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8/31/2015

Obras infantis de António Sérgio

Hoje trago à memória os quatro volumes das histórias infantis de António Sérgio, edição da Sá da Costa, de 1978, com belas ilustrações de Luis Filipe de Abreu.
Pelo que pude pesquisar, estas histórias do autor, tiveram edições anteriores, pela mesma editora, com trabalhos de outros ilustradores, nomeadamente de Mily Possoz.
São quatro volumes:
I - Os dez anõezinhos da tia verde-água
II - Os conselheiros do Califa e outros contos
III - Na terra e no mar
IV - Contos gregos

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6/17/2014

Exposição dos pintores Margarida e Filipe Abreu

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Tive o privilégio de receber um convite da Galeria S. Franciso (Rua Ivens, 40 – Lisboa) para participar na inauguração da exposição conjunta dos pintores e irmãos Margarida de Abreu e Filipe Abreu, que se realiza neste Sábado, dia 21 de Junho, das 15:00 às 19:00 horas.

De realçar que Margarida (Lisboa – 1966) e Filipe (Lisboa 1970) são filhos do ilustre e conceituado artista plástico Luis Filipe de Abreu, que por diversas vezes já aqui temos feito referência, desde logo porque foi um dos ilustradores dos belos livros de leitura da primeira e segunda classes da escola primária pelos quais  eu e muitos milhares de portugueses aprenderam a ler e a escrever. Mas claro que a grandeza artística de Luis Filipe de Abreu é deveras mais basta e multifacetada.

Dada a distância, não poderei marcar presença, mas sinto-me honrado com o convite e triste por não poder apreciar in loco os trabalhos daqueles irmãos pintores que certamente terão algumas influências comuns de seu pai, até porque estamos certos que estes “filhos de peixe sabem nadar”.

11/21/2013

A filha do lavrador

 Do meu querido livro de leitura da segunda classe, fica aqui a memória de uma das belas histórias ali contidas, ilustrada pela mão genial do grande artista  Luis Filipe de Abreu que com a Maria Keil dividiu a tarefa da ilustração.

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8/08/2013

Passarola Voadora


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 Rezam as crónicas que neste dia de 8 de Agosto, em 1709, portanto há precisamente 304 anos, o padre português Bartolomeu Lourenço de Gusmão, depois de algumas prévias experiências falhadas, fez subir o seu balão ou balonete de ar na Sala de Audiências do Palácio Real. O engenho subiu lentamente até ao tecto onde se manteve por algum tempo e depois desceu suavemente.

As experiências continuaram posteriormente, já no exterior e com aparelhos maiores, tendo sido devidamente testemunhadas por pessoas idóneas, pelo que este feito ficou registado para a História como pioneiro no longo percurso do sonho do homem em poder voar. Apesar disso, a capacidade de elevar um objecto com pessoas a bordo está documentalmente atribuída aos irmãos franceses Jacques e Joseph Montgolfier. Este feito também é considerado a Bartolomeu de Gusmão, já que se diz que terá voado  cerca de 1 km entre o Castelo de S. Jorge e o Terreiro do Paço, em Lisboa, mas de facto faltam as provas que o atestem.

Seja como for, este feito atribuído e reconhecido ao padre jesuíta, nascido em Santos, no Brasil, então colónia portuguesa, mereceu-lhe um lugar na História da Aviação e o seu engenho foi posteriormente desenhado de forma fantasiosa, quase como uma nave, em formato de grande pássaro, pelo que ficou conhecido como Passarola Voadora. Na realidade não se sabe ao certo o formato adoptado, sendo plausível que tivesse sido semelhante ao utilizado pelos franceses uns anos mais tarde.

Quanto à Passora Voadora ela acabou por ficar um pouco no nosso imaginário colectivo e com frequência era citada em manuais escolares, como nesta página do meu livro de leitura da segunda classe, sobre os caminhos do ar, numa bela ilustração de Luis Filipe de Abreu. Também quem não se lembra do poema “Pedra Filosofal” de  António Gedeão, passada para uma bela canção por Manuel Freire, em que é citada a Passarola Voadora?


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8/29/2012

Livros de leitura da primeira e segunda classes – Informações complementares

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A propósito do trabalho gráfico e artístico de Luis Filipe de Abreu e Maria Keil nos livros de leitura da primeira e segunda classes da escola primária, que no final dos anos 60 até meados dos anos 70 marcaram indelevelmente algumas gerações de portugueses, consegui, neste documento "DISSERTAÇÃO APRESENTADA À FACULDADE DE ARQUITECTURA DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA PARA OBTENÇAO DO GRAU DE DOUTOR EM DESIGN”, uma interessante entrevista que Luis Filipe de Abreu concedeu a Ana Margarida de Bastos Ambrósio Pessoa Fragoso, em Abril de 2005, onde explica como aconteceu esse trabalho a “quatro-mãos de duas gerações diferentes”.
Luís Filipe de Abreu:
(…) A Maria Keil também teve uma intervenção bastante importante. Há muitos desenhos dela, muita ilustração, e já com um toque muito moderno que se distanciava muito do que era feito vulgarmente. A Maria Keil foi muito tocada pelo Fred Kradolfer e segue essa linha logo desde muito nova. A título de curiosidade, refiro um encontro que não deixa de ser curioso analisado a esta distância. A Maria Keil tem mais anos do que eu, fez no ano passado 90 anos, mas por altura dos anos 60 e a propósito dos livros didácticos, dos livros escolares, eu trabalhei com a Maria Keil.
Entrevistadora: Mas o resultado é positivo. Eu, pelo menos, tenho uma memória muito agradável destes livros.

Luís Filipe de Abreu:
Foi um trabalho feito a meias. Umas ilustrações de Maria Keil e outras minhas. (Mostrando um desenho): Este desenho é meu, aliás estão aqui já os meus filhos. Aparecem várias vezes no livro. A ideia do Ministério era lançar um livro único, ao alcance de todas as bolsas. Toda a gente dizia muito mal por ser um livro obrigatório mas, no fundo, era uma medida económica que permitia levar um livro de uma certa qualidade a todos os níveis: O da Segunda Classe custava 22$50 e o da Primeira Classe custava 16$00 ou coisa assim parecida.
Entrevistadora: Lembra-se da editora?

Luís Filipe de Abreu:
Várias. Entre elas esta, que não conheci, a Atlântida. Agora, fizeram reedições destes livros. Isto vinha a propósito dum encontro de gerações. Naquela altura o Ministério resolveu modificar e alterar os livros escolares porque os que havia estavam desactualizados. Fizeram concursos de textos para novos livros, concorreu gente muito boa como, por exemplo, esta equipa constituída por Judite Vieira, Manuel Ferreira Patrício e o Silva Graça (note-se que esta J. Vieira não era a conhecida escritora). Com o livro da Primeira Classe aconteceu também uma coisa semelhante: eram pedagogos muito activos, muito preocupados com coisas de ordem educacional e social. Fizeram um concurso para ilustração. Então o Lino António aconselhou a comissão com vistas à ilustração e apareceu o nome inevitável da Maria Keil, e o meu, que em 1968 era um rapaz novo mas que estava naqueles passos. Então resolveram esta coisa um bocado inesperada, de juntar os dois nomes num livro. Nós não achámos muito bem quando fomos abordados, porque considerámos um trabalho de difícil solução. Falei com a Maria Keil e concluímos: “Vamos experimentar” e resolvemos aventurar-nos. Se por um lado criou uma certa variedade, por outro lado criou certo embaraço aos dois. Eu acho que fizemos isto com a minha descontracção e com a boa vontade, o talento e a tolerância da Maria Keil.
-Entrevistadora: Mas o resultado é positivo. Eu, pelo menos, tenho uma memória muito agradável destes livros.
Luís Filipe de Abreu:
O resultado é bom em relação ao que se fazia e acho que foi positivo porque em 1968 mandámos imagens destas para os confins do nosso país. Acho que foi um grande sucesso. O que não deixa de ser curioso foi ser um livro feito a quatro mãos de duas gerações diferentes. O da Segunda Classe é mais bonito do que o da Primeira Classe. Tivemos imensas limitações técnicas porque nos foi dito que queriam uma edição muito barata. A Maria keil propôs o uso de cores directas, não utilizando a quadricromia, estava muito apostada nessa ideia das cores seleccionadas para a tipografia simples. Mas nessa altura os editores já entendiam que o offset era mais rentável. Tinham razão, mas resultou em desfavor dos originais no que se refere às cores. O segundo livro já foi feito para litografia mas as ilustrações também não correspondem aos originais.
Entrevistadora: Uma nova tecnologia de impressão, um novo problema.
Luís Filipe de Abreu:
Sim e aqueles originais que tinham sido feitos a pensar em cores directas, seleccionadas, que dariam um carácter que era muito usual nessa altura, sobretudo nos livros estrangeiros que apareciam, muito bonitos, transformaram-se num livro feito em offset com as cores mais imponderáveis, onde um tom tanto poderia ser verde, como castanho, como encarnado. Havia diferenças de impressor para impressor e os impressores preferidos foram, mesmo, os mais baratos embora tivéssemos feito recomendações para isto ser feito numa boa impressora. Uns foram em Coimbra, outros foram para o Porto, outros foram para Lisboa (…)
Informações complementares sobre a realização dos livros de leitura da primeira e segunda classes por Luis Filipe de Abreu e Maria Keil (1)
 
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Luis Filipe de Abreu Maria Keil

Além das ilustrações respeitantes ao conteúdo de ambos os livros, também os arranjos das capas e os lay-outs de paginação geral fizeram parte da tarefa dos dois autores, Maria Keil e Luis Filipe de Abreu. Habitualmente fala-se só de ilustrações, o que não é tudo...
Estes autores apresentaram a composição dos textos de todas as páginas dos livros (incluindo os índices, no caso do livro da 2ª classe). Só assim se poderia concretizar o plano gráfico total e assegurar os espaços reservados a ilustração e texto, a inclusão de caracteres caligráficos, por vezes com cor vermelha, etc. Foram apresentadas laboriosas maquetas absolutamente completas da montagem dos referidos textos. As composições dos textos foram reproduzidas dessas maquetas feitas pelos ilustradores.

No caso do livro da segunda classe houve também que "desenhar" as cartas caligráficas simulando quatro diferentes estilos de letra de escrita manual. Este trabalho meticuloso e paciente foi feito pela Senhora Gracinda Ribeiro de Abreu, professora de Educação Visual.
Também neste livro as páginas de anotação musical foram produzidas por pessoa profissional desse domínio.
As capas foram desenhadas por Luís Filipe de Abreu com ilustrações de Maria Keil no da primeira classe, e de ambos no da segunda classe. As guardas deste foram criação de Maria Keil.

No geral e no que diz respeito ao design, paginação e montagens, grande parte das tarefas foram realizadas por Luís Filipe de Abreu, experiente nesse sector, sempre em acordo com Maria Keil. Daí resultou um equilíbrio na divisão do trabalho que não pode ser medido com rigor mas que esteve sempre no pressuposto da harmonia da relação amiga levando em conta as disponibilidades e apetências de cada artista. A colaboração com os autores dos textos considerada desejável, acabou por ficar reduzida a poucos contactos iniciais, dada a extensão, a complexidade do trabalho e o reduzido tempo estabelecido para a realização.

O convite do Ministério da Educação Nacional foi dirigido aos artistas através do Professor Pintor Lino António (então director da Escola António Arroio), membro da Comissão do Livro Único, presidida pelo Dr. Gomes Branco. Com ambos houve alguns contactos durante o trabalho mas sem qualquer interferência no desenvolvimento do plano artístico.

(1) Informações prestadas pelo próprio Luís Filipe de Abreu

6/19/2012

Luis Filipe de Abreu – Artista plástico

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Luís Filipe de Abreu, artista plástico português - (1935 - Torres Novas)

Professor Catedrático da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Membro efectivo da Academia Nacional de Belas-Artes . Desempenhou funções de consultor artístico e técnico no domínio das artes visuais e design junto de entidades públicas, privadas e organismos do Estado.
Tem desenvolvido actividade artística em campos muito diversificados da pintura e do design. Trabalhando em continuidade junto de empresas especializadas em técnicas gráficas de alta precisão e segurança para a produção de notas de banco, obteve elevado nível de especialização neste difícil e raro campo de actividade.
É presença frequente em exposições colectivas (Pintura, desenho, tapeçaria, serigrafia, filatelia, medalhística).

Actividade profissional diversa:
Pintura de cavalete (óleo, acrílica, aguarela: Representado em colecções particulares nacionais e estrangeiras e em numerosos edifícios públicos.

Pintura integrada em espaços arquitectónicos, (murais realizados a têmpera de ovo, de caseina, encáustica, etc): Hotéis Ritz, Fénix, Mundial, em Lisboa; Hotéis Alvor-Praia, Delfim, no Algarve; paquete Infante D.Henrique; Edifício Telecomunicações, Funchal; Banco Fonsecas & Burnay em Lisboa e Fundão.

Vitral: Academia Militar, Lisboa; Hospital Regional de Portalegre; Museu da Fundação Medeiros e Almeida, Lisboa; Hotel Eden, Estoril.

Cerâmica (painéis de azulejos ): Hospital Regional de Portalegre; Quinta das Flores, Cascais; Edifício das Telecomunicações, Funchal; Caixa Geral de Depósitos, Cova da Piedade; Praça 5 de Outubro, Torres Novas; Metropolitano de Lisboa, Estação Saldanha I.

Tapeçaria: Hotéis Alvor-Praia, Alvor; Madeira Palácio, Funchal; Capitol, Lisboa; Altis, Lisboa; Delfim, Alvor; Companhia de Diamantes de Angola; Banco Pinto & Sotto Mayor, Porto; Casino da Praia da Rocha (act.Lisboa); Tribunal Militar de Elvas; Dan Cake Portugal; Manufactura de Portalegre; Banco de Portugal, Edif.Almirante Reis Lisboa; CTT, sede em Lisboa;

Ilustração: Obra muito vasta distribuida principalmente pelas áreas jornalismo e editorial. (Diário Popular, Diário de Lisboa, A Ilustração, outros, Revista Colóquio, Almanaque, revistas e boletins empresariais, etc); ilustração institucional e publicitária de prestígio (Sacor, Petrogal, Tap, TV-Caron, Instit. do Café, painéis em exposições em Portugal e estrangeiro, etc); ilustração editorial (Bertrand, Sá da Costa, Estúdios Cor, Ulisseia, Convergência, Inquérito, Círculo de Leitores, Philae, etc.); várias dezenas de capas; destaque para obras de Aquilino Ribeiro, José Rodrigues Miguéis, António Sérgio, Dostoyewsky, Puskin, Eça de Queiroz, D.H.Lawrence, Gil Vicente, Fernão Mendes Pinto, Lendas de Portugal, Livros de Leitura de 1ª 2ª Classe ( com Maria Keil);

Design gráfico: Concepção de edições especiais de livros e publicações várias (Fund. Gulbenkian, Sacor, Petrogal, Grupo Cuf, etc.); criação de logotipos e símbolos gráficos (Galp, IPPAR, (vários prémios em concursos);

Cenografia: Criação de cenários e figurinos para teatro, ópera e bailado.

Medalhística: Criação de cerca de 120 medalhas.

Desenho de selos postais: Criação de mais de cento e quarenta originais para selos postais, alguns premiados em concursos; em Outubro de 2001 a Março de 2002 a Fundação Portuguesa das Comunicações promoveu uma exposição de grande parte dessa produção; a mesma exposição esteve posteriormente patente no Funchal, Madeira.

Desenho fiduciário: Desde 1980 até finais dos anos noventa produziu o design e a ilustração integral de 12 notas emitidas pelo Banco de Portugal, além de outros projectos.

Alguns dos trabalhos:

luis filipe de abreu - voo nocturno

- Voo Nocturno – pintura

luis filipe de abreu - castor e polux

- Castor e Polux – pintura

luis filipe de abreu - arvore

- Árvore – pintura

luis filipe de abreu - barcos

- Barcos – pintura

luis filipe de abreu - ferragudo

- Ferragudo - pintura

luis filipe de abreu - o rapto de helena

- O Rapto de Helena – pintura

luis filipe de abreu - venus frente ao sol

- Vénus Frente ao Sol – pintura

luis filipe de abreu - pintura - jacob e o anjo

- Jacob e o Anjo – pintura

luis filipe de abreu - pintura - morte de siegmund

- A morte de Siegmund - pintura

luis filipe de abreu - retrato h einemann

- Retrato H. Einemann - pintura

luis filipe de abreu - tapecaria alvor
- Tapeçaria

luis filipe de abreu - tapecaria banco portugal

- Tapeçaria

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luis filipe de abreu - nota 2000 2

5000 escudos antero de quental santa nostalgia

5000 escudos vasco da gama santa nostalgia

- Desenho fiduciário

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- Selos

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- Ilustrações

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- Capas de livros

- Tenho por Luís Filipe de Abreu uma admiração que remonta à minha infância, precisamente a partir da altura em que pela primeira e segunda classes da escola primária, tomei contacto com os livros de leitura (primeira e segunda), com fantásticas ilustrações deste artista e da Maria Keil que, já com saudade, nos deixou há escassos dias, depois de uma longa vida dedicada às artes plásticas.
Desde então, sempre fui um entusiasta da obra destes dois artistas, de modo especial do Luís Filipe, pelo deslumbramento da composição, da plasticidade das formas, da geometria das cores e sombras, do traço e pinceladas numa aparência descuidada mas profunda. Mas mais do que as palavras, é a emoção que cada pintura ou ilustração provoca.
Há pouco tempo tive o privilégio de contactar o Luís Filipe de Abreu e foi com natural satisfação que vejo que apesar dos seus cabelos brancos, ainda está pleno das suas capacidades artísticas, continuando a aumentar a sua extensa obra nas mais diversas vertentes como acima se demonstra nas notas biográficas.
Este artigo é assim um simples reconhecimento que me merece o artista imenso que é o Luis Filipe de Abreu. Aos poucos este artigo será melhorado sobretudo com a publicação de algumas amostras do muito que criou. É mais do que justo que, face a poucas referências existentes na web, que não no meio artístico, onde todos lhe reconhecem o génio, seja aberto um espaço onde se dê a conhecer um pouco mais deste fantástico artista português e do mundo.

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