Como não há duas sem três, e se calhar quatro sem cinco, aqui fica a memória de mais um cartaz publicitário às fibras sintéticas DRALON, da Bayer que nos anos 60 fazim sucesso no vestuário.
Como não há duas sem três, e se calhar quatro sem cinco, aqui fica a memória de mais um cartaz publicitário às fibras sintéticas DRALON, da Bayer que nos anos 60 fazim sucesso no vestuário.
A Banda Desenhada é aqui frequentemente uma das fontes das nossas memórias nostálgicas. São muitos os heróis que moldaram a nossa forma de ver e viver o mundo infanto-juvenil, sobretudo nas brincadeiras, e quase sempre essa paixão e fascínio acompanha-nos já em adultos.
Um desses heróis, embora ainda não tendo tido aqui o destaque que merece, é o Tex Willer, ou simplesmente Tex. O seu universo é o do far-west ou western americano, o mundo dos índios e cowboys, mas a sua origem é italiana. Tex foi criado em 1948 pela dupla Giovanni Luigi Bonelli, argumentos, e Aurelio Gallepini, desenho. Ao longo de mais de cinquenta anos, o herói foi ganhando consistência tornando-se num caso de longevidade e sucesso, tanto na Itália como no Brasil e mesmo em Portugal onde tem alguns dos melhores coleccionadores e fás mundiais.
Por tudo isso, o Tex, no seu papel de "Ranger do Texas", e suas aventuras, quase sempre vividas pelos seus amigos "pards", Kit Karson e o índio Jack Tigre, faz parte das minhas memórias do passado mas igualmente do presente. Não surpreende assim que, mesmo não sendo coleccionador, eu tenha centenas de revistas nas suas diferentes edições e sempre que surge a oportunidade, acrescento mais uns números.
Certamente que voltaremos a este herói em particular, mas para já, e daqui a evocação, faleceu hoje o Sérgio Bonelli, filho do criador do herói e continuador da sua obra. Foi em Milão onde estava hospitalizado. Tinha 79 anos.
Sobre o assunto, nada melhor que visitar um dos excelentes espaços ( Tex Willer Blog) sobre tudo o que se relaciona com Tex e a editora Bonelli.
Novamente um cartaz publicitário de 1966 à fibra sintética DRALON, da Bayer. Desta feita um rapazito como modelo, fugindo do habitual esquema de modelos mulheres.
Já tivemos a oportunidade de trazer à memória alguns cartazes publicitários à fibra acrílica Dralon. Foi já há mais de 3 anos (21 de Agosto de 2008).
Voltamos hoje com um outro cartaz publicitário da segunda metade da última década de 60.
Como habitualmente, mais um modelo feminino.
- Tópico relacionado:
Voltamos às memórias da cera. Neste caso concreto à variante graxa.
Trata-se de um cartaz publicitário à cera da marca Rosete no final dos anos 60.
As referências na Internet à cera ou graxa Rosete são escassas. Apesar disso, a Rosete é uma ds marcas que ficaram popularizadas.
Na data deste artigo, não consegui confirmar se a marca ainda existe (creio que sim) e quem será na actualidade a empresa proprietária. Sabe-se, isso ssim, que na origem era fabricada pela Sociedade Portuguesa de Graxas, L.da, que para a além da Rosete fabricava a congénere "Juvenália". As pomadas eram recomendadas para calçado, cabedal, móveis, estofos e soalhos. As pomadas eram exportadas para o Ultramar.
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