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3/01/2024

Revista "Colecção Cinema" - Uma ilha para dois

 


Capa e contra-capa da revista "Colecção Cinema". N.º 15 - 19.ª Série - Edição da Agência Portugues a de Revistas - Director: Mário de Aguiar.

Filme: "Isla para Dos" (Ilha para Dois), de 1959 com Arturo de Cordova e Yolanda Varela.

1/28/2024

Revista Novela Filme - O homem que fazia chover

 


Novela Filme, revista com texto e imagens sobre um determinado filme. No caso, "O Homem que fazia chover", do original "The Rainmaker", de 1956. Conforme se pode ler acima, o filme foi estreado no Cinema S. Jorge - Lisboa, em 23 de maio de 1957, com escalão de maiores de 17 anos.
N.º 15.

Convenhamos que em tempos de seca lá pelos algarves, um homem que fizesse chover é que dava jeito.

4/03/2023

Jesse James - Bandido ou herói?

 








Passam hoje 141 anos (3 de Abril de 1882) sobre a data da morte do famoso bandido do oeste americano, Jesse James
Acima alguns dos cartazes de alguns dos vários filmes que foram realizados à volta dessa mítica figura.
Até mesmo na Banda Desenhada a figura de Jesse James foi sempre muito utilizada, incluindo o seu aparecimento num dos álbus de Lucky Luke, de autoria de Morris.

6/20/2016

Errol Flyn - Robin Hood e Gavião dos Mares








Passam hoje 107 anos sobre o nascimento de Errol Flyn (20 de junho de 1909 — 14 de outubro de 1959), um famoso actor australiano e naturalizado em 1942 como cidadão dos Estados Unidos, que brilhou nos cinemas entre os anos 30 e 50. 
Dos filmes mais emblemáticos em que participou como figura maior, ligados a aventuras, afinal aqueles que mais despertavam o interessa da criançada e às suas brincadeiras aos "artistas" destaco sobretudo "Captain Blood", de 1935, "The Adventures of Robin Hood", de 1938, "The Sea Hawk" de 1940, e "Adventures of Don Juan", de 1948. 
Errol Flyn também interpretou um bom punhado de filmes de cowboys ("westerns"), como “Dodge City”  de 1939 e “Santa Fe Trail” de 1940.
Errol Flyn é sem dúvida um dos grandes nomes de sempre do cinema e por isso faz parte do imaginário de aventuras de muita rapaziada do meu tempo de criança, ali pelos anos 60 e 70.


7/14/2015

Billy the Kid

 

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Passam hoje 134 anos (14 de Julho de 1881) sobre a morte de Billy the Kid, famoso pistoleiro e fora-de-lei do velho oeste americano. Foi morto pelo xerife de Lincoln, Pat Garrett, que por sua vez viria também a ser assassinado com tiros uns anos mais tarde.
A figura de Billy the Kid está fortemente ligada ao mítico farwest americano e como uma das suas incontornáveis figuras lendárias, tem sido motivo e pretexto para inúmeras obras musicais, cinema, televisão e banda desenhada onde nesta, entre muitas revistas, deu título a uma das aventuras do não menos famoso Lucky Luke, de Morris e Goscinny.

Segundo a lenda, Billy terá assassinado 21 homens, tantos quantos o seu número de anos de vida.Todavia, em concreto apenas foram registados os relatos de quatro mortes. A lenda e a fama certamente que extrapolaram os números e aspectos da sua curta mas recambolesca vida.

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3/28/2014

A Aldeia da Roupa Branca

 

Ontem a RTP Memória passou o popular filme português “Aldeia da Roupa Branca”, realizado por Chianca de Garcia, com Beatriz Costa num dos principais papéis. Este filme de 1938, estreado no início de 1939, é um dos incluídos  na chamda idade de ouro do cinema português. Apesar das inúmeras vezes que tem passado na televisão, é sempre agradável de ver e recordar pelo pitoresco das personagens e sobretudo pela enorme rixa entre povo e músicos na cena da romaria.

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Aqui ficam as letras de duas das músicas cantadas pela Beatriz Costa

ALDEIA DA ROUPA BRANCA

Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Roupa no monte a corar
Vê lá bem tão branca e leve
Dá ideia a quem olhar
Vê lá bem que caiu neve

Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.

Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Olha ali o enxoval
Vê lá bem de azul da esperança
Parece o monte um pombal
Vê lá bem que pombas brancas

Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.

Ai rio não te queixes,
Ai o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos cor de prata.
Um lençol de pano cru,
Vê lá bem tão lavadinho,
Dormimos nele, eu e tu,
Vê lá bem, está cor de linho.

Água fria, da ribeira,
Água fria que o sol aqueceu,
Velha aldeia, traga a ideia,
Roupa branca que a gente estendeu.
Três corpetes, um avental,
Sete fronhas, um lençol,
Três camisas do enxoval,
Que a freguesa deu ao rol.

 

AS PRINCESAS DA CIDADE

As princesas da cidade, oh, ai!
São bonequinhas de armar
Só a nossa “colidade”
É de lavar e durar
Só a nossa “colidade”
É de lavar e durar

Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira

Toma lá, dá cá
Quem não tem não dá
Quem estala a capa do canejo
Quem não deu, não dá
Quem já deu, dará
Não sejas tola
Dá-me um beijo

Nossos braços são quentinhos, oh ai!
Têm força para abraçar
E nos peitos redondinhos
Pode um homem descansar
E nos peitos redondinhos
Pode um homem descansar

Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira

Não temos bocas pintadas, oh ai!
Não temos a carne mole
“Semos” desenxovalhadas
E crestadas pelo sol
“Semos” desenxovalhadas
E crestadas pelo sol

Se o noivo é de Caneças
E a noiva é da Malveira
Já podem pedir meças
Á saloiada inteira
Mas se não for com essas
Vá lá doutra maneira
A noiva de Caneças
O noivo da Malveira

6/11/2010

E tudo o vento levou - Gone with the Wind

 e tudo o vento levou

e tudo o vento levou cartaz

Pode parecer mentira, mas só ontem, Domingo, na RTP Memória, tive a oportunidade e paciência de rever de forma completa o clássico filme "E tudo o vento levou", no original "Gone with the Wind". 

 
Em algumas oportunidades, ficaram sempre algumas partes do filme por ver, pois afinal de contas são 3 horas e 42 minutos, dentro da habitual duração de outros grandes clássicos do cinema, como CLEÓPATRA (1963) 4h03; LAWRENCE DA ARÁBIA (1962): 3h42; OS DEZ MANDAMENTOS (1956): 3h40; BEN-HUR (1959): 3h32;SPARTACUS (1960): 3h18. Mesmo assim não vi as cenas iniciais, se bem que já as tinha visto noutras anteriores oportunidades. O facto de hoje ser dia de trabalho não ajudou nada mas lá fui aguentando. 

 
Este filme é de 1939, com os principais papéis interpretados por grandes nomes de então, como Vivien Leigh (Scarlett O'Hara), Clark Gable (Rhett Butler), Olivia de Havilland (Melanie Hamilton Wilkes) e Leslie Howard (Ashley Wilkes).

O filme é por demais conhecido e sobre ele não faltam bons artigos e análises. Para mim é um grande filme e que segue a linha das grandes produções de Hollywood, com muitos figurantes e belos cenários e a clássica bela mulher e as atribulações de um romance à moda antiga.  É claro que pelos padrões actuais o filme pode parecer pouco profundo, ligeiro até, com os temas sociais e históricos da época (guerra civil, escravatura) a serem pouco espremidos, e com os aspectos banais das relações humanas a ocuparem o grosso do tempo, mas tem que se perceber o contexto e a filosofia vigentes na indústria cinematográfica da época em que foi produzido. Afinal o cinema de então, tal como hoje, era sobretudo um espectáculo e entretenimento de massas e não tanto uma coisa dada a grandes reflexões.

Por tudo isso, para além da beleza omnipresente de Vivien Leigh, o filme tem o seu valor e por tudo o que representou, é hoje justamente um dos chamados grandes clássicos do cinema hollywoodesco que sabe bem rever, mesmo que com vários anos de atraso.

Ao conseguir ver o filme na totalidade, ao fim de tantos anos, aprendi também que nunca é tarde para alguns ajustes de contas com coisas que fomos deixando passar, seja um grande filme ou um grande livro.

2/10/2010

Joselito – A voz de rouxinol

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 Em finais dos anos 60 e também pelos anos 70 fora, aos Domingos à tarde a RTP brindava-nos com a exibição de muitos e bons filmes, nomeadamente os incluídos na popular rubrica "Tarde de Cinema". Foram tantos e tantos que é impossível elencar os mesmos, mas, com os meus gostos de criança, preferia sobretudo os filmes recheados de aventura e emoção, incluindo o clássico Tarzan e uma variante, o Bomba, designado de filho de Tarzan, bem como umas boas e valentes cowboyadas e até filmes de capa-e-espada, como Os Três Mosqueteiros, Zorro, Robin Hood, filmes de corsários e piratas e outros mais.

Entre esta miríade de aventuras, por vezes lá vinham os clássicos filmes portugueses, com os inesquecíveis António Silva, Vasco Santana, Ribeirinho e Beatriz Costa, os filmes humorísticos, com Charlot, os irmãos MarxCantiflas, e também filmes marcadamente musicais, com o popular Gianni Morandi, Elvis Presley, Cliff Richards,  The Beatles e outros. Destes outros, porque recordo-me de ver vários, trago à memória a figura de Joselito, uma criança cantora, espanhola, e que teve muita popularidade nos anos 50 e 60, pelos seus discos e pelos seus filmes, tanto em Espanha, como em Portugal e na América Latina. Entre nós era muito admirado e quase ninguém gostava de perder os seus filmes, sobretudo as mulheres e raparigas, mais dadas a lamechices.
Actualmente, no Youtube, é possível recordar Joselito em alguns dos seus filmes e múiscas.

Não vou entrar em detalhes da sua vida, tanto de criança como de adulto (com menos popularidade) até porque podem ser consultados numa excelente página sobre o artista, recheada de aspectos biográficos, fotos, discos e outros. A página está em francês mas tem versão em inglês e facilmente pode ser traduzida para português.
Joselito e a sua voz vibrante, de rouxinol, de facto nessa época cantava e encantava e pelo meio de uns filmes de aventuras, também sabia bem ver e ouvir Joselito.

Quem se recorda?


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9/23/2009

Crónica Feminina Nº 397 – Romy Schneider


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A capa da revista Crónica Feminina, edição Nº 397 de 2 de Julho de 1964 trazia a público a bela Romy Schneider, actriz austríaca, um dos belos rostos da sétima arte, então com 24 anos, já que nasceu em 23 de Setembro de 1938 (passam hoje 71 anos).
Romy, que ficou popular pelo seu romance com o actor francês Alain Delon, teve uma vida de fama e tragédia, morrendo muito nova, com 43 anos (Paris, 29 de Maio de 1982), vítima de paragem cardíaca, num quadro de depressão depois do suicídio do seu primeiro marido (Harry Meyen) e da trágica morte de David, de 14 anos, filho de ambos.
Romy Schneider participou num bom leque de filmes e por diversas vezes foi premiada e indicada como melhor actriz. Indissociável a sua participação como Sissi, com apenas 17 anos no papel da imperatriz adolescente da Áustria, Mulheres de Uniforme, que provocou algum escândalo na época por abordar o lesbianismo, Bocaccio 70, ao lado de outras belas mulheres como Anita Ekberg e Sophia Loren, e muitas outras películas.
Fica aqui a recordação desta bela mulher de olhos verdes quando passam 71 anos sobre o seu nascimento.

4/16/2009

Os homens de Shiloh - The Virginian - O Maioral

Corria o ano de 1973 e recordo-me de assistir na RTP, a preto-e-branco, à série de TV, "Os Homens de Shiloh", um western na linha de Bonanza e Lancer.
Quanto a designação, "Os Homens de Shiloh", no original "The Men from Shiloh", há alguma polémica quanto à sua verdadeira concepção: Há quem considere que se refere a uma nona e última temporada da famosa série "The Virginian - O Homem de Virgínia", mas há também quem entenda ser uma variante em continuação ou uma spin-off. Tudo isto porque, na realidade, da estrutura de "The Virginian", os principais actores, James Drury  e Doug McClure transitaram para a versão "Os Homens de Shiloh", ainda por cima mantendo os nomes das personagens, The Virginian e Trampas, a quem se juntou o conhecido Lee Majors, no papel de Roy Tate e Stewart Granger como o chefe do rancho Shiloh, o coronel Alan McKenzie.

"The Virginian", é uma série norte-americana, com um total de 226 episódios, com duração de 75 minutos cada, rodados/distribuídos  pela NBC ao longo de oito temporadas, de 1962 a 1970. É de facto um caso singular de produtividade. Por sua vez, a série "Os Homens de Shiloh"´que se lhe seguiu, contém 24 episódios, de 1970 a 1971, também com cerca de 75 minutos cada.

Da série "Os Homens de Shiloh", guardo fortes memórias, de modo especial da personagem Trampas (esquisito em português), mas com pronúncia de Trempas, protagonizado pelo actor Doug McClure, do qual tenho alguns cartões/cards de cowboys. O Trempas era a personagem que todos os meus colegas gostavam de assumir nas brincadeiras de índios e cowboys.

Por sua vez a série "The Virginian", passou em Portugal na RTP no final dos anos 60 com o título de "O Maioral". Por exemplo, em Julho de 1967, a série estava programada para o final da emissão de Domingo, por volta das 22:25 horas.

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O principal elenco da série "Os Homens de Shiloh"

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Doug McClure

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Doug McClure, nos meus cartões/cards dos cowboys (clicar para ampliar).

3/17/2009

Sandokan - O tigre da Malásia

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Uma série de televisão que hoje trago à memória é "Sandokan - O tigre da Malásia".
Trata-se de uma série  de 6 episódios de 60 minutos cada, co-produzida pela televisão italiana, RAI em parceria com a ORTF e Bavaria Film, em 1976, baseada no livro de Emílio Salgari e com realização de Sergio Sollima. Entre nós a série foi exibida a preto-e-branco na RTP. O primeiro episódio foi para o ar numa sexta-feira, 19 de Novembro pelas 22:00 horas.

Principais intérpretes e personagens:
Kabir Bedi --- Sandokan
Philippe Leroy --- Yanez De Gomera
Carol André --- Marianne
Hans Caninenberg --- Lord Guillonk
Adolfo Celi --- Lord Brooks
Andrea Giordana --- Sir William Fitzgerald
Renzo Giovampietro --- Dr. Kirby
Milla Sannoner --- Lucy

O intérprete principal, Kabir Bedi,  era de origem indiana e foi convidado pela RAI para o papel do herói.
A série foi rodada nos locais originais descritos pelo Emílio Salgari, ou seja na região da Malásia e Bornéu, na altura dominada pelo Império Británico e pelos interesses comerciais da Companhia das Índias.
Sandokan, o Tigre da Malásia, é de origem real, mas, por vingança de quem lhe assassinou a família, privando-o do seu reino, transforma-se num pirata aventureiro, temido pelos navios ingleses e holandeses.
Sandokan tinha uma amigo inseparável, pelos vistos português, chamado Ianes, também de origem nobre mas um aventureiro nato.
Com o desenrolar da história, Sandokan conhece e apaixona-se por Marianne, a bela orfá, que vive com o seu tio, Lord James Guillonk, em Labouan.
A série é dominada pela intriga, aventura e acção. Sandokan chega a casar com Marianne, mas o final termina em tragédia, pois Marianne morre atingida por uma bala numa das lutas finais do grupo de Sandokan com os soldados.

A série teve um assinalável êxito, tanto em Portugal como em toda a Europa. O tema de abertura da série tornou-se inesquecível e ainda hoje é recordado facilmente por quem na altura assitiu à série.
Para além do êxito da TV, entre nós foi editada uma caderneta com 300 cromos, com fotogramas da série, que assim ajudou a perdurar as memórias à volta do heróis de olhos pretos. Como não podia deixar de ser, essa caderneta faz parte da minha colecção.

Quando a série foi exibida, eu era pouco mais do que uma criança, pelo que as aventuras do Tigre da Malásia serviram de inspiração a muitas das nossas brincadeiras.

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