3/12/2025
Cromos MAY - Chewing Gum
6/16/2024
Caricas Schutebol - Schweppes
Cartaz de promoção à colecção de caricas dos então populares refrigerantes Schweppes, designada de Schutebol Schweppes, referindo-se à época futebolística de 1978/79 e contava com o apoio do Clube do Cromo, na altura uma editora de cromos de futebol.
A colecção era composta por de 56 caricas que incluía 14 jogadores das equipas do F.C. do Porto, Sporting, Benfica e Belenenses.
6/10/2018
Mundial de Futebol México 86 - Caderneta de cromos
Como atrás se disse, esta colecção foi editada em Portugal pela Editora Morumbi, no entanto certamente sob licença da Panini, já que na realidade para outros países a editora da mesma colecção é precisamente a Panini. Mas não deixa de ser surpreendente esta situação já que na edição da Morumbi não aparece qualquer referência de direitos à Panini.
Uma fantástica equipa, com jogadores de excelência mas que, infelizmente, numa época em que por cá grassava muito amadorismo na condução do futebol de selecções, ficaram muito aquém das expectativas. De algum modo, o caso Saltillo serviu de exemplo e emenda e hoje em dia podemos apontar muitos defeitos e vícios à Federação Portuguesa de Futebol, mas não seguramente no aspecto de organização e criação de condições para as diferentes selecções, no que tem dado frutos.
2/18/2017
Moinhos de Portugal–Caixas de fósforos
Trazemos hoje à memória algumas das doze caixas de fósforos com a colecção de etiquetas referentes a Moinhos Nacionais. A edição é da Sociedade Nacional de Fósforos – Porto (fundada em 1926 e extinta em 1993), do início dos anos 70. As caixas continham 40 amorfos, vendidas ao preço de 35 centavos.
Foram produzidas pelo menos duas variantes na cor de fundo, o vermelho e o azul.
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12/02/2016
11/28/2016
11/26/2016
Caderneta de cromos de futebol - 261120161
História e Figuras do campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão – 1955-1956
Uma das interessantes cadernetas de cromos de futebol da década de 50, editada pela APR – Agência Portuguesa de Revistas. Foi pena que esta editora não tivesse dado muita atenção às cadernetas de cromos no tema futebol pois as que editou tiveram sempre uma qualidade acima da média do que era corrente na época. Mesmo assim deixou para a História cerca de uma dezena de títulos dos quais este terá sido o primeiro.
Uma das razões para tão escassa produção neste sector específico do coleccionismo, poderá estar no facto das suas colecções fugirem da norma da altura, com cadernetas associadas a casas de confeitarias com preços de venda muito baixos o que as tornava acessíveis aos consumidores da época, no geral pouco ou nada endinheirados, em que todos os tostões eram contados. Por conseguinte, para além da guloseima, sempre apetecível por mais modesta que fosse, a rapaziada coleccionava os seus ídolos da bola com poucos tostões e ainda com a sempre desejada possibilidade de calhar em rifa um brinquedo ou mesmo uma bola. A qualidade gráfica na época não era de todo tido em conta na hora de investir no quiosque na cidade ou na tasca e mercearia da aldeia.
6/02/2016
Oliva - Postais de trajes típicos - Laura Costa
Sobre a OLIVA:
Oliva. O império do ferro
Em 1925, António José Pinto de Oliveira fundou a empresa Oliveira, Filhos & Cª. Ldª dedicando-se a criar um verdadeiro Império do Ferro que produziu os mais diversos produtos metalúrgicos, nomeadamente, alfaias agrícolas, forjas portáteis, equipamento para a indústria da chapelaria, máquinas de costura, tubos para canalizações, fogões em ferro fundido, ferros de engomar, autoclismos, prensas para bagaço, máquinas para padarias, radiadores e salamandras, equipamento para lavandarias industriais, tornos de bancada, banheiras e lavatórios colectivos, motores de explosão de pequena cilindrada, entre muitos outros.
Homem de grande visão estratégica, António José Pinto de Oliveira irá apostar na sólida formação dos seus quadros, numa política de bons salários acompanhada de interessantes estratégias de utilização eficiente da mão-de-obra e na racionalização do espaço da fábrica, quer do ponto de vista arquitectónico, quer do ponto de vista do layout das secções.
A empresa tornou-se verdadeiramente conhecida, em Portugal e no estrangeiro, através da máquina de costura OLIVA e de um arrojado plano de comercialização através do qual foram criados centenas de pontos de venda no País e nas ex-colónias portuguesas, todos eles devidamente sinalizados com grandes e luminosos reclamos publicitários da marca.
Paralelamente foi desenhado um plano de propaganda, objectivamente dirigido ao segmento de mercado das máquinas de costura, o feminino, que instituiu em todos os agentes a realização de cursos de corte, costura e bordados. Os cursos terminavam com uma festa de encerramento durante a qual eram entregues os diplomas às alunas finalistas e era realizada uma exposição dos trabalhos.
Simultaneamente, a empresa promove o concurso de “Vestidos de Chita” e o célebre concurso anual para eleição da “Miss Oliva”.
Complementarmente é implementada uma grande campanha de propaganda, que vai da imprensa à rádio e mais tarde à televisão, fazendo ocupar a comunicação social com anúncios publicitários de grande qualidade gráfica.
Em todas as cidades do País encontravam-se cartazes afixados nas paredes.
São também criadas duas marchas, gravadas em disco, que eram oferecidas aos compradores das máquinas de costura e a empresa realiza publicidade cinematográfica nos filmes “A costureirinha da Sé” e “Sonhar é fácil”.
Outra preocupação foi a de garantir a presença da empresa nas principais feiras e exposições industriais realizadas a nível nacional e internacional.
A Fábrica Oliva é um ícone incontornável na história industrial portuguesa, e assumiu durante largo período uma acção preponderante na afirmação e desenvolvimento sócio-económico de S. João da Madeira.
(fonte: Oliva Creative Factory)
5/20/2016
James Stewart
Da sua vasta filmografia ao longo de mais de meio século, as minhas memórias vão principalmente para as suas interpretações em filmes western, de resto traduzidas numa das populares colecções de cartões (cromos) de cowboys que pelo final dos anos 60 eu e a malta da minha geração coleccionava. Recordo "A Conquista do Oeste", "Flecha Quebrada" e "Winchester 73", entre outros. Fora da temática do western, recordo "Janela Indiscreta", de Alfred Hitchcock e "Águia Solitária - The Spirit of St. Louis" em que recria a façanha aeronáutica de Charles Lindberg ao fazer a travessia do atlântico norte.
Nota: O fotograma que deu lugar ao cromo acima reproduzido (Nº8 de uma colecção de 99) foi extraído do filme "Flecha Quebrada" (Broken Arrow), de 1950, a que se referem também as outras duas imagens que ilustram este artigo. Abaixo o poster oficial do filme.
4/21/2016
Penalty–Caderneta de cromos de futebol
Hoje trago à memória uma das emblemáticas colecções de cromos de futebol dos anos 70, concretamente a "Penalty", uma edição da Sorcácius referente à época 77/78.
Com uma formato aproximadamente A4, é composta por 272 cromos, incluindo emblemas, treinadores e equipas da II Divisão (zonas norte, centro e sul. Tem ainda os cromos extra do Gomes do F.C. do Porto e Néné do Benfica referentes ao 1º e 2º classificados na lista de melhores marcadores da época anterior que, recorde-se, foi ganha pelo Benfica seguido do Sporting e F.C. do Porto (que viria a ganhar os próximos dois títulos (77/78 e 78/79).
A capa é composta por uma fotografia de um Benfica-F.C. do Porto, vendo-se Bento imponente a defender uma bola nas alturas.
Na contra-capa estão estampadas as equipas do Benfica, campeão nacional da I Divisão, Marítimo, campeão da II Divisão e Futebol Clube do Porto como vencedor da Taça de Portugal.
Esta colecção tinha um número de série na capa que habilitava, pelo lotaria do S. João no ano de 1978, a vários prémios nomeadamente um moderna bicicleta casal, com mudanças no quadro, um órgão musical electrónico Bontempi e uma modernaça máquina fotográfica Anny 35. Como curiosidade, atente-se abaixo no grasso erro na descrição da bicicleta, com “volucidade” em vez da forma correcta “velocidade”. Acontece.
5/28/2015
Postais do S.L. Benfica – Época 71/72
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9/26/2013
Disvenda – Mundo de sonhos e fantasias
Que se saiba, já não existe enquanto tal, mas a Disvenda, L.da, com sede em Odivelas, foi, porventura, uma das mais profícuas empresas ligadas à edição de colecções de cromos, de brinquedos e bonecos relacionados ao mundo infanto-juvenil, sobretudo nas temáticas de banda desenhada e séries de animação.
Nesse sentido, a Disvenda prestou um largo e profundo contributo para o enriquecimento do imaginário infanto-juvenil de muitos portugueses, entre os quais me incluo.
Não temos dados que indiquem com rigor a data da sua fundação e extinção, mas foi sobretudo durante a década de 80 que produziu a larga maioria dos seus artigos.
As suas colecções de cromos abordavam naturalmente o tema do futebol, com algumas verdadeiramente originais face à larga oferta de várias editoras concorrentes, mas editou também um grande número de colecções relacionadas às séries de animação que íam sendo êxito na televisão da época, mas também algumas de cariz didáctico. Esta versatilidade só encontra paralelo actualmente com a internacional Panini.
Algumas das colecções de cromos da Disvenda:
A Volta Ao Mundo Com Willy Fog
Abelha Maia
Artes Marciais
As Aventuras Da Abelha Maia
As Aventuras De Tom Sawyer
As Minhas Casinhas E Os Seus Habitantes
As Regras De Transito
As Regras Do Futebol
Aventuras E Desventuras Da Pantera Rosa
Bana E Flapi
Bell E Sebastião
Campeões De Futebol 81-82
Campeonato Da Europa De Futebol 84
Candy Candy
Capitao Igloo
Conan, Um Rapaz Do Futuro
Cracks Do Futebol
Dartacao E Os Três Moscaoteiros
Era Uma Vez... O Espaco
Estrelas Do Futebol
Estrelas Do Futebol (mini)
Fábulas Da Floresta Verde
Fame
Futebol 1ª Divisão 84-85
Futebol 84
Futebol Em Movimento
Jacky, O Urso De Tallac
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Moranguito
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