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5/27/2008

Calimero - É uma injustiça, não é?

 

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Das muitas séries de animação que passaram na RTP, hoje recordo o Calimero, o pintainho preto (não era preto, era sujo), com a sua característica e inseparável casca de ovo na cabeça.

Entre aventuras e desventuras, Calimero considerava-se sempre um infeliz e injustiçado, quer pelos amigos quer pelas situações em que se envolvia e que invariavelmente lhe corriam mal. Deste modo, lamentando-se constantemente, ficou célebre a sua frase "é uma injustiça, não é?" ou então, "Não é justo eles serem grandes e eu pequeno". Mas, no fundo, no fim de todas as peripécias do seu dia-a-dia, Calimero acabava por conquistar toda a gente com a sua simplicidade, honestidade e bom coração.

Ainda hoje o termo ou conceito do lamuriento e infeliz Calimero é frequentemente atribuído a quem passa o tempo a lamentar-se da vida, dos outros e até de si próprio.

Calimero fazia-se acompanhar nas suas aventuras pela sua namorada Priscila, sempre ajuizada e contraponto coerente às desventuras do seu amigo, também o aprendiz de cineasta, Valério, a gorduchinha Susi, o seu rival Papero Piero e a leal Rosella, entre outros.

A série, tal como se tornou famosa, foi produzida em duas épocas distintas: de 1973 a 1974 e de 1993 a 1994, mas já antes se tornou muito popular em Itália com uma série de anúncios publicitários para uma marca de detergentes. Calimero é uma criação dos irmãos Nino Pagot e Toni Pagot, datada de 1963.

A versão que faz parte das minhas memórias  é a produzida nos anos 70, em estúdio japonês, e que, se a memória não me atraiçoa, passou na RTP nos finais de 70 e princípios de 80. A série tornou-se muito popular, não só em Itália, como também em Portugal, França, Alemanha e Japão, entre muitos outros países. A segunda versão, com grafismo mais moderno, onde Calimero faz papel de jornalista, creio que não obteve o mesmo êxito.

- sítio oficial

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