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1/08/2020

Fósforos Girassol


Fósforos "Girassol" - Cartaz publicitário do ano de 1948.

No tempo em que os pequenos fósforos eram tratados como coisa grande e indispensável no dia-a-dia.
Esta marca era uma das produzidas pela Companhia Lusitana de Fósforos, nesses tempos situada na Rua Silva Porto, junto ao Centro Hípico do Porto, do Sport Club do Porto.
Esta Lusitana foi uma das muitas que surgiram depois de 1925, ano em que terminou o monopólio até então, desde 1895, mantido pela Companhia Portugueza de Phósphoros. 
Em 1967 a Lusitana terminou os seus dias sendo integrada na Sociedade Nacional de Fósforos, então a mais moderna e desenvolvida fruto da sua parceria, desde 1930, com a prestigiada fabricante sueca Swedish Match.  
A SNF findou a sua actividade em 1993, já numa altura de mudanças tecnológicas e com os fósforos a perderem a sua importância, face à generalização dos isqueiros e outros tipos de produção de lume, resistindo-lho a rival do sector, a Fosforeira Portuguesa, de Espinho, que terminou em 2006.
Para além da importância do sector e do produto em si, a indústria dos fósforos desde os primeiros tempos que deu lugar a uma vertente importante do coleccionismo, o filuminismo, já que os rótulos das caixas e carteiras reproduziam muitos temas gráficos, como fauna e flora, usos e costumes, vestuários, objectos, desporto, figuras, etc, etc.
O filuminismo mantém-se mas, pelo menos no nosso país, já sem fontes de fornecimento de novos itens. Os poucos fósforos que se vão vendendo raramente se preocupam com a elaboração e produção de grafismos dignos de colecção.

11/07/2018

Fósforos "Castelo"


Novamente a publicidade aos fósforos da Fosforeira Portuguesa - Espinho. Desta feita com a etiqueta "Castelo". Publicidade de 1945.

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10/22/2018

Miúdos - Fósforos graúdos


Como não há duas sem três...continuamos com a série de cartazes publicitários aos fósforos, esses pequenos e importantes objectos noutros tempos, mesmo ainda hoje. Desta feita o destaque aos "Miúdos", da Fosforeira Portugesa, de Espinho. Reclame de 1949.
Já anteriormente tinha aqui feito uma referência à etiqueta.

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10/15/2018

Fósforos "Azuis"


Mais um cartaz publicitário, do ano de 1943, aos fósforos da Sociedade Nacional de Fósforos. Deste feita aos "AZUIS". Acendiam sempre  em qualquer parte e produziam boa luz. Assim era apregoado.
Por uma questão de democraticidade, haveria vermelhos e verdes?

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10/12/2018

Sociedade Nacional de Fósforos - Almirante e Zebra


Cartaz publicitário aos fósforos Almirante e Zebra, comercializados na então África Portuguesa e produzidos pela Sociedade Nacional de Fósforos. Ano: 1944. Um nítido design dessa época. Apesar de tudo, minimalista quanto baste.

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2/18/2017

Moinhos de Portugal–Caixas de fósforos

 

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Trazemos hoje à memória algumas das doze caixas de fósforos com a colecção de etiquetas referentes a Moinhos Nacionais. A edição é da Sociedade Nacional de Fósforos – Porto (fundada em 1926 e extinta em 1993), do início dos anos 70. As caixas continham 40 amorfos, vendidas ao preço de 35 centavos.

Foram produzidas pelo menos duas variantes na cor de fundo, o vermelho e o azul.

 

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Filuminismo - Humor nas Olimpíadas
Fósforos – Caixas antigas
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11/15/2012

D. Maria II

 

Passam hoje 159 anos sobre o falecimento de Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança, conhecida como raínha portuguesa D. Maria II (Rio de Janeiro, 4 de Abril de 1819 – Lisboa, 15 de Novembro de 1853). Filha do rei D. Pedro IV (D. Pedro I como imperador do Brasil) recebeu o cognome de A Educadora.

Remetendo esta figura da História de Portugal para as nossas memórias  de infância ela surge como uma das belas notas de 1000 escudos a qual entrou em circulação em 1967 e foi retirada 20 anos depois, em 1987.

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Tudo indica que o desenho da nota seguiu o quadro de Sir Thomas Lawrence (1769-1830) representando a jovem raínha com a idade de 10 anos. (curiosamente em algumas fontes o retrato é dado como de autor desconhecido).

3/25/2011

Fósforos – Caixas antigas

 

Já temos tido aqui diversos artigos relacionados com o filumenismo, incluindo o último. Hoje publicamos aqui algumas das caixas mais antigas, produzidas pela Sociedade Nacional de Fósforos – Lisboa, por sua vez integrantes de uma colecção editada aquando do cinquentenário da SNF (1926-1976). Aos poucos contamos publicar o resto dos exemplares que integram a colecção.

 

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3/24/2011

Carros tradicionais portugueses

 O carro-de-bois, será certamente um dos mais primitivos meios de transporte, remontando a sua origem a tempos imemoriais, à altura em que Homem inventou a roda e aprendeu a domesticar os animais e a colocar a sua força ao seu serviço, em diferentes formas e contextos.
Em Portugal foi sempre  um instrumento importante no desenvolvimento do país e da sociedade, assegurando o transporte dos produtos necessários ao do dia-a-dia das populações, da floresta ou da campo bem como da matéria prima necessária à construção das cidades, vilas e aldeias, como pedra, madeira, areias, argilas, etc.

Hoje em dia ainda é utilizado mas apenas em meios rurais interiorizados, em aldeias com difíceis acessos, servidas por caminhos estreitos e sinuosos, onde o tractor não chega. Mesmo assim já serão raros os exemplares que sobrevivem.
Todavia, até há cerca de duas décadas atrás, mesmo já com a vulgarização do tractor, que susbtituiu em rapidez e eficiência muitas das tarefas do campo e da floresta, o carro-de-bois era um elemento vulgar na maior parte das localidades rurais.
Neste momento na minha aldeia ainda sobrevive um exemplo, com um velho agricultor que ainda detém uma parelha de bois e o inevitável carro e alfaias, como a charrua, a grade e o arado. Mas recuando esses vinte ou trinta anos atrás, existiam vários carreteiros, ou laboreiros, que asseguravam a prestação do serviço de lavoura e transporte, para além de que muitos dos agricultores, como meu pai ou meu avô, tinham as suas próprias parelhas ou juntas de bois e os carros. Para além do carro normal, existia ainda a variante de carroça, a qual tendo a mesma configuração, era ligeiramente maior e dispunha de rodas raiadas e sistema de travões.

Em Portugal, para além da utilização do boi como animal de eleição, pelo seu bom trato, força e corpulência, e quase sempre em parelha ou junta, em algumas regiões do país, sobretudo na metade sul, como Ribatejo, Alentejo e Algarve, utilizava-se com regularidade o carro para um único animal, com frequência um cavalo, mula ou burro, situação bem mais rara na metade norte.

Extraídas de uma colecção de carteiras de fósforos, fica aqui um grupo de ilustrações de alguns carros tradicionais, representando várias províncias portuguesas, do Minho ao Algarve, passando pela Madeira e Açores.
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5/22/2010

Filuminismo – Carteiras de fósforos com desportistas - 2

 

Num anterior artigo [link] falámos aqui de uma fantástica colecção de carteiras de fósforos, editada nos anos 60 pela Sociedade Nacional de Fósforos - Lisboa, composta por 90 carteiras, com ilustrações de José Pargana, retratando alguns dos nomes mais sonantes do desporto portuiguês de então, nomeadamente nas modalidades de futebol, hóquei em patins, ciclismo e  atletismo.

Hoje damos à estampa mais alguns exemplares.

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[clicar nas imagens para ampliar]

2/26/2010

Filuminismo – Figuras de sempre

 

No final dos anos 70 a Fosforeira Portuguesa – Espinho, lançou uma interessante colecção de carteiras de fósforos, com o tema “Figuras de Sempre”, retratando figuras ou profissões típicas do nosso Portugal. Não faltam profissões ou figuras como o vendedor de gravatas, o pedinte, o calceteiro, o soldado, a varina, a empregada doméstica, o vendedor de castanhas, o bêbado, o amolador, a fadista, etc.

Ao todo são 24 carteiras, com outros tantos belos desenhos num estilo caricaturado e deveras peculiar. Não consegui obter o nome do artista. Ainda cheguei a alvitrar o nome de Abel Manta, mas o estilo….Talvez os leitores possam ajudar a esclarecer esta autoria. Infelizmente, neste aspecto de obtenção de informações e dados sobre o filuminismo em Portugal, de facto constata-se uma lacuna enorme de informação. Sendo um tema clássico do coleccionismo, porventura a par da filatelia e numismática, e deveras interessante pela beleza e diversidade de temas, impressiona negativamente que quase não exista informação ao nível da web. Mesmo o Museu dos Fósforos, sediado na cidade de Tomar, que representa uma das maiores colecções europeias, não disponibiliza qualquer informação online,  o que seria interessante até para incentivo deste coleccionismo em particular. Mas, enfim…é o que temos.

Esta colecção, “Figuras de sempre”, embora de estilo diferente, está dentro da temática de outra colecção similar da mesma fábrica, a “Figuras Típicas”, também dos anos 70.

 

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