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A mostrar as mensagens que correspondem à pesquisa de margarina vaqueiro

Publicidade nostálgica - Margarina Vaqueiro

    Margarina Vaqueiro . Uma marca mais velha do que as nossas memórias, mas sempre omnipresente nas despensas das nossas cozinhas, nos nossos cozinhados e até nos nossos lanches. Como qualquer dona-de-casa portuguesa, a minha mãe desde sempre usou esta margarina, que ainda continua como uma forte referência e produto de qualidade nos lares portugueses. A margarina Vaqueiro foi lançada no mercado no final do já longínquo ano de 1926, pela empresa Jerónimo Martins & Filho, a partir da manteiga importada com origem na Holanda, a Cowherd Vaqueiro. Um dos aspectos interessantes deste produto é que as donas de casa podiam solicitar receitas culinárias, com Vaqueiro como ingrediente, ao Instituto Culinário da Margarina Vaqueiro, em Lisboa, um nome pomposo mas, pelos vistos, generoso.

Margarina Vaqueiro - Jerónimo Martins & Filho

  Cartaz publicitário à margarina Vaqueiro (Anos 30). [ Outros tópicos, relacionados, ou não ]

Margarina Vaqueiro–Torna tudo mais apetitoso

  Margarina Vaqueiro – cartaz publicitário de Abril de 1965.

Margarina Apetite – Apetite mais saboroso

    Cartaz publicitário à margarina APETITE, do princípio dos anos 80. Utilizada e recomenda pela chefe D. Maria Assunção. Não consegui obter referências sobre esta marca pelo que, desconhecendo se ainda existe (não me recordo de a ver à venda)  poderá ter sido apenas uma efêmera concorrente da conhecida margarina Vaqueiro , essa sim, popular e com história .

Biskin–Doiradinhos da FIMA

  Cartaz publicitário de 1967 aos doiradinhos Biskin, comercializados pela FIMA – Fábrica Imperial de Margarina, L.da. A FIMA - Fábrica Imperial de Margarina, L.da foi inaugurada pela empresa Jerónimo Martins em 1944. iniciando-se assim na componente de fabricação, numa  altura em que estava no seu auge a II Guerra Mundial. Nessa instalação, para além de óleo alimentar, passou a ser produzida a emblemática margarina Vaqueiro, então com o nome "Cowerd-Vaqueiro". Todavia, o registo da marca foi feito anos antes pela Jerónimo Martins & Filho, em 1926, pelo que se tratava de uma marca e produto importado. A Jerónimo Martins e o actual grupo com o mesmo nome, que entre outros negócios detém a cadeia de distribuição Pingo Doce, tem origens como loja de venda de mercearias e outros artigos para uso doméstico, na baixa lisboeta, no Chiado, no distante ano de 1792. Jerónymo Martins era um emigrante galego. Em 1881 com a morte do filho João António Martins e à falta de sucesso...

Margarina Serrana

Cartaz publicitário à margarina Serrana – 1968 (clicar na imagem para ampliar) Quando falamos de margarina, salta-nos à memória a marca “Vaqueiro” e também a “ Planta ”, esta nos anos 60 anunciada como " gordura para pessoas de bom gosto ". Pelas mensagens e pelo tipo de publicidade gráfica e mesmo televisiva, pretendia-se obviamente conotar este produto com uma classe sofisticada, média alta, de gostos requintados. A verdade é que à força de uma publicidade intensiva e reiterada ao longo das últimas décadas, a “Planta” conquistou a sua fama e ainda hoje é reconhecida como uma popular e respeitável marca e produto. Quanto à “Serrana”, parece que ainda se fabrica e comercializa embora já por outra empresa por força das mudanças empresariais. Sabe-se que a margarina “Serrana” foi registada no longínquo ano de 1929 pela então Sociedade de Alimentação, esta com origens no Porto. Quase quarenta anos depois, em 1966 a marca passou para a propriedade da CSM Iberia, S.A ., ...

Margarina Planta

  Série de três cartazes publicitários à margarina Planta, publicados em 1966 e 1967 e um vídeo no Youtube a condizer. Para os cozinhados, as donas-de-casa preferiam a margarina Vaqueiro , mas para barrar o pão, logo pela manhã ou como lanche vespertino, a Planta era de facto a gordura preferida. O paladar da Planta era assim apregoado como “para pessoas de bom gosto”. Era considerada “a mais saborosa”, “a mais pura” e “a mais fresca”. Podia ser tudo isso, mas na verdade nunca fui grande apreciador destas gorduras. Quando muito, preferia uma semelhante, mas que considerava mais apetitosa, a Alpina; Mesmo hoje, raramente como Planta, e apenas ao pequeno almoço quando durmo fora, barrando o pão com aquelas pequeninas embalagens individuais, quase sempre misturadas com comptas e pattés. Nos meus tempos de criança e adolescente preferia os clássicos cremes de chocolate, como a Tulicreme . Seja como for, a Planta tem o mérito de ser uma clássica marca e um clássic...