Pela parte que me toca, para além deste herói da aviação, os meus outros heróis preferidos que iam desfilando semanalmente nas aventuras ilustradas da revista "O Falcão", eram o Ogan, Kalar, Sandor e Oliver (Robin dos Bosques).
9/29/2016
Major Alvega
Pela parte que me toca, para além deste herói da aviação, os meus outros heróis preferidos que iam desfilando semanalmente nas aventuras ilustradas da revista "O Falcão", eram o Ogan, Kalar, Sandor e Oliver (Robin dos Bosques).
6/20/2016
Errol Flyn - Robin Hood e Gavião dos Mares
6/05/2012
Sandor – O corsário
Destas batalhas, entre assaltos e o troar fumegante de canhões, resultavam aventuras que deliciavam a criançada, leitores inefáveis destes revistas, oferecendo motivos e inspiração para as brincadeiras de capa e espada.
Sandor foi um dos muitos heróis criados pela editora francesa Impéria, da arte do escritor e ilustrador José Maria Ortiz.
Ficam aqui as imagens de algumas das capas das revistas deste impetuoso herói francês. Das edições Impéria, são conhecidos 64 números editados entre 1965 e 1970. De momento não posso confirmar, mas tudo indica que foram igualmente publicados na revista “O Falcão”, mantendo as capas originais com arte de Juan Vilajoana e Rino Ferrari.
2/17/2011
Fantasma – O Espírito que caminha
Completam-se hoje 75 anos (17 de Fevereiro de 1936) que o herói de Banda Desenhada, conhecido e popularizado entre nós como “O Fantasma”, apareceu pela primeira vez, com publicação, em tiras, no jornal “New Yorker American Journal”, o que passou a fazer-se diariamente.
Em Portugal o herói deu à costa editorial em 1952, quase duas décadas depois, publicado na clássica revista de Banda Desenhada “Condor”. Seria, no entanto, popularizado sobretudo na revista “Mundo de Aventuras”, onde era presença mais ou menos assídua, quase sempre com belas capas do artista Carlos Alberto Silva. Apesar disso, o Fantasma e as suas aventuras encheram páginas de outras conhecidas publicações portuguesas, como o “Jornal do Cuto”, “Audácia”, Heróis Inesquecíveis” e outras mais.
Pessoalmente, temos vários números de várias colecções.
O Fantasma terá sido uma espécie de advento e percursor dos super-heróis “de pijama e collants”, já que a sua característica indumentária foi uma espécie de matriz para futuros heróis, sobretudo do universo da Marvel, realçando o aspecto físico e os movimentos na acção.
O Fantasma, conhecido como “o espírito que caminha” e “o homem que nunca morre”, tinha o palco da sua acção e aventuras numa selva africana, mais ou menos imaginária, chamada de Bengala, e tinha o seu refúgio numa caverna com a entrada em forma de caveira, de resto também a marca do seu famoso anel com que marcava o rosto dos bandidos e fora-da-lei que combatia numa luta interminável, quase sempre ao lado da sua bela namorada Diana Palmer (com a qual chegou a casar), o seu cavalo “Herói”, o seu cão “Diabo” e outros mais.
O Fantasma nasceu da inspiração de Lee Falk, “pai” do não menos famoso mágico do mundo da Banda Desenhada, “Mandrake” e o desenhador Sy Barry, que deu continuidade ao trabalho anterior de Ray Moore e Wilson McCoy, terá sido, quanto a nós, o que lhe imprimiu o seu traço mais característico. Na actualidade, rezam as crónicas que o trabalho criativo das tiras diárias do herói está a cargo de Paul Ryan.
O Fantasma é assim muito justamente, um dos muitos heróis fantásticos que povoaram o nosso imaginário de crianças e apesar da provecta idade, que afinal não faz mossa para quem se diz ser “imortal”, continua a sua infindável missão de combater os maus e estar ao serviço dos fracos e oprimidos, mesmo que continue a sua aura de mistério ou não fosse conhecido por Fantasma.
Faz falta um herói destes na selva da nossa sociedade portuguesa e não faltariam criminosos a precisar de ser marcados.
Do nosso espólio, ficam algumas das capas consagradas ao Fantasma.
- Excelente sítio que nos fala do “Fantasma”
12/04/2010
O Rapaz do Elefante – Elephant Boy
Voltamos à memória das séries de TV da nossa infância:
Em 1974, a RTP transmitia a série de televisão "O Rapaz do Elefante", no original "Elephant Boy".
Uma série do género de aventuras, dirigida particularmente ao público infanto-juvenil, uma co-produção autraliana-francesa-alemã, em 1973, com 26 episódios de cerca de 25 minutos cada.
A série foi baseada na obra do escritor Rudyard Kipling “O livro da selva”, nomeadamente o capítulo “Toumai of the elephants”, que de resto, uns anos antes (1937) já havia dado origem a um filme, como o mesmo nome desta série.
”O Rapaz do Elefante”, com cenário no coração da Índia (foi no entanto filmada no Sri Lanka), narra-nos as aventuras de um jovem rapaz de 12 anos, Toumai, o seu pequeno irmão Ranjit, órfãos, e a sua amizade com o elefante indiano Kala Nag. Toumai vive numa reserva da selva e as histórias resumem-se ao confronto dos interesses e problemas entre o dono do território e do elefante, e a preservação e defesa dos animais da selva e dos seus habitats.
Esta série integra-se na linha de outras séries da época igualmente populares, como Dektari e Skkipy.
Intérpretes e personagens:
Esram Jayasinghe : Toomaï
Peter Gwynne : Madison
Peter Ragell : Ranjit
Isobel Black : Kay Stevens
Margot Léonard : Mme Weiner
Uwe Friedrichsen : Karl Bergen
Janet Kingsbury : Suzanne Fraison
Kevin Miles: Prince Paddam
Ric Hutton : Colonel Shannon
Como seria de esperar, apesar da série nos anos da sua exibição em Portugal ter sido muito popular, entre nós dela restaram poucas ou nenhumas referências. Neste aspecto, somos muito pobres.
Na França e Alemanha, países co-produtores, a série também foi muito popular e ainda hoje se encontra no mercado de DVD´s.
3/24/2010
Júlio Verne – O construtor de sonhos
Quem já não se deliciou com obras como "Cinco semanas em balão", a sua primeira história, "Aventuras do capitão Hatteras", "Viagem ao centro da terra", "Vinte mil léguas submarinas", "A volta ao mundo em oitenta dias", "A ilha misteriosa", "Miguel Strogoff", "As atribulações de um chinês na China" (que ando a ler), ou "Dois anos de férias" ?
Pessoalmente, é verdade que ainda não li tudo deste profícuo autor, mas já li bastantes coisas, as suficientes para ficar fascinado com os seus enredos, os detalhes narrativos e o ambiente de aventura e descoberta, sempre a par da ciência.
Dois anos de férias - A Ilha Chairman
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