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4/03/2023

Jesse James - Bandido ou herói?

 








Passam hoje 141 anos (3 de Abril de 1882) sobre a data da morte do famoso bandido do oeste americano, Jesse James
Acima alguns dos cartazes de alguns dos vários filmes que foram realizados à volta dessa mítica figura.
Até mesmo na Banda Desenhada a figura de Jesse James foi sempre muito utilizada, incluindo o seu aparecimento num dos álbus de Lucky Luke, de autoria de Morris.

8/10/2022

The new adventures of the Lone Ranger - Série de animação


Já aqui tivemos a oportunidade de falar aqui sobre a figura do herói de banda desenhada, de filmes e séries, até mesmo da rádio, o popular The Lone Ranger ou mesmo "O Mascarilha".

Pois bem, para além dos filmes, das séries e dos livros de quadradinhos, também foram produzidas séries em versão animada sobre o herói, nomeadamente em 1966, embora com um enredo mais futurista, mas a série de que hoje trazemos à memória refere-se a "The new adventures of the Lone Ranger".

Foi produzida nos Estados Unidos, em 1980, com um total de 28 episódios com 11 minutos cada. A sua exibição original  teve início em Setembro de 1980.

Nos diferentes episódios, The Lone Ranger e o seu inseparável companheiro, Tonto, entram em aventuras resolvendo mistérios e travando lutas com bandidos, repondo a justiça, a verdade e o bom.

Em resumo, esta série mantém o essencial das características inerentes à figura nas suas versões filmadas ou mesmo na Banda Desenhada.

2/13/2018

Zakarella


Hoje trazemos à memória a revista de banda desenhada "Zakarella", destinada a adultos. O seu primeiro número, de periodicidade quinzenal, saiu à rua no dia 1 de Março de 1976. Infelizmente, para os fãs do estilo, teve um curto reinado e terminou no mês de Março de 1978, com um espólio de 28 edições. Hoje em dia a revista é objecto de culto e de colecção.

Rezam as crónicas que o seu fim deveu-se ao facto de, por decisão do Banco de Portugal, nesse período quente da nossa história política e económica pós-revolução do 25 de Abril de 1974, ter proibido o pagamento de bens não essenciais com divisa estrangeira. Ora como a banda desenhada não se comparava à necessidade do pão, leite ou gasolina, ficou assim a editora com um berbicacho em mãos para pagar os direitos das histórias públicas de origem norte-americana que  enchiam as páginas, pelo que Zakarella chegou ao fim, ainda com muito para dar do seu mundo de fantasia, terror e sexo.

Zakarella era uma voluptuosa mulher, renegada, em fuga de um profundo inferno terreno governado por um cruel Satã, sendo tele transportada directamente para a grande Lisboa. Em cada história saída da imaginação do autor e editor Roussado Pinto, que assinava com o pseudónimo de Ross Pynn, a jovem Zakarella caía nas garras da malvadez e lascívia de toda a espécie de criminosos e senhores do mal, sujeitando-se assim às mais bizarras sevícias sexuais e torturas. Tinha a seu favor a capacidade de se regenerar e curar de todas as feridas e afrontas dos seres maléficos, ficando novinha em folha para em cada conto voltar a ser diabolizada.

Estas histórias de Roussado Pinto, em rigor pouco significativas, ganhavam vida e interesse acrescido com as capas e ilustrações interiores produzidas pela fantástica arte de Carlos Alberto Santos, profícuo artista plástico (já falecido) e que durante várias décadas enriqueceu edições de livros de contos, banda desenhada e colecções de cromos com a chancela da saudosa Agência Portuguesa de Revistas. Tal como Zakarella, também a APR já não faz parte deste mundo, apenas nas colecções que vão existindo em coleccionadores diligentes e saudosistas bem como nas velhas prateleiras de alfarrabistas.
Zakarella não fugiu ao epíteto de Vampirella portuguesa, numa comparação à heroína da banda desenhada norte-americana, de facto com semelhanças na voluptuosidade e na na pouca roupinha e no estilo de fantasia e terror, embora com diferenças de enredo.

Seja como for, Zakarella enquanto durou foi devorada não só pelos seres maléficos que povoavam a suas histórias, como também pelos leitores entusiastas da banda desenhada ou contos fantásticos com uma boa dose de erotismo. Faz, por isso, com toda a justiça, parte do imaginário desses tempos recuados da década de 70 do séc. passado.




9/29/2016

Major Alvega



Quem já não ouviu falar do Major Alvega, herói da aviação militar inglesa durante a II Guerra Mundial? Que mais não fosse, pela série portuguesa com o mesmo nome realizada  e passada pela RTP no final dos anos 90 com Ricardo Carriço a interpretar o aviador e António Cordeiro no papel do militar nazi Von Block e narrativa do saudoso Fernando Pessa, a qual tinha a particularidade dos cenários terem um look de animação.
Mas o Major Alvega é sobretudo conhecido pelas suas aventuras na Banda Desenhada e que entre nós foi presença habitual e regular sobretudo na emblemática revista "O Falcão"
Pela parte que me toca, para além deste herói da aviação, os meus outros heróis preferidos que iam desfilando semanalmente nas aventuras ilustradas da revista "O Falcão", eram o Ogan, Kalar, Sandor e Oliver (Robin dos Bosques).




De acordo com a descrição na Wikipedia: Major Alvega é uma personagem fictícia, ás da aviação anglo-portuguesa da RAF (Royal Air Force, a Força Aérea Britânica)....No título original em inglês chamava-se "Battler Britton - England's Fighting Ace of Land, Sea and Air" e foi criado em 1956 para a revista britânica Sun, por Mike Butterworth (argumento) e Geoff Campion (desenho) e chegou a ser desenhado por vários desenhistas de renome tais como, Hugo Pratt, José Ortiz, Dino Battaglia ou Luigi (Gino) D'Antonio para a editora Fleetway [2]. Foi protagonista das mais variadas aventuras, todas caracterizadas por muita acção, suspense e um toque de humor, nas quais defrontou (e venceu) alguns dos mais importantes intervenientes da Segunda Guerra Mundial: Rommel, Goering, Hitler e Mussolini. No entanto, numa época em que a censura (ao serviço de um Estado Novo fervorosamente nacionalista) obrigava todos os heróis do género a figurarem nomes portugueses (e por consequência alguma forma de ascendência lusa), o protagonista seria rebaptizado por Mário do Rosário, director da revista "O Falcão", e por Anthímio de Azevedo, o tradutor, para Jaime Eduardo de Cook e Alvega, um ribatejano por via paterna e inglês por via materna, que teria estudado em Coimbra, tendo também sido alterada a sua patente de tenente-coronel para Major.






6/20/2016

Errol Flyn - Robin Hood e Gavião dos Mares








Passam hoje 107 anos sobre o nascimento de Errol Flyn (20 de junho de 1909 — 14 de outubro de 1959), um famoso actor australiano e naturalizado em 1942 como cidadão dos Estados Unidos, que brilhou nos cinemas entre os anos 30 e 50. 
Dos filmes mais emblemáticos em que participou como figura maior, ligados a aventuras, afinal aqueles que mais despertavam o interessa da criançada e às suas brincadeiras aos "artistas" destaco sobretudo "Captain Blood", de 1935, "The Adventures of Robin Hood", de 1938, "The Sea Hawk" de 1940, e "Adventures of Don Juan", de 1948. 
Errol Flyn também interpretou um bom punhado de filmes de cowboys ("westerns"), como “Dodge City”  de 1939 e “Santa Fe Trail” de 1940.
Errol Flyn é sem dúvida um dos grandes nomes de sempre do cinema e por isso faz parte do imaginário de aventuras de muita rapaziada do meu tempo de criança, ali pelos anos 60 e 70.


4/23/2016

O casamento do Fantasma


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Já tivemos a oportunidade de falar aqui do Fantasma, herói de banda-desenhada que foi criado por Lee Falk, também autor do não menos famoso Mandrake.
Como é apanágio de muitos dos heróis da banda-desenhada, há quase sempre uma mulher nas suas vidas. Recorde-se Lois Lane no Super Homem, Mary Jane no Homem Aranha, a Pamela no Kalar e Princesa Narda no Mandrake, entre outras.
No caso do Fantasma a sua namorada era a bela Diana Palmer e hoje trazemos à memória algumas páginas da revista Mundo de Aventuras, Nº 249 de 6 de Julho de 1978 onde é publicada a história em que ambos se casam. Argumento de Lee Falk e desenho de Sy Barry.
Para além do enlace, a particularidade de aparecer o Mandrake e seu amigo Lothar como convidados, o que se compreende pelo facto de, como atrás explicado, tanto o Fantasma como o Mandrake serem criações do Lee Falk embora com desenhadores diferentes.
Fica, pois, a evocação deste momento emblmático e particular das aventuras deste herói da nona arte.

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2/26/2015

Buffalo Bill

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Passam hoje 169 anos sobre o aniversário de nascimento de William Frederick Cody (Iowa, 26 de fevereiro de 1846 — Denver, 10 de janeiro de 1917), que ficou conhecido para a História como Buffalo Bill, uma lendária figura e pioneiro do velho oeste americano.

Pela sua vida real, dizem que também inclui aspectos menos apreciáveis, como a exagerada caça ao búfalo e respectivas consequências danosas para os nativos que dependiam desta animal, e por isso muito para além do que realmente fez, os filmes, a televisão e sobretudo a Banda Desenhada, transformaram-no num herói mítico, numa mistura indissociável de pioneiro e cowboy. Por isso, sobretudo para as gerações de 40 a 70, que encontravam nesses meios de entretenimento e cultura as suas referências, Buffalo Bill é sinónimo de aventuras, índios e cowboys actuando nas inolvidáveis e imensas paisagens do velho oeste americano.

Fruto da realidade ou fantasia, é indubitavelmente, uma das figuras que faz parte das memórias infanto-juvenis de várias gerações, em que me incluo.

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6/05/2012

Sandor – O corsário

 Aqui no Santa Nostalgia já tivemos a oportunidade de trazer à memória alguns dos interessantes heróis que povoaram  revistas de banda desenhada de pequeno formato, como "O Falcão" e  "Tigre", nomeadamente Kalar, Ogan e Oliver (Robin dos Bosques).
Hoje falamos do herói Sandor, um corsário do séc. XVII ao serviço do rei de França, que nos mares das Caraíbas e Antilhas, nas Índias Ocidentais, ao comando da fragata "Invencível" e liderando um grupo de valentes companheiros, como o negro Samsão, Bosco e Petit Louis, lutavam contra piratas e bandidos como com os inimigos ingleses e espanhóis.

Destas batalhas, entre assaltos e o troar fumegante de canhões, resultavam aventuras que deliciavam a criançada, leitores inefáveis destes revistas, oferecendo motivos e inspiração para as brincadeiras de capa e espada.

Sandor foi um dos muitos heróis criados pela editora francesa Impéria, da arte do escritor e ilustrador José Maria Ortiz.
Ficam aqui as imagens de algumas das capas das revistas deste impetuoso herói francês. Das edições Impéria, são conhecidos 64 números editados entre 1965 e 1970. De momento não posso confirmar, mas tudo indica que foram igualmente publicados na revista “O Falcão”, mantendo as capas originais com arte de Juan Vilajoana e Rino Ferrari.
 
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