Com um novo cartaz publicitário de 1972, voltamos à memória de outros tempos do Tulicreme, uma das marcas clássicas dos cremes de barrar. Nas variedades chocolate ou avelãs, poucos lhe resistiam.
9/02/2011
Tulicreme – Doce creme…creme doce para pão!
Com um novo cartaz publicitário de 1972, voltamos à memória de outros tempos do Tulicreme, uma das marcas clássicas dos cremes de barrar. Nas variedades chocolate ou avelãs, poucos lhe resistiam.
9/01/2011
Borotalco Ausonia
Há precisamente 1 ano, trouxemos aqui à memória o borotalco Ausonia, uma das clássicas marcas deste produto associado à higiene íntima dos bébés.
Hoje voltamos a recordar a marca e o produto com um antigo cartaz publicitário, melhor dizendo, dois cartazes que se complementavam. Apesar da curiosidade da sequência, não se percebe em concreto o objectivo.
Coisas e particularidades da publicidade de outros tempos, as quais, verdade se diga, justificam um certo fascínio que desperta nos nossos dias.
- Tópicos relacionados ou nem por isso.
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Pó Talco Tandem
8/31/2011
Cera Galo
A cera para soalhos e móveis da marca GALO é uma das saudosas memórias. Desconheço se ainda se fabrica, mas em meados dos anos 60, de acordo com o cartaz publicitário abaixo reproduzido, era uma das marcas de prestígio.
As suas características embalagens, semelhantes às clássicas latas de graxa para calçado, mas maiores, com cerca de 15 cm de diâmetro, depois de vazias e limpas serviam para as donas de casa guardarem agulhas, botões e até trocos, como fazia minha mãe.
A marca disponibilizava vários tipos e cores de cera: Alfazema, amarela, castanha, branca, pigmentada, vermelha e até limão, de acordo com a lata abaixo por nós desenhada a partir do modelo de uma velha embalagem já corroída.
8/30/2011
Margarina Flora
Para além da Planta, outra marca muito popularizada, foi a Flora, introduzida no nosso mercado uma década depois, em 1968, que também fez parte do grupo Unilever mas que desde 2017 pertence igualmente à Upfield. De resto esta empresa detém outras populares marcas como a Becel.
Nos nossos dias, apesar de produtos duvidosos quanto aos aspectos de saúde, continuam a ser marcas de referência e apesar de outras marcas que se vão impondo, continuam a “dar cartas”.
Neste sentido é justo publicar aqui um cartaz publicitário da Flora, de 1968, precisamente no ano do seu lançamento.
Publica-se igualmente um outro cartaz da Planta.
8/29/2011
Leite Pasteurizado – C.P.L.L.
8/28/2011
Hotel Rural Quinta de Novais - Arouca
Ainda em ritmo de férias, o Santa Nostalgia tem andado molengão, logo pouco actualizado.
Mas as férias, apesar de curtas e pobres pelas condicionantes de um país que se arrasta em crise (embora esta não pareça afectar muita gente), devem ser precisamente um clique no botão do abrandamento, o levantar o pé do acelerador, o desligar de algumas rotinas.
Por nossa parte, fugimos do litoral como o diabo da cruz e preferimos o sossego de zonas mais interiores, mesmo que não distantes. Neste contexto, por estes dias, mesmo a curta distância, fomos pernoitar num ninho acolhedor e tranquilo chamado Hotel Rural Quinta de Novais.
Localizado a cinco minutos do centro da bela vila de Arouca, na freguesia de Santa Eulália, o Quinta de Novais surpreendeu pelo encanto do lugar, pela harmonia dos espaços e da arquitectura onde o rústico das alvenarias de pedra, telhados e cornijas, se conjuga com o moderno, na forma da amplos envidraçados em estrutura de ferro, mas, sobretudo, o sossego e tranquilidade que envolvem o local com uma exuberante e frondosa manta de carvalhos, plátanos e castanheiros que dominam a encosta disposta em socalcos até ao fundo do vale onde a ribeira corre entre viçosos campos de milho.
O hotel dispõe de uma apetecível piscina, jacuzzi, ginásio e um campo de mini-golfe, e espaços envolventes que convidam a uma caminhada ao som dos pássaros, da folhagem e da água. São 16 quartos e uma casa em que esta é adequada a uma família ou a um grupo de casais.
A simpatia é a palavra de ordem, desde o gerente Sr. Henrique e esposa, até aos funcionários, solícitos e competentes.
O restaurante oferece qualidade no serviço e pratos bem elaborados onde primam a inevitável vitela arouquesa e o cabrito da serra da Freita mas também um soberbo bacalhau com broa.
A carta de vinhos é adequada. A entrada sugerida é um sortido equilibrado de sabores e texturas. As sobremesas são fantásticas de onde destacamos as Fritas de Maçã.
O pequeno almoço em buffet, sem ser extravagante, é equilibrado e suficiente de onde se realça o excelente sumo natural de laranja.
O restaurante tem uma mais valia que é a de estar aberto ao público em geral, portanto acessível a quem não está hospedado.
Para quem conhece Arouca e o concelho, não importa estar a ensinar o padra-nosso ao vigário, mas para quem vem de fora e pouco conhece, há um vasto leque de pontos de interesse desde monumentos, de onde se destaca o inevitável Convento, mas sobretudo a invejável diversidade paisagística e geológica, que de resto justifica o estatuto de Geoparque. Os vales dos rios Paiva, Arda e Caima, a serra da Freita, suas encostas abruptas e seu planalto, os testemunhos das minas de volfrâmio de Rio de Frades e Regoufe, as aldeias típicas de Drave, Covelo de Paivô, Meitriz e muitas outras. A gastronomia onde a a carne de vitela arouquesa é raínha, é também por si só um motivo de procura de muitos e bons restaurantes do concelho.
É verdade que ainda falta melhorar alguns acessos centrais para que seja mais fácil chegar a Arouca (falta sobretudo a ligação rápida Arouca-Santa Maria da Feira, em projecto há vários anos). Quando essa via rápida for concretizada (está executada apenas uma parte) será fácil o acesso a partir do IC2, da A1 ou mesmo da A32, em fase final de execução e que em conjunção com a A41 permitirá uma excelente e rápida ligação à zona litoral e exterior ao Grande Porto.
Seja como for, gostamos desta escapadinha e da passagem pelo Hotel Rural de Quinta de Novais pelo que, obviamente, recomenda-se.
8/24/2011
Crise? Qual crise?
Os tempos são de crise!
Dizem-nos todos os dias e os cortes nas depesas e o aumento impiedoso dos impostos reiteram esta realidade. As empresas encerram e engrossa o número de desempregados.
Todavia, desconfia-se que as pessoas, os portugueses, claro está, ainda não adequaram o seu comportamento à crise pelo que o anúncio da mesma em certo sentido torna-se ridículo.
Vejamos: Apesar de dizerem que o consumo baixou, por estes tempos os restaurantes e os bares estão repletos, as estradas pejadas de automóveis e os centros comerciais inundados de gente. Continua-se a ir de férias para o Algarve ou para o estrangeiro. Os hotéis não se têm queixado.
Mesmo os vários festivais de Verão, um pouco por todo o país, abarrotaram de gente mais nova. Ora sendo que o grosso dos jovens é da classe estudante, pergunta-se de onde virá o dinheiro para suportar tanta farra? Mesmo admitindo que dormem ao relento, onde vem o dinheiro para os transportes, para os telélés, para as muitas bejecas, para a comida, para os bilhetes? Muitos deles no desemprego e outros sem receitas porque estudam, quiçá recorrendo a bolsas de estudo (estas cada vez mais magras), de onde virá o dinheiro? Dos papás? Do céu?
Não, meus senhores, a crise, por enquanto ainda não se faz sentir e por isso quase todos ainda gozam à grande e à francesa.
É possível que a crise ainda esteja nos preliminares mas não tardará a ejaculação e então depois é que o país, terminado o êxtase, cairá em si.
Crise? Qual crise?
8/23/2011
Vestuário – Roupas dos anos 60 - XXI
Modelos de vestuário feminino divulgado em revista da especialidade no Outono de 1961.
(clicar nas imagens para ampliar)
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