Damos continuidade à publicação de mais algumas fotografias que nos mostram parte de uma Lisboa de outros tempos.
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Damos continuidade à publicação de mais algumas fotografias que nos mostram parte de uma Lisboa de outros tempos.
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Recebi por estes dias, no meu email, uma das habituais apresentações Power Point. Entre muita coisa fatela e curriqueira, por vezes aparecem coisas curiosas e interessantes, como foi o caso de uma que continha fotos antigas de cidade de Lisboa. A apresentação vem assinada por um Wilcocs, pelo que não posso fazer melhor referência ao autor ou à origem das fotos.
Para quem de facto conhece a actual realidade dos locais retratados, não pode deixar de se surpreender pela rápida e radical transformação dos sítios. Esta mudança, a que chamam progresso e desenvolvimento, é de facto mais notória e impressionante nas grandes cidades, como é o caso de Lisboa.
Aqui ficam algumas:
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É indesmentível que nos tempos actuais a História de Portugal já não merece a importância ao nível do ensino escolar comparativamente com a de há 30 anos para trás, tanto no ensino básico (primário) como no secundário. A própria disciplina foi aglutinada à componente das ciências, designando-se agora de Meio Físico e Social, perdendo a identidade intrínseca.
Não importa aqui discutir critérios curriculares, mas é óbvio que na actual configuração resulta necessáriamente num menor aprofundamente geral da História de Portugal. Dito de outra forma, há temas ou períodos que foram relegados para um nível de importância básica, sendo ensinada a correr e de modo muito superficial, como gato sobre brasas.
Esta apreciação resulta do acompanhamento que faço do percurso escolar dos meus dois filhos (uma a acabar o 12º ano e outro a meio do básico) incluindo a leitura atenta dos próprios manuais.
Não me surpreende, pois, que quer um quer outro, apesar da cabeça fresca, se mostrem incapazes de responder às questões que profundamente aprendi na primária há 30 anos.
Por essas e por outras, resulta que os conhecimentos adquiridos nessa altura pela quarta classe (sem pré-primária) mostram-se hoje nitidamente superiores aos condizentes com o nono ano. Isto em todas as matérias, salvo na componente de TIC (tecnologias de informação e comunicação, que na altura computadores era coisa de cientistas) e até dou como perdida a informação sobre as nossas ex-províncias ultramarinas, de Cabo Verde a Timor, onde a sua história e geografia tinha que estar na ponta-da-língua, desde os rios, as serras, os caimhos-de-ferro, as províncias, capitais, etc.
Claro que são outros os tempos e os contextos, mas nesta realidade podem residir algumas das respostas ao actual estado geral de insucesso e indisciplina escolares.
Bom, tudo isto para dizer que por aqui, no Santa Nostalgia, iremos publicando alguns trechos da nossa História, desde os factos aos heróis, ilustrados quer por imagens dos antigos manuais escolares, quer através de cromos.
Neste sentido, e dando corpo a este propósito, começamos hoje por relembrar um dos heróis da nossa História, Egas Moniz, o aio de D. Afonso Henriques, conhecido pelo seu gesto nobre de honradez perante o rei Afonso VII de Leão.
As imagens foram retiradas do meu Livro de História de Portugal da 4ª Classe, sobre o qual noutra altura falarei.
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Esse ar que te deu, quem to daria,
Que não fosse por maldade,
Que não fosse por vingança?
Talha-to por Deus e pela Virgem Maria,
Em quem porás toda a esp´rança,
E p´las Três Pessoas da Santíssima Trindade.
Assim como elas querem e podem,
Ao toque do nosso sino (da igreja da aldeia),
Pelo Seu Poder Divino,
De onde este mal veio depressa lá retorne.
Já tive a oportunidade de falar nesta espaço dos famosos refrescos em pó Royal. Hoje recordo outro produto Royal, as famosas gelatinas, tão do agrado das crianças como dos adultos.
Este cartaz publicitário dos anos 60, para além de publicitar os 6 sabores disponíveis na altura (ananás, pêssego, tutti-fruti, laranja, morango e cereja), fala-nos de um livro que era oferecido, o qual continha receitas com gelatina e ainda desenhos para os miúdos colorirem. Recordo-me de ter um livro destes. Infelizmente perdeu-se.
Apesar de tudo, confesso, nunca gostei particularmente de galatina pelo que do produto apenas me fascinavam as suas cores brilhantes e o aspecto de borracha transparente, sempre a tremer.
Este pouco gosto pela gelatina não se transmitiu aos meus filhos já que são gulosos por esta sobremesa, preferindo sobretudo a de morango.
É claro que nos anos 60 a gelatina eram já um produto muito popular, pela facilidade de preparação e até porque tinha um preço acessível. Todavia, nessa época, as sobremesas eram mais de carácter tradicional e pessoalmente preferia um doce-de-coco, uma mousse caseira ou um leite creme.
Hoje em dia, a gelatina Royal é comercializada em diversas variantes, incluindo as chamadas light, já preparadas e vendidas com embalagens do tipo das dos iogurtes, supostamente com menos açúcar e corante. A este propósito, por diversas vezes a gelatina Royal tem sido apontada na comunicação social como tendo excesso de açúcar e corantes. Convém, por isso, ter algum cuidado no consumo exagerado.
As gelatinas Royal pertencem ao grupo Kraft Foods Inc., a segunda maior empresa mundial do sector de alimentos, a qual detém a marca dos refrescos Tang entre muitas outras, tais como a Toblerone, Milka, Suchard, Nabisco e Oscar Mayer.
A Kolynos foi uma empresa e marca norte-americana de dentifrícios fundada em 1908, na cidade de New Haven, Connecticut. A fórmula do creme...