3/12/2025
Cromos MAY - Chewing Gum
3/21/2023
6/09/2018
Frisumo - Autocolantes
Por informações relativamente recentes, juntamente com outras marcas como a Frutea e Frutis, a Frisumo estará a ser produzida pela empresa Font Salem, que adquiriu a anterior fábrica da cerveja Cintra, em Santarém, numa parceria com a Unicer, que decorre do facto desta ter encerrado a anterior fábrica da Rical onde o Frisumo era produzido, com a intenção de a deslocalizar para o norte - Leça do Balio. Para o desemprego foram cerca de centena e meia de trabalhadores, sem dó nem piedade e com um amargo de boca.
Como se vê, voltas e voltas, coisas e loisas do mundo empresarial onde as marcas andam de mão-em-mão ao sabor dos interesses económicos. Quando não são tentáveis, assim como as pessoas, descartam-se.
2/18/2017
Moinhos de Portugal–Caixas de fósforos
Trazemos hoje à memória algumas das doze caixas de fósforos com a colecção de etiquetas referentes a Moinhos Nacionais. A edição é da Sociedade Nacional de Fósforos – Porto (fundada em 1926 e extinta em 1993), do início dos anos 70. As caixas continham 40 amorfos, vendidas ao preço de 35 centavos.
Foram produzidas pelo menos duas variantes na cor de fundo, o vermelho e o azul.
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11/26/2016
Caderneta de cromos de futebol - 261120161
História e Figuras do campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão – 1955-1956
Uma das interessantes cadernetas de cromos de futebol da década de 50, editada pela APR – Agência Portuguesa de Revistas. Foi pena que esta editora não tivesse dado muita atenção às cadernetas de cromos no tema futebol pois as que editou tiveram sempre uma qualidade acima da média do que era corrente na época. Mesmo assim deixou para a História cerca de uma dezena de títulos dos quais este terá sido o primeiro.
Uma das razões para tão escassa produção neste sector específico do coleccionismo, poderá estar no facto das suas colecções fugirem da norma da altura, com cadernetas associadas a casas de confeitarias com preços de venda muito baixos o que as tornava acessíveis aos consumidores da época, no geral pouco ou nada endinheirados, em que todos os tostões eram contados. Por conseguinte, para além da guloseima, sempre apetecível por mais modesta que fosse, a rapaziada coleccionava os seus ídolos da bola com poucos tostões e ainda com a sempre desejada possibilidade de calhar em rifa um brinquedo ou mesmo uma bola. A qualidade gráfica na época não era de todo tido em conta na hora de investir no quiosque na cidade ou na tasca e mercearia da aldeia.
6/02/2016
Oliva - Postais de trajes típicos - Laura Costa
Sobre a OLIVA:
Oliva. O império do ferro
Em 1925, António José Pinto de Oliveira fundou a empresa Oliveira, Filhos & Cª. Ldª dedicando-se a criar um verdadeiro Império do Ferro que produziu os mais diversos produtos metalúrgicos, nomeadamente, alfaias agrícolas, forjas portáteis, equipamento para a indústria da chapelaria, máquinas de costura, tubos para canalizações, fogões em ferro fundido, ferros de engomar, autoclismos, prensas para bagaço, máquinas para padarias, radiadores e salamandras, equipamento para lavandarias industriais, tornos de bancada, banheiras e lavatórios colectivos, motores de explosão de pequena cilindrada, entre muitos outros.
Homem de grande visão estratégica, António José Pinto de Oliveira irá apostar na sólida formação dos seus quadros, numa política de bons salários acompanhada de interessantes estratégias de utilização eficiente da mão-de-obra e na racionalização do espaço da fábrica, quer do ponto de vista arquitectónico, quer do ponto de vista do layout das secções.
A empresa tornou-se verdadeiramente conhecida, em Portugal e no estrangeiro, através da máquina de costura OLIVA e de um arrojado plano de comercialização através do qual foram criados centenas de pontos de venda no País e nas ex-colónias portuguesas, todos eles devidamente sinalizados com grandes e luminosos reclamos publicitários da marca.
Paralelamente foi desenhado um plano de propaganda, objectivamente dirigido ao segmento de mercado das máquinas de costura, o feminino, que instituiu em todos os agentes a realização de cursos de corte, costura e bordados. Os cursos terminavam com uma festa de encerramento durante a qual eram entregues os diplomas às alunas finalistas e era realizada uma exposição dos trabalhos.
Simultaneamente, a empresa promove o concurso de “Vestidos de Chita” e o célebre concurso anual para eleição da “Miss Oliva”.
Complementarmente é implementada uma grande campanha de propaganda, que vai da imprensa à rádio e mais tarde à televisão, fazendo ocupar a comunicação social com anúncios publicitários de grande qualidade gráfica.
Em todas as cidades do País encontravam-se cartazes afixados nas paredes.
São também criadas duas marchas, gravadas em disco, que eram oferecidas aos compradores das máquinas de costura e a empresa realiza publicidade cinematográfica nos filmes “A costureirinha da Sé” e “Sonhar é fácil”.
Outra preocupação foi a de garantir a presença da empresa nas principais feiras e exposições industriais realizadas a nível nacional e internacional.
A Fábrica Oliva é um ícone incontornável na história industrial portuguesa, e assumiu durante largo período uma acção preponderante na afirmação e desenvolvimento sócio-económico de S. João da Madeira.
(fonte: Oliva Creative Factory)
4/21/2016
Penalty–Caderneta de cromos de futebol
Hoje trago à memória uma das emblemáticas colecções de cromos de futebol dos anos 70, concretamente a "Penalty", uma edição da Sorcácius referente à época 77/78.
Com uma formato aproximadamente A4, é composta por 272 cromos, incluindo emblemas, treinadores e equipas da II Divisão (zonas norte, centro e sul. Tem ainda os cromos extra do Gomes do F.C. do Porto e Néné do Benfica referentes ao 1º e 2º classificados na lista de melhores marcadores da época anterior que, recorde-se, foi ganha pelo Benfica seguido do Sporting e F.C. do Porto (que viria a ganhar os próximos dois títulos (77/78 e 78/79).
A capa é composta por uma fotografia de um Benfica-F.C. do Porto, vendo-se Bento imponente a defender uma bola nas alturas.
Na contra-capa estão estampadas as equipas do Benfica, campeão nacional da I Divisão, Marítimo, campeão da II Divisão e Futebol Clube do Porto como vencedor da Taça de Portugal.
Esta colecção tinha um número de série na capa que habilitava, pelo lotaria do S. João no ano de 1978, a vários prémios nomeadamente um moderna bicicleta casal, com mudanças no quadro, um órgão musical electrónico Bontempi e uma modernaça máquina fotográfica Anny 35. Como curiosidade, atente-se abaixo no grasso erro na descrição da bicicleta, com “volucidade” em vez da forma correcta “velocidade”. Acontece.
5/30/2013
Futebolistas Portugueses – A Francesa – 66/67 – Caderneta de cromos de caramelos
Hoje trago à meemória outra caderneta de cromos de caramelos, referente à época 66/67. Trata-se da colecção “Futebolistas Portugueses”, editada pela “A Francesa”.
É mais uma caderneta que reúne as principais características gráficas das colecções da época nomeadamente com 11 cromos por equipa sendo que cada emblema está impresso em cada respectiva página, o que de resto não sendo regra era frequente.
A fugir da habitual rotina o facto de comportar 242 cromos referentes a 22 equipas, 14 da 1ª Divisão (Benfica, Sporting, Porto, Académica, Belenenses, V. de Setúbal, Leixões, V. de Guimarães, CUF, Sanjoanense, Varzim e Sp. Braga) e 8 da 2ª Divisão (F.C. Tirsense, F.C. Barreirense, Sp. Covilhã, U. TOmar, Sp. Olhanense, Salgueiros, Lusitano Évora e Sintrense).
Curioso é o alinhamento das equipas já que entre as equipas da 1ª Divisão estão algumas da 2ª.
De referir que dos clubes da 2ª Divisão, o F.C. Tirsense e o F.C. Barreirense foram os campeões das zonas norte e sul nessa época, subindo por isso à divisão superior. No apuramento para o campeão da divisão secundária, a equipa do Barreiro venceu a de S. Tirso por 3-1.
Quanto à 1ª Divisão o vencedor foi o Benfica, seguido da Académica (excelente época), F.C. do Porto e Sporting.
Tabela da classificação da 1ª Divisão da época 66/67
Tabelas da 2ª Divisão
5/24/2013
Ídolos dos Clubes 63/64 – Carsel – Caderneta de cromos de caramelos
Hoje trago à memória a caderneta de cromos de futebol "Ídolos dos Clubes", referente à época 63/64, uma das raras edições da Carsel.
Trata-se de uma caderneta que segue o esquema de muitas outras da época, com 11 cromos/jogadores por página e por equipa.
Os cromos representam as fotografias dos jogadores a meio-corpo sobre o emblema do clube.
A colecção é composta por 209 cromos representando 18 clubes e a Selecção Nacional. Sendo que está referenciada à época 63/64, significa que para além dos 14 clubes que faziam parte do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, bem como da Selecção Nacional, estão representados mais 4 clubes da Segunda Divisão, nomeadamente o Atlético Marinhense, da Zona Norte e o Farense, Desportivo de Beja e Leões de Santarém, da Zona Sul. Nesse época o vencedor da Segunda Divisão Foi o S.C. Braga (primeiro classificado da Zona Norte) que no apuramento do campeão venceu por 2-1 o Torreense (primeiro classificado da Zona Sul).
Equipas da Primeira Divisão: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Belenenses, Vitória de Guimarães, Leixões, Académica de Coimbra, Lusitano de Évora, Olhanense, Vitória de Setúbal, G.D. da CUF, Barreirense, Seixal e Varzim.
Como seria de esperar, a colecção oferecia vários prémios e brindes incluindo uma bicicleta para homem ou senhora, contra a entrega da cadernete completa.
A Carsel, de Carvalho & Sobrinho, L.da, tinha a particularidade de estar implantada em Rossio ao Sul do Tejo - Abrantes - Ribatejo, no que era estranha à localização das principais casas da época que produziam cromos quase todas de Lisboa ou Porto.
Esta empresa, como outras ligadas à edição de cromos como brindes em rebuçados de caramelo, estava ligada à produção de confeitarias, rebuçados e também a torrefação de cafés e ainda aos célebres jogos-brindes popularmente conhecidos como "cartazes de furos" ou "furinhos" que enfeitavam tentadoramente as nossas mercearias ou quiosques das vilas e aldeias.
São poucas e raras as edições de cromos de caramelos da Carsel pelo que naturalmente são valiosas no círculo de coleccionadores dos cromos.
6/19/2012
Rebuçados Zoológicos Vitória
Quase 6 anos depois, volto às memórias relacionadas com a colecção de cromos “Rebuçados Zoológicos Vitória”, também conhecidos pelos “animais” ou pelos “bichinhos”.
2/28/2012
Futebol 77 – A Grande Selecção – Caderneta de Cromos
Tenho na minha colecção, centenas de diferentes cadernetas de cromos, incluindo as do tema futebol. A maior parte coleccionada no devido tempo, com uma ou outra adquirida fora de prazo. Com tanta colecção, até já equacionei fazer como alguns espertalhões da nossa praça que digitalizam e vendem em DVDs, estes com a agravante de meterem no mesmo saco coisas que receberam de à borla de outros coleccionadores. Mas não! Claro que não! Há mínimos.
Destas muitas cadernetas, existem por conseguinte algumas que são marcantes, por um ou outro motivo, mas desde logo por estarem associadas ao tempo infanto-juvenil. É o caso da colecção “Futebol 77 – A Grande Selecção”.
Trata-se de uma edição da Acrópole, referente à época 76/77. É constituída por 190 cromos (a colar), sendo que na realidade são mais, já que esta colecção tinha, entre outras, uma particularidade especial: é que em plena fase de apuramento para o Campeonato do Mundial de Futebol 78, que teve lugar na Argentina, as páginas centrais destinavam-se à selecção portuguesa de futebol, com a possibilidade do coleccionador fazer a sua própria equipa das quinas, escolhendo os preferidos entre as diversas opções. Por conseguinte, os cromos dos jogadores da selecção não tinham numeração, mas apenas os últimos três (188, 189 e 190), que se referiam ao seleccionador nacional (Pedroto), o treinador (Juca) e o preparador físico (Rodrigues Dias.
Esta formação da equipa nacional traduzia-se num concurso promovido pela própria editora e que se baseava precisamente na possibilidade de cada coleccionador tentar adivinhar qual a formação mais regular durante três dos jogos que Portugal disputaria na fase de apuramento para o Mundial 78, concretamente o Portugal-Polónia, em 16/10/11976, o Portugal – Dinamarca, em 17/11/1976 e o Chipre-Portugal, em 05/12/1976.
Para o efeito, o coleccionador deveria colar os jogadores que entendesse serem os que alinhariam nas referidas partidas e depois de destacar as páginas centrais da caderneta (uma aberração, diga-se), teria que enviar por correio registado para a editora.
Os prémios incluíam, a cinco acertadores da formação inicial, 5 viagens para casais, acompanhando a selecção nacional precisamente a Chipre, à Dinamarca e à Polónia.
Para além da formação, devia-se tentar adivinhar o resultado, o que serviria para casos de desempate. Caso os vencedores fossem mais do que cinco, então haveria lugar a sorteio.
Finalmente ainda outro possível prémio, já que caso a selecção portuguesa ficasse apurada para o Mundial 1978, a caderneta que fosse a mais votada receberia 5$00 por cada uma das cadernetas submetidas a concurso. Portugal, infelizmente, não se apurou e o prémio gorou-se e a editora teve menos essa despesa.
Resta acrescentar que a editora aconselhava os coleccionadores a lerem a sua revista “Panorama Desportivo” onde poderiam acompanhar o dia-a-dia da selecção nacional e com isso ficarem informados sobre as perspectivas de poder acertar no onze.
Para além da questão do concurso, a caderneta tem aspectos muito interessantes, desde a disposição dos jogadores nas páginas, como se ocupassem os seus lugares no terreno de jogo, até à questão dos cromos da selecção nacional. A qualidade gráfica é inconsistente pois oferece excelentes cromos, bons instantâneos em movimento, como também cromos com jogadores quase irreconhecíveis ou em posições pouco ortodoxas (Barros – Benfica, Branco – Boavista, Tito – V.Guimarães, Rui Rodrigues – Ac. de Coimbra, Gilberto-Montijo) ou mesmo em grande estilo (Artur-Benfica, Botelho-Boavista, Luis Horta – Belenenses, Almiro e Abreu -V.Guimarães, Lito e sabú – V. Setúbal, Mário Wilson – Atlético, Celestino – Montijo.
Também de assinalar o facto de muitos jogadores, nomeadamente os da selecção nacional, terem os equipamentos pintados à mão (o que se compreende face aos artesanais meios de edição gráfica da altura). De referir também as equipas do Leixões, Portimonense e Montijo, exibindo-se em campos pelados.
Seja como for, esta “Futebol 77 – A Grande Selecção” é uma caderneta de cromos que nos faz transbordar de recordações e nostalgias.
1/04/2012
Os Futebolistas e seus Autógrafos
Já há bastante tempo que não recordo aqui as cadernetas de cromos de futebol, pelo que agora, a começar o ano, trago à memória umas das excelentes colecções produzidas nos anos 80. Trata-se da caderneta "Os Futebolistas e seus Autógrafos", da editora Francisco Más, L.da, referente à época futebolística de 82/83, portanto com quase trinta anos.
A caderneta tem um formato sensivelmente de tamanho A4. A colecção é composta por 272 cromos referentes às equipas do Sporting, Benfica, FC Porto, Vitória SC (Guimarães), Rio Ave, Portimonense, Sporting de Braga, Vitória FC (Setúbal), Boavista, SC Espinho, Amora FC, Estoril Praia, Varzim SC, Ginásio de Alcobaça, Marítimo, Salgueiros e FC Vizela. Cada equipa tem um total de 16 cromos, incluindo dois guarda-redes. O emblema de cada clube está estampado na página da própria caderneta. Cada cromo tem as dimensões de 46 x 86 mm, com fotografias em pose, a corpo inteiro, estampadas em papel brilhante.
Este alinhamento das equipas não deixa de ser curioso, sobretudo pela presença do FC Vizela, como a 17ª equipa (a 1ª Divisão então tinha 16 equipas). Na realidade o alinhamento diz respeito à classificação da época de 81/82, exceptuando as equipas do FC Penafial, Académico de Viseu, Belenenses e União de Leiria, que nessa época desceram à divisão secundária, e incluindo os novos primo-divisionários Varzim, SC Espinho, CS Marítimo e Ginásio de Alcobaça.
A presença do FC Vizela é assim quase um enigma já que esta equipa integrou a 1ª Divisão apenas na época 84/85, na qual terminou em último lugar da tabela regressando à divisão inferior. Está aqui um mistério ou uma particularidade que seria interessante esclarecer.
Esta colecção é sem dúvida uma das melhores dos anos 80, tanto pela particularidade ou originalidade de em cada cromo comportar a reprodução do autógrafo de cada futebolista, bem como pelo grafismo e pela qualidade gráfica em geral. Por conseguinte, é uma caderneta relativamente pouco abundante e muito valorizada no meio do coleccionismo de cromos. Completa e em bom estado, apesar do mercado em baixa, atinge facilmente os 100 euros mas já a vi transacionada por 150 euros.
Como seria de esperar, a colecção engloba os famosos futebolistas da época, como Bento, Humberto Coelho, Néné, Chalana (do benfica), Eurico, Inácio, Gomes, Costa, Jaime Pacheco (do FC Porto), Manuel Fernandes, Oliveira, Jordão (do Sporting), entre muitos outros, até jogadores mais ou menos conhecidos, mais ou menos desconhecidos, mas seguramente com nomes típicos do mundo do nosso futebol, como Carraça, Paquito e Barrinha (do V. Guimarães), N´Habola, Cabumba e Patriota (do Rio Ave), Borota e Roçadas (do Portimonense), Paris e Dito (do SC Braga), Trindade e Cerdeira (do V. Setúbal), Palhares, Bravo e Queiró (do Boavista), Vivas, Móia e Bábá (do Espinho), Botelho, Babalito, Caio Cambalhota, Canoa e Marlon (do Amora), Cansado, Vitinha e Manaca, (do Estoril), Lito, Jarbas e Folha (do Varzim), Lelo, Cavungi, Modas e Russo (do Alcobaça), Olavo, Águas, Maravalhas, Marineu e Escurinho (do Marítimo), Barradas, Costeado, e Joy (do Salgueiros), Roque, Perrichon, Cartucho e Queimado (do Vizela).
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