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9/29/2016

Major Alvega



Quem já não ouviu falar do Major Alvega, herói da aviação militar inglesa durante a II Guerra Mundial? Que mais não fosse, pela série portuguesa com o mesmo nome realizada  e passada pela RTP no final dos anos 90 com Ricardo Carriço a interpretar o aviador e António Cordeiro no papel do militar nazi Von Block e narrativa do saudoso Fernando Pessa, a qual tinha a particularidade dos cenários terem um look de animação.
Mas o Major Alvega é sobretudo conhecido pelas suas aventuras na Banda Desenhada e que entre nós foi presença habitual e regular sobretudo na emblemática revista "O Falcão"
Pela parte que me toca, para além deste herói da aviação, os meus outros heróis preferidos que iam desfilando semanalmente nas aventuras ilustradas da revista "O Falcão", eram o Ogan, Kalar, Sandor e Oliver (Robin dos Bosques).




De acordo com a descrição na Wikipedia: Major Alvega é uma personagem fictícia, ás da aviação anglo-portuguesa da RAF (Royal Air Force, a Força Aérea Britânica)....No título original em inglês chamava-se "Battler Britton - England's Fighting Ace of Land, Sea and Air" e foi criado em 1956 para a revista britânica Sun, por Mike Butterworth (argumento) e Geoff Campion (desenho) e chegou a ser desenhado por vários desenhistas de renome tais como, Hugo Pratt, José Ortiz, Dino Battaglia ou Luigi (Gino) D'Antonio para a editora Fleetway [2]. Foi protagonista das mais variadas aventuras, todas caracterizadas por muita acção, suspense e um toque de humor, nas quais defrontou (e venceu) alguns dos mais importantes intervenientes da Segunda Guerra Mundial: Rommel, Goering, Hitler e Mussolini. No entanto, numa época em que a censura (ao serviço de um Estado Novo fervorosamente nacionalista) obrigava todos os heróis do género a figurarem nomes portugueses (e por consequência alguma forma de ascendência lusa), o protagonista seria rebaptizado por Mário do Rosário, director da revista "O Falcão", e por Anthímio de Azevedo, o tradutor, para Jaime Eduardo de Cook e Alvega, um ribatejano por via paterna e inglês por via materna, que teria estudado em Coimbra, tendo também sido alterada a sua patente de tenente-coronel para Major.






6/20/2016

Errol Flyn - Robin Hood e Gavião dos Mares








Passam hoje 107 anos sobre o nascimento de Errol Flyn (20 de junho de 1909 — 14 de outubro de 1959), um famoso actor australiano e naturalizado em 1942 como cidadão dos Estados Unidos, que brilhou nos cinemas entre os anos 30 e 50. 
Dos filmes mais emblemáticos em que participou como figura maior, ligados a aventuras, afinal aqueles que mais despertavam o interessa da criançada e às suas brincadeiras aos "artistas" destaco sobretudo "Captain Blood", de 1935, "The Adventures of Robin Hood", de 1938, "The Sea Hawk" de 1940, e "Adventures of Don Juan", de 1948. 
Errol Flyn também interpretou um bom punhado de filmes de cowboys ("westerns"), como “Dodge City”  de 1939 e “Santa Fe Trail” de 1940.
Errol Flyn é sem dúvida um dos grandes nomes de sempre do cinema e por isso faz parte do imaginário de aventuras de muita rapaziada do meu tempo de criança, ali pelos anos 60 e 70.


6/05/2012

Sandor – O corsário

 Aqui no Santa Nostalgia já tivemos a oportunidade de trazer à memória alguns dos interessantes heróis que povoaram  revistas de banda desenhada de pequeno formato, como "O Falcão" e  "Tigre", nomeadamente Kalar, Ogan e Oliver (Robin dos Bosques).
Hoje falamos do herói Sandor, um corsário do séc. XVII ao serviço do rei de França, que nos mares das Caraíbas e Antilhas, nas Índias Ocidentais, ao comando da fragata "Invencível" e liderando um grupo de valentes companheiros, como o negro Samsão, Bosco e Petit Louis, lutavam contra piratas e bandidos como com os inimigos ingleses e espanhóis.

Destas batalhas, entre assaltos e o troar fumegante de canhões, resultavam aventuras que deliciavam a criançada, leitores inefáveis destes revistas, oferecendo motivos e inspiração para as brincadeiras de capa e espada.

Sandor foi um dos muitos heróis criados pela editora francesa Impéria, da arte do escritor e ilustrador José Maria Ortiz.
Ficam aqui as imagens de algumas das capas das revistas deste impetuoso herói francês. Das edições Impéria, são conhecidos 64 números editados entre 1965 e 1970. De momento não posso confirmar, mas tudo indica que foram igualmente publicados na revista “O Falcão”, mantendo as capas originais com arte de Juan Vilajoana e Rino Ferrari.
 
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2/17/2011

Fantasma – O Espírito que caminha

 

Completam-se hoje 75 anos (17 de Fevereiro de 1936) que o herói de Banda Desenhada, conhecido e popularizado entre nós como “O Fantasma”, apareceu pela primeira vez,  com publicação, em tiras, no jornal “New Yorker American Journal”, o que passou a fazer-se diariamente.

Em Portugal o herói deu à costa editorial em 1952, quase duas décadas depois, publicado na clássica revista de Banda Desenhada “Condor”. Seria, no entanto, popularizado sobretudo na revista “Mundo de Aventuras”, onde era presença mais ou menos assídua, quase sempre com belas capas do artista Carlos Alberto Silva. Apesar disso, o Fantasma e as suas aventuras encheram páginas de outras conhecidas publicações portuguesas, como o “Jornal do Cuto”, “Audácia”, Heróis Inesquecíveis” e outras mais.

Pessoalmente, temos vários números de várias colecções.

O Fantasma terá sido uma espécie de advento e percursor dos super-heróis “de pijama e collants”, já que a sua característica indumentária foi uma espécie de matriz para futuros heróis, sobretudo do universo da Marvel, realçando o aspecto físico e os movimentos na acção.

O Fantasma, conhecido como “o espírito que caminha” e “o homem que nunca morre”, tinha o palco da sua acção e aventuras numa selva africana, mais ou menos imaginária, chamada de Bengala, e tinha o seu refúgio numa caverna com a entrada em forma de caveira, de resto também a marca do seu famoso anel com que marcava o rosto dos bandidos e fora-da-lei que combatia numa luta interminável, quase sempre ao lado da sua bela namorada Diana Palmer (com a qual chegou a casar), o seu cavalo “Herói”, o seu cão “Diabo” e outros mais.

O Fantasma nasceu da inspiração de Lee Falk, “pai” do não menos famoso mágico do mundo da  Banda Desenhada, “Mandrake” e o desenhador  Sy Barry, que deu continuidade ao trabalho anterior de Ray Moore e Wilson McCoy, terá sido, quanto a nós, o que lhe imprimiu o seu traço mais característico. Na actualidade, rezam as crónicas que o trabalho criativo das tiras diárias do herói está a cargo de Paul Ryan.

O Fantasma é assim muito justamente, um dos muitos heróis fantásticos que povoaram o nosso imaginário de crianças e apesar da provecta idade, que afinal não faz mossa para quem se diz ser “imortal”, continua a sua infindável missão de combater os maus e estar ao serviço dos fracos e oprimidos, mesmo que continue a sua aura de mistério ou não fosse conhecido por Fantasma.

Faz falta um herói destes na selva da nossa sociedade portuguesa e não faltariam criminosos a precisar de ser marcados.

Do nosso espólio, ficam algumas das capas consagradas ao Fantasma.

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- Excelente sítio que nos fala do “Fantasma”


12/04/2010

O Rapaz do Elefante – Elephant Boy

 

Voltamos à memória das séries de TV da nossa infância:

Em 1974, a RTP transmitia a série de televisão "O Rapaz do Elefante", no original "Elephant Boy".
Uma série do género de aventuras, dirigida particularmente ao público infanto-juvenil, uma co-produção autraliana-francesa-alemã, em 1973, com 26 episódios de cerca de 25 minutos cada.
A série foi baseada na obra do escritor Rudyard Kipling “O livro da selva”, nomeadamente o capítulo “Toumai of the elephants”, que de resto, uns anos antes (1937) já havia dado origem a um filme, como o mesmo nome desta série.
”O Rapaz do Elefante”, com cenário no coração da Índia (foi no entanto filmada no Sri Lanka), narra-nos as aventuras de um jovem rapaz de 12 anos, Toumai, o seu pequeno irmão Ranjit, órfãos, e a sua amizade com o elefante indiano Kala Nag. Toumai vive numa reserva da selva e as histórias resumem-se ao confronto dos interesses e problemas entre o dono do território e do elefante, e a preservação e defesa dos animais da selva e dos seus habitats.

Esta série integra-se na linha de outras séries da época igualmente populares, como Dektari e Skkipy.

Intérpretes e personagens:

Esram Jayasinghe : Toomaï
Peter Gwynne : Madison
Peter Ragell : Ranjit
Isobel Black : Kay Stevens
Margot Léonard : Mme Weiner
Uwe Friedrichsen : Karl Bergen
Janet Kingsbury : Suzanne Fraison
Kevin Miles: Prince Paddam
Ric Hutton : Colonel Shannon

Como seria de esperar, apesar da série nos anos da sua exibição em Portugal ter sido muito popular, entre nós dela restaram poucas ou nenhumas referências. Neste aspecto, somos muito pobres.

Na França e Alemanha, países co-produtores, a série também foi muito popular e ainda hoje se encontra no mercado de DVD´s.

 

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3/24/2010

Júlio Verne – O construtor de sonhos















Passam hoje 95 anos após a morte de Jules Verne, célebre escritor francês, nascido em 8 de Fevereiro de 1828 e falecido a 24 de Março de 1905 (então com 77 anos).
É uma figura universal, relativamente bem conhecida, que se popularizou e eternizou com fabulosas obras recheadas de aventura e imaginação bem como uma visão técnica e científica, futurista até, muito à frente dos conhecimentos do seu tempo.

Quem já não se deliciou com obras como "Cinco semanas em balão", a sua primeira história, "Aventuras do capitão Hatteras", "Viagem ao centro da terra", "Vinte mil léguas submarinas", "A volta ao mundo em oitenta dias", "A ilha misteriosa", "Miguel Strogoff", "As atribulações de um chinês na China" (que ando a ler), ou "Dois anos de férias" ?

Pessoalmente, é verdade que ainda não li tudo deste profícuo autor, mas já li bastantes coisas, as suficientes para ficar fascinado com os seus enredos, os detalhes narrativos e o ambiente de aventura e descoberta, sempre a par da ciência.
Os seus livros, as suas novelas foram uma fonte ideal para matar a sede da imaginação infanto-juvenil. Mesmo na actualidade, com modas literárias centradas em temas gótico-místicos, vampirismo e mundos fantásticos, de qualidade discutível, creio que os livros de Verne, Júlio ou Jules, sendo intemporais, têm ainda os ingredientes necessários a uma boa leitura, a prender o interesse da primeira à última página.
Fica aqui o registo da data.

Artigo anteriormente publicado sobre uma das suas mais conhecidas obras:
Dois anos de férias - A Ilha Chairman
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