10/06/2011

Majora – Colecções Princesinha e Varinha Mágica

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“No universo dos livros infantis do meu tempo de criança, e de certamente de gerações anteriores e posteriores, a editora Majora tem um lugar especial, diria mesmo de primazia. Foram várias as colecçoes que marcaram de forma indelével o reino da imaginação e fantasia infantis nomeadamente com as chamadas histórias ou contos de fadas, a que acedia através da biblioteca itinerante da Gulbenkian.
Pessoalmente tenho exemplares de várias colecções de livros de contos infantis, nomeadamente  as mais luxuosas, como as séries Ouro e  Prata de “…e outros contos para crianças”, Varinha Mágica, Princesinha, Pintarroxo,  Pinto Calçudo, etç,.”

O texto de cima é um excerto de um anterior artigo que publiquei aqui no Santa Nostalgia, então a propósito dos pequeninos livros de contos infantis da colecção Formiguinha.
Aproveito o mesmo porque serve perfeitamente à introdução das ilustrações que agora publico e que se referem precisamente a algumas das muitas capas de livros e histórias das colecções “Princesinha” e “Varinha Mágica”, naturalmente da Majora.

Estas duas colecções em particular são muito semelhantes sendo que a “Varinha Mágica” apresenta um maior formato. De resto, a matriz das histórias ou contos, com fábulas, fadas, reis, príncipes e princesas encantadas,  é semelhante, para além de serem invariavelmente ilustradas pela artista portuense Laura Costa, sobre a qual pouca informação bibliográfica existe, mas que deixou uma marca e uma herança indeléveis no universo dos livros infantis em Portugal, sobretudo entre as décadas de 30 e 60. Ilustrou igualmente livros escolares e livros de temática religiosa, nomeadamente um catecismo católico.


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- Tópicos relacionados
Colecção Formiguinha – Editorial Majora
Coração Pequenino (Contos para crianças)
História da Fátima contada aos pequeninos
Catecismos da Primeira Comunhão

9/29/2011

DRALON, pois claro…

 

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Como não há duas sem três, e se calhar quatro sem cinco, aqui fica a memória de mais um cartaz publicitário às fibras sintéticas DRALON, da Bayer que nos anos 60 fazim sucesso no vestuário.

 

- Anteriores tópicos sobre a marca:
Dralon – Fibra acrílica da Bayer
Novamente o Dralon da Bayer
Vestuário em Dralon - Fibra acrílica da Bayer

9/26/2011

Tex Willer - Sérgio Bonelli – O adeus

 

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A Banda Desenhada é aqui frequentemente uma das fontes das nossas memórias nostálgicas. São muitos os heróis que moldaram a nossa forma de ver e viver o mundo infanto-juvenil, sobretudo nas brincadeiras, e quase sempre essa paixão e  fascínio acompanha-nos já em adultos.


Um desses heróis, embora ainda não tendo tido aqui o destaque que merece, é o Tex Willer, ou simplesmente Tex. O seu universo é o do far-west ou western americano, o mundo dos índios e cowboys, mas a sua origem é italiana. Tex foi criado em 1948 pela dupla Giovanni Luigi Bonelli, argumentos, e Aurelio Gallepini, desenho. Ao longo de mais de cinquenta anos, o herói foi ganhando consistência tornando-se num caso de longevidade e sucesso, tanto na Itália como no Brasil e mesmo em Portugal onde tem alguns dos melhores coleccionadores e fás mundiais.

Por tudo isso, o Tex, no seu papel de "Ranger do Texas", e suas aventuras, quase sempre vividas pelos seus amigos "pards", Kit Karson e o índio Jack Tigre, faz parte das minhas memórias do passado mas igualmente do presente. Não surpreende assim que, mesmo não sendo coleccionador, eu tenha centenas de revistas nas suas diferentes edições e sempre que surge a oportunidade, acrescento mais uns números.

Certamente que voltaremos a este herói em particular, mas para já, e daqui a evocação, faleceu hoje o Sérgio Bonelli, filho do criador do herói e continuador da sua obra. Foi em Milão onde estava hospitalizado. Tinha 79 anos.


Sobre o assunto, nada melhor que visitar um dos excelentes espaços ( Tex Willer Blog) sobre tudo o que se relaciona com Tex e a editora Bonelli.

9/22/2011

Laredo – Série TV

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Em Junho de 1966, aos sábados, por volta das 23:00 horas, a RTP passava a série “Laredo”, um western, melhor dizendo, uma “cóboiada” à moda antiga.
Eu era um piquerrucho, e confesso que não cheguei a ver a série nessa época, até porque passava à hora em que as crianças já estavam a dormir. Mesmo assim, decorridos poucos anitos, comigo já na escola primária, a série era ainda evocada e discutida pelos mais velhos.

“Laredo” foi uma série TV produzida pela NBC, sendo exibida originalmente em três temporadas entre os anos de 1958 e 1962, com um total de 57 episódios (incluindo o episódio piloto) com duração de cerca de 60 minutos cada. Como atrás referi, em Portugal passou quatro anos mais tarde.
“Laredo” surgiu um pouco à boleia da série “Bonanza”, então muito popular, igualmente com a temática do "far-west americano o que nessa época estav na moda.

Resumidamente, as aventuras giravam à volta de um quarteto de cow-boys, “Texas Rangers”, um dos quais, o chefe, o Capitão Edward Parmalee (Philip Carey). Os outros três: Neville Brand (Reese Bennett), William Smith (Joe Riley) e Peter Brown (Chad Cooper). Uma quinta figura, presença regular a partir da segunda temporada, era Robert Wolders (Erik Hunter). Como nota de curiosidade, Robert Wolders foi casado com Merle Oberon e após a morte desta foi companheiro da bela e popular Audrey Hepburn.

Como não podia deixar de ser, a série “Laredo” combinava aventura, acção e algum humor, sempre com tiros, duelos e lutas entre +indios e foras-da-lei, os bandido, os mauzões.


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9/21/2011

Dralon – Fibra acrílica da Bayer

 

Já tivemos a oportunidade de trazer à memória alguns cartazes publicitários à fibra acrílica Dralon. Foi já há mais de 3 anos (21 de Agosto de 2008).

Voltamos hoje com um outro cartaz publicitário da segunda metade da última década de 60.

Como habitualmente, mais um modelo feminino.

 

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- Tópico relacionado:

Vestuário em Dralon - Fibra acrílica da Bayer

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