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5/20/2016

James Stewart





Passam hoje 108 anos sobre o nascimento de James Stewart, actor norte-americano (Indiana, 20 de maio de 1908 – Los Angeles, 2 de julho de 1997). Foi um actor de eleição, tanto no cinema como no teatro e televisão.

Da sua vasta filmografia ao longo de mais de meio século, as minhas memórias vão principalmente para as suas interpretações em filmes western, de resto traduzidas numa das populares colecções de cartões (cromos) de cowboys que pelo final dos anos 60 eu e a malta da minha geração coleccionava. Recordo "A Conquista do Oeste", "Flecha Quebrada"  e "Winchester 73", entre outros. Fora da temática do western, recordo "Janela Indiscreta", de Alfred Hitchcock e "Águia Solitária - The Spirit of St. Louis" em que recria a façanha aeronáutica de Charles Lindberg ao fazer a travessia do atlântico norte.

 Nota: O fotograma que deu lugar ao cromo acima reproduzido (Nº8 de uma colecção de 99) foi extraído do filme "Flecha Quebrada" (Broken Arrow), de 1950, a que se referem também as outras duas imagens que ilustram este artigo. Abaixo o poster oficial do filme.


4/22/2016

Matt Marriot–Tony Weare

 

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Da Banda Desenhada que lia pelos anos 70 e por aí fora, no que a cowboyadas diz respeito, tenho para mim como das melhores as aventuras de Matt Marriot, do autor inglês Tony Weare (1912-1994).
As aventuras deste cowboy, sempre acpmpanhado pelo seu companheiro Luke "Powder" Horn, com o seu característico chapéu militar, foram publicadas no diário inglês London Evening News, no clássico formato de tiras diárias e a dominicais. A sua publicação teve início no ano de 1955 e terminou em 1977, 22 anos depois. As histórias eram escritas por Jim Edgar

Em Portugal Matt Marriot andou sobretudo pelas páginas da revista Mundo de Aventuras, da colecção Tigre, Condor, Jornal do Cuto, mas outras mais

A arte de Tony Weare é intensa  e expressiva, genial mesmo, de traço inconfundível caracterizado por fortes constrastes de luz e sombras, sobretudo pelo uso de tramas que em muitos dos quadros dispensa e substitui o contorno.

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7/14/2015

Billy the Kid

 

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Passam hoje 134 anos (14 de Julho de 1881) sobre a morte de Billy the Kid, famoso pistoleiro e fora-de-lei do velho oeste americano. Foi morto pelo xerife de Lincoln, Pat Garrett, que por sua vez viria também a ser assassinado com tiros uns anos mais tarde.
A figura de Billy the Kid está fortemente ligada ao mítico farwest americano e como uma das suas incontornáveis figuras lendárias, tem sido motivo e pretexto para inúmeras obras musicais, cinema, televisão e banda desenhada onde nesta, entre muitas revistas, deu título a uma das aventuras do não menos famoso Lucky Luke, de Morris e Goscinny.

Segundo a lenda, Billy terá assassinado 21 homens, tantos quantos o seu número de anos de vida.Todavia, em concreto apenas foram registados os relatos de quatro mortes. A lenda e a fama certamente que extrapolaram os números e aspectos da sua curta mas recambolesca vida.

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2/26/2015

Buffalo Bill

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Passam hoje 169 anos sobre o aniversário de nascimento de William Frederick Cody (Iowa, 26 de fevereiro de 1846 — Denver, 10 de janeiro de 1917), que ficou conhecido para a História como Buffalo Bill, uma lendária figura e pioneiro do velho oeste americano.

Pela sua vida real, dizem que também inclui aspectos menos apreciáveis, como a exagerada caça ao búfalo e respectivas consequências danosas para os nativos que dependiam desta animal, e por isso muito para além do que realmente fez, os filmes, a televisão e sobretudo a Banda Desenhada, transformaram-no num herói mítico, numa mistura indissociável de pioneiro e cowboy. Por isso, sobretudo para as gerações de 40 a 70, que encontravam nesses meios de entretenimento e cultura as suas referências, Buffalo Bill é sinónimo de aventuras, índios e cowboys actuando nas inolvidáveis e imensas paisagens do velho oeste americano.

Fruto da realidade ou fantasia, é indubitavelmente, uma das figuras que faz parte das memórias infanto-juvenis de várias gerações, em que me incluo.

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6/15/2010

Lone Ranger – O cavaleiro solitário – O Mascarilha - Zorro

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Hoje trago à memória o lendário LONE RANGER, em português conhecido como O CAVALEIRO SOLITÁRIO. Também como O Mascarilha e Zorro.

Reza a história do herói Lone Ranger que John Reid fazia parte de um grupo de "Rangers", liderado pelo seu irmão e capitão Dan Reid, que um dia sofreu uma traiçoeira emboscada inimiga da quadrilha de Butch Cavendish.  John, apesar de bastante ferido a ponto de ser dado como morto pelos bandidos, foi o único sobrevivente e mesmo assim graças a um índio que por ali passou, o descobriu e tratou dos seus ferimentos e recuperação. Esse índio era TONTO, presumivelmente da tribo Potawatamie.
Desde essa altura, John Reid decide vingar-se dos seus colegas  e do irmão Dan que fazia parte do grupo atacado e passa a assumir a identidade de Lone Ranger, O Cavaleiro Solitário.  Para manter a ideia geral de que estava morto, é simulado o seu enterramento, e adopta para disfarce a sua mística máscara negra para os olhos, para assim não ser reconhecido e inicia uma luta justiceira combatendo os seus inimigos e foras-da-lei.

Desde essa altura que o amigo índio, Tonto, também conhecido por Kemo Sabe, com o seu cavalo Scout, passa também a ser o seu inseparável companheiro, pelo que a terminologia de solitário acaba por ser um paradoxo.
Outra das emblemáticas características do Lone Ranger é o seu belo cavalo branco, o Silver, e as balas de prata que usa nas suas duas pistolas. Dizem que essas balas eram fundidas com a abundante prata que extraía numa secreta mina que herdara de um velho amigo. Também o incitamento ao seu cavalo ficou popularizado. Hi-Yo, Silver, awaaaay

A figura de Lone Ranger foi criada em 1933 por George W.Trendle com a ajuda do desenhador Fran Striker, para novelas de uma rádio de Detroi. Este show radiofónico durou até 1954.
A popularidade do herói permitiu a sua transposição com sucesso para diversos formatos como a literatura e televisão, incluindo em 1938 uma série de 15 episódios com o título de “The Lone Ranger” e com os actores Lee Powell a desempenhar a figura do “herói” e o Chief Thundercloud no papel do índio Tonto.

Um dos mais emblemáticos e populares formatos foi a série televisiva produzida pela ABC de 1949 a 1957, num total de 221 episódios, com Lone Ranger a ser interpretado por Clayton Moore (169 episódios) e John Hart (52 episódios) e Tonto por Jay Silverheels (221 episódios). Calyton Moore e Jay Silverheels ainda hoje permanecem como os rostos oficias da dupla de heróis.

Famoso ficou também o tema de abertura com a música de fundo extraída de um clássico do compositor italiano Gioachino Rossini, a abertura da ópera Guilherme Tell, que ainda hoje retrata a ideia geral de um cavalo ou cavalaria a galope.

Para além desta série, sem dúvida a mais emblemática, foram realizados vários filmes e até mesmo uma série de desenhos animados que tenho ideia de ter passado entre nós na RTP.

Um dos suportes mais emblemáticos do Lone Ranger foi sempre a Banda Desenhada, os Comics, onde sempre teve muita tradição, tendo mesmo sido desenhado pelo próprio Fran Striker ainda nos anos 30  e seguido posteriormente por outros desenhadores.

Entre nós, a figura mítica de Lone Ranger, popularizada como O Mascarilha, ficou imortalizada na nossa memória também pela Banda Desenhada, nos anos 70, nomeadamente pela revista mensal MASCARILHA, propriedade de Aguiar & Dias, L.da, com distribuição da Agência Portuguesa de Revistas, como suplemento do Mundo de Aventuras e que durou 116 números, de 1972 a 1983. Parte destas histórias retomavam as publicações de outra anterior edição emblemática com origem no Brasil, denominada de ZORRO, publicada nos anos 60 pela EBAL e distribuída em Portugal pela Bertrand, que teve muita popularidade e que em face do seu nome (mal aplicado) o Lone Ranger acabou por ficar mesmo conhecido por Zorro, gerando uma confusão com o herói de capa e espada (Don Diego de La Vega), criação de Johnston McCulley.

Escusado será dizer que o Lone Ranger inspirou muitas das nossas brincadeiras na infância. Da Banda desenhda, consegui guardar algumas dezenas de exemplares da colecção MASCARILHA e da qual abaixo são reproduzidas algumas capas.

Algumas capas da Banda Desenha MASCARILHA:

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Um dos famosos cartões de cowboys, com o Lone Ranger, interpretado pelo Clayton Moore.

- Links:

- Lone Ranger Fan Club

10/18/2009

Colecção 6 Balas – Cow-Boy – Fúria dos Bravos – Gatilho - Livrinhos de cowboyadas

 

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Quem não se recorda dos míticos livrinhos de leitura de histórias de cowboys? Das várias colecções que foram existindo, nomeadamente nos anos 60, 70 e 80, destaco a colecção “6 Balas”, uma edição da Agência Portuguesa de Revistas”, cujo primeiro número foi publicado no final do ano de 1963. Estes livrinhos apresentavam um formato de 85 x 125 mm, com 64 páginas e com meia dúzia de desenhos salteados pelo meio, quase sempre com uma legenda que remetia para uma determinada cena da história.

Antes, porém, desta mítica colecção de livrinhos, a Agência Portuguesa de Revistas, tinha lançado em final de 1961 a colecção “Cow-Boy”. O êxito destas edições levou ao lançamento, em 1965, de uma terceira colecção, a “Fúria de Bravos” e ainda a colecção “Gatilho”, lançada em 1967, ambas com o mesmo formato, estilo e filosofia. Todas estas colecções eram de edição semanal. Desconheço em concreto a data do final destas colecções, mas pelo menos a “Cow-Boy” e a “6 Balas” foram publicadas até meados dos anos 80, portanto até quase ao final da actividade da célebre e histórica editora portuguesa, em 1987.

As histórias publicadas nestes livrinhos nem sempre tinham muita qualidade, até pelo formato que não dava para grandes enredos e desenvolvimentos. Todavia, talvez pela simplicidade, as histórias liam-se de modo relativamente rápido e até conseguiam algum suspense e prender a atenção do leitor.

Sinceramente, pela leitura de ambas, nunca cheguei a perceber em concreto as diferenças das diversas colecções.

Como curiosidade, diga-se que as colecções da Agência reproduziram em determinada altura cromos de algumas colecções também por si editadas. Por exemplo, a colecção “Cow-Boy” e “Gatilho”, chegaram a publicar cromos da colecção “História de Portugal”, desenhados por Carlos Alberto Silva. A colecção “6 Balas” publicou cromos da colecção “Cleópatra” e a “Fúria de Bravos” reproduziu cromos da bela colecção “História de Lisboa”.

Este expediente, que teve seguidores futuros em diversas revistas de banda desenhada, acabou por não resultar muito bem já que poucos coleccionadores queriam destruir as capas dos livrinhos para delas extraír os cromos. Mas pronto, poderia também funcionar como um incentivo à colecção pela via normal, comprando-se os envelopres surpresa contendo os cromos.

Para além das mencionadas edições da Agência Portuguesa de Revistas, existiam outras no mercado de leitura do tema de cowboyadas. Por exemplo, a colecção “Curral”, lançada em 1979, de tiragem quinzenal, com direcção e propriedade de M.E. Alves da Graça. O formato era semelhante às edições da Agência Portuguesa de Revistas, mas um pouco mais alto (85 x 145 mm), com 80 páginas e sem desenhos interiores. 

Com o mesmo formato e filosofia, existia ainda a colecção “Shane”, de edição mensal, com direcção e propriedade de M.A. Duarte. Pelas características semelhantes, e até pela mesma empresa de composição e impressão, suponho que ambas as colecção fossem de uma única origem apesar de proprietários com nomes diferentes. Estas duas colecções indicavam nas capas os autores dos textos. 

Nas outras colecções da APR os autores eram indicados no interior, habitualmente na primeira página, junto à ficha técnica. Pela ausência de data, não consegui apurar a simultaneidade das edições pelo que, à falta de melhor informação, poderá ter algum fundamento pensar-se que a “Shane” pode ter sido uma evolução da “Curral” para edição mensal. É apenas uma suspeição que para o caso nem é importante.

Seja como for, todas estas histórias eram típicas do western americano, com todos os clichés do tema, desde pistoleiros, lutas, duelos, vinganças, ranchos, cidades, amores e desamores, heróis e vilões. Importa referir que norma geral os leitores deste tipo de histórias eram também consumidores de Banda Desenhada na mesma temática, como era o meu caso.

Recordo-me de no barbeiro da aldeia existirem montões destes livrinhos da “6 Balas” e “Cow-Boy” pelo que ajudavam a passar o tempo quando havia que guardar vez. Actualmente disponho de alguns exemplares de ambas as colecções. Em nome da verdade, alguns foram “desviados” da barbearia, por vezes dispersos entre montões de cabelo e piolhos. Bons tempos!

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