Cartaz publicitário aos tampões Tampax, do final dos anos 70.
Anterior artigo sobre os tampões Tampax.
*****SN*****
Cartaz publicitário aos tampões Tampax, do final dos anos 70.
Anterior artigo sobre os tampões Tampax.
*****SN*****
Uma das nossas rubricas refere-se à recordação de alguns dos livros escolares do ensino primário que ainda povoam a nossa memória. Com eles aprendemos e por isso foram uma marca indelével na nossa infância e no nosso percurso de homens e mulheres de hoje.
Neste sentido, para além da continuação dessa rubrica, é nosso propósito trazer à memória, de quando em vez, algumas das páginas desses livros, folheadas ao caso, mas que certamente poderão reavivar memórias.
Principio com uma página de um livro de leitura da quarta classe, dos anos 70 (já aqui falado) com um belo poema, de Guerra Junqueiro, dedicado à figura da Mãe.
(clicar na imagem para ampliar)
*****SN*****
Grupo Desportivo de Peniche
Grupo Desportivo Pescadores da Costa da Caparica
Sporting Clube Lourinhanense
Hoje damos a conhecer outra colecção de cromos de caramelos, desta feita a VIGOR E DESPORTO, uma edição de A Francesa, da época de 1964. A bela capa apresenta-nos, supostamente, um clássico do futebol português, o Benfica-Sporting. Será?
Equipas que integram a colecção:
Benfica, Sporting, Porto, Belenenses, V. Guimares, V. Setúbal, Académica, CUF, Leixões, Lusitânio Évora, Sp. Braga, Sp. Covilhã, Varzim, Barreirense, Salgueiros, Olhanense, Seixal, Atlético.
A colecção segue a linha editorial do que era norma na época e característica das cadernetas de cromos de caramelos, ou seja, 11 cromos por equipa. Nesta colecção o emblema faz parte da caderneta. Nalgumas colecções o emblema é em si um cromo.
Nesta colecção, o jogador é apresentado na característica pose de corpo inteiro, sobre um fundo azul e a parte superior com relvado a verde. Por detrás do jogador junto ao relvado é representada uma bola dourada. O nome do clube é inscrito na parte superior do cromo numa espécie de arco ou faixa. O número e o nome do cromo é apresnetado na parte inferior, sobre uma faixa vermelha.
É certo que na maior parte das colecções de cromos de caramelos, a qualidade gráfica de cada cromo era pobre e algo esborratada, mas depois de completada a equipa o resultado do conjunto era bastante apelativo. Aliás, a diversidade das diferentes colecções residia precisamente no cenário de cada cromo e no esquema da caderneta, já que de resto as fotografias base dos jogadores eram muitas vezes repetidas época após época, sendo comuns até em diferentes editoras, o que poderia advir de acordos entre as mesmas, tudo em nome da baixa de custos da produção dos cromos.
Como não podia deixar de ser, esta, a exemplo de outras semelhantes, é uma caderneta extremanente rara e valiosa.
Não esqueça de visitar outros artigos semelhantes no tópico Cadernetas.
*****SN*****
Damos continuidade à publicação de mais algumas fotografias que nos mostram parte de uma Lisboa de outros tempos.
(clicar nas fotos para ampliar)
*****SN*****
Recebi por estes dias, no meu email, uma das habituais apresentações Power Point. Entre muita coisa fatela e curriqueira, por vezes aparecem coisas curiosas e interessantes, como foi o caso de uma que continha fotos antigas de cidade de Lisboa. A apresentação vem assinada por um Wilcocs, pelo que não posso fazer melhor referência ao autor ou à origem das fotos.
Para quem de facto conhece a actual realidade dos locais retratados, não pode deixar de se surpreender pela rápida e radical transformação dos sítios. Esta mudança, a que chamam progresso e desenvolvimento, é de facto mais notória e impressionante nas grandes cidades, como é o caso de Lisboa.
Aqui ficam algumas:
(clicar nas imagens para ampliar)
*****SN*****
É indesmentível que nos tempos actuais a História de Portugal já não merece a importância ao nível do ensino escolar comparativamente com a de há 30 anos para trás, tanto no ensino básico (primário) como no secundário. A própria disciplina foi aglutinada à componente das ciências, designando-se agora de Meio Físico e Social, perdendo a identidade intrínseca.
Não importa aqui discutir critérios curriculares, mas é óbvio que na actual configuração resulta necessáriamente num menor aprofundamente geral da História de Portugal. Dito de outra forma, há temas ou períodos que foram relegados para um nível de importância básica, sendo ensinada a correr e de modo muito superficial, como gato sobre brasas.
Esta apreciação resulta do acompanhamento que faço do percurso escolar dos meus dois filhos (uma a acabar o 12º ano e outro a meio do básico) incluindo a leitura atenta dos próprios manuais.
Não me surpreende, pois, que quer um quer outro, apesar da cabeça fresca, se mostrem incapazes de responder às questões que profundamente aprendi na primária há 30 anos.
Por essas e por outras, resulta que os conhecimentos adquiridos nessa altura pela quarta classe (sem pré-primária) mostram-se hoje nitidamente superiores aos condizentes com o nono ano. Isto em todas as matérias, salvo na componente de TIC (tecnologias de informação e comunicação, que na altura computadores era coisa de cientistas) e até dou como perdida a informação sobre as nossas ex-províncias ultramarinas, de Cabo Verde a Timor, onde a sua história e geografia tinha que estar na ponta-da-língua, desde os rios, as serras, os caimhos-de-ferro, as províncias, capitais, etc.
Claro que são outros os tempos e os contextos, mas nesta realidade podem residir algumas das respostas ao actual estado geral de insucesso e indisciplina escolares.
Bom, tudo isto para dizer que por aqui, no Santa Nostalgia, iremos publicando alguns trechos da nossa História, desde os factos aos heróis, ilustrados quer por imagens dos antigos manuais escolares, quer através de cromos.
Neste sentido, e dando corpo a este propósito, começamos hoje por relembrar um dos heróis da nossa História, Egas Moniz, o aio de D. Afonso Henriques, conhecido pelo seu gesto nobre de honradez perante o rei Afonso VII de Leão.
As imagens foram retiradas do meu Livro de História de Portugal da 4ª Classe, sobre o qual noutra altura falarei.
(clicar na imagem para ampliar)
(clicar na imagem para ampliar)
*****SN*****
Esse ar que te deu, quem to daria,
Que não fosse por maldade,
Que não fosse por vingança?
Talha-to por Deus e pela Virgem Maria,
Em quem porás toda a esp´rança,
E p´las Três Pessoas da Santíssima Trindade.
Assim como elas querem e podem,
Ao toque do nosso sino (da igreja da aldeia),
Pelo Seu Poder Divino,
De onde este mal veio depressa lá retorne.
A história da 7UP, conforme registada pela marca em Portugal, revela um percurso de inovação que começou muito antes da sua chegada à Euro...