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7/05/2021

Passagem por Fátima - Exposição

 




Em Fátima, na instalação do Convivium de Santo Agostinho, na Basílica da Santíssima Trindade, está a decorrer a Exposição "OS ROSTOS DE FÁTIMA" - Fisionomias de uma paisagem espiritual. De 28 de novembro de 2020 a 15 de outubro de 2022

Entrada Livre - Segunda-feira a domingo: 09h00 às 12h45 (última entrada) e 14h00 às 17h45 (última entrada).

“Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual” é uma história de Fátima contada a partir dos nomes que a fizeram.

Em tempo de pandemia, a exposição convida a refletir sobre o tema da morte e da vida como momentos luminosos da peregrinação do homo viator.

Para além da vertente religiosa, uma interessante exposição artística e cultural com um vasto leque de elementos que contextualizam o tema de Fátima, das aparições e do Santuário.

8/16/2018

Escrever é Lutar





Pelo ano de 1974, logo após a revolução do 25 de Abril, a RTP iniciou  o programa "Escrever é Lutar", que se traduzia numa série de entrevistas concedidas por figuras públicas do momento ligadas à literatura, no contexto do rescaldo da revolução aos jornalistas José Carlos Vasconcelos e Fernando Assis Pacheco.

José Saramago, Urbano Tavares Rodrigues, José Tengarrinha, Maria Velho da Costa, Jorge Reis, Baptista Bastos, Manuel da Fonseca, António José Saraiva, José Augusto Seabra e Manuel Alegre, entre muitos outros, foram algumas das figuras entrevistadas num estilo muito próprio desses tempos em que a nossa  televisão era a preto-e-branco.

A rubrica decorreu entre os anos de 1974 a 1976. Cada entrevista tinha uma duração aproximada de 25 minutos. No arquivo da RTP onde felizmente é possível aceder, ver e ouvir muitas dessas entrevistas, estão disponíveis 26 episódios, sendo que não conseguimos apurar se tal número corresponde ao total de entrevistas produzidas se apenas uma parte.

Seja como for, o material disponível é muito abrangente e, em larga medida, todos os episódios são hoje importantes documentos  e testemunhos desse período muito específico, pela visão e pensamento de figuras ligadas à literatura.

8/23/2016

Cascais Jazz

 

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O Cascais Jazz - Festival Internacional de Jazz em Cascais tornou-se num dos míticos e emblemáticos festivais de música no nosso país. Teve como organizadores Luis Villas-Boas, fundador no final dos anos 30 do HOT CLUB DE PORTUGAL, o fadista João Braga e Hugo Mendes Lourenço.

A sua primeira edição ocorreu em 20 e 21 de Novembro de 1971, no pavilhão desportivo do Dramático de Cascais e depois no pavilhão dos Salesianos e Parque de Palmela, e repetiu-se anualmente até 1988.

Organizado ainda no tempo (final) da ditadura marcelista, este evento tornou-se em algo de novidade e espaço de liberdade e por isso despontou desde o início um enorme interesse e adesão do público mesmo fora da esfera do jazz. 

Pelo palco deste evento musical passaram grandes nomes do jazz como Miles Davis, o primeiro a tocar, Ornette Coleman, Dizzy Gillespie e Thelonious Monk, Sara Vaughan, B.B. King, Charles Mingus, Sonny Rollins, Toots Thielem entre muitos outros. Logo na primeira edição aconteceram algumas peripécias de índole político envolvendo Charlie Handen, baterista de Ornette Coleman ao dedicar ao público presente, onde estavam Amália, Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, entre outros, um tema (Song for Che" aos movimentos de libertação de Angola e da FRELIMO de Moçambique, o que levou à sua detenção no final da actuação e passagem pelos calabouços da PIDE antes de ser entregue à embaixada dos Estados Unidos para ser repatriado. Ou seja, o primeiro festival esteve quase a ser o último. Felizmente a coisa vingou e continuou como uma referência do jazz no nosso país até ao ano de 1988.

O festival Jazz Num Dia de Verão, é considerado herdeiro do Cascais Jazz e teve lugar em 1982 e em 1990 passou a designar-se “Estoril Jazz/Jazz Num Dia de Verão", organizado pela empresa ProJazz de Duarte Mendonça (produtor do Cascais Jazz desde a edição de 1974) e com o apoio da Câmara de Cascais e de entidades governamentais.

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