez a Aliança remonta a 1919 altura em que é criada a Sociedade Industrial Aliança originada pela fusão das anteriores empresas "Fábrica do Caramujo" de Viúva de A.J. Gomes e C.ª e "Cruces & Barros", obviamente mais antigas.

7/28/2010

Desodorizante 8x4

 

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Como tempo passa… Na verdade vai para dois anos que falamos aqui do desodorizante 8x4, uma das clássicas e populares marcas detidas pela Beiersdorf, tal como o creme hidratante Nivea.

Volvido todo esse tempo publicamos um novo cartaz publicitário, desta vez dedicado à variante “sport”, então disponível em spray e em stick.

7/27/2010

Salazar

 

Passam hoje 40 anos (27 de Julho de 1970) sobre a morte de António Oliveira Salazar, primeira figura do regime de ditadura que vigorou no nosso país até 25 de Abril de 1974.
Amado por uns e odiado por outros, teve, contudo, a virtude de estabilizar o país após o caos, guerra civil, anti-clericalismo e anarquia geral em que vegetava a jovem República de Afonso Costa e companhia , mas o apego ao poder num contexto de um regime fechado e repressivo, agravado pelo tumor da guerra do Ultramar, uma política de "orgulhosamente sós", contra os sinais sentidos pela sociedade e ignorando os apelos da comunidade internacional, foram os seus grandes pecados. Com a sua morte, precipitada dois anos antes, pelo famoso caso da queda da cadeira de lona no Forte de Santo António do Estoril, esperava-se uma nova oportunidade de democracia, com Marcello Caetano, seu sucessor, mas foi uma Primavera curta e o regime durou quase 7 anos mais.
Seja como for, quer se queira ou não, Salazar será sempre uma figura incontornável na História Portuguesa e apesar dos seus pecados, as suas virtudes ainda merecem a admiração e respeito de grande parte da nossa actual sociedade e talvez por isso foi o vencedor do Concurso "Os Grandes Portugueses", organizado pela RTP em 2007, merecendo quase metade do total das preferências de quem votou.


Quando criança, as memórias pessoais que tenho de Salazar, remontam aos livros escolares e ao seu retrato (que abaixo reproduzo) que, tal como o presidente da República de então (Américo Tomaz) figurava no meu livro de leitura da terceira classe.

 

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7/26/2010

Bronzeador Coppertone

 

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Hoje trago à memória o bronzeador Coppertone, uma marca inicialmente propriedade da Merck, que se fundiu recentemente com a Schering-Plough.

O Coppertone era popular já nos anos 50/60 e frequentemente era alvo de campanhas publicitárias, especialmente em revistas. Para além do primeiro cartaz acima publicado, ficou famoso o segundo, dos anos 50, com a imagem de um cãozito a puxar o calção de uma menina, expondo a diferença do bronzeado. Esta imagem mantém-se como ícone e símbolo da marca. Apesar disso, num contra ciclo, mas num período onde os temas da pedofilia têm tido grande destaque na sociedade moderna, a imagem original tem sido revista de modo a denunciar menos as nádegas da rapariguita.


Por não ser utilizador destes produtos, confesso (santa ignorância) que na actualidade desconheço se será ou não comercializado em Portugal, sendo que no Brasil, produzido pela Mantecorp, é muito popular.
Seja como for, o tempo é de praia e por estes dias excessivamente quentes, com Coppertone ou com outra marca qualquer, mais com protector do que bronzeador, importa sobretudo proteger a pele da radiação do sol, sobretudo de crianças e se possível, na sombra, debaixo do guarda-sol e evitando as horas mais perigosas (11/16). Todos os cuidados são poucos.

7/23/2010

NIVEA Creme

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- Cartaz publicitário de meados dos anos 60.

O creme hidratante NIVEA é um produto e uma marca reconhecida em todo o mundo e a sua popularidade advém da sua qualidade e intemporalidade.
A sua História é riquíssima e interessante e revela-nos um percurso de sucesso.
Aquela latinha azul (que até começou por ser amarela) com um creme branco e perfumado, provavelmente em todo o mundo existe em cada casa. 
 
Para além  de tudo o que se possa dizer sobre a NIVEA, há uma imagem que desde os anos 60 ficou associada à marca, quando esta introduziu no mercado as famosas bolas NIVEA, de tamanho generoso e de cor azul ultramarino, e que faziam a delícia  nas brincadeiras de praia. Por outro lado, na versão gigante, colocada num suporte em muitas das nossas praias, tornaram-se pontos referência e de encontro de namorados e essa imagem, que nos remete ao tempo de férias, praia e mar, faz parte indelével do mais grato imaginário de muitos de nós.
A NIVEA é uma das mais populares marcas propriedade da Beiersdorf.


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7/22/2010

Jaime Pacheco – 22/07/1958

 

Jaime Pacheco, conhecido pela sua carismática carreira como jogador e treinador de futebol, faz hoje 52 anos, já que nasceu em Paredes, em 22 de Julho de 1958.


Como futebolista jogou no F.C. do Porto - 1980/1984 (onde mais se notabilizou); Sporting - 1984/1986; de novo no F.C. Porto - 1986/1989; V. Setúbal - 1989/1991; Paços de Ferreira - 1991/1993; Sporting de Braga - 1993/1994.


Como treinador, o seu feito maior foi a conquista do Campeonato Nacional (I Liga) pelo Boavista F.C., em 2000/2001, mas nessa função, antes e depois, esteve ao serviço de muitos outros clubes, como o Paços de Ferreira, Rio Ave, União de Lamas, Vitória de Guimarães e Belenenses e ainda o Mallorca - Espanha e Al-Shabab, da Arábia Saudita.

De Jaime Pacheco, para além da característica e precoce careca, ainda enquanto jogador, é conhecido o seu carisma, sobretudo o seu discurso muito directo para além da sua intrínseca qualidade e que fez dele um excelente futebolista, tanto nos clubes por onde passou como também na Selecção Nacional, onde foi Internacional A por 25 vezes, onde se destaca a sua participação no Campeonato da Europa – França 84 e Campeonato do Mundo – México 86 (de má memória com o caso “Saltillo”).

Pela sua frontalidade, por vezes excessiva e incómoda, se calhar passou ao lado de uma carreira num dos “três grandes”, nomeadamente no F.C. do Porto, pelas raízes da sua ligação, mas demonstrou sempre ser um homem vertical, sem estômago para determinadas situações tão características e recambolescas do nosso futebol, sobretudo ao nível do dirigismo.

Por tudo o que representou e representa, deixamos aqui um simples tributo ao Jaime Pacheco, com a colagem de diversos cromos, dispersos pelas diferentes equipas e épocas, incluindo da Selecção Nacional.

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