Muitos dos números continham ainda uma espécie de suplemento no formato de jornal, em tamanho A3, portando dobrado para se integrar no interior da revista. Para além de assuntos vários sobre a televisão, este suplemento continha a programação. Não sabemos com rigor o motivo deste suplemento porque os assuntos eram similares aos da revista, mas eventualmente prendia-se com uma forma mais fácil e económica de actualizar os assuntos e a própria programação a qual frequentemente era alterada quase na última hora o que dificultaria a regularidade da impressão/distribuição da revista.
11/28/2013
TV Semanário da Radiotelevisão Portuguesa
Muitos dos números continham ainda uma espécie de suplemento no formato de jornal, em tamanho A3, portando dobrado para se integrar no interior da revista. Para além de assuntos vários sobre a televisão, este suplemento continha a programação. Não sabemos com rigor o motivo deste suplemento porque os assuntos eram similares aos da revista, mas eventualmente prendia-se com uma forma mais fácil e económica de actualizar os assuntos e a própria programação a qual frequentemente era alterada quase na última hora o que dificultaria a regularidade da impressão/distribuição da revista.
11/23/2013
Postais, cartões de Natal
Tal como tem sido hábito, começamos já a elaborar os nossos postais, cartões de Natal. Estão a ser publicados aqui.
Até ao natal, serão elaborados e publicados outros mais. Obviamente que podem ser partilhados.
11/22/2013
O rapaz da camisola verde – Pedro Homem de Mello
Certamente que não das gerações mais novas, mas das outras poucos serão aqueles que não conhecem o poema "O rapaz da camisola verde", de Pedro Homem de Mello (6 Setembro 1904 — 5 Março 1984), sobretudo por o ouvirem na forma de canção, de autoria de Frei Hermano da Câmara, que a cantou, mas também pela voz da imortal Amália Rodrigues e Sérgio Godinho, entre outros.
Poucos ainda o saberão, mas desta grande figura da cultura portuguesa, também é a autoria de outros poemas de populares fados cantados por Amália, como "Povo que lavas no rio" e "Havemos de ir a Viana".
As primeiras memórias que tenho de Pedro Homem de Melo ecoam dos finais dos anos 60 e princípios dos anos 70, quando aos domingos, na RTP, nos entrava portas adentro para divulgar o folclore português, sendo dele um profundo conhecedor e especialista. A par das suas introduções, era ver ranchos folclóricos a dançar no lajedo granítico das eiras minhotas à sombra de altos espigueiros. Tratava-se do programa “Danças e Cantares”, que iniciou em 1958, pouco depois do nascimento da RTP, e que se estendeu na sua programação até meados de 70.
O rapaz da camisola verde
De mãos nos bolso e de olhar distante,
Jeito de marinheiro ou de soldado,
Era um rapaz de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Perguntei-lhe quem era e ele me disse
“Sou do monte, Senhor, e um seu criado”.
Pobre rapaz de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Porque me assaltam turvos pensamentos?
Na minha frente estava um condenado.
Vai-te, rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Ouvindo-me, quedou-se o bravo moço,
Indiferente à raiva do meu brado,
E ali ficou de camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Soube depois ali que se perdera
Esse que só eu pudera ter salvado.
Ai do rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Ai do rapaz da camisola verde,
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
Negra madeixa ao vento,
Boina maruja ao lado.
- Pedro Homem de Melo
11/21/2013
A filha do lavrador
11/18/2013
Fraldine – Criado com amor para o seu bébé
- Cartaz publicitário aos produtos Fraldine, para a higiene do bebé – 1980
Produto da Sterling Winthrop Produtos Farmacêuticos,Lda. No reclame, Fraldine nas variantes creme, pó e sabonete.
Não colhi dados suficientes quanto ao estado do produto, que foi bastante publicitado na década de 80, tanto em revistas como na televisão, mas tudo indica que estará descontinuado.
Sobre a Sterling Winthorp:
[link 1]
[link 1]
[link 1]
11/15/2013
Hermesetas - Adoçante
- Cartaz publicitário de 1982.
Hermesetas é um produto adoçante (edulcorante), à base de sacarina, já com uma longa história. Foi registado em 1932 pela Hermes, uma empresa suiça, fundada em 1904.
Na sua categoria é dos mais populares a nível global e líder de vendas em muitos dos mais de 100 países onde é comercializado.
Supostamente, oferece toda a doçura que se espera do normal açúcar (cada pastilha equivalerá a uma colher de chã) mas sem calorias.
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