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7/05/2021

Passagem por Fátima - Exposição

 




Em Fátima, na instalação do Convivium de Santo Agostinho, na Basílica da Santíssima Trindade, está a decorrer a Exposição "OS ROSTOS DE FÁTIMA" - Fisionomias de uma paisagem espiritual. De 28 de novembro de 2020 a 15 de outubro de 2022

Entrada Livre - Segunda-feira a domingo: 09h00 às 12h45 (última entrada) e 14h00 às 17h45 (última entrada).

“Os rostos de Fátima: fisionomias de uma paisagem espiritual” é uma história de Fátima contada a partir dos nomes que a fizeram.

Em tempo de pandemia, a exposição convida a refletir sobre o tema da morte e da vida como momentos luminosos da peregrinação do homo viator.

Para além da vertente religiosa, uma interessante exposição artística e cultural com um vasto leque de elementos que contextualizam o tema de Fátima, das aparições e do Santuário.

11/13/2017

Revista Cruzada


aqui falamos na revista CRUZADA. Esta revista vai já no seu 87º ano de publicação e continua vigorosa mês após mês. 
Hoje voltamos à memória desta publicação cristã/católica, com a recordação de duas capas, de Junho de 1963 e Novembro de 1965. Recorde-se que na sua origem e durante muitos anos, esta revista era vocacionada para os mais pequenos.

Com tempo traremos aqui mais exemplares.


6/02/2017

Comunhão Solene - Eucaristia




Estamos em Junho, tradicionalmente o mês em que um pouco por todo o lado, se celebra a Comunhão Solene ou Profissão de Fé, uma celebração do culto católico, normalmente para crianças da catequese com a idade entre os 9 e 11 anos.
A esse propósito, deixamos aqui publicados algumas ilustrações, de nossa autoria, dos símbolos eucarísticos, pão e vinho. (clicar nas imagens para ampliar)

7/05/2016

S. Francisco de Assis



Passam hoje 834 anos sobre o nascimento de Giovanni di Pietro di Bernardone (Itália - 5-7-1182/3-10-1226) que veio a tornar-se mundialmente conhecido por S. Francisco de Assis, fundador da ordem mendicante dos Frades Menores, popularizados como Franciscanos.
Foi um dos santos mais populares e considerados na sua época e mesmo nos nossos dias, pela sua vida de amor e dedicação aos mais pobres e desfavorecidos e por uma conduta de bondade e amor por com todas as criaturas a que chamava de irmãos. É frequentemente representado rodeado de pássaros e outros animais.

5/04/2016

A minha comunhão solene - Pagela

Um dos nossos tópicos mais populares é "A Comunhão Solene ou Profissão de Fé". Não sabemos se pela importância da memória e evocação se por encaminhamento de quem procura estampas ou "santinhos" sobre este marcante celebração no culto da religião católica.

Um pouco dentro desse contexto, rabiscamos nós próprios uma dessas estampas, também conhecidas por pagelas ou "santinhos". Aqui fica, com as naturais reservas de autor.




5/26/2011

7/20/2010

A Comunhão Solene ou Profissão de Fé

 A Comunhão Solene, ou Profissão de Fé, é uma rito ou celebração do percurso da Catequese dos fiéis da Igreja Católica e que ocorre sensivelmente por volta dos 10 ou 11 anos das crianças, pré-adolescentes. Actualmente creio que essa etapa está relacionada com o 6º ano de catequese.
A Profissão de Fé, em traços gerais, pretende ser uma confirmação ou o consentimento próprio, livre e individual de cada cristão face aos compromissos antes assumidos pelos pais e pelos padrinhos aquando do sacramento do Baptismo. Será assim o renovar do compromisso, o professar da sua própria fé perante Deus, perante si próprio e perante a comunidade. Por isso, um rito fundamental da celebração é o Credo, em que todos juntos, mas em nome individual, cada participante compromete-se a renunciar ao mal simbolizado por Satanás e depois profere e exclama a sua crença na fé em Deus e na Sua Igreja.

Esta celebração nos dias de hoje continua a ser importante e regra geral é motivo de festa na comunidade paroquial e nas famílias e para além da componente cerimonial, dá lugar a um lauto banquete.
Verdade se diga, apesar dessa mesma importância, muita coisa mudou e, no caso, para pior. Por regra realiza-se nos meses de Verão (Junho, Julho e Agosto).
Recordo-me perfeitamente do ano de 1973, quando num Junho muito quente, a 21, Dia de Corpo de Deus, juntamente com cerca de três dezenas de crianças entre rapazes e raparigas, vivi a minha Comunhão Solene. De facto foi um dia inesquecível, o culminar de uma longa preparação, com os 4 anos de catequese, a aprendizagem da doutrina que dava lugar a um exame escrito e oral realizado pelo pároco e os exigentes ensaios preparativos da cerimónia que incluiam cânticos, desfile em procissão e alguns discursos de ocasião. Recordo-me que ao lado de uma colega, e alternadamente, li a chamada Oração Universal ou Oração dos Fiéis, para além de ter cantado a solo um refrão de um cântico.

O dia da Comunhão Solene na minha aldeia, e até recentemente, por ser pequena, realizava-se apenas de 2 em 2 anos juntando em média cerca de 30 crianças. Por essa época e durante mais alguns anos, era de facto um dia de festa vivido de forma especial e que envolvia não só as crianças e famílias mas toda a comunidade.
Uma das etapas da cerimónia, logo pela manhã, consistia no ponto de encontro junto a uma capela existente num dos lugares altos da aldeia e depois um desfile encabeçado pelos “anjinhos” (crianças pequenas vestidas de anjinhos com tule colorido e com asas nas costas e aura de flores na cabeça) até à igreja matriz . Já na parte da tarde, depois do almoço, era rezado o terço cerimonial na igreja matriz e de novo uma procissão, tradicionalmente organizada, acompanhada por Banda de Música, rumando até à capela  onde perante a figura de Nossa senhora, uma menina fazia um discurso de agradecimento. Depois a procissão, com a mesma pompa e circunstância, mas já com alguns “anjinhos” de asa caída, regressava de novo à igreja matriz onde terminava a cerimónia com o bonito rito da oferta dos ramos de flores a Nossa Senhora. Diga-se que a capela está afastada da igreja matriz cerca de 1,5 Km. Era assim um dia em cheio e cansativo.

Mas dizia que toda a comunidade se envolvia e com a devida antecedência, as mulheres organizadas por lugares, preparavam os enfeites, que consistia em fabricar flores de papel colorido e adornar com papel recortado centenas de metros de corda que depois serviriam para adornar o trajecto da procissão entre a capela e a igreja matriz. Os homens, na véspera da festa, tratavam de instalar os mastros com bandeiras nas bermas da rua do percurso, sendo a estes afixadas as decorações feitas pelas mulheres e nas bases dos mastros eram também afixadas folhas de palmeira às quais eram penduradas as flores de papel. O chão era enfeitado com plantas verdes, alecrim e rosmaninho.

Para além de tudo, e ao contrário do que hoje em dia acontece, havia muita simplicidade e autenticidade em tudo o que se fazia. As crianças regra geral íam vestidas de cerimónia mas de forma modesta. Os vestidos das meninas, quase sempre alugados,  eram sempre brancos mas muito simples e homogéneos. Os rapazes levavam um simples fato mas com o casaco coberto por uma alva ou opa branca. Hoje em dia é o que se sabe, com autênticos desfiles de vaidades onde cada criança, sobretudo as raparigas, procuram exibir a importância social dos pais, com autênticos vestidos de noivas, complexos e demasiado caros, penteados elaborados e adornos desnecessários como colares, pulseiras, relógios e anéis. É verdade que ainda há paróquias que lutam contra estas “feiras de vaidades” e todas as crianças vão vestidas com hábitos todos iguais, mas no geral a cerimónia da Comunhão Solene está transformada num acto de exibicionismo num desfile de modelos, mais virada para o exterior, para a imagem e menos para o essencial à luz da vertente religiosa e espiritual.

Por outro lado, nessa altura o almoço de festa era realizado em casa, juntando-se à família os padrinhos e alguns familiares mais próximos e a melhoria do repasto poderia passar pela matança de um galo e pela compra de 2 Kg de carne de vaca num dos raros talhos das redondezas. A dona de casa também confeccionava um doce e uma ou outra lambarice. Hoje em dia organizam-se aparatosos banquetes, tanto em restaurantes como (seguindo a moda e a tendência) em quintas e espaços de eventos onde se servem caríssimos e pomposos copos de água, à laia do que é norma em casamentos.
Como prenda, e seguindo-se a tradição, recebi de meu padrinho/avô, um belo relógio Cauny Prima e 25 tostões de um ou outro familiar que poucas semanas depois gastava em lambarices na festa anual da aldeia. Quanto às raparigas recebiam por norma dos padrinhos uma volta ou pulseira de ouro ou mesmo uns brincos. Relógio para as meninas era mais raro.
A pretexto de toda esta recordação, publico uma ilustração do final dos anos 60 com vários modelos de vestido de menina para a cerimónia da Comunhão Solene e alguns dos tradicionais “santinhos” alusivos à cerimónia.

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Os tradicionais santinhos oferecidos na Comunhão Solene.

4/04/2010

Dia de Páscoa

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(clicar na imagem para ampliar)
De um antigo livro escolar, fica aqui uma lição muito a propósito do dia de hoje.
É verdade que já nada é como dantes, mas o compasso pascal ainda sobrevive como uma forte tradição das comunidades cristãs de muitas aldeias portuguesas e a leitura acima descreve na perfeição a vivência dessa realidade.
A celebração da Ressurreição de Jesus é anunciada de casa em casa, em ambiente festivo, sendo simultaneamente um acto de abertura à comunidade, de partilha da mesma alegria.

3/07/2010

Livros de religião da escola primária

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Hoje trago à memória os meus livros de religião da escola primária; Quatro livros, um por cada classe.
Ambos os livros são homogéneos quanto ao formato, 167 x 115 mm. Os livros da 1ª e 2ª classes têm 32 páginas cada, o da 3ª classe, 56 e o da 4ª classe 64.
Esta série foi editada pelo Secretariado Nacional da Catequese. O livro da 1ª classe foi editado no ano de 1962, o da 2ª classe em 1963, o da 3ª classe em 1964 e o da 4ª classe em 1965.

Todos os quatro livros apresentam belos desenhos a cores de Baptista Mendes, um conhecido ilustrador, sobretudo do universo da Banda Desenhada. Excepto o livro da 1ª classe, exclusivamente ilustrado com desenhos, os restantes 3 livros apresentam também fotografias.
Tenho um carinho especial por estes quatro livrinhos porque fazem parte do universo de memórias da minha infância e certamente de muitos portugueses.

Estes livros apesar de serem orientadores das aulas de religião e moral no Ensino Primário Elementar, no fundo eram uma repetição de matérias e conhecimentos já adquiridos na Catequese e pelos catecismos. Por isso estes quatro livrinhos não deixam de ser catecismos.
Nesses tempos, o ensino da doutrina católica e sobretudo dos valores e deveres cívicos e morais (transversal à religião) tinham muita importância na educação. Hoje em dia, para o bem e para o mal, é o que se sabe; Em nome da liberdade religiosa e dos princípios da laicidade do Estado, as aulas de moral e religião católica deixaram de ser obrigatórias e apenas facultativas, e não tardará que sejam proibidas. 

O crucifixo, herança de uma Europa que cresceu e se desenvolveu durante séculos pelos valores por ele simbolizado, afinal os valores do Evangelho, estão, a modos de motivo de vergonha e renúncia cultural, a ser retirados das salas públicas como se de tumores se tratasse. É claro que este é um assunto que não cabe aqui analisar e discutir, nem é esse o nosso propósito, mas mais do que a retirada dos crucifixos dos espaços públicos ou da liberdade religiosa, que defendemos, preocupa-nos é a perda avassaladora dos tais valores morais e cívicos. O abuso do conceito de liberdades e garantias, em simultâneo com o esquecimento dos deveres e responsabilidades, tem conduzido a um desequilíbrio e a resultados pouco ou nada positivos.

Todavia, mais do que lamentos ou vislumbres pessimistas, mesmo que ainda mal refeitos do drama do miúdo de Mirandela, que se suicidou aparentemente como desfecho de uma sequência de constantes agressões por parte de outros alunos da sua escola, , importa aqui evocar coisas mais positivas, como as memórias e nostalgias de tempos bem felizes, os da nossa infância, os da nossa meninice. O resto são sinais dos tempos e que os jornais de cada dia, e a comunicação social em geral, se encarregam de nos relembrar o estado das coisas.

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11/11/2009

S. Martinho – Tempo de lendas e tradições


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Hojé é dia de S. Martinho. Um santo e uma data de fortes tradições, associadas ao tempo de Outono, às castanhas e ao vinho novo.
Um pouco por todo o país são realizadas festas ou romarias de invocação ao santo, das quais destaco o S. Martinho em Penafiel, também conhecida por romaria dos burros, sendo feriado municipal naquele concelho.
O nosso povo ao longo dos tempo adoptou vários provérbios ou rifões populares à volta deste tempo de S. Martinho: Eis alguns que consegui reunir:

- Pelo S. Martinho, mata o teu porco e prova o teu vinho;
- Em dia de S. Martinho, desce à adega e prova o vinho;
- Pelo S. Martinho, lume, castanhas e vinho;
- Pelo S. Martinho, sobra a água no moinho;
- Pelo S. Martinho, sai o porco, entre o bacorinho;
- Pelo S. Martinho, todo o mosto dá bom vinho;
- Queres pasmar o vizinho? Esterca e lavra pelo S. Martinho;
- Virá o Verão de S. Martinho, nem que dure um bocadinho;
- Pelo S. Martinho, na horta alho e cebolinho;
- Pelo S. Martinho, fura o teu pipinho;
- Mesmo que perdido no caminho, chega o Inverno pelo S. Martinho.
- Na horta pelo S. Martinho, favas, alhos e cebolinho.

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(clicar nas imagens para ampliar)

A lenda de S. Martinho é por demais conhecida e popularizada, pelo que que não a vamos aqui repetir de forma exaustiva, mas sempre resumiremos que está associada ao facto de Martinho, então um soldado do exército romano, numa das suas saídas a cavalo, ter avistado na rua um pobre mendigo, semi-despido a tiritar de frio. A bondade de Martinho fez com que pegasse na sua espada e com ela cortasse um pedaço da sua vistosa capa púrpura, que ofereceu ao mendigo que assim com ela se agasalhou. Simultanemante, o tempo frio e chuvoso, mudou, como por milagre, para um dia quente e com sol, semelhante a um dia de Verão. Daí a lenda do chamado “Verão de S. Martinho”. Todavia, esta é a mais conhecida, mas a S. Martinho são atribuídas outras interessantes lendas que giram à volta da sua santidade.
Por cá, na minha aldeia, muitos dos ditados populares referentes a S. Martinho são levados à letra pois ainda se mata o porco preferencialmente nesta época, bem como as castanhas e o vinho novo são já companhia à noite depois do jantar, junto ao aconchego da lareira. Neste ano o “Verão de S. Martinho” ainda não fez juz à tradição, mas isso nem é o mais importante. O melhor calor é o que nos chega da alma.

8/24/2009

Cruzada - Revista Eucarística


 cruzada julho 1965 sn

cruzada abril 1990 sn

cruzada maio 1998 sn

cruzada julho 2001 sn

cruzada maio 2007 sn

cruzada maio 2008 sn

cruzada janeiro 2009 sn

cruzada maio 2009 sn

Este artigo foi motivado pela capa da edição de Julho de 1965 da revista CRUZADA (imagem de cima), onde é retratado o Papa Paulo VI. Com ela veio-me à memória a sua visita a Portugal e ao Santuário de Fátima, em 13 de Maio de 1967, por ocasião do 50º aniversário sobre a data das aparições.
Na altura o evento mereceu a transmissão em directo pela RTP, a preto-e-branco, um marco histórico para a televisão portuguesa. Desde a saída de Roma, a aterragem em Monte Real e a chegada ao santuário, com passagem por Leiria, o acontecimento mereceu por parte da jovem estação de televisão (10 anos) um envolvimento grandioso para a época, com 150 profissionais, 6 carros de reportagem, 5 equipas e 19 câmaras (10 em Fátima) e dois helicópteros. A RTP teve a ajuda de meios técnicos emprestados pelas televisões italiana, francesa e espanhola. A visita mereceu ainda 5 horas de transmissão pela rede da Eurovisão. Os Estados Unidos, Canadá, México e Brasil também receberam imagens deste acontecimento.
Lembro-me que o meu avô materno era das poucas pessoas da freguesia a terem um televisor pelo que toda a gente da aldeia apinhou-se defronte do aparelho Telefunken que foi colocado à porta da sala, virado para o exterior. Era uma autêntica plateia digna de uma sala de espectáculos. Meu Deus, quanto tempo já passou...

Quanto à revista CRUZADA:

Fundada em 1930, é uma revista mensal, ilustrada, com 32 páginas. Tem como finalidade principal a difusão da doutrina da Igreja Católica, na fidelidade aos ensinamentos do Magistério, e o incremento e evangelização da piedade popular.
Pensada, inicialmente, para as crianças e jovens, acabou por fazer sucesso junto de leitores de todas as idades. A confirmá-lo está a tiragem mensal (90.000 exemplares), que faz desta revista um dos órgãos de comunicação da Igreja Católica em Portugal com maior difusão. Está presente junto dos emigrantes portugueses, tendo assinantes em 82 países.
Mantém desde há longos anos uma secção mensal – Testemunhos Vivos – destinada a publicar cartas de leitores que testemunham o poder da fé e da confiança em Deus, nas mais diversas e, por vezes, dramáticas circunstâncias.
Outra secção mensal intitula-se Perguntas com Resposta e destina-se a esclarecer dúvidas, no âmbito da fé, da moral e da religião, na fidelidade ao Magistério da Igreja Católica.


(fonte: AO)

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