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Mensagens

Verão

( clicar na imagem para ampliar ) Do meu livro de leitura da segunda classe , as belas páginas que anunciavam a chegada da estação do Verão (ilustração de Luis Filipe de Abreu ), arrastando-nos para as tão apetecidas férias grandes, onde os livros, as escritas e as canseiras, davam lugar a momentos de descanso, a jogos e brincadeiras, mas também ao trabalho, ajudando os pais nas lides dos campos. 

Casamentos de Santo António

Os casamentos de Santo António são uma das interessantes tradições ligadas à festividade deste santo popular na cidade de Lisboa, que tem o seu dia a 13 de Junho, feriado municipal. A cerimónia dos casamentos teve o seu início em 1958, portanto já com 53 anos de vida, então uma iniciativa do jornal Diário Popular, que permitia um casamento apoiado a noivos com algumas dificuldades económicas. Hoje em dia a iniciativa está a cargo da Câmara Municipal de Lisboa, e embora ainda esteja subjacente um possibilidade de casar com pompa e circunstãncia e de forma económica, a verdade é que a tradição já não é o que era. O casamento na sua forma clássica está em profunda crise e até já se estendeu a pares homossexuais, pelo que os modernos casamentos de Santo António são essencialmente um acontecimento mediático e televisivo, com todas as nuances tão características à volta dos vestidos, dos penteados, dos ramos, etc. Para além disso, pouco sobrará. Só por curiosidade seria in...

Livros escolares antigos

  Artigos relacionados ao tema - Link

Espaço 1999 – O regresso na RTP Memória

 Nesta nossa humilde loja de memórias e recordações, falamos já da emblemática série de TV, do universo da ficção científica, “ Espaço 1999 ”, que passou pela primeira vez entre nós em 1976, aos sábados, na RTP. Pois bem, a série está de regresso, na RTP Memória . Deste modo, será uma boa oportunidade para rever ou até guardar alguns episódios.

Folhas de pais – Educação

Quem pelos princípios dos anos 70 frequentava a catequese da igreja católica, em cada aula recebia uma folha dobrada a meio, portanto com 4 páginas, a que se chamava "Folhas de Pais". Destinavam-se a ser entregues pela criança a seus pais, para estes tomarem noção do assunto da aula. Servia simultaneamente para pontos de reflexão e de interacção entre os pais e filhos sobre o assunto de cada lição.. Estas folhinhas, que coleccionei, num total de 24, impressas a duas cores (preto e laranja), para além dos textos, diferenciavam-se pelos diferentes desenhos que ilustravam a página de rosto, que por sua vez eram ilustrações retiradas de diferentes catecismos da época e anteriores, nomeadamente do Catecismo Nacional - Volume I , ilustrado por Laura Costa, do qual já fizemos referência. Numa altura em que voltou à discussão pública a questão da violência entre crianças e adolescentes, com o caso da agressão selvática e desproporcional a uma ...

Santos portugueses

Extraídas de um livro já com alguns anitos, aqui ficam umas belas estampas referentes a alguns dos santos portugueses .

Rendas de prateleiras e louceiros

Uma das memórias do meu tempo de meninice que tenho bem viva  lá de casa, é o uso de umas tiras de papel colorido que se compravam na mercearia para com elas se decorar as toscas prateleiras da cozinha e mesmo os louceiros. São por isso conhecidas popularmente por papel de prateleira. Era uma prática muito corrente nas cozinhas da aldeia. Estas folhas, normalmente com dimensões  aproximadas de 15 cm de largura por 60 cm de comprimento eram de papel fino, estampadas com motivos mais ou menos coloridos, em padrões repetidos ou mesmo em quadros diferentes. Havia-os com motivos florais, vegetais, animais, sobretudo pássaros, e mesmo cenas do quotidiano ou os mais temáticos como os alusivos ao Natal e Páscoa. Monocromáticos, a duas ou mais cores, quase sempre em cores planas. Os desenhos ou padrões eram de autores anónimos mas por vezes com muita qualidade artística. Estas tiras de papel eram frequentemente coladas aos topos das prateleiras com cola fabr...

Cadernos Escolares – Pop-Troup

Quem se recorda dos cadernos escolares referentes à série "Pop-Troup"? Os "Pop-Troup" são um grupo de oito crianças, cada uma com determinadas características; São a Lita Quiducha, a Lili Pop, o Três Vinte Sete, o Quim Cantiga, o Tó Fisga, a Xana, o Chico Serenata e o Zé Paixão. Esta série é uma das emblemáticas edições da Ambar, produzida nos anos 70 e que muito alegraram os nossos dias de escola. Esta colecção de cadernos, de algum modo traz-nos à memória outra fantástica colecção, a da " Família Pituxa ", aqui já recordada.

Caminhai na minha presença – Catecismo do 1º ano de catequese

Em 7 de Fevereiro de 2010, trouxe aqui à memória um dos emblemáticos catecismos, referente à segunda classe da catequese, " Vós sereis o meu povo ", publicado em 1970, por isso utilizado por essa altura. Hoje, e deveria ter sido ao contrário, trouxe o seu "irmão", o volume da primeira classe, “Caminhai na minha presença”,, publicado na mesma data, com o mesmo formato, grafismo e orientação. Estou certo que estes dois volumes estarão na memória de muitos quantos por essa época frequentavam a Catequese da Igreja Católica. Sabe bem recordar.

Cerveja Marina

  Rezam algumas crónicas que a cerveja Marina começou a ser produzida em 1967, em Loulé, pela Fábrica Imperial que uns anos mais tarde deu lugar à Unicer. A produção desta mítica marca de cerveja cessou em 1982, em detrimento do alargamento da produção e distribuição da marca Cristal. Em 2005 a Marina foi pegada e lançada pela Sonae, como marca própria embora produzida pela Unicer. Não consegui confirmar esta situação ou mesmo se na actualidade ainda continua a ser produzida. De todo o modo, a Marina é uma marca que faz parte do nosso universo de memórias e recordações de tempos passados. Podemos não ter presente o seu característico sabor, mas recordamos os muitos momentos refrescantes numa qualquer esplanada à beira-mar na companhia dos imprescindíveis tremoços.