11/24/2008

Sabonete LUX - Ursula Andress

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Já tivemos oportunidade de trazer à memória o famoso sabonete LUX, o tal usado por 9 em cada 10 estrelas.
Pois bem, a suiça Ursula Andress, recordada, entre outros atributos, pela sua participação como Bond Girl no filme Dr. No, de 1962, também foi uma das estrelas de cinema que deu a linda cara à publicidade do sabonete LUX.


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11/19/2008

Brindes dos cromos de caramelos

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Hoje trago à memória os famosos brindes que eram oferecidos pelos cromos de caramelos. Para além do próprio invólucro, que era o cromo, e que alimentava as nossas colecções, compostas pelos nossos ídolos, através de senhas eram oferecidos diversos outros brindes, habitualmente na forma de brinquedos, incluindo as tão desejadas bolas de borracha.Como se compreenderá, os brinquedos nessa altura eram relativamente caros e não estavam ao alcance de qualquer carteira, pelo que os brindes dos cromos de caramelos eram assim uma oportunidade rara de se poder aceder a um brinquedo. 
 
O famoso cromo carimbado, uma autêntica raridade, habitualmente dava direito a uma bola maior e de melhor qualidade, por vezes de cautchu, que depois servia para renhidos jogos de futebol entre a rapaziado no largo da aldeia.
É verdade que hoje a paixão pelos cromos continua, mas tudo é diferente. Compram-se as saquetas, mas para além dos cromos em si, nem rebuçado, nem brinde...nem deslumbramento.

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Numa próxima oportunidade publicaremos outra sequência de imagens desses saudosos brindes dos cromos de caramelos, hoje autênticas raridades e outrora a delícia da rapaziada.

11/13/2008

Chicles MAY - O chicle da juventude

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Quem se recorda das famosas Chicles da May Portuguesa?
 
Hoje dizemos chicletes, mas no final dos anos 60 e princípios de 70, o termo era chicles ou mesmo pastilhas elásticas. Conforme se pode ver na imagem imediatamente acima a descrição até era a de "goma de mascar" e no inglês "chewing-gum".
As chicles da May eram de facto excelentes, pela sua elasticidade, sabor e, acima de tudo, o aroma inesquecível.

Para além do mais, as chicles da May tinham outra importante mais-valia, que eram as suas colecções de cromos de futebol, editadas pela Agência Portuguesa de Revistas. Sob a alçada da May, nesse período foram editados vários álbuns, com cromos de grande tamanho, tanto no formato de corpo inteiro como a meio-corpo. Para além do tema de futebol, a May também fez editar colecções com outros temas. Pessoalmente recordo-me da "Hippy" e "Os segredos do mar".

Tanto os cromos como os álbuns, actualmente são extremamente raros e valiosos, sendo, a par dos cromos de caramelos, um dos artigos mais procurados e desejados pelos coleccionistas.
Como não podia deixar de ser, nessa altura, fartei-me de coleccionar cromos da May e por arrasto, saborear as deliciosas chicles.

Com o tempo, e as suas vicissitudes, a maior parte dos cromos perdeu-se ou foi pasto de algumas fogueiras ateadas pela ira maternal. Naquele tempo era assim: Primeiro o trabalho, as obrigações e só depois a brincadeira e lazer. Mesmo assim guardo alguns exemplares e, acredite-se, ainda estão impregnados desse inconfundível aroma das chicles.

Que santa nostalgia!

Quanto à história da marca May, entre nós os dados são escassos para além das indicações de localização que habitualmente eram impressas no verso dos cromos. No caso, a localidade de Coina, associada a Lisboa, sendo que efectivamente Coina é uma freguesia do Barreiro, por isso na margem sul do Tejo.
Em todo o caso, a May Portuguesa S.A.R.L. terá sido uma filial da marca com origem em Espanha, concretamente no município de Astillero - Santander, que dos muitos produtos fabricados sob a marca "La Sara" que para além de produtos alimentares como bolachas, biscoitos e caramelos também começou a produzir  pelo início dos anos 1960 as populares chicles associadas a artigos coleccionáveis, como os cromos. O nome deve-se a Pierre May, industrial francês que terá estado relacionado a essa fábrica e que terá desenvolvido a fórmula dessas pastilhas de goma.

Na imagem abaixo a capa de uma das cadernetas de cromos com clubes de Espanha. Naturalmente que em Portugal, entre várias colecções, também existiu uma semelhante no grafismo da capa, como se verifica pela imagem abaixo  (apanhada por aí). Se dúvidas houvesse, esta comparação de capas serve como prova de que a May Portuguesa seria uma extensão da May de Espanha.




11/11/2008

Os canhões de Navarone

 

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Ontem, Segunda-Feira, a RTP Memória exibiu um dos míticos filmes de guerra, exactamente "Os canhões de Navarone" - The guns of Navarone", no orginal.
Trata-se de um filme realizado em 1961, com um elenco de luxo, encabeçado pelo trio Gregory Peck (Capitão Keith Mallory)
David Niven (Cabo Miller) e Anthony Quinn (Coronel Andrea Stavros).

Sinopse: Fonte: Wikipédia

Em 1943, 2.000 soldados britânicos estão encurralados na Ilha de Kheros, pertencente à Turquia que ainda não entrou na guerra mas está sendo pressionada pelos alemães. Nao podem ser resgatados pela Marinha em função de dois enormes canhões nazistas construídos na escarpada ilha grega de Navarone.

Os aliados resolvem montar uma expedição secreta, para dinamitar os canhões. Liderada pelo valente Major Roy Franklin, que convence o Capt. Keith Mallory, um grande alpinista antes da guerra e que fala várias línguas, a levar um grupo de homens para escalar a encosta e explodir as armas. Faz parte da expedição um grego, Andrea Stavros, que lutou ao lado do Capitão mas o culpa pela morte da família e o jurou de morte para quando a guerra acabar. O cabo Miller, amigo de Franklin, é o perito em explosivos. Outros membros do grupo são assassinos treinados em corpo-a-corpo e mecânico de navios.

Depois de uma violenta tempestade, Franklin é ferido e tem uma perna gangrenada. Mallory assume o comando, sob a desconfiança de Miller, que acha que o capitão quer se livrar de Franklin, que estaria dificultando o alcance do já incerto êxito da missão.

 

A RTP Memória tem cumprido excelentemente o seu papel, nomeadamente, e de modo especial, na exibição de séries de culto dos anos 60, bem como grandes filmes dessa época, de que "Os Canhões de Navarone" é um exemplo.
Como não podia deixar de ser, este canal da RTP é uma boa fonte de memórias e nostalgias. Pena que, para a maioria, não esteja disponível em sinal aberto.

11/05/2008

Memórias revisitadas - Séries TV


Séries TV - Memórias por aqui publicadas:


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