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11/26/2016

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História e Figuras do campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão – 1955-1956

Uma das interessantes cadernetas de cromos de futebol da década de 50, editada pela APR – Agência Portuguesa de Revistas. Foi pena que esta editora não tivesse dado muita atenção às cadernetas de cromos no tema futebol pois as que editou tiveram sempre uma qualidade acima da média do que era corrente na época. Mesmo assim deixou para a História cerca de uma dezena de títulos dos quais este terá sido o primeiro.

Uma das razões para tão escassa produção neste sector específico do coleccionismo, poderá estar no facto das suas colecções fugirem da norma da altura, com cadernetas associadas a casas de confeitarias com preços de venda muito baixos o que as tornava acessíveis aos consumidores da época, no geral pouco ou nada endinheirados, em que todos os tostões eram contados. Por conseguinte, para além da guloseima, sempre apetecível por mais modesta que fosse, a rapaziada coleccionava os seus ídolos da bola com poucos tostões e ainda com a sempre desejada possibilidade de calhar em rifa um brinquedo ou mesmo uma bola. A qualidade gráfica na época não era de todo tido em conta na hora de investir no quiosque na cidade ou na tasca e mercearia da aldeia.

10/29/2013

Jacinto João – Jota Jota

 

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Plantel: Em cima da esquerda para a direita:
Pedroto(treinador), Rebelo, Vaz, Cardoso, Pedro, Carriço, Correia, José Mendes e Joaquim Torres
Em baixo da esquerda para a direita: José Maria, Arcanjo, Arnaldo, Octávio, Victor Baptista, Wagner, Guerreiro, Jacinto João.


Passam hoje 9 anos sobre o prematuro falecimento de Jacinto João (Luanda, 25 de Janeiro de 1944 — Setúbal, 29 de Outubro de 2004), um dos mais conhecidos jogadores de futebol do Vitória de Setúbal, popularizado como o JJ (jota jota). 

Das muitas colecções de cromos do final da década de 60 e quase toda a década de 70 o Jacinto João era cromo quase obrigatório. Abaixo reproduzo alguns.

Quase toda a sua carreira de futebolista passou-a no clube sadino, desde a época de 65/66, até 78/79, com um curto intervalo quando na época de 75/76 teve uma experiência no futebol brasileiro ao serviço da Portuguesa de Desportos. Curiosamente, em 1963 passou pelo S.L. Benfica para experiência mas não teve sucesso pelo que regressou a Angola para pouco depois voltar de novo a Portugal, já para o V. de Setúbal. De referir que também fez parte da selecção portuguesa entre 1968 e 1974, chegando a alinhar ao lado de Eusébio. Totalizou 11 internacionalizações, sendo que dez das quais ao serviço da selecção A.

[para mais detalhes da sua carreira: excelente artigo sobre Jacinto João]

Acima, uma das excelentes equipas do V. de Setúbal, no início dos anos 70, em que já se destacava o JJ [clicar para ampliar].

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6/21/2013

Michel Platini

 

Michel Platini, antigo futebolista francês e actual presidente da UEFA, está hoje de parabéns já que completa 58 anos (nasceu em 21 de Junho de 1955).

Como presidente do principal organismo do futebol europeu não tem sido uma figura concensual, por ideias e posições um pouco recambolescas, mas como futebolista tem lugar na história do futebol como um excelente virtuoso executante, tendo passeado classe pelos diversos clubes que representou, sobretudo ao serviço do clube francês Saint Etienne e depois na italiana Juventus.

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-na actualidade

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- no Saint Etienne

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- na Juventus

- em baixo vários cromos com Platini ao serviço da selecção de França

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12/23/2010

Costa Pereira

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Passam hoje 81 anos sobre o nascimento de Costa Pereira (23/12/1929 (+ 25/10/1990)), um dos grandes guarda-redes de futebol do S.L. Benfica, durante as décadas de 50 e 60.
Para saber muitas mais coisas sobre a carreira de Costa Pereira, nada melhor que dar um salto ao excelente blog Vedeta ou Marreta.
De nossa parte, para além da memória da data, deixamos aqui alguns cromos de caramelos relativos ao Costa Pereira que no seu tempo foi uma autêntica vedeta.


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3/31/2010

Efeméride de 31 de Março– Benfica campeão de futebol em 56/57

 

Faz hoje anos, em 31 de Março de 1957, disputava-se a última jornada do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão, com o S.L. Benfica a vencer a Académica de Coimbra por 2-0, sagrando-se campeão com 41 pontos. Ocuparam os lugares imediatos o F.C. do Porto, C.F. Belenenses, Sporting e Lusitano de Évora, com 40, 33, 31 e 30 pontos, respectivamente. Atlético C.P. e Sp. Covilhã ocupando os últimos dois lugares desceriam de Divisão.


A ilustrar esta efeméride, a equipa do Benfica dessa época, numa caderneta de cromos de caramelos da F.C. Esteves, "Os Astros do Futebol". Na aquipa encarnada pontuavam brilhantes jogadores como Carlos Pereira, Ângelo, Jacinto, Caiado, Artur, Alfredo, Palmeiro, Coluna, Águas, Salvador e Cavém.

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1/15/2010

Cromos Super – Caderneta de cromos de futebol – Época 76/77

 

 

Hoje trago à memória uma caderneta de cromos de futebol, a "Cromos Super", uma edição da editora Fonseca & Sequeira, L.da, de Lisboa, referente à época futebolística de 76/77.
Trata-se de uma colecção de 192 cromos, referentes a 16 equipas, correspondendo a cada uma delas 12 cromos (11 jogadores e o emblema). A cada página da caderneta corresponde uma equipa.
Equipas representadas: Benfica, Sporting, FC Porto, Belenenses, Boavista, setúbal, Guimarães, Varzim, Leixões, Estoril, Braga, Académica, Beira Mar, Atlético, Portimonense, Montijo.


Pela época e pelas características gráficas, esta é uma das cadernetas consideradas de transição, isto é, de um período marcado pelos abandono dos cromos de caramelos e generalização para os cromos em envelopes surpresa.


Tal como era norma das cadernetas dos caramelos, esta colecção também oferecia diversos brindes cujas senhas de acesso eram distribuídas aleatoriamente nos envelopes que continham os cromos.
A exemplo dos característicos cromos de caramelos, o esquema e a qualidade gráfica são bastante insipientes e mesmo a opção da cor utilizada nas margens de cada cromo, um cinzento incaracterístico, não é o mais apelativo, mesmo no resultado global por página. Em contradição, o grafismo da capa é relativamente interessante, com um apelativo contraste de cores, mas com um desenho de dois jogadores em acção, anatomicamente desproporcionados.
Mesmo assim, esta é uma caderneta relativamente rara e por isso com um valor algo elevado entre os coleccionadores. O exemplar que disponho está incompleto e faltam vários cromos, bastante difíceis de obter.


A título de curiosidade, a época de 77/78 foi vencida pelo F.C. do Porto, com 51 pontos, seguido do Benfica, com os mesmos 51 pontos e pelo Sporting, com 42 pontos. Esta vitória do F.C. do Porto, então treinado pelo recentemente lembrado José Maria Pedroto, a propósito dos 25  anos apoós o seu falecimento (7 de Janeiro de 1985), tornou-se famosa por ter decorrido 18 anos após a conquista do anterior campeonato, em 58/59. De recordar que também venceria o campeonato da época seguinte (78/79).

 

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1/08/2010

A paixão pelos cromos – Visão Júnior


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Num artigo sobre a paixão do coleccionismo dos cromos, no site da revista Visão Júnior, é feita uma referência o blogue Santa Nostalgia, o que nos enaltece, até porque de facto dedicamos um espaço e atenção consideráveis à temática dos cromos e do seu coleccionismo. Por conseguinte, continuará a ser um tema para nós querido e recorrente por cá, bem ao gosto dos muitos leitores que habitualmente nos visitam.

10/16/2009

Caderneta de cromos de caramelos – Os Players – 74/75 - Sorcácius

 

 

Hoje trazemos à memória mais uma caderneta de cromos de caramelos. Desta feita uma colecção editada pela Sorcácius, correspondente à época futebolística de 74/75, com o pomposo e original nome de OS PLAYERS – Joagdores de Futebol da 1ª Divisão e Taça de Portugal.


A caderneta é composta por 192 cromos e 16 equipas. A saber: SL Benfica, FC Porto, Sporting CP, Guimarães, Boavista FC, SC Farense, Belenenses, Leixões SC, Vit. Setúbal, GD CUF, Atlético CP, U. Tomar, Oriental, Académica, SC Espinho, Olhanense.


Esta colecção está seguramente entre as últimas edições de cromos de caramelos publicadas em Portugal. A Sorcácius editou boas colecções tanto nos anos 70 como nos anos 80 mas publicou pouca coisa em caramelos.


Como não podia deixar de ser, esta caderneta segue as características gráficas e de estrutura de muitas outras colecções de diversas editoras. Cada equipa tem direito a uma página com 11 jogadores e ainda um cromo adicional com o emblema (este nem sempre tinha direito a cromo).
Cada cromo é composto pelo jogador em pose, a corpo inteiro sobre um cenário de cores fortes, com o verde do relvado, a bancada, o amarelo no topo e na lateral do relvado e um céu azul com uma ligeira núvem na esquerda onde se localiza o emblema em tamanho pequeno.
Na parte superior direita o nome do clube, na parte inferior o nome do jogador, à esquerda a idade do jogador, uma rara característica e à direita o número do cromo.
Apesar da simplicidade de métodos, o conjunto final de cada página apresneta um aspecto interessante.
Relativamente à época 74/75 do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão, foi campeão o Benfica, com 49 pontos seguido do FC Porto e Sporting, com 44 e 43 pontos, respectivamente.Desceram de divisão o Olhanense e o SC Espinho.Na época seguinte subiriam de divisão o SC Braga e o Estoril-Praia.

 

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9/07/2009

Os famosos do futebol português – 75/76 – Universal – Caderneta de cromos de caramelos

 

Hoje trago à memória a caderneta de cromos de caramelos OS FAMOSOS DO FUTEBOL PORTUGUÊS, uma edição da Universal, correspondente à época de 75/76. Esta caderneta parece ter sido a última edição da Universal e representou também o fim de um estilo tão característico que foi o dos cromos de caramelos, que dominou o mercado especialmente na década de 40 a 60.

Existem, é certo, várias cadernetas de cromos de caramelos ainda editadas nos anos 70, incluindo esta, mas o conceito já estava em decadência ou em abrandamento, com os cromos em envelopes surpresa a ganharem a preferência dos coleccionadores. Por isso, entre estes, considera-se que a primeira metade da década de 70 como o período de transição entre os dois conceitos de edição e venda de cromos.
Por este motivo, os cromos de caramelos, de modo especial da temática de futebol, são hoje em dia objectos queridos pelos coleccionadores, sendo muito raros e bastante valorizados. Uma caderneta pode atingir valores entre os 250 e 500 euros, ou mais e os cromos vendidos individualmente ou em pequenos lotes podem valer de 1 a 5 euros por unidade, dependendo da raridade e do estado de conservação.

Quanto a esta caderneta da Universal, reporta-se, como se disse, à época 75/76 do Campeonato Nacional de Futebol da Primeira Divisão. Apesar de ser considerada a derradeira edição desta profícua casa editora, manteve-se o clássico esquema de apresentação, ou seja, uma equipa por página, com o nome do clube na parte superior, 11 jogadores por equipa e o cromo adicional, correspondente ao emblema, neste caso, o último cromo de cada equipa. O cromo do emblema em várias colecções também ocorria habitualmente como o primeiro cromo de cada equipa ou até estampado na própria caderneta.
O formato da caderneta também é o habitual, sensivelmente o tamanho A4.
Os cromos apresentam um cenário vistoso, com um fundo amarelo e uma baliza por detrás do jogador. Este, como era a regra predominante está representado em pose de corpo inteiro. O nome do clube surge na parte superior, o número do cromo num círculo verde, ao lado da zona dos joelhos dos jogadores e o nome destes ao fundo. Nas laterais surgem barras floreadas. Simples mas vistoso no conjunto, uma das características dos cromos de caramelos.

A capa tem um grafismo simples mas interessante, com uma cena de acção num jogo de futebol entre o Benfica e um clube que veste de branco, que na época poderia ser o Farense ou o V. de Guimarães. Na jogada surge o inconfundível Eusébio e em primeiro plano, a cabecear, parece-nos ser Vitor Baptista ou até Vitor Martins. Será?

As equipas representadas: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Boavista, V. Guimarães, Belenenses, Leixões, G.D. da CUF, Farense, V. Setúbal, Atlético, U. de Tomar, Académica, S.C. Braga, Estoril-Praia e Beira-Mar.
Nessa época de 75/76 (como de resto aconteceu na época anterior e na seguinte) o campeão foi o Benfica, com 50 pontos, seguido do surpreendente Boavista, de José Maria Pedroto (que em 77/78 obteria o título ao serviço do F.C. do Porto), com 48 pontos e nas posições seguintes, o Belenenses, o Porto e o Sporting, com 40, 39 e 38 pontos, respectivamente. Nessa época desceriam à Segunda Divisão o Farense, G.D. da CUF e U. de Tomar.
Para os lugares vagos, subiriam na época seguinte o Montijo, Portimonense e Varzim.

Esta época para mim ficou marcada sobretudo pelo excelente campeonato do Boavista, que esteve às portas de ser campeão e ainda pela queda dos históricos G.D da CUF e U. de Tomar, que não mais regressariam ao escalão maior do nosso futebol, entrando num declínio nada condizente com os respectivos historiais.

 

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7/13/2009

Jorge Jesus, o futebolista

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Depois de toda a novela à volta da contratação ao S.C. Braga do treinador Jorge Jesus, pelo Benfica, afinal mais uma de muitas do futebol português, Jorge Jesus, o designado "mestre da táctica" já está a trabalhar ao serviço do Glorioso.
Esta carismática figura do futebol português tem-se distinguido como treinador de um já vasto leque de equipas. Jorge Jesus, teve, no entanto, uma relativa larga carreira e experiência como jogador de futebol, no lugar de médio, predominantemente na posição direita. Curiosamente, num dos cromos abaixo representados ao serviço do Riopele, é indicado como avançado. Quem o viu nos relvados, diz ter sido um jogador como centenas de outros, mediano quanto baste, mas a ter em conta alguns dos clubes por onde passou, nomeadamente o Sporting, o Belenenses, o Vitória de Setúbal e U. de Leiria, deduz-se que não terá sido assim tão vulgar, correspondendo a outras apreciações que o consideravam um jogador discreto, é certo, mas com boa qualidade técnica.


Jesus teve a sua formação no Sporting e depois, já como sénior, na época 73/74, foi cedido ao Peniche, a militar então na 2ª Divisão Nacional, e na época seguinte, 74/75, foi emprestado ao Olhanense (agora de regresso ao escalão maior do futebol lusitano). Regressa a Alvalade na época seguinte, não se conseguindo impor ( realizou 12 jogos, dos quais apenas 1 como titular), pelo que de seguida foi dispensado, rumando ao vizinho Belenenses, onde jogou em 76/77. O clube do Restelo tinha nessa altura um excelente plantel pelo que Jesus também não conseguiu singrar; Seguiu-se uma passagem pelo carismático clube fabril, o  Riopele, acabado de subir ao escalão principal, onde esteve na época 77/78. O Riopele não se aguentou e desceu à 2ª Divisão e na época seguinte Jesus acabou por ir para o Alentejo ao serviço da Juventude de Évora, na 2ª Divisão. Na época posterior, em 79/80 já estava na cidade do Lis ao serviço da U. de Leiria (que subiu de divisão nessa época) e em 80/81 fazia parte do plantel do V. de Setúbal, onde se manteve por 3 épocas, situação inédita, contrariando as anteriores e curtas ligações de apenas uma época. Seguiu-se um regresso ao Algarve, concretamente ao S.C. Farense que serviu na época 83/84.

Já numa fase descendente da sua carreira, como é normal no futebol, alinhou ainda ao serviço do clube da Tapadinha, o Atlético Clube de Portugal, na época 84/85.
Finda a época, um novo salto para Jesus que entrou ao serviço do Estrela da Amadora (clube da sua terra, então na 2ª Divisão),  e por ali se aguentou durante duas épocas. Segue-se uma passagem pelo Benfica de Castelo Branco (então na 3ª Divisão Nacional) e põe fim à carreira na época posterior ao serviço do Almancilense, novamente no Algarve.

A sua paixão pelo futebol não termina com o pendurar das chuteiras, enveredando de seguida pela carreira de treinador, cujo percurso é iniciado ao serviço do Amora F.C., seguindo-se o Felgueiras, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Moreirense, U. Leiria, Belenenses, Braga e, actualmente, Benfica).

Não deixa de ser curiosa a sua ligação como treinador a alguns clubes onde foi jogador, como o Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, U. de Leiria e Belenenses. Quem se seguirá?

Para ilustrar parte dessa carreira como futebolista, ficam aqui alguns cromos soltos dedicados ao Jesus, hoje uma incontornável figura do nosso futebol.

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