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Do meu livro de leitura da segunda classe, uma bela página onde se fala do tempo de Páscoa.
Sabe bem recordar.
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Sabe bem recordar.
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Faz hoje anos, em 31 de Março de 1957, disputava-se a última jornada do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão, com o S.L. Benfica a vencer a Académica de Coimbra por 2-0, sagrando-se campeão com 41 pontos. Ocuparam os lugares imediatos o F.C. do Porto, C.F. Belenenses, Sporting e Lusitano de Évora, com 40, 33, 31 e 30 pontos, respectivamente. Atlético C.P. e Sp. Covilhã ocupando os últimos dois lugares desceriam de Divisão.
A ilustrar esta efeméride, a equipa do Benfica dessa época, numa caderneta de cromos de caramelos da F.C. Esteves, "Os Astros do Futebol". Na aquipa encarnada pontuavam brilhantes jogadores como Carlos Pereira, Ângelo, Jacinto, Caiado, Artur, Alfredo, Palmeiro, Coluna, Águas, Salvador e Cavém.
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A RTP Memória está a passar a série "Verão Azul", realizada por Antonio Mercero e produzida pela televisão espanhola, TVE, entre 1979 e 1980. Em Portugal a série passou logo depois (início em Julho de 1983) e tal como no país vizinho foi um caso série de popularidade, cativando públicos de todas as idades, o que de resto se estendeu em muitos países onde foi exibida, nomeadamente na américa latina.
A série é composta por 19 episódios de cerca de 50 minutos cada, que descrevem histórias vividas por um grupo de amigos, crianças e adolescentes a passarem féries de Verão na localidade de Nerja - Málaga. Ao grupo composto por cinco rapazes (Tito, Piranha, Pancho, Javi e Quique) e duas raparigas (Beatriz e Desi), juntavam-se o velho marinheiro local Chanquete e Júlia, a pintora.
A série relatava histórias ligeiras de brincadeiras e humor, próprias das idades dos intervenientes, num contexto de férias de Verão numa localidade à beira-mar, mas abordando temas importantes para os adolescentes, como o namoro, a sexualidade, o casamento, as diferenças, as drogas, o álcool e tabaco, mas também o ambiente ou ecologia.
Desde as peripécias e humor constantes, derivado do perfil dos intervenientes mais novos, o Tito, irmão de Beatriz e o seu inseparavél amigo, o Piranha, gordito e sempre com um apetite voraz, o grupo encontrava os devidos pontos de equilíbrio no seu relacionamento com os experientes Chanquete e Júlia, adultos, que eram assim uma espécie de guias, conselheiros e tutores. Por conseguinte, em contraponto, os pais das crianças tinham na série um papel secundário, quase despercebido na maior parte dos episódios.
Pessoalmente, já a entrar na maioridade, eu também gostei de acompanhar a série e fazia por não perder um episódio. Para além de toda a carga didáctica com os temas desenvolvidos, gostava sobretudo do ambiente e contexto de Verão, de férias, de praia, sempre tão apetecíveis.
Outro aspecto inconfundível da série, o genérico de abertura e a música, que então entrou no ouvido e de lá nunca mais saíu. Basta trautear meia dúzia de notas para ser reconhecer.
Por tudo isso, a série "Verão Azul" ou “Verano Azul”, pouco importa, tornou-se um ícone dos anos 80 para toda uma geração de crianças e adolescentes e que agora, na RTP Memória sabe bem recordar, não sem uma forte nostalgia de tempos passados e que já não voltam.
No vídeo abaixo, veja os actores de Verão Azul na actualidade.
Também pode saber um pouco mais sobre a sua actual situação e os seus percursos de vida. Aqui.
Veja ainda: http://www.veranoazul.org/
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Finalmente chegou a tão esperada Primavera, a bela estação do ano. As plantas, as flores, os pássaros e os insectos... Um turbilhão de vida, de som e cor, que desperta, que irrompe de um sono profundo, de um torpe adormecimento no longo Inverno.
Por tudo isso, a Primavera é sempre uma das estações do ano mais esperadas, mais desejadas.
Ontem, num dia em que percorri a zona das amendoeiras em flor (com paragens em Celorico da Beira, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Vila Flôr, Mirandela e Amarante) a Primavera teve um nascimento à altura porque o dia esteve quente e brilhante.
Do meu livro de leitura da segunda classe, depois da correspondente ao Outono e Inverno, deixo aqui a característica página anunciava a estação, num pronúncio viçoso de vida, luz e cor.
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Já não está no mundo dos vivos o actor Fess Parker, que se tornou popular com o desempenho de heróis como Daniel Boone e Davy Crockett, o “rei dos caçadores”. A notícia da sua morte entristece-nos, mas, de forma imortal, ficará entre nós a habitar as nossas memórias no papel desses heróis, valentes e intérpidos pioneiros no desbravar de uma nova e grande América.
Já aqui tínhamos falado dele, mas é justo que neste data seja relembrado uma vez mais.
Uma das séries de televisão que prendeu a criançada dos finais dos anos 60 e princípios de 70 foi "Daniel Boone".
Trata-se de uma série produzida entre 1964 e 1970 pela Twenty Century-Fox para o canal NBC, baseada num personagem real, um pioneiro do estado do Kentucky - Estados Unidos, fundador da cidade de Boonesburough que se estabeleceu nessa região, a leste do Mississipi em 1770.
Ao todo foram produzidos 165 episódios ao longo das seis temporadas que entre nós passaram também por essa altura na RTP, ainda a preto e branco.
Estes episódios abriam com um memorável genérico em que o herói com um certeiro golpe de machada fendia ao meio um tronco de árvore.
Daniel Boone, um misto de lavrador, caçador e aventureiro, era interpretado pelo actor Fess Parker, que também deu vida à personagem de outro mítico pioneiro americano, David Crockett. O principal elenco era composto pela sua esposa Rebbeca Boone (Patricia Blair), seus filhos Jemima Boone (Veronica Cartwright) e Israel Boone (Darby Hinton), o inseparável companheiro de viagens, lutas e aventuras, o indío Cherokee Mingo (Ed Ames), mais tarde substituído por Gideão (Don Pedro Colley), o taberneiro Cincinnatus (Dal McKennon), e ainda Yadkin (Albert Salmi) Jericho (Jones Robert Logan), Gabe Cooper(Roosevelt Grier) e Josh Clements (Jimmy Dean).
A trama de grande parte dos episódios centrava-se nas complexas relações do homem branco com os índios Cherokee, numa luta constante de conquista e defesa de territórios. No fundo era o retrato dos conflitos e das difíceis relações entre pioneiros, caçadores de recompensas, negociantes de peles, oportunistas e vigaristas de toda a espécie, com o exército britânico pelo meio, numa fase em que toda a gente buscava uma nova terra e uma nova casa numa jovem e ainda indefinida nação americana.
Daniel Boone representava o equilíbrio da balança entre o bem e o mal, a razão e a emoção, resolvendo disputas sociais, étnicas e culturais entre brancos e índios.
A RTP, agora através do canal da TV Cabo RTP Memória está a série, aos Sábados, a partir do dia 9 de Fevereiro, pelas 19.00h, com repetição aos Domingos, pelas 11.30h.
É uma oportunidade para rever e matar saudades de uma série inesquecível que marcou a infância de toda uma geração.
Genérico de abertura:
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Do meu livro de leitura da segunda classe, trago à memória a lição ou a história de "O Esgravata e a Bicadinha", com belas ilustrações da Maria Keil.
Esta história, pela sua extensão, fazia parte de um grupo que o livro contemplava para leitura no período de férias, estando assim já na sua parte final.
Estou certo que muitos dos nossos visitantes ainda têm na memória esta e outras belas lições desse belo livro, das quais já recordamos algumas, tais como “O coelhinho branco”, “O macaco de rabo cortado”, “O rato do moinho e o rato do monte” e outras mais que oportunamente recordaremos.
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