12/10/2011
Postais de Natal - SN10122011
9/07/2011
Rabiscos – Outono…
Ontem tive vontade de estampar uma t´shirt usando a técnica de papel transfer. Ainda tinha umas folhas compradas há já dois ou três anos. À falta de melhor inspiração, talvez já a pensar no Outono que se aproxima, saíu-me este rabisco. A verdade é que depois de passado para a t´shirt branca, nem ficou mau de todo, digo eu.
12/11/2010
12/07/2010
Postais de Natal - III
Postais de Natal
Postais de Natal
Postais de Natal - 1
Postais de Natal - II
12/10/2009
Postais de Natal - 1
9/21/2009
21 de Setembro – Dia Internacional da Paz
Dia Internacional da Paz é celebrado em 21 de Setembro e foi declarado pela ONU em 30 de novembro de 1981.
Pensamento:
O homem não gosta da paz. Gosta só de conquistá-la. Entre uma coisa e outra há muita gente estendida. É a que tem a paz verdadeira.
Virgílio Ferreira
Eu sei que a necessidade de Paz continua tão actual nos nossos dias quanto no tempo das guerras travadas à espadada e cacetada entre romanos e bárbaros ou portugueses e mouros . A paz é por isso um bem desejado por todos mesmo, hipocritamente, por aqueles que fomentam a guerra. Deste modo estamos condenados a que a Paz seja sempre o oposto de Guerra e caminhem lado a lado como se uma não pudesse existir sem a outra. Guerra e Paz, não é apenas um livro de León Tolstoi ou um jogo de palavras mas antes uma realidade que permanece presente.
A Paz, na sua plenitude, será sempre uma utopia porque, ensina-nos a História do Homem, já com dezenas de séculos, que esta esteve sempre ameaçada porque a Guerra tornou-se a luz ou a chama que a projecta. Será mais um ciclo ou um antagonismo irreversível: Guerra e Paz como Bem e Mal, Luz e Escuridão, Riqueza e Pobreza, Poder e Subjugação.
É claro que a Paz pode ter um sentido menos universal, menos abrangente e mais intimista, mais pessoal: A paz de espírito ou de alma, a paz do repouso ou do descanso; A paz da missão ou do dever cumprido; A paz da alegria ou do bem que se sente e pratica pelo próximo. A paz é assim um intervalo das nossas próprias guerras ou guerrinhas, travadas no dia-a-dia com os outros ou connosco próprios, usando armas de arremesso como a inveja, o ódio e a maldicência. Armas que ferem e matam.
Quanto à representação simbólica ou gráfica da Paz, eu não sou muito adepto da eterna pombinha branca, a esvoaçar radiosa sob um sol da manhã, com ou sem o raminho de oliveira no bico. Eu sei que a sua origem resulta de tempos bíblicos numa altura em que o mundo se debatia com o diluvio e Noé e a sua enorme arca representavam a salvação de uma humanidade e animalidade reduzida a pares perecendo todo o resto na sua iniquidade, mas mesmo assim prefiro outras representações.
Pessoalmente identifico melhor o simbolismo da Paz com a sombra de uma frondosa árvore, com um regato cantante ou um pássaro a saltar de ramo em ramo ou até mesmo uma paisagem imensa, natural e solitária sem que homem algum a tivesse ja conspurcado.
Neste contexto, para lembrar a data, deixo aqui a minha simples árvore, sinal da minha Paz e da que desejo para mim e para os meus. Também a desejo, mesmo que utopicamente, ao mundo moderno das armas sofisticadas e das guerras nos Iraques, nos Afeganistões e noutras paragens deste planeta onde cada recanto de cidade, sopé de montanha ou curva de um rio ou estrada pode ser visitada na simplicidade virtual de um clique mas que cada vez mais está distante nos valores fundamentais da paz, concórdia e respeito mútuo.
Como dizia alguém, é certo que podemos desejar cristãmente a paz a todos os homens de boa vontade mas, infelizmente, estaríamos a fazê-lo a um número reduzido de pessoas.
De facto, nos tempos que correm, são mesmo poucos os homens de boa vontade e mais os homens de más vontades, poderes e caprichos.
Deixo aqui a minha árvore da paz, riscada (plantada) pelas minhas próprias mãos. Não sei se é uma oliveira mas é de certeza de paz e os seus frutos podem apenas ser de amor e a sua colheita pode ser intemporal.
(clicar para ampliar)
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