5/19/2011
Cadernos Escolares – Pop-Troup
5/16/2011
Caminhai na minha presença – Catecismo do 1º ano de catequese
Hoje, e deveria ter sido ao contrário, trouxe o seu "irmão", o volume da primeira classe, “Caminhai na minha presença”,, publicado na mesma data, com o mesmo formato, grafismo e orientação.
Estou certo que estes dois volumes estarão na memória de muitos quantos por essa época frequentavam a Catequese da Igreja Católica.
Sabe bem recordar.
5/14/2011
Cerveja Marina
Rezam algumas crónicas que a cerveja Marina começou a ser produzida em 1967, em Loulé, pela Fábrica Imperial que uns anos mais tarde deu lugar à Unicer.
A produção desta mítica marca de cerveja cessou em 1982, em detrimento do alargamento da produção e distribuição da marca Cristal.
Em 2005 a Marina foi pegada e lançada pela Sonae, como marca própria embora produzida pela Unicer. Não consegui confirmar esta situação ou mesmo se na actualidade ainda continua a ser produzida.
De todo o modo, a Marina é uma marca que faz parte do nosso universo de memórias e recordações de tempos passados. Podemos não ter presente o seu característico sabor, mas recordamos os muitos momentos refrescantes numa qualquer esplanada à beira-mar na companhia dos imprescindíveis tremoços.
5/10/2011
Joaquim Agostinho – O homem e o ciclista
Passam hoje 27 anos (10 de Maio de 1984) sobre o trágico e prematuro desaparecimento de Joaquim Agostinho, uma das grandes figuras do desporto e do ciclismo português. Não resistiu aos ferimentos decorrentes de uma queda em plena etapa da Volta ao Algarve.
Pelas suas qualidades desportivas e humanas, Joaquim Agostinho será sempre uma das míticas figuras do nosso imaginário real, sobretudo relacionada à década de 70 onde demonstrou toda a sua classe, tanto em Portugal como em Espanha e França.
Deixamos aqui algumas imagens extraídas da revista "Ídolos", edição Nº 17 de 15 de Julho de 1977, dedicada a este grande desportista cuja memória perdurará para sempre.
5/05/2011
Revista TV Guia
Em 19 de Agosto de 2008 tivemos oportunidade de recordar aqui uma das emblemáticas revistas dedicadas à programação TV, a Tele Semana, que reinou na década de 70. Quando terminou, por volta de 1979, sucedeu-lhe uma revista similar, a TV Guia, propriedade da RTP e RTC, com um maior formato, com mais cor e um grafismo bem mais apelativo. Tal como a Tele Semana, para além da divulgação da programação televisiva, na altura exclusiva da RTP, abordava assuntos relacionados com o meio da própria televisão, rádio, artes e espectáculos.
O exemplar aqui retratado, o Nº 5, datado de 16 de Março de 1979, com uma periodicidade semanal, apresenta um formato sensivelmente A4, com 34 páginas. Custava 15$00.
O director na altura, era o Nuno Vasco. A tiragem era de 60.000 exemplares.
Durante muitos anos a TV Guia tornou-se a principal referência de quem acompanhava a programação da televisão portuguesa e por isso, e pela sua longevidade, é sem dúvida uma das marcas que já faz parte do nosso imaginário, sobretudo dos anos 80.
4/28/2011
Conta-me como foi – O final
A série teve um início prometedor, tornando-se numa fiel evocação de um período ocorrido entre meados dos anos 60 e 70 (25 de Abril de 1974).
Aos poucos, a par de alguma inconsistência nos horários e ritmos de exibição, a série foi perdendo gás e terminou quase esvaziada.
Em rigor, com excepção dos primeiros episódios, onde de facto se conseguiu transmitir de forma excelente o espírito desses tempos, toda a restante série tornou-se num caldo morno de situações inconsistentes e inconsequentes, de forma muito ligeira e rebuscada.
Finalmente, sendo retratada uma família da classe média e um bairro na periferia da capital, o retrato ficou incompleto. A realidade noutros cenários era totalmente diferente. Teria sido importante que a série, um pouco como as novelas, abarcasse em simultâneo ou em paralelo, outros cenários, como o da cidade e da aldeia, focando tanto a classe média, como a classe alta e as classes mais pobres. Foram esboçados uns ligeiros traços dessa ideia , nomeadamente quando a Margarida regressou à terra natal, mas algo deturpados e demasiado confinados.
Mas, convenhamos, aspirar a tanto, seria demasiado pano para as curtas mangas da nossa televisão.
Apesar de tudo, o saldo é positivo, desde logo porque é uma produção nacional e sempre com o excelente desempenho de actores como o Miguel Guilhereme (António) e Rita Blanco (Margarida) e mesmo de Catarina Avelar (D. Hermínia).
4/25/2011
25 de Abril de 1974 – Reaprender a Liberdade
Trinta e sete anos depois da data da revolução de 25 de Abril de 1974, continuamos na mesma pequenez e dependência de políticos e governantes incapazes. Os valores de Abril continuam a ser evocados como banalidades de ocasião, como balões e confetis numa qualquer festa de aniversário, mas no essencial, aparte um progresso que se obteve mas que nos endividou, porque alicerçado sempre acima das nossas reais possibilidades, porque temos casa, carro, televisão e sofás que somos incapazes de pagar ao Banco, continuamos numa ditadura da incerteza do futuro imediato, numa ditadura da insegurança, numa ditadura do desemprego, num faz de conta que vivemos à grande e à francesa com o dinheiro dos outros.
É certo que agora podemos pensar, exprimir e reclamar, no que se chama de exercício da Liberdade, mas, verdade se diga, já de pouco nos serve, porque são moucos os ouvidos daqueles que nos deviam escutar.
Como agravante de tudo, se noutros tempos éramos quase todos inocentes e vítimas do controlo e prepotência de um Governo que se perpetuava, agora somos co-autores de tudo quanto está a acontecer, pelo que não nos podemos demitir das nossas (ir)responsabilidades porque entramos nesta comédia de gente gastadora, com ares de bem de vida e porque legitimamos quem sucessivamente nos tem desgovernado.
Agora é aguentar e aproveitar a lição para se reaprender o sentido da Liberdade, que muitos ainda teimam em confundir com libertinagem, como se a Liberdade seja apenas o lado brilhante e visível da Lua, ignorando-se que o outro lado, embora oculto, representa a disciplina, os deveres e obrigações, afinal o justo equilíbrio.
4/22/2011
Sexta-Feira Santa
- Ilustração de Tony Wolf, do livro “La Bibbia e la vita di Gesù raccontata ai più piccoli” – Dami Editore, Milano
(clicar para ampliar)
4/19/2011
Hoje como há 40 anos
- Sobre José Vilhena e a “Gaiola Aberta”
4/16/2011
Ciências Geográfico-Naturais – 4ª classe – Victor Lamy
Hoje trago à memória o livro escolar “Ciências Geográfico-Naturais – 4ª classe”, de Victor Lamy, da Porto Editora.
Tem uma dimensão de 185 x 245 mm e um total de 112 páginas a cores.
O manual não tem qualquer referência à data da sua edição, mas será seguramente do final dos anos 60 ou princípios de 70, até porque no programa estão ainda incluídas as então províncias ultramarinas portuguesas.
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