9/22/2017
Ilustração - Paisagem
6/02/2017
Comunhão Solene - Eucaristia
4/10/2017
3/20/2017
Primavera...flores e pássaros
1/24/2017
1/06/2017
Feliz Dia de Reis 2017
12/06/2016
Postais de Natal - 061220161
- Clicar para ampliar.
Continuamos a publicar os nossos tradicionais postais de Natal no blog parceiro do Inkscapes.
10/28/2016
Postais de Natal 2016
Temo-la já como uma tradição, a de rabiscar e publicar por aqui alguns postais de natal.
Postais acima: - Clicar para ampliar.
1/13/2012
Sexta Feira 13
Há relações que são verdadeiramente especiais e que resistem às piores infedilidades. É o caso da relação da Sexta-Feira com o dia 13. Dela se diz do piorio, gato-sapato, malapata, cruzes-credo, cruzes-canhoto, etc. Há até quem tenha Triscaidecafobia. Vejam só…
11/28/2010
Desenhos para colorir
Os desenhos para colorir, sempre exerceram um fascínio especial nas crianças e não surpreende por isso que mesmo na Web existam diversos sítios cuja razão de ser é precisamente disponibilizar muitos e divertidos desenhos que depois de impressos poderão ser coloridos.
Para além disso, os livros com folhas para colorir continuam a ser um produto vendável e não raras vezes são oferecidos como prendas de Natal. É claro que a par destes livros, importa não esquecer as imprescindíveis caixas dos lápis de cor ou marcadores. Sem isso nada feito.
Hoje, já com o bichinho do espírito natalício a remoer, também decidi colorir um desses desenhos só que em vez dos lápis ou marcadores reais, usei as modernas ferramentas gráficas.
Há momentos em que o combóio do mundo infanto-juvenil passa-nos à porta e nele embarcamos sem hesitações, numa espécie de regresso ao passado.
(clicar para ampliar)
fonte do desenho: www.colorirdesenhos.com
11/13/2009
Rabiscos de outros tempos - Viseu
Hoje publico um simples desenho que rabisquei, já lá vão mais ou menos 25 anos. Foi depois de uma visita à bela cidade de Viseu. Junto ao rio Pavia e ao fundo as silhuetas da Sé Catedral e da Igreja da Misericórdia.
É verdade que o desenho tem pouca qualidade, um simples esboço feito a lápis de cor, de forma muito rápida, mas as memórias que invoca, essas são nostálgicas mas muito ricas. Há coisas que têm essa capacidade, esse condão de nos remeter para outros tempos e outras emoções. São chaves que abrem as portas do templo do tempo.
10/23/2009
Hoje apeteceu-me desenhar – Outono
Sempre gostei do desenho e de desenhar e desde que me conheço dei comigo com o lápis na mão a rabiscar. Ainda com 3 ou 4 anitos, ensinou-me o meu avô materno a desenhar uns belos cães e a partir desse momento os cachorros invadiram tudo quanto era papel, mesmo dos saudosos “Comércio do Porto” e “O Primeiro de Janeiro”. Até mesmo algumas folhas da cédula de nascimento de minha mãe foram carimbadas com alguns desses valentes cães, com o pelo eriçado. Valentes foram também os tabefes que apanhei por causa dessa ousadia. A partir daí compraram-me uma Sebenta, com folhas branquinhas, e os cães ganharam outra sentido, já sem a confusão das letras dos jornais ou sem os assentos de casamento dás cédulas.
Por isso, qualquer desenho que por aqui publique, simples ou mais rebuscado, tem como única pretensão a de recordar os rabiscos que fazia no meu tempo de criança e que norma geral me davam sempre boas notas nos testes.
Nessa altura da escola primária, um teste resumia-se a uma folha A3, dobrada a meio, de papel almaço, azul de 25 linhas, daqueles com marca de água. Para além da cópia, do ditado e dos exercícios ou problemas de aritmética, havia lugar ao desenho. No final, sabia bem receber aquele C escorreito, com significado de bom, com que a professora classificava a prova.
Por todas essas memórias, perdoem-me os leitores habituais deste estaminé de nostalgias, pela simplicidade de alguns dos meus rabiscos.
O rabisco de hoje é um tributo ao Outono, às colheitas e às vindimas. Foi feito numa pressa, como “gato a passar por brasas” e utilizei apenas ferramentas digitais.
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9/21/2009
21 de Setembro – Dia Internacional da Paz
Dia Internacional da Paz é celebrado em 21 de Setembro e foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.
Pensamento:
O homem não gosta da paz. Gosta só de conquistá-la. Entre uma coisa e outra há muita gente estendida. É a que tem a paz verdadeira.
Virgílio Ferreira
Eu sei que a necessidade de Paz continua tão actual nos nossos dias quanto no tempo das guerras travadas à espadada e cacetada entre romanos e bárbaros ou portugueses e mouros . A paz é por isso um bem desejado por todos mesmo, hipocritamente, por aqueles que fomentam a guerra. Deste modo estamos condenados a que a Paz seja sempre o oposto de Guerra e caminhem lado a lado como se uma não pudesse existir sem a outra. Guerra e Paz, não é apenas um livro de León Tolstoi ou um jogo de palavras mas antes uma realidade que permanece presente.
A Paz, na sua plenitude, será sempre uma utopia porque, ensina-nos a História do Homem, já com dezenas de séculos, que esta esteve sempre ameaçada porque a Guerra tornou-se a luz ou a chama que a projecta. Será mais um ciclo ou um antagonismo irreversível: Guerra e Paz como Bem e Mal, Luz e Escuridão, Riqueza e Pobreza, Poder e Subjugação.
É claro que a Paz pode ter um sentido menos universal, menos abrangente e mais intimista, mais pessoal: A paz de espírito ou de alma, a paz do repouso ou do descanso; A paz da missão ou do dever cumprido; A paz da alegria ou do bem que se sente e pratica pelo próximo. A paz é assim um intervalo das nossas próprias guerras ou guerrinhas, travadas no dia-a-dia com os outros ou connosco próprios, usando armas de arremesso como a inveja, o ódio e a maldicência. Armas que ferem e matam.
Quanto à representação simbólica ou gráfica da Paz, eu não sou muito adepto da eterna pombinha branca, a esvoaçar radiosa sob um sol da manhã, com ou sem o raminho de oliveira no bico. Eu sei que a sua origem resulta de tempos bíblicos numa altura em que o mundo se debatia com o diluvio e Noé e a sua enorme arca representavam a salvação de uma humanidade e animalidade reduzida a pares perecendo todo o resto na sua iniquidade, mas mesmo assim prefiro outras representações.
Pessoalmente identifico melhor o simbolismo da Paz com a sombra de uma frondosa árvore, com um regato cantante ou um pássaro a saltar de ramo em ramo ou até mesmo uma paisagem imensa, natural e solitária sem que homem algum a tivesse ja conspurcado.
Neste contexto, para lembrar a data, deixo aqui a minha simples árvore, sinal da minha Paz e da que desejo para mim e para os meus. Também a desejo, mesmo que utopicamente, ao mundo moderno das armas sofisticadas e das guerras nos Iraques, nos Afeganistões e noutras paragens deste planeta onde cada recanto de cidade, sopé de montanha ou curva de um rio ou estrada pode ser visitada na simplicidade virtual de um clique mas que cada vez mais está distante nos valores fundamentais da paz, concórdia e respeito mútuo.
Como dizia alguém, é certo que podemos desejar cristãmente a paz a todos os homens de boa vontade mas, infelizmente, estaríamos a fazê-lo a um número reduzido de pessoas.
De facto, nos tempos que correm, são mesmo poucos os homens de boa vontade e mais os homens de más vontades, poderes e caprichos.
Deixo aqui a minha árvore da paz, riscada (plantada) pelas minhas próprias mãos. Não sei se é uma oliveira mas é de certeza de paz e os seus frutos podem apenas ser de amor e a sua colheita pode ser intemporal.
(clicar para ampliar)
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