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11/30/2016

"Thriller" - Michael Jackson



Passam hoje 34 anos (30 de Novembro de 1982) sobre o lançamento do álbum "Thriller" de Michael Jackson.
Com a etiqueta da Epic Records, foi produzido por Quincy Jones e co-produzido pelo autor.
O álbum foi um êxito mundial e mereceu uma crítica positiva generalizada. É por muitos considerado  "o maior e melhor álbum da história". Obviamente uma consideração que vale o que vale, mas que demonstra o grande impacto que o trabalho teve na carreira de Michael Jackson e na música pop mundial.
Venceu inúmeros prémios, incluindo 8 Grammy Awards no ano de 1982, dois depois do lançamento. 
O vídeo do tema que dá nome ao álbum foi igualmente um sucesso, não só pela sua duração mas pelo cenário, caracterização e qualidade da performance dos intervenientes. É sem dúvida um dos vídeos mais marcantes não só dos anos 80 mas de sempre.
Todas as faixas do álbum são fortes, mas pessoalmente, e porque remetem para boas recordações, tenho uma especial preferência porBeat It e Billie Jean.


11/24/2016

"Os Conchas" - Duo musical



Pelo final dos anos 50 e princípios de 60 o panorama musical português passou a contar com mais um grupo,  concretamente o duo "Os Conchas", constituído por dois amigos lisboetas, o José Manuel Aguiar Concha de Almeida (guitarra) e o Fernando Alberto Soares Gaspar (viola baixo).

Já eram conhecidos mas projectaram-se depois de, em 1960, vencerem a primeira edição do concurso musical lançado pela Rádio Renascença, "Caloiros da Canção", acompanhados por Jorge Machado e o seu conjunto. No mesmo concurso, o vencedor como artista a solo foi o jovem Daniel Bacelar, então com apenas 17 anos.
Como prémio, os vencedores tiveram direito à edição conjunta de um EP gravado na Valentim de Carvalho. "Os Conchas"  com os temas "Oh Carol" (versão de um tema de Neil Sedaka) e "Quero o Teu Amor" ("Should We Tell Him" dos Everly Brothers), e Daniel Bacelar com os títulos  "Fui Louco por Ti" e "Nunca".

"Os Conchas", como outros grupos da época, tinham um estilo e sonoridade que de algum modo replicavam os artistas e grupos dos Estados Unidos e até ficaram popularizados como os Everly Brothers portugueses.

Em 1961 têm uma participação na RTP, no programa "Férias de Verão" em que interpretam o tema "Quero o Teu Amor".

Durante os primeiros anos da década de 60 o duo lançou vários EPs com temas próprios mas também versões de êxitos de artistas estrangeiros.
Em 1964 gravaram o seu último trabalho mas já com um nome e formação diferentes, "José Manuel Concha e o conjunto Os Conchas", integrando elementos do grupo "Gatos Negros".
 A guerra no Ultramar acabou por ditar o fim desta ligação musical dos dois amigos que se conheceram quando na década de 50 jogavam futebol (o José nos júniores do Oriental de Lisboa e o Fernando nos júniores do Sporting). Para trás ficava a impossibilidade de dar continuidade à carreira com contratos assinados para actuações em  Espanha, no que seria a sua internacionalização.

Pelos anos seguintes seguiram carreiras a solo mas já sem a notoriedade almejada pelo duo. Fernando Gaspar gravou vários trabalhos, nomeadamente com o "Conjunto Mistério" mas morreu relativamente novo, em 1998. O seu amigo José Manuel Concha chegou a enveredar pelo teatro e voltou às canções e ainda se mantém no activo, com alguma popularidade para o mercado da saudade junto das comunidades emigrantes. Celebrou já os 55 anos de carreira.
Não tendo tido uma longa carreira enquanto grupo, "Os Conchas" fazem parte, com mérito, da história da música portuguesa, sobretudo da música pop.









12/26/2013

Timothy - C'est la vie c'est joli


No Verão de 1977, debaixo do seu êxito  “C'est la vie c'est joli”,  chegava a Portugal um jovem naturalizado como belga, chamado Timothy. Não veio actuar mas apenas dar entrevistas e promover junta da imprensa o lançamento do seu próximo disco.
Na altura era anunciado como um concorrente ou rival de outro belga bem parecido que pela mesma altura fazia bater os corações do público feminino, exactamente o Art Sullivan, que até tinha uma música com o mesmo nome e que estivera a actuar em Portugal pela mesma altura.
 
Efectivamente basta ouvir os dois artistas para se perceber que o estilo romântico é muito semelhante. Todavia, não deixa de ser curioso que Timothy, talvez a pensar na comunidade portuguesa por terras francófonas, tenha interpretado alguns temas relacionados a Portugal, incluindo Lisboa e Alentejo. De resto, Timothy apaixonou-se por Portugal e chegou mesmo a viver em Lisboa. Fala fluentemente português e passa por cá longas temporadas várias vezes ao longo do ano.
 
Como muitos dos artistas cantores virados para o público feminino, apesar de alguns discos e alguns sucessos, Timothy passou à história, mas não deixa de ser motivo de nostalgia porque evoca toda uma época. Daí a nossa memória.
 
Como curiosidade, nesse Verão de 77, dominavam os tops de vendas em Portugal, entre outros, os singles “L´Oiseau et L´Enfant”, de Marie Myriam e “Dont´t Cry for me Argentina”, de Julie Convington e os LP´s “Hotel California” dos The Eagles e “Even in the Quietest Moments”, dos Supertramp.

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9/09/2008

Earth & Fire - Weekend

No final dos anos 70, mais concretamente em Outubro de 79, por isso à porta dos anos 80, o grupo de rock progressivo holandês "Earth & Fire" saltou para os tops e para a ribalta do sucesso com o tema "Weekend", um single do LP "Reality Fills Fantasy".

Sinceramente, nunca acompanhei muito a carreira deste grupo, que teve o seu início em 1969 e terminou em 1983, com a vocalista, Jerney Kaagmam a lançar-se numa carreira a solo, mas entre dois ou três temas reti este "Weekend".

A banda era particularmente reconhecida no seu país como na vizinhança, de modo especial na Alemanha e por aí gozava de assinalável notoriedade. No entanto, esta música em particular, o "Weekend", projectou a banda para a popularidade na restante Europa.

O tema ficou no ouvido e durante meses passou com frequência na televisão e rádio. A RTP estava no início da era da cor (7 de Março de 1980) pelo que o vídeo-clip já o vi nessa altura a cores.
Para além da música, ficou-me na retina a vocalista, Jerney Kaagmam,  e o seu fato-macaco plástico, azulado brilhante, e uma dança ondulante muito sensual para a altura, entre fumos e um enorme órgão musical que mais parecia um imponente móvel de sala.

Ainda no Domingo passado, durante o passeio-dos-tristes, em fim de tarde, ouvi esta música na Rádio Renascença, e com ela avivei algumas das memórias musicais desse tempo. Era eu  já um teenager.
Vale a pena recordar, e estou certo que muita malta da altura a reconhecerá.

O grupo era composto por:
Jerney Kaagman: vocalista
Hans Ziech: Baixo
Gerard Koerts: Órgão, piano e vozes
Chris Koerts: Guitarra e vozes
Ton van der Kleij: Bateria e percurssão

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JERNEY KAAGMAN, na altura do "Weekend"


JERNEY KAAGMAN, na actualidade, com o peso dos anos a fazer a diferença, como a todos nós.
Em baixo uma imagem do vídeo-clip que recordo de ver já a cores na RTP.

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Acima o tema: Weekend.

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A letra:
Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Coro:
Love in a woman’s heart
I wanna have the whole and not a part
It’s strange that this feeling grows more and more
‘Cause I’ve never loved someone like you before
Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Coro (2x)
Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend

7/06/2008

Art Sullivan

 

santa nostalgia art sullivan 1

santa nostalgia art sullivan 2

Art Sullivan. Nos anos 70 viveu um êxito tremendo, que transbordou da sua Bélgica natal e passou por Portugal, onde esteve nessa altura (1977) arrastando multidões.

As suas canções, muito melódicas e sentimentais, aliadas à sua boa figura tornaram-no adorado pelas suas fãs femininas.

Por tudo isso, ainda hoje, entre as quarentonas deste país Art Sullivan  tem vivas verdadeiras paixões à sua música e sua pessoa. Para matar saudades, voltou a Portugal em 2007, onde deu dois concertos no Coliseu de Lisboa e Coliseu do Porto. Pelo meio tinha participado no Big Show SIC há uns anos atrás, em 2000 e em 2005 novamente na SIC no programa do Herman José. Pode-se dizer, que Portugal foi de facto um marco importante no percurso deste artista.

Para recordar ficaram muitos êxitos:

Jenny, Jenny lady

Vien prés de moi

Donne, donne moi

Sans Toi

L´enfant perdu

Si tu veux

Petit demoiselle

Monsieur Tu, Madame Vous

Adieu sois heureuse

Ensemble

 

- Sítio oficial de Art Sullivan

7/01/2008

Demis Roussos

 

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A música, com as canções e os seus intérpretes, é um filão inesgotável de memórias e recordações. É pois, natural, que este tesouro revivalista nos reporte facilmente a tempos idos, a lugares e a momentos que nos marcaram indelevelmente.


Neste contexto, o cantor grego Demis Roussos, com a sua voz inconfundível, marcou toda a década de 70 com canções maravilhosas, tais como "Forever and ever", "Good by my love good by", "My Friend The Wind" e muitas, muitas outras que andavam na boca da malta jovem de então.

Recordo-me que quando tinha os meus dez anitos, no início de Agosto era montada a tradicional romaria na minha aldeia e logo que eram colocados os altifalantes, os discos de vinil soltavam a voz de Demis Roussos que enchia todo o arraial. Hoje, ao voltar a ouvir alguns dos seus temas musicais, é como um regresso a esse passado que agora recordamos com nostalgia

- Biografia

- Sítio oficial

6/29/2008

Gianni Morandi: "Non son degno di te"


gianni morandi

[Non son degno di te - Youtube]

Nos anos 60, e até mesmo 70, este era um dos italianos mais cobiçados e suspirados por uma grande parte das jovens de então, pelo menos as mais dadas a essas coisas românticas. Na rádio ou na televisão, Gianni Morandi cantava e encantava. Os seus principais êxitos, de que se destaca o "Non son degno di te" era  sabido e cantarolado a qualquer hora. 

Gianni Morandi - Sítio oficial

Gianni Morandi - Wikipedia

Non sono degno di te
Non son degno di te,
non ti merito più,
ma al mondo no, non esiste nessuno
che non ha sbagliato una volta!
E va bene così
me ne vado da te,
ma quando la sera tu resterai sola
ricorda qualcuno che amava te.
Sui monti di pietra può nascere un fiore...
in me questa sera è nato l'amore per te!
E va bene così
me ne vado da te,
ma al mondo no, non esiste nessuno
che non ha sbagliato una volta, amor!
Sui monti di pietra può nascere un fiore...
in me questa sera è nato l'amore per te!
Non son degno di te,
non ti merito più,
ma quando la sera tu resterai sola
ricorda qualcuno che amava te.
Amore, amor!
Amore, amor!

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