9/23/2009

Crónica Feminina Nº 397 – Romy Schneider


Romy Schneider_cronica feminina_sn_19092009

A capa da revista Crónica Feminina, edição Nº 397 de 2 de Julho de 1964 trazia a público a bela Romy Schneider, actriz austríaca, um dos belos rostos da sétima arte, então com 24 anos, já que nasceu em 23 de Setembro de 1938 (passam hoje 71 anos).
Romy, que ficou popular pelo seu romance com o actor francês Alain Delon, teve uma vida de fama e tragédia, morrendo muito nova, com 43 anos (Paris, 29 de Maio de 1982), vítima de paragem cardíaca, num quadro de depressão depois do suicídio do seu primeiro marido (Harry Meyen) e da trágica morte de David, de 14 anos, filho de ambos.
Romy Schneider participou num bom leque de filmes e por diversas vezes foi premiada e indicada como melhor actriz. Indissociável a sua participação como Sissi, com apenas 17 anos no papel da imperatriz adolescente da Áustria, Mulheres de Uniforme, que provocou algum escândalo na época por abordar o lesbianismo, Bocaccio 70, ao lado de outras belas mulheres como Anita Ekberg e Sophia Loren, e muitas outras películas.
Fica aqui a recordação desta bela mulher de olhos verdes quando passam 71 anos sobre o seu nascimento.

Figuras & Figurões - 2

Dando continuidade à publicação dos cromos da caderneta FIGURAS & FIGURÕES, colámos hoje mais cinco, correspondentes a outras tantas figuras importantes da cena política nacional de um passado relativamente recente.

francisco sa carneiro figuras e figuroes santa nostalgia 5

pires veloso figuras e figuroes santa nostalgia 6

galvao de melo figuras e figuroes santa nostalgia 7

freitas do amaral figuras e figuroes santa nostalgia 8

otelo saraiva de carvalho figuras e figuroes santa nostalgia 9

9/21/2009

21 de Setembro – Dia Internacional da Paz

 

Dia Internacional da Paz é celebrado em 21 de Setembro e foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.

Pensamento:

O homem não gosta da paz. Gosta só de conquistá-la. Entre uma coisa e outra há muita gente estendida. É a que tem a paz verdadeira.

Virgílio Ferreira

 

 

Eu sei que a necessidade de Paz continua tão actual nos nossos dias quanto no tempo das guerras travadas à espadada e cacetada entre romanos e bárbaros ou portugueses e mouros . A paz é por isso um bem desejado por todos mesmo, hipocritamente, por aqueles que fomentam a guerra. Deste modo estamos condenados a que a Paz seja sempre o oposto de Guerra e caminhem lado a lado como se uma não pudesse existir sem a outra. Guerra e Paz, não é apenas um livro de León Tolstoi ou um jogo de palavras mas antes uma realidade que permanece presente.

A Paz, na sua plenitude, será sempre uma utopia porque, ensina-nos a História do Homem, já com dezenas de séculos, que esta esteve sempre ameaçada porque a Guerra tornou-se a luz ou a chama que a projecta. Será mais um ciclo ou um antagonismo irreversível: Guerra e Paz como Bem e Mal, Luz e Escuridão, Riqueza e Pobreza, Poder e Subjugação.

É claro que a Paz pode ter um sentido menos universal, menos abrangente e mais intimista, mais pessoal: A paz de espírito ou de alma, a paz do repouso ou do descanso; A paz da missão ou do dever cumprido; A paz da alegria ou do bem que se sente e pratica pelo próximo. A paz é assim um intervalo das nossas próprias guerras ou guerrinhas, travadas no dia-a-dia com os outros ou connosco próprios, usando armas de arremesso como a inveja, o ódio e a maldicência. Armas que ferem e matam.

Quanto à representação simbólica ou gráfica da Paz, eu não sou muito adepto da eterna pombinha branca, a esvoaçar radiosa sob um sol da manhã, com ou sem o raminho de oliveira no bico. Eu sei que a sua origem resulta de tempos bíblicos numa altura em que o mundo se debatia com o diluvio e Noé e a sua enorme arca representavam a salvação de uma humanidade e animalidade reduzida a pares perecendo todo o resto na sua iniquidade, mas mesmo assim prefiro outras representações.

Pessoalmente identifico melhor o simbolismo da Paz com a sombra de uma frondosa árvore, com um regato cantante ou um pássaro a saltar de ramo em ramo ou até mesmo uma paisagem imensa, natural e solitária sem que homem algum a tivesse ja conspurcado.

Neste contexto, para lembrar a data, deixo aqui a minha simples árvore, sinal da minha Paz e da que desejo para mim e para os meus. Também a desejo, mesmo que utopicamente, ao mundo moderno das armas sofisticadas e das guerras nos Iraques, nos Afeganistões e noutras paragens deste planeta onde cada recanto de cidade, sopé de montanha ou curva de um rio ou estrada pode ser visitada na simplicidade virtual de um clique mas que cada vez mais está distante nos valores fundamentais da paz, concórdia e respeito mútuo.

Como dizia alguém, é certo que podemos desejar cristãmente a paz a todos os homens de boa vontade mas, infelizmente, estaríamos a fazê-lo a um número reduzido de pessoas.

De facto, nos tempos que correm, são mesmo poucos os homens de boa vontade e mais os homens de más vontades, poderes e caprichos.

Deixo aqui a minha árvore da paz, riscada (plantada)  pelas minhas próprias mãos. Não sei se é uma oliveira mas é de certeza de paz e os seus frutos podem apenas ser de amor e a sua colheita pode ser intemporal.

 

paz paz santa nostalgia

(clicar para ampliar)

Roja Plix – Loção plixante para a sua mise-en-plis

 

roja plix_santa nostalgia 01

roja plix_santa nostalgia 02

Confesso que não percebo nada de termos e conceitos ligados ao tratamento ou corte de cabelos, principalmente das senhoras. Para mim, corte de cabelo é à máquina zero, pente dois ou três, risco ao meio (tipo Paulo Bento), risco ao lado, e pouco mais. Por mim o barbeiro é visitado dus ou três vezes ao ano e chega. Já quanto às senhoras, sempre ao ritmo das modas, são um poço de despesas e à custa delas os cabeleireiros ou salões de beleza são bons negócios, desde há muito.

Neste contexto achei piada a este duplo cartaz publicitário publicado algures em Setembro de 1969, ou seja, há precisamente 40 anos.

O produto em causa, o ROJA-PLIX,  é uma loção para o tratamento mis-en-plis (termo francês) e parece que servia para “disciplinar” os cabelos e fazer uns belos e ondulados caracóis, passe a quase redundância, e outros feitios curiosos que marcavam a moda nos anos 60. Achei interessante a banda desenhada, com a menina que visitou a praia das Maçãs, bem como o termo “plixante”, pelos vistos exclusivo do mundo dos cabeleireiros já que o dicionário português não tem a definição.

9/18/2009

Rical – Sem corantes nem conservantes



rical_garrafa_santa nostalgia

Quem não se recorda dos saborosos sumos da Rical? Recordo-me que no meu tempo de criança e adolescente era uma das boas marcas e de certa forma era uma boa alternativa ao também mítico e popular Sumol bem como ao também popular Frisumo, que apareceu no mercado em 1971, tornando-se um rei de vendas dos refrigerantes. É claro que me recordo sobremaneira de outras populares marcas de bebidas, que a seu tempo trarei à memória, mas a Rical é uma delas, já com o popular slogan "sem corantes nem conservantes".

Com os meus catorze anitos, juntamente com os colegas mais próximos, aos domingos à tarde, principalmente no Verão, íamos a uma das tascas da aldeia merendar. Quase sempre um cartucho de amendoins torrados, ou um punhado de azeitonas, acompanhados com um Sumol de laranja ou um Rical, também de laranja. Pessoalmente preferia o Rical pois dizia que era à Benfica, isto pela cor do rótulo. Os rótulos nas garrafas daquele tempo eram quase sempre pintados pelo que ainda hoje se encontram em bom estado garrafas de algumas míticas marcas de refrigerantes, gasosas e águas.

A bebida era produzida pela Rical - Fábrica de Refrigerantes e Águas, L.da, de Santarém. Ainda nos anos 70, concretamente em 1977, a empresa foi integrada na Unicer. A marca foi relançada em 1995, aparecendo com uma nova imagem.

9/15/2009

Séries e programas TV - Sumário

Aqui fica um sumário de diversos artigos onde já recordamos algumas das séries e programas de televisão que marcaram a infância e juventude, sobretudo daqueles que, nessas belas e nostálgicas idades, atravessaram as décadas de 60, 70 e 80.

pipi das meias altas santa nostalgia series tv
Era uma vez ...o Homem








Abbott and Costello
The Partridge Family
LASSIE – Série TV
Os caminhos de Noële – Série TV
Os caminhos de Noële – Parte II
Omer Pacha – Tenente Latas
A família Boussardel - Les Boussardel
O salva-vidas voador - Bailey´s Bird
O Regador Mágico - Pardon My Genie
Allo! Allo!
Pippi das Meias Altas
Vasco Granja - Cinema de Animação – O Lápis Mágico
Noddy - Nodi - 60 anos de histórias de encantar
Os homens de Shiloh - The Virginian
Charlie's Angels - Os Anjos de Charlie
Os garotos do 47-A
Tenente Columbo
A hora de Alfred Hithcock
Hercule Poirot - O detective do bigode esquisito
Sandokan - O tigre da Malásia
A Flecha Negra - La Freccia Nera
As aventuras de Robin Hood
O Fugitivo - Série TV
Kung Fu - As aventuras de Caine
Lancer - Série de TV com cowboys
Marco - Dos Apeninos aos Andes - I
Marco - Dos Apeninos aos Andes - II
Marco - Dos Apeninos aos Andes - III
The Roman Holidays
O Carrocel Mágico - Franjinhas, Anita, Saltitão e companhia
Os Flintstones
Bana e Flapi
Os Estrumpfes
A abelha Maia
A Pedra Branca - Série TV
Vickie o Viking
Calimero - É uma injustiça, não é?
Fungágá da Bicharada
Heidi - A menina dos Alpes
Os Pequenos Vagabundos
Bonanza
Daniel Boone

9/13/2009

Ases do Mundial de Espanha - 82 - Caderneta de cromos

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O Campeonato do Mundo em Futebol - 1982 foi realizado na Espanha, sucedendo à edição de 1978, realizada na Argentina e antecedendo a prova de 1986, que se realizou no México.
Como não podia deixar de ser, desta edição em Espanha, guardo  fortes recordações porque segui a prova pela televisão bem como pelos jornais, revistas, etc.

Já nessa altura o Campeonato do Mundo em Futebol, organizado pela FIFA, prova maior a nível de selecções nacionais,  suscitava a nível mundial fortes interesses comerciais e de marketing, pelo que foram muitos os artigos produzidos e comercializados à volta da imagem da competição, nos seus diversos aspectos.

Neste contexto, também em Portugal as coisas não foram diferentes. Assim, dos muitos produtos comercializados, recordo-me de uma colecção de cromos designada de ASES MUNDIAL ESPANHA - 82, uma edição da Francisco Más, L.da.
A caderneta apresenta as dimensões de 240 x 167 mm e a colecção é composta por um total de 140 cromos. Por sua vez, os cromos são de formato circular, com 62 mm de diâmetro e representam um sortido com, supostamente, os melhores jogadores das diversas selecções presentes na prova. De destacar nomes como Maradona e Mário Kempes, pela Argentina, Platini e Rochteau, pela França, Dalglish, pela Escócia, Kevin Keegan e Trevor Francis, pela Inglaterra, Meszaros, pela Hungria, Ceulemans, pela Bélgica, Dasaev, pela URSS, Sócrates e Zico, pelo Brasil, Camacho e Santillana, pela Espanha, Prohaska e Krankl, pela Áustria, Rummenigge e Schuster, pela Alemenha, Cubillas, pelo Perú, Panenka, pela Checoslováquia, Paolo Rossi e Dino Zoff, pela Itália´, Boniek e Latto, pela Polónia, entre muitos outros nomes sonantes do futebol mundial da época. De lembrar que de fora da competição, ficaram selecções como Portugal e a Holanda, entre outras.
Nesta colecção, a Espanha, por ser a selecção do país organizador, está representada com o maior número de cromos, exactamente 12.

Para além dos cromos, a caderneta tem várias páginas dedicadas à história do Mundial de Futebol, com apontamentos de todas as edições, nomes dos estádios e ainda o calendário da prova, pelo que a torna um elemento de boa informação e consulta.
A capa da caderneta tem uma boa qualidade gráfica e apresenta um interessante esquema gráfico com o título com as cores da bandeira espanhola, uma imagem de um jogo de futebol entre o Brasil e a Alemanha e ainda a tão característica mascote desse Mundial de 82, o Naranjito.

Ainda relativamente a esse campeonato, ficaram na memória situações como a Itália que foi campeã, derrotando na final a Alemanha, depois de ter realizado uma primeira fase muito pobre, com 3 empates em 3 jogos. Pelo contrário, a super equipa do Brasil, depois de uma primeira fase arrasadora, com 3 vitórias em 3 jogos, na segunda fase de grupos, que determinaria os 4 semifinalistas, acabou por ficar pelo caminho depois de uma derrotada com a Itália. Também a Espanha não foi capaz de tirar proveito do facto casa ficando-se no último lugar da 2ª fase de grupos, depois de ter perdido com a Alemanha e empatado com a Inglaterra.
Uma das maiores figuras dessa prova acabou por ser o italiano Paolo Rossi, que se tornou também o melhor marcador da competição.


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