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7/13/2017

É Verão para as meninas


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No Verão de 1964 as meninas podiam vestir da forma que a imagem nos mostra. Elegantes e fresquinhas, mas um pouco mais tapadas do que as meninas da actualidade. Tempos…

7/22/2016

Toraylon - Fibra acrílica


Cartaz publicitário de 1965 à fibra acrílica TORAYLON.

De origem japonesa, a empresa Toray Industries, Inc, fundada em 1926, continua a dar cartas e, conforme se pode ler no site, "...O grupo combina a nanotecnologia em suas operações, usando química orgânica sintética, química de polímeros e biotecnologia como suas principais tecnologias. Além dos negócios básicos de fibras e têxteis e plásticos e produtos químicos, a Toray também promove o desenvolvimento global de produtos relacionados a TI, materiais compostos de fibra de carbono, produtos farmacêuticos e médicos, meio ambiente e engenharia, incluindo tratamento de água e progresso em outras áreas essenciais de negócios."

7/20/2016

Pullover em Dralon


Novamente um cartaz publicitário à fibra têxtil Dralon. Publicado em 1965.
Desta vez as virtudes da fibra num moderno pullover usado por uma jovem.

4/03/2016

Crimplene - Têxteis

- Cartaz publicitário do ano de 1974 alusivo aos têxteis Crimplene da ICI. Como curiosidade o facto do modelo que enverga a fatiota ter ares do fadista António Pinto Basto, então com 22 anos. Se calhar é mesmo só parecença...

aqui falamos no Crimplene.

3/19/2014

Terylene – A moda mundo

 

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- Cartaz publicitário de 1974

 

Terylene, da ICI, é uma das várias fibras sintéticas que vieram revolucionar o mundo dos tecidos e da indústria têxtil sobretudo nos anos 50 e 60.

Terylene, tal como o Dracon e o Poliéster, tem como base o tereftalato de polietileno – PET, com origem nos anos 40.

Depois do seu auge, o vestuário em fibras sintéticas caíu em relativa má fama, pelo desconforto face às fibras naturais mas nos últimos tempos têm recuperado dessa má imagem com o aparecimento de micro-fibras de poliéster como sinónimo de qualidade e luxo.

6/04/2013

Camisas Choice – A camisa da geração actual

 

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Cartaz publicitário da segunda metade da década de 1970.

Não conseguimos obter pormenores sobre esta camisa, a marca e o fabricante, mas não deixa de ser interessante, parece-nos.

Nessa altura, quanto a camisas, dominavam em termos de popularidade a “Triple Marfel”, “Rosa Negra” (também da Triple Marfel), Yves Saint Laurent e outras mais.

Esta Choice, a avaliar pelo cartaz e pelos modelos nele apresentados, destinava-se de facto à nova geração. Mesmo hoje em dia ficavam “a matar” a alguns cantores pimba da nossa praça e até mesmo ao inconfúndível Paulo Futre sempre com as suas camisas espampanantes.

8/23/2011

8/19/2011

Vestuário – Roupas dos anos 60 - XX

 

No Verão de 1967, portanto há quarenta e poucos anos, estes eram alguns dos modelos de vestidos indicados para as raparigas usarem nos quentes dias estivais.

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12/16/2010

Vestuário – Roupas dos anos 60 - XVII

 

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(clicar para ampliar)

Vejam com que elegância se vestiam os meninos e meninas em meados dos anos 60.
É claro que hoje em dia continua-se a vestir com elegância e bom gosto, tanto nos rapazes como raparigas, mas um certo estilo hip-hop, sendo uma moda e tendência própria dos tempos, em rigor prima pelo desleixo e mau aspecto. Assim temos as calças super-largas, com a zona do traseiro a andar pelo joelhos, com a cinta muito baixa, a permitir a paisagem das cuecas, nem sempre lavadas, e até mesmo parte das nádegas descobertas. Ainda as camisas por cima das t´shirts, t´shirts por cima das camisas,  t´shirts muito estampadas, se possível com os logos das marcas e por aí fora. Os cabelos, de um modo geral compridos e com umas ondulações desnorteadas tipo como quem acaba de dormir num palheiro ou de saír do meio de um furacão. Yahh. Tá-se bem man. Curte aí. Cena bué de fixe.


Esta, como outras modas no passado, até mesmo nos anos 60 e 70, vão acabar por passar e a ela outra sucederá, mas certamente sempre que afinada por uma das características que tem marcado a moda juvenil nas últimas décadas, que é a de uma certa afirmação baseada no non-sense, na contra-linha ou desalinhamento em que o os parâmetros principais, não são o conforto, o bom gosto e a elegância, enquanto atributos do vestuário, mas sim o tal status de revolta, de irreverência e alinhamento por certas carneiradas marginais onde quem se veste, na acepção do termo, não passa de um betinho ou de um filhinho-de-papá.


Por outro lado, numa era de plena globalização, em que um peidinho dado algures nos antípodas ao fim de 5 minutos soa estrondosamente num qualquer ecrã de computador do lado oposto do globo, algumas modas ou tendências podem nascer do nada ou apenas como contágio ou seguidismo momentâneo de um qualquer ídolo da música, cinema ou desporto.
Deste modo, é só o puto Justin Bieber lembrar-se de começar a andar de kilt escocês...ou o Cristiano Ronaldo começar a usar cueca de fio-dental...


Sinais dos tempos.

 


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7/20/2010

A Comunhão Solene ou Profissão de Fé

 A Comunhão Solene, ou Profissão de Fé, é uma rito ou celebração do percurso da Catequese dos fiéis da Igreja Católica e que ocorre sensivelmente por volta dos 10 ou 11 anos das crianças, pré-adolescentes. Actualmente creio que essa etapa está relacionada com o 6º ano de catequese.
A Profissão de Fé, em traços gerais, pretende ser uma confirmação ou o consentimento próprio, livre e individual de cada cristão face aos compromissos antes assumidos pelos pais e pelos padrinhos aquando do sacramento do Baptismo. Será assim o renovar do compromisso, o professar da sua própria fé perante Deus, perante si próprio e perante a comunidade. Por isso, um rito fundamental da celebração é o Credo, em que todos juntos, mas em nome individual, cada participante compromete-se a renunciar ao mal simbolizado por Satanás e depois profere e exclama a sua crença na fé em Deus e na Sua Igreja.

Esta celebração nos dias de hoje continua a ser importante e regra geral é motivo de festa na comunidade paroquial e nas famílias e para além da componente cerimonial, dá lugar a um lauto banquete.
Verdade se diga, apesar dessa mesma importância, muita coisa mudou e, no caso, para pior. Por regra realiza-se nos meses de Verão (Junho, Julho e Agosto).
Recordo-me perfeitamente do ano de 1973, quando num Junho muito quente, a 21, Dia de Corpo de Deus, juntamente com cerca de três dezenas de crianças entre rapazes e raparigas, vivi a minha Comunhão Solene. De facto foi um dia inesquecível, o culminar de uma longa preparação, com os 4 anos de catequese, a aprendizagem da doutrina que dava lugar a um exame escrito e oral realizado pelo pároco e os exigentes ensaios preparativos da cerimónia que incluiam cânticos, desfile em procissão e alguns discursos de ocasião. Recordo-me que ao lado de uma colega, e alternadamente, li a chamada Oração Universal ou Oração dos Fiéis, para além de ter cantado a solo um refrão de um cântico.

O dia da Comunhão Solene na minha aldeia, e até recentemente, por ser pequena, realizava-se apenas de 2 em 2 anos juntando em média cerca de 30 crianças. Por essa época e durante mais alguns anos, era de facto um dia de festa vivido de forma especial e que envolvia não só as crianças e famílias mas toda a comunidade.
Uma das etapas da cerimónia, logo pela manhã, consistia no ponto de encontro junto a uma capela existente num dos lugares altos da aldeia e depois um desfile encabeçado pelos “anjinhos” (crianças pequenas vestidas de anjinhos com tule colorido e com asas nas costas e aura de flores na cabeça) até à igreja matriz . Já na parte da tarde, depois do almoço, era rezado o terço cerimonial na igreja matriz e de novo uma procissão, tradicionalmente organizada, acompanhada por Banda de Música, rumando até à capela  onde perante a figura de Nossa senhora, uma menina fazia um discurso de agradecimento. Depois a procissão, com a mesma pompa e circunstância, mas já com alguns “anjinhos” de asa caída, regressava de novo à igreja matriz onde terminava a cerimónia com o bonito rito da oferta dos ramos de flores a Nossa Senhora. Diga-se que a capela está afastada da igreja matriz cerca de 1,5 Km. Era assim um dia em cheio e cansativo.

Mas dizia que toda a comunidade se envolvia e com a devida antecedência, as mulheres organizadas por lugares, preparavam os enfeites, que consistia em fabricar flores de papel colorido e adornar com papel recortado centenas de metros de corda que depois serviriam para adornar o trajecto da procissão entre a capela e a igreja matriz. Os homens, na véspera da festa, tratavam de instalar os mastros com bandeiras nas bermas da rua do percurso, sendo a estes afixadas as decorações feitas pelas mulheres e nas bases dos mastros eram também afixadas folhas de palmeira às quais eram penduradas as flores de papel. O chão era enfeitado com plantas verdes, alecrim e rosmaninho.

Para além de tudo, e ao contrário do que hoje em dia acontece, havia muita simplicidade e autenticidade em tudo o que se fazia. As crianças regra geral íam vestidas de cerimónia mas de forma modesta. Os vestidos das meninas, quase sempre alugados,  eram sempre brancos mas muito simples e homogéneos. Os rapazes levavam um simples fato mas com o casaco coberto por uma alva ou opa branca. Hoje em dia é o que se sabe, com autênticos desfiles de vaidades onde cada criança, sobretudo as raparigas, procuram exibir a importância social dos pais, com autênticos vestidos de noivas, complexos e demasiado caros, penteados elaborados e adornos desnecessários como colares, pulseiras, relógios e anéis. É verdade que ainda há paróquias que lutam contra estas “feiras de vaidades” e todas as crianças vão vestidas com hábitos todos iguais, mas no geral a cerimónia da Comunhão Solene está transformada num acto de exibicionismo num desfile de modelos, mais virada para o exterior, para a imagem e menos para o essencial à luz da vertente religiosa e espiritual.

Por outro lado, nessa altura o almoço de festa era realizado em casa, juntando-se à família os padrinhos e alguns familiares mais próximos e a melhoria do repasto poderia passar pela matança de um galo e pela compra de 2 Kg de carne de vaca num dos raros talhos das redondezas. A dona de casa também confeccionava um doce e uma ou outra lambarice. Hoje em dia organizam-se aparatosos banquetes, tanto em restaurantes como (seguindo a moda e a tendência) em quintas e espaços de eventos onde se servem caríssimos e pomposos copos de água, à laia do que é norma em casamentos.
Como prenda, e seguindo-se a tradição, recebi de meu padrinho/avô, um belo relógio Cauny Prima e 25 tostões de um ou outro familiar que poucas semanas depois gastava em lambarices na festa anual da aldeia. Quanto às raparigas recebiam por norma dos padrinhos uma volta ou pulseira de ouro ou mesmo uns brincos. Relógio para as meninas era mais raro.
A pretexto de toda esta recordação, publico uma ilustração do final dos anos 60 com vários modelos de vestido de menina para a cerimónia da Comunhão Solene e alguns dos tradicionais “santinhos” alusivos à cerimónia.

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Os tradicionais santinhos oferecidos na Comunhão Solene.

6/23/2010

Vestuário – Roupas dos anos 60 - XVI

 

Voltamos à memória de roupas dos anos 60, novamente com modelos para crianças. Como já estamos em pleno Verão, com o calor, a praia e o mar como elementos comuns e apetecíveis, estes modelos de vestuário, onde é marcante a simplicidade, reflectem este tão apetecido período do ano, tanto nos anos 60 como hoje, tanto para as crianças como para os jovens e adultos.

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(clicar nas imagens para ampliar)

3/09/2010

Vestuário – Roupas dos anos 60 - XV

 Voltamos a um tema muito saudoso de muitos dos nossos habituais visitantes, que é o das nostalgias das características roupas dos anos 60, nomeadamente os modelos de crianças, no caso aconselhados para o mês de Março, habitualmente o mês dos últimos frios e dos primeiros dias quentes, e com os dias já a cheirar a Primavera. Como sempre, como principal tónica, a simplicidade dos respectivos cortes.

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