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10/15/2024

Litografia do Bom Jesus do Monte - Braga

 


Litografia com vista geral do Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga. Dimensões de 58 x 44 cm. Será da década de 1930. Das pesquisas feitas não consegui descortinar o autor. Há versões com a indicação de impressão na Lito Ignis - Porto e na Lito Minho - Braga.

Há uma outra versão (vista abaixo) muito similar mas com mais largura e será da mesma época.

8/06/2013

Ponte Salazar – Ponte 25 de Abril

 

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imagem-fonte: link

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Passam hoje 47 anos (6 de Agosto de 1966) sobre o dia da inauguração da emblemática Ponte Sobre o Tejo, não oficial mas popularizada com a designação de Ponte Salazar, ligando as margens norte (Lisboa) e sul (Almada). O nome foi rebaptizado para Ponte 25 de Abril, logo após a revolução dessa data em 1974. Poder-se-ía perfeitamente ter mantido o nome oficial (Ponte Sobre o Rio Tejo) mas o exacerbismo pós-revolução assim o ditou numa tentativa de reescrever a História.

A ponte sobre o rio Tejo será porventura um dos elementos arquitectónicos, em certa medida já um monumento, mais conhecidos de Lisboa e de Portugal, logo um dos mais fotografados, sobretudo com Almada e o monumento ao Cristo Rei como cenário numa das margens.

Ironicamente, num período em que se acusava Portugal e o seu regime como sub-desenvolvido e atrasado face à Europa, a ponte surgiu como elemento tão necessário quanto emblemático, como que a desmentir os acusadores da incapacidade do país. Rapidamente tornou-se motivo de orgulho nacional e depressa passou a fazer parte de muitas das páginas dos manuais escolares de História e Ciências.

Transpôr o largo Tejo pela sua ponte, tornou-se também motivo e objectivo de passeios e excursões de gente vinda da província, do Minho ao Algarve. Pessoalmente, também de autocarro, tive essa experiência pela primeira vez por volta dos 16 anos.

Apesar da construção da ponte Vasco da Gama, inaugurada em Março de 1998, a qual passou a desviar um grande fluxo de trânsito da cidade de Lisboa, a verdade é que a ponte 25 de Abril, para muitos ainda a ponte Salazar, continua a ter um papel fundamental para o sistema viário da Grande Lisboa até porque também engloba a ligação ferroviária, prevista desde a sua construção mas apenas concretizada em Julho de 1999.

Dados históricos e técnicos sobre a ponte: LINK

10/07/2009

Dia Nacional dos Castelos

 Hoje, 7 de Outubro, é Dia Nacional dos Castelos.

Os castelos são símbolos presentes de tempos passados. Erigidos a granito pelo querer e força bruta do homem, estes monumentos assumiram no seu tempo posições estratégicas de defesa de regiões, territórios e cidades.
Dentro das suas muralhas ou ao redor das mesmas, floresceram vilas e cidades. Alguns de arquitectura tosca e rudimentar, mas outros como autênticas obras de engenharia e arquitectura militar.
Desde os mais discretos e elegantes até aos mais sólidos e consistentes, Portugal está semeado destes notáveis monumentos, repletos de História e de histórias, reais e lendárias. De norte a sul e de oeste a este, resistem ainda bons exemplos como verdadeiros e palpáveis pedaços da nossa nacionalidade, recordando os tempos de independência, expansão e defesa do território que é hoje o nosso Portugal. Alguns bem conservados e dinamizados pelas autarquias e associações, outros, porém, abandonados à sua sorte, padecendo as agruras do tempo e dos tempos, mas também da indiferença das entidades oficiais.
Esta importância e este testemunho destes nossos monumentos militares estão gravados na própria bandeira portuguesa com o simbolismo dos sete castelos.

Para além dos aspectos históricos ligados a estas construções, enquanto fortalezas militares, com origens que se perdem nas primeiras civilizações, os castelos sempre nos transmitiram os ecos desses longínquos tempos bem como das batalhas dentro e fora das suas torres e ameias. Muitas vezes palcos sangrentos de lutas senhoriais mas também de defesa de soberanias e identidades, de povos e nações.

Todo esse tempo, que decorre dos primeiros tempos do Condado Portucalense até à consolidação do país e depois todo o período da Idade Média até ao séc. XV, sempre exerceu em mim um fascínio especial, desde criança, desde que tomei contacto com os primeiros livros de História. Este fascínio era ainda alimentado pelos filmes e séries de TV, como o Robin Hood, a Flecha Negra, e na Banda Desenhada com Oliver (Robin dos Bosques) herói habitual da revista O FALCÃO e ainda as aventuras do PRÍNCIPE VALENTE, pela pena do mestre Hal Foster.
 
Como memória desta data, publicamos de seguida um conjunto de 16 imagens de outros tantos castelos, reproduções de um conjunto de cadernos escolares dos anos 70, editados pela Ambar, denominado “Colecção Castelos de Portugal”. Esta colecção, muito bonita, para além das gravuras dos diferentes monumentos, representadas nas capas, apresenta nas contra-capas as histórias de cada castelo. Tenho a colecção completa, com os 16 cadernos, em estado de novos.
É uma colecção bem representativa dos castelos portugueses mas outros mais, igualmente belos e repletos de História, poderiam aqui ser lembrados, como o Castelo de Linhares da Beira, o Castelo de Celorico da Beira, o castelo de Trancoso, de Penela, do Lindoso, de Lamego, de Chaves, de Ansiães, de Belmonte, de santaré, de Tomar, de Sesimbra, do Marvão, de Arraiolos, do Alandroal e muitos outros, incluindo os fortes de Valença e Almeida.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
castelo de alter do chao santa nostalgia 16

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