Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

No tempo em que os jornais eram arte - Francisco Zambujal

  "Roubada" por aí , esta é uma das muitas páginas do jornal "A Bola" com equipas do nosso futebol, caricaturadas pela mestria do saudoso Francisco Zambujal. Neste exemplo, uma capa de 1978, quando decorria o Mundial de Futebol 1978, na Argentina, e depois do F.C. do Porto, treinado pelo carismático José Maria Pedroto, ter conquistado o título de campeão nacional, depois de um "seca" de 18 anos, já que o anterior título havia sido conquistado na época1958-1959, então com Béla Guttmann como seu treinador. Quanto a Francisco Zambujal foi dos melhores caricaturistas portugueses, de sempre, com enfoque no desporto e futebol. Para além das inúmeras colaborações em jornais, sobretudo no "A Bola", foi autor de várias colecções de cromos de jogadores de futebol, de que tenho todas as colecções, nomeadamente:  - Colecção de Cromos d'A Bola - Caderneta de cromos - 1978-1979 - Génios da Bola - Caderneta de cromos - 1978/7199 - Arte e futebol - Caderneta...

A perder gás

  Algures numa aldeia portuguesa, a perder gás, como quase todas no interior. Os anos não perdoam, nem mesmo aos elementos publicitários afixados há décadas na fachada granítica de um estabelecimento que vendia de tudo um pouco, desde as botijas de gás butano, a linhas, botões e agulhas até o fazer de posto dos Correios. Mesmo nos dias de hoje, ainda que de outras marcas e tamanhos, as botijas (garrafas ou bilhas) são uma das principais fontes de abastecimento doméstico de gás. Quando comecei a construir a minha habitação ali por 1994, fui obrigado a apresentar um projecto próprio, e dotá-la com os respectivos ramais interiores, incluindo a caixa para o contador no muro da rua, prevendo-se a "futura" ligação à rede de gás natural. Passaram 30 anos, imagine-se, e a tal previsão foi um ar, ou mesmo um "gás" que se lhe deu, porque embora a rede fosse instalada em alguns locais, nunca chegou, de todo, a todos. O mesmo com as redes de água e saneamento. As empresas, muni...

Um amor de chocolate - Regina

  Autocolante dos chocolates Regina. Anos 70.

Canada Dry - Beba...como ela

  A Canada Dry é uma marca de refrigerantes com uma história rica que remonta ao início do século XX, conhecida principalmente pela sua Ginger Ale (refrigerante de gengibre). Origens e Inovação A história da Canada Dry começa em 1890 com John J. McLaughlin, um farmacêutico e químico canadense que abriu uma fábrica de água carbonatada em Toronto. Em 1904, McLaughlin aperfeiçoou a fórmula da Canada Dry Pale Ginger Ale, uma versão mais leve e menos doce do que as outras ginger ales da época. O termo "Dry" no nome da marca refere-se justamente a essa característica menos açucarada, similar à classificação de um vinho "seco". Popularidade e Expansão A Canada Dry Ginger Ale começou a ganhar popularidade e, em 1919, McLaughlin expandiu a sua operação para Nova Iorque devido à crescente demanda. Após a sua morte em 1914, o negócio foi vendido em 1923, formando a Canada Dry Ginger Ale, Inc. A sua popularidade disparou durante a Lei Seca nos Estados Unidos, pois o sabor marca...

Cartilha Moderna - M.A. Amor

  AMOR, Manuel Antunes, 1881-1940 Cartilha Moderna : método legográfico analítico-sintético de ensino inicial educativo / por Manuel Antunes Amor. – Nova ed. – Lisboa : J. Rodrigues [deposit.], 1930. – 2 vol. : il. ; 19 cm. – (Como Lili e Lulu foram educados no primeiro ano de escola). 1.ª Parte: Método. – 68 p. MANUEL ANTUNES AMOR, Educador e Professor, natural da Freguesia de Igreja Nova (Ferreira do Zêzere), nasceu em 1881 e faleceu a 11-07-1940. Diplomado pela Escola Normal de Leiria, começou a exercer o magistério primário em 1902 no lugar da Serra, em Tomar. Posteriormente, foi transferido para a escola do Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes). Em 1907, foi-lhe atribuída uma bolsa de estudo na Alemanha. Visitou escolas primárias alemãs, austríacas, suíças e francesas, frequentou em Leipzig, a Escola do Magistério Primário, o Instituto de Pedagogia e Psicologia Experimental e as cadeiras pedagógicas da Faculdade de Letras (onde foi aluno de Wundt).  Regressou a Portugal em 190...

Calimero - Coitadinho...

 

Lavados com Sunsilk

  Cartaz publicitário à espuma para cabelos da Sunsilk. Década de 1960

Abel Manta - Povo, MFA

  Cartaz de João Abel Manta - 1975 João Abel Carneiro de Moura Abrantes Manta, nasceu em Lisboa a 29 de Janeiro de 1928, sendo um reconhecido arquitecto, pintor, ilustrador, cartoonista e caricaturista português. É filho dos também pintores Abel Manta e Maria Clementina Carneiro de Moura Manta Com uma produção artística diversificada, destacou-se principalmente na arquitectura, no desenho e na pintura, consolidando a sua presença no cenário cultural português desde o final dos anos 1940. Inicialmente dedicado à arquitectura, foi gradualmente direccionando o seu percurso para as artes visuais, tornando-se um dos mais importantes cartoonistas das décadas de 1960 e 1970. Nos anos que antecederam e sucederam a Revolução de 25 de Abril de 1974, Abel Manta publicou, em jornais de grande circulação, trabalhos marcantes que retratavam o contexto político e social português durante esse período de transição — desde o fim da ditadura até à instauração da democracia. Foram populares, e já icô...

Sporting C.P. - 1977/1978

 

Máquina de tricotar ERKA

  Pouco se sabe desta marca, para além de que, como nos diz o cartaz publicitário do final da década de 1960, era francesa e que terá revolucionado a simplicidade na arte de tricotar. Seria verdade porque se generalizou e recordo-me que por cá na aldeia eram várias as mulheres e raparigas que trabalhavam em casa no tricô. Outros tempos, outras modas, outras necessidades.