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Mensagens

Desinfex–Publicidade vintage

  Cartaz publicitário ao produto DESINFEX. Publicado em Maio de 1962. Pelo preço de 35$00, o produto prometia muito: “DESINFEX é o moderno aerossol terapêutico desinfectante instantâneo para ambientes fechados em enfermarias, consultórios, escolas, quartos de doentes, etc. Não prive os seus filhos de carinho só porque está constipado.DESINFEX diminui-lhe as possibilidade de contágio.” Não conseguimos apurar grande coisa sobre a história desta marca ou produto. É certo que pesquisando pela mesma, aparece associada ao grupo Organnact – Brasil (área de saúde animal), mas tudo indica que para além do mesmo nome do produto, não haverá qualquer ligação entre ambos. Por outro lado, era depositária deste DESINFEX a empresa Paolo Cocco, L.da, com sede na Rua do Quelhas, 22, em Lisboa. Também não foi possível apurar a existência desta empresa embora surja Paolo Cocco Herdeiros, mas estes ligados à produção de conservas de peixe, no Algarve. Haverá alguma relação? Não o conseguimos apura...

Crónica Feminina - 486

  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 486 de 17 de Março de 1966. A bela e elegante noiva, Maria do Rosário Nobre Cardoso Faustino. Que será feito dela? Será certamente, senhora já na casa dos setenta.

Crónica Feminina - 429

  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 429 de 11 de Fevereiro de 1965. Em destaque, a bela noiva Maria Margarida Ribeiro dos Santos Pinto, com o seu perfumado ramo de flores de laranjeira como convinha ás noivas castas. As noivas e noivos eram tema recorrente nas capas da emblemática revista.

O papel químico

 O "papel-químico", também conhecido por papel de carbono, faz parte da nossa história e memória colectivas. Durante muitas décadas foi um elemento imprescindível em tudo quanto era gabinete, agência, escritório ou repartição onde se tratasse de papelada, cartas, ofícios, facturas e muitos outros documentos e fosse necessária a sua duplicação ou reprodução. Também usado para reproduzir documentos escritos manualmente, mas também e sobretudo com uso na máquina de escrever, sendo colocado entre duas folhas e por vezes até mais. Os tempos mudaram, vieram as reproduções por álcool, os duplicadores rotativos com stencil , os computadores e com eles as impressoras a laser e jacto de tinta que se tornaram acessíveis, porque baratas, e hoje o papel químico, ainda produzido e comercializado, serve apenas para uns trabalhos específicos, desenrascanços e sobretudo para utilizadores avessos às novas tecnologias e que vão resistindo a trabalhar ainda à moda antiga. Apesar disso, embor...

Moinhos de Portugal–Caixas de fósforos

  Trazemos hoje à memória algumas das doze caixas de fósforos com a colecção de etiquetas referentes a Moinhos Nacionais. A edição é da Sociedade Nacional de Fósforos – Porto (fundada em 1926 e extinta em 1993), do início dos anos 70. As caixas continham 40 amorfos, vendidas ao preço de 35 centavos. Foram produzidas pelo menos duas variantes na cor de fundo, o vermelho e o azul.   - Tópicos relacionados: Fósforos Pátria Filuminismo – Carteiras de fósforos com desportistas Filuminismo – Carteiras de fósforos com desportistas - 2 Fósforos Pátria - Postal publicitário Filuminismo - Série Pelourinhos Filuminismo - Humor nas Olimpíadas Fósforos – Caixas antigas Filuminismo – Figuras de sempre

Crónica Feminina - 677

  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 677 de 13 de Novembro de 1969. A dar rosto à edição, a menina Maria Helena Silva com ares de fotógrafa a manusear a sua Rolleiflex da Franke & Heidecke.

Iniciação da Leitura–Livro escolar

Hoje trago à memória o livro escolar “Iniciação da Leitura”, de autoria de Manuel Subtil, Cruz Filipe, Faria Artur e Gil Mendonça e ilustrações do conceituado Eduardo Romero. Trata-se de uma edição da Livraria Sá da Costa, de Lisboa, integrada na colecção “A Escola Primária”. O exemplar que possuo refere-se à 2ª edição e está datado de 1931. O manual tem dimensões de 155 x 210 mm e 64 páginas, muitas delas a quatro e a duas cores. Tem ainda um desdobrável, com as dimensões de aproximadamente 800 x 500 mm em que são reprduzidas muitas das ilustrações do livro. De todos os antigos manuais escolares dedicados ao ensino da leitura, este é sem dúvida um dos mais bonitos e completos.

Rabiscos

  - Clicar nas imagens para ampliar. - Direitos reservados .   Continuamos com a publicação das nossas ilustrações no blog parceiro “ Inkscapes ” . Podem visitar.

Ciências Naturais–Colecção Franco

  Hoje trago à memória o manual do ensino primário “Ciências Naturais” da Colecção “Franco”, de autoria do Prof. José Maria Gomes, edição da Livraria Popular de Francisco Franco – Lisboa. Tem um formato de 125 mm x 180 mm e um total de 52 páginas, várias delas ilustradas. Aborda temas como zoologia, incluindo o corpo humano, botânica, Mineralogia e Física. O exemplar que possuo, referente à 25ª edição, não tem data mas a ter em conta outros manuais do autor, presumo ser dos anos 40. Ademais a ilustração assinada por Ferreira Branco tem a data de 44.

Amplificador de sintonia de televisão

  Estávanos no ano de 1974 e a televisão em Portugal ainda era uma adolescente. Os próprios aparelhos receptores eram obviamente ainda de tecnologia básica se comparada com a dos nossos dias e mesmo que rede de transmissores já cobrisse todo o país, nalgumas zonas o sinal era de fraca qualidade. Por conseguinte, imagens de baixa definição e com frequentes formigueiros  eram a tónica do dia-a-dia de quem assistia aos programas da nossa RTP. Não surpreende, pois, que no mercado fossem surgindo aparelhos anunciados como milagrosos quanto à melhoria da qualidade do sinal de recepção e de imagem. A COREPE, Comércio e Representações, S.A.R.L., anunciava a venda de um sintonizador, o qual aplicado de forma fácil na parte de trás do televisor permitia que o mesmo projectasse “imagens tão claras como o cinema”.  Supostamente era um aparelho “empregue nos U.S.A. (Estados Unidos), que actuava como um filtro-ampliador de forma que as imagens se recebiam com grande potência, sem in...