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Doces e gelados de café
1/13/2026
11/19/2025
6/02/2025
Canada Dry - Beba...como ela
A Canada Dry é uma marca de refrigerantes com uma história rica que remonta ao início do século XX, conhecida principalmente pela sua Ginger Ale (refrigerante de gengibre).
Origens e Inovação
A história da Canada Dry começa em 1890 com John J. McLaughlin, um farmacêutico e químico canadense que abriu uma fábrica de água carbonatada em Toronto. Em 1904, McLaughlin aperfeiçoou a fórmula da Canada Dry Pale Ginger Ale, uma versão mais leve e menos doce do que as outras ginger ales da época. O termo "Dry" no nome da marca refere-se justamente a essa característica menos açucarada, similar à classificação de um vinho "seco".
Popularidade e Expansão
A Canada Dry Ginger Ale começou a ganhar popularidade e, em 1919, McLaughlin expandiu a sua operação para Nova Iorque devido à crescente demanda. Após a sua morte em 1914, o negócio foi vendido em 1923, formando a Canada Dry Ginger Ale, Inc.
A sua popularidade disparou durante a Lei Seca nos Estados Unidos, pois o sabor marcante da ginger ale ajudava a mascarar o gosto das bebidas alcoólicas caseiras. Era frequentemente chamada de "champanhe dos refrigerantes" e comercializada para um público mais refinado. Nos anos 1930, a Canada Dry expandiu-se globalmente, chegando a cerca de 30 países.
Evolução e Propriedade
Ao longo dos anos, a marca passou por várias mudanças de propriedade. A Canada Dry foi adquirida pela Dr Pepper em 1982, e depois vendida para a unidade Del Monte Foods da R.J. Reynolds em 1984. Em 1986, a R.J. Reynolds Nabisco vendeu o seu negócio de refrigerantes para a Cadbury Schweppes. Hoje, a Canada Dry pertence à Keurig Dr Pepper, que foi desmembrada da Cadbury Schweppes em 2008.
O logotipo da marca, que historicamente incluiu um mapa do Canadá com uma coroa real (adicionada em 1907), também evoluiu ao longo do tempo, com remodelações em 1975, 2000 e 2010 para modernizar o seu visual.
A Canada Dry continua a ser uma marca de refrigerantes reconhecida mundialmente, oferecendo uma variedade de sabores, embora a Ginger Ale permaneça o seu produto mais icónico e apreciado.
4/11/2025
4/09/2025
Abel Manta - Povo, MFA
Cartaz de João Abel Manta - 1975
João Abel Carneiro de Moura Abrantes Manta, nasceu em Lisboa a 29 de Janeiro de 1928, sendo um reconhecido arquitecto, pintor, ilustrador, cartoonista e caricaturista português. É filho dos também pintores Abel Manta e Maria Clementina Carneiro de Moura Manta
Com uma produção artística diversificada, destacou-se principalmente na arquitectura, no desenho e na pintura, consolidando a sua presença no cenário cultural português desde o final dos anos 1940. Inicialmente dedicado à arquitectura, foi gradualmente direccionando o seu percurso para as artes visuais, tornando-se um dos mais importantes cartoonistas das décadas de 1960 e 1970.
Nos anos que antecederam e sucederam a Revolução de 25 de Abril de 1974, Abel Manta publicou, em jornais de grande circulação, trabalhos marcantes que retratavam o contexto político e social português durante esse período de transição — desde o fim da ditadura até à instauração da democracia. Foram populares, e já icônicos, os cartazes em que associava o povo ao MFA - Movimento das Forças Armadas. As suas caricaturas e desenhos satíricos são considerados documentos visuais importantes da história contemporânea portuguesa
Na década de 1980, voltou a reorientar a sua carreira, dedicando-se sobretudo à pintura, onde continuou a demonstrar o seu talento e versatilidade artística.
É ainda vivo, a caminho do centenário.
3/23/2025
Máquina de tricotar ERKA
Pouco se sabe desta marca, para além de que, como nos diz o cartaz publicitário do final da década de 1960, era francesa e que terá revolucionado a simplicidade na arte de tricotar. Seria verdade porque se generalizou e recordo-me que por cá na aldeia eram várias as mulheres e raparigas que trabalhavam em casa no tricô.
Outros tempos, outras modas, outras necessidades.
3/22/2025
Tergal - Impermeáveis
Vai de chuva o tempo, de norte a sul. Vinham, pois, a jeito, os impermeáveis Tergal. Mas desconheço se ainda se fabricam e comercializam. Provavelmente, não. Mas sim pela década de 1960, altura em que foi publicado este cartaz publicitário.
A Sociedade Portuguesa La Cellophane, L.da, terá sido constituída na década de 1960, com sede na cidade do Porto, mas em 1968 foi tranferida para Grijó - Seixezelo - Vila Nova de Gaia. A empresa era detida por vários sócios incluindo a francesa Societé Anonyme La Cellophane, fundada em 1913 por J. E. Brandenberger, com sede em Paris. Em Portugal representava os produtos Tergal.
Segundo a Wikipédia, Tergal é uma marca registrada de uma fibra sintética feita de poliéster . A palavra tergal também se refere ao tecido produzido a partir desta fibra, muitas vezes misturada com algodão ou lã
Tergal é uma fibra sintética, formada a partir de tereftalato de polietileno e obtida pela condensação de ácido tereftálico e glicol , que foi inventada em 1950 pela británica Imperial Chemical Industries.
"Tergal" é uma palavra formada a partir de "ter" (para ácido tereftálico) e "gal" ( (la) gallicus , gaulês), que se tornou um substantivo comum. Marca registrada do tecido fabricado na França, em Besançon , desde 1954 pela firma Rhodiacéta , é o equivalente ao terylene inglês e ao Dacron americano.
Em 1972, a Rhône-Poulenc iniciou a produção de tergal na antiga fábrica da Société de la Viscose française em Gauchy , na região de Aisne . A empresa, que se tornou Tergal Industries, foi liquidada em 2009.
3/17/2025
Trevira - Riopele
Cartaz publicitário a tecidos em texlene, sobre a etiqueta Trevira, da empresa têxtil Riope - 1964
Resumo de alguns marcos da longa história da empresa Riopele:
1927
José Dias de Oliveira, jovem empreendedor, funda a Riopele ao instalar dois teares em um moinho de água na margem esquerda do rio Pele, em Pousada de Saramagos, Vila Nova de Famalicão, para a produção de tecidos como cotins e riscados.
1933
Com o objetivo de expandir a produção, José Dias de Oliveira transfere a unidade para um novo edifício. Ao longo de duas décadas, a empresa amplia as áreas de Fiação, Tinturaria, Tecelagem e Acabamentos, consolidando sua organização vertical.
1952
A marca Rioplex é criada em parceria com a empresa alemã Bayer, destacando-se pela qualidade superior de cores e padrões em comparação com outros tecidos de algodão, marcando o início da inovação têxtil da Riopele.
1953
Após o falecimento inesperado de José Dias de Oliveira, a liderança da empresa é assumida por seu filho mais velho, José da Costa Oliveira, de 22 anos. Ele conduz a Riopele à consolidação, crescimento e expansão.
1958
A Riopele inicia suas primeiras exportações para os mercados nórdicos e estabelece redes de agentes em vários países, garantindo um fluxo contínuo de encomendas.
1963
A parceria com a alemã Hoechst permite a introdução de fibras sintéticas, criando a marca Texlene-Trevira. A Riopele se torna referência na Europa no desenvolvimento de tecidos sintéticos.
1974
Durante a Revolução do 25 de Abril, os trabalhadores da Riopele permanecem ao lado da administração e rejeitam a greve, demonstrando compromisso com a empresa.
1985
Com a modernização do parque industrial e expansão das instalações, a Riopele fortalece sua atuação na Europa e aposta na reintrodução de fibras naturais, desenvolvendo tecidos próprios.
1996
A empresa lança a Çeramica, uma marca inovadora focada em tecidos de alta respirabilidade e conforto, dentro do conceito easy-care.
1997
Após obter certificação de qualidade, a Riopele expande sua certificação para práticas ambientais e de segurança, promovendo sustentabilidade e uso responsável de recursos naturais.
2001
Com a liberalização do comércio têxtil e o falecimento de José da Costa Oliveira, a empresa enfrenta uma crise e entra em uma fase de transição na liderança.
2007
José Alexandre Oliveira, neto do fundador, assume a presidência do Conselho de Administração, comprometendo-se a preservar o legado da Riopele em meio a um cenário econômico adverso.
2008
A empresa profissionaliza sua gestão, ajusta a capacidade produtiva e foca na produção de tecidos, reforçando parcerias e a satisfação do cliente.
2012
É lançado o projeto de I&D Nano.Smart, em parceria com instituições científicas, para desenvolver tecidos inteligentes com funcionalidades inovadoras.
2013
José Alexandre Oliveira assume a totalidade do capital social da empresa, consolidando sua reestruturação financeira. Inicia-se o Programa Horizontes para o desenvolvimento de recursos humanos.
2014
A Riopele investe 15 milhões de euros na modernização de máquinas, criação de um Centro de Modelagem e melhorias nos processos de produção.
2015
A empresa inaugura a primeira incubadora de startups dentro de um ambiente industrial ativo e recebe o Prêmio Melhor Grande Empresa Exportadora de Bens Transacionáveis.
2016
Inicia-se o projeto R4Textiles, voltado para a criação de tecidos sustentáveis através da valorização de resíduos têxteis e agroalimentares.
2017
A Riopele celebra 90 anos sob o lema "90 anos tecidos com paixão", reforçando seu compromisso com a inovação e sustentabilidade.
2018
A empresa instala sua primeira central solar fotovoltaica e a marca Tenowa recebe prêmios de inovação pela sua contribuição à sustentabilidade.
2019
A Riopele registra sete anos consecutivos de crescimento, impulsionada pelos projetos Fabrics4Future e Textiles4Life, focados em economia circular e digitalização.
2020
Mesmo com a pandemia da COVID-19, a empresa mantém sua trajetória de crescimento e premia seus colaboradores pelo desempenho excepcional.
2021
A Riopele investe na modernização e lança um amplo programa de formação para os trabalhadores, além de receber o prêmio "Melhor Investimento" da AICEP.
2022
Atingindo um volume de negócios de 92,6 milhões de euros, a empresa reforça investimentos em inovação e sustentabilidade, com foco na neutralidade carbónica até 2027.
2023
A quarta geração da família Oliveira assume funções na empresa. A Riopele cresce 6,4%, atingindo um faturamento recorde de 98,4 milhões de euros, consolidando seu compromisso ambiental e estratégico.
[fonte: https://www.riopele.pt/historia]
1/14/2025
Banco Pinto & Sotto Mayor - 1979
Publicidade de 1979.. Já falei, aqui, deste Banco Pinto & Sotto Mayor.
Por esses tempos, porventura, os bancos eram instituições mais ou menos sérias, com gente dentro, em quem se podia confiar. Hoje em dia é o que se sabe: seriedade pouca, gente cada vez menos e máquinas a substituir as pessoas. Não surpreende, por isso, que mesmo um banco público como a Caixa Geral de Depósitos, mesmo a dar lucros, esteja em debandada de zonas do interior do país, deixando aquela pessoas, muitas com baixa aptidão na utilização de sistemas de operações automáticas, entregues a elas próprias. Avança-se numa sociedade de números e as pessoas são apenas a massa amorfa necessária a moldar os lucros. O resto, incluindo termos para adormecer burros, como coesão social e territorial, é apenas conversa de políticos e governantes a valer menos que bosta. Esta, ao menos, dá para engordar couves e tomates.
1/05/2025
E continuamos com Triumph
No seguimento do anterior artigo, novamente dois cartazes às reduzidas roupinhas da Triumph. Ano de 1985. In "Crónica Feminina"
1/03/2025
Lingerie Triumph - Pelo prazer de ser mulher
Dois cartazes publicitários à marca de roupa lingerie feminina, a Triumph. 1985 - in Crónica Feminina
Já falámos aqui da Triumph, popular marca de roupa íntima de senhora.
Hoje partilhamos dois cartazes similares, com a mesma bela modelo, mas com diferentes peças - mas nem tanto.
1/02/2025
Nani - O primeiro amigo do seu bébé
Cartaz publicitário aos produtos para bébé "Nani" - Ano de 1979 - in Crónica Feminina.
Por mais que tenha pesquisado, nada encontrei sobre esta marca que publicitava toda uma linha de produtos para o bébé, desde o biberão até ao mobiliário passando pelas roupas e brinquedos. Certamente que era uma ideia de negócio interessante, integrada, mas, como muitas outras, terá ficado pelo caminho, quiçá, dividida ou absorvida por outra empresa. Fica o mistério em suspenso até que possa reunir informação adicional.
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