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10/04/2023

Tabuada Escolar Ratinho


Capa de uma das antigas tabuadas Ratinho da Papelaria Fernandes.



Outras capas da Tabuada Ratinho



Esta tabuada Ratinho tem já uma longa história e ao longo dos anos conheceu diferntes versões mas ainda continua no mercado.


Sobre a Papelaria Fernandes:

A génese da Papelaria Fernandes remonta a 1891, ano em que Joaquim Lourenço e o seu sobrinho Artur Lourenço fazem uma sociedade tomando de trespasse uma loja na então Rua do Rato, onde hoje encontramos o Largo do Rato, em Lisboa.

O nome 'Fernandes' foi herdado do anterior proprietário da loja, mas o facto de os clientes assim tratarem Artur Lourenço, levou os dois sócios a adoptar oficialmente a designação de "Fernandes & Companhia, Lda" em 1919.

A designação manteve-se até 1957, data em que a empresa foi transformada em sociedade anónima e se passou a chamar "Papelaria Fernandes, SARL" até 1986.

A actividade industrial do grupo data de 1917, com o arranque da tipografia e do fabrico de sobrescritos e, mais tarde, com encardernação, litografia, gravura e cartonagem. Já a expansão da rede de lojas acontece a partir de 1935, com a abertura de um primeiro espaço na rua do Ouro. 

Em 1986, a empresa volta a mudar de designação, desta feita para "Papelaria Fernandes - Indústria e Comércio, SA", e a admissão à cotação na Bolsa de Valores de Lisboa dá-se um ano mais tarde. Atingiu o seu máximo histórico em Agosto de 1993, ao cotar nos 6,4 euros (valor ajustado à transição para a moeda única).

Em 1988, dá-se a entrada da Inapa no capital, accionista que passa a controlar a gestão da empresa. Assegura a sua reorganização orgânica, criando várias empresas, entre as quais a Transfer (transportes), a Papelaria Fernandes - Lojas e a Fernandes Téc nica - Desenho e Reprodução.

A partir de 2000, a Inapa aliena a sua participação e é substituída pela "Fundação Ernesto Lourenço Estrada "e por Joe Berardo.

Alguns anos mais tarde, em 2009, a "Papelaria Fernandes" lá declarou a insolvência e em Agosto do ano seguinte encerrou 12 das suas então 14 lojas. Restaram as lojas lisboetas no Largo do Rato e na Rua do Ouro. Em 2013 foi inaugurada uma nova loja que se juntou às duas que haviam sobrevivido. 

Na actualidade, a avaliar pela informação no site indexado à empresa, existem 6 lojas em diferentes locais do país. Loja do Rato, Loja Moda e Loja do Saldanha, em Lisboa ainda a Loja Tortosendo - Covilhã, Loja Abrantes e Loja Almada.

(fonte principal: Diário de Notícias)

1/31/2016

Cadernos de desenho

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Antigos cadernos de exercícios de desenho, da Fernandes & Companhia, da Rua do Rato. Não encontrei referência à data de edição mas, pelo estilo e grafismo, tudo indica que serão das primeiras décadas do séx. XX.


Sobre a Fernandes:

A génese da Papelaria Fernandes remonta a 1891, ano em que Joaquim Lourenço e o seu sobrinho Artur Lourenço fazem uma sociedade tomando de trespasse uma loja na então Rua do Rato, onde hoje encontramos o Largo do Rato, em Lisboa.

O nome 'Fernandes' foi herdado do anterior proprietário da loja, mas o facto de os clientes assim tratarem Artur Lourenço, levou os dois sócios a adoptar oficialmente a designação de "Fernandes & Companhia, Lda" em 1919.

A designação manteve-se até 1957, data em que a empresa foi transformada em sociedade anónima e se passou a chamar "Papelaria Fernandes, SARL" até 1986.

A actividade industrial do grupo data de 1917, com o arranque da tipografia e do fabrico de sobrescritos e, mais tarde, com encardernação, litografia, gravura e cartonagem. Já a expansão da rede de lojas acontece a partir de 1935, com a abertura de um primeiro espaço na rua do Ouro. Actualmente, conta com uma rede de 21 lojas no mercado nacional.

Em 1986, a empresa volta a mudar de designação, desta feita para "Papelaria Fernandes - Indústria e Comércio, SA", e a admissão à cotação na Bolsa de Valores de Lisboa dá-se um ano mais tarde. Atingiu o seu máximo histórico em Agosto de 1993, ao cotar nos 6,4 euros (valor ajustado à transição para a moeda única).

Em 1988, dá-se a entrada da Inapa no capital, accionista que passa a controlar a gestão da empresa. Assegura a sua reorganização orgânica, criando várias empresas, entre as quais a Transfer (transportes), a Papelaria Fernandes - Lojas e a Fernandes Téc nica - Desenho e Reprodução.

A partir de 2000, a Inapa aliena a sua participação e é substituída pela Fundação Ernesto Lourenço Estrada e por Joe Berardo.

(fonte: Diário de Notícias)

5/19/2011

Cadernos Escolares – Pop-Troup


Quem se recorda dos cadernos escolares referentes à série "Pop-Troup"? Os "Pop-Troup" são um grupo de oito crianças, cada uma com determinadas características; São a Lita Quiducha, a Lili Pop, o Três Vinte Sete, o Quim Cantiga, o Tó Fisga, a Xana, o Chico Serenata e o Zé Paixão.
Esta série é uma das emblemáticas edições da Ambar, produzida nos anos 70 e que muito alegraram os nossos dias de escola.
Esta colecção de cadernos, de algum modo traz-nos à memória outra fantástica colecção, a da "Família Pituxa", aqui já recordada.











8/23/2010

Pêbêcê – Caderno escolar

 

Hoje trazemos à memória mais um belo caderno escolar de outros tempos, sem data confirmada mas provavelmente dos anos 40/50. É mais um exemplar da fabricante Pêbêcê.
Quem não se recorda dos tempos maravilhosos da escola primária e destes auxiliares preciosos, tanto na escrita como nas contas? Eventualmente um pouco desprezados nesses tempos, até porque eram sinónimo de trabalho escolar, e nesse tempo não havia lugar nem espaço de manobra à malandrice e indisciplina, hoje são objectos nostálgicos e que merecem a atenção cuidada de coleccionadores. Não é o meu caso mas mesmo assim possuo largas dezenas de diferentes exemplares e colecções, muitos dos quais me passaram pelas mãos em tempo de escola. Aos poucos serão motivo das nossas memórias e nostalgias.

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8/12/2010

Caderno escolar - PBC

 

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Mais um belo exemplar de um caderno escolar (no caso de linha estreita). A exemplo de outros que já publicamos, este foi produzido pela Pêbêcê, provavelmente nos anos 40. As imagens acima referem-se à capa e contra-capa.

Estes belos cadernos, apesar da idade, ou talvez por isso, continuam a exercer um nostálgico fascínio e avivar memórias dos nossos tempos de criança, apesar deste em concreto e no meu caso, ser anterior. Hoje em dia ainda se conseguem encontrar em alfarrabistas ou em casas de antiguidades e são objecto de colecção.

 

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7/04/2010

Caderno escolar antigo

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Voltamos ao tema dos cadernos escolares de outros tempos, esses emblemáticos auxiliares da nossa escola primária. Desta vez, um belo exemplar, com capas em diferentes cores, ambos de linha larga, sem referência de fabricante ou data, mas possivelmente dos anos 40/50.
A simbologia da ilustração é recorrente neste tipo de cadernos escolares, com um rapaz e uma rapariga a caminho da escola. Esta, já se avista ao fundo, com alguns símbolos característicos como o relógio e a bandeira hasteada. Parece ser o típico edifício com duas salas de aulas, uma para o sexo masculino e outra para o sexo feminino. É verdade, frequentei a escola primária entre 69 e 73 e nessa altura havia salas distintas para rapazes e raparigas embora no recreio e no espaço envolvente à escola não houvesse qualquer impedimento de mistura. Nessa altura explicava-se que um dos critérios era impedir as distracções mas parece que o verdadeiro fundamento, vindo de tempos ainda mais antigos, tinha a ver com o que se considerava das características e necessidades distintas na educação entre rapzes e raparigas e estas aprendiam de facto coisas que não os rapazes, nomeadamente nas famosas aulas de lavores onde lhe eram administradas  tarefas tidas como femininas, como costurar, fazer crochet, culinária, entre outras.

É verdade que estas distinções que hoje em dia podem ser julgadas como discriminatórias e sem fundamento, no fundo não mudaram muito e apesar de haver mulheres que fazem tarefas de homens e vice-versa, tanto no ambiente doméstico como no profissional, também é verdade que ainda há coisas que continuam a ser feitas só por homens ou só por mulheres. Há coisas que se podem vestir de diferentes roupagens e dar-lhes o conceito que se quiser, mas delas não se pode mudar a natureza. Ainda bem que assim é, mesmo quando a outra natureza, a das sociedades modernas, queira pôr tudo no mesmo saco e considerar a excepção ao nível da regra.
Mas isto daria pano para outras mangas e, vejam só, queríamos apenas dar a conhecer uns simples, belos e nostálgicos cadernos escolares.

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6/26/2010

Caderno escolar – Lusito - Lusita

 Colocando de lado a questão ideológica, propagandista ou de outra natureza, que não vêm ao caso, hoje damos à estampa um dos mais emblemáticos cadernos escolares de sempre. Não pela particularidade do motivo em si, mas principalmente pelo grafismo e pelo colorido utilizado na ilustração, o que de facto não era muito vulgar, até porque um dos princípios da produção de cadernos escolares, como artigos auxiliares, era o seu baixo custo.

Este caderno, julgo ser dos anos 40, tem como tema a Mocidade Portuguesa, sendo que a capa é alusiva aos lusitos, componente masculina do movimento, cujo escalão integrava as crianças rapazes dos 7 aos 10 anos, e na contra-capa, às lusitas, componente feminina.

Veja-se que o estandarte do movimento diferia, sendo o dos lusitos de forma quadrada e o das lusitas em forma de losango.
Este caderno, nos sítios de leilões e vendas de antiguidades e coleccionismo, é um dos cadernos escolares mais valorizados e procurados e o seu preço varia entre os 5 e os 20 euros, dependendo do estado de conservação.

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6/21/2010

Scotch – Caderno escolar

caderno escolar scotch

Os cadernos escolares sempre foram companheiros ou auxiliares importantes no nosso percurso na escola primária. Havia cadernos adaptados aos diversos exercícios, desde os de linha estreita para a aprendizagem da caligrafia, os de linha larga, os quadriculados para as contas e exercícios de aritmética e os de folha lisa, sobretudo para os desenhos.
Paralelamente, os cadernos escolares sempre exerceram em mim uma certa magia, pois apesar do seu aspecto frágil, com as capas em papel fino, e de por princípio serem quase efémeros e assim terminarem o seu ciclo depois de preenchidos, as ilustrações da capa ou rosto, apesar de básicas e pouco elaboradas, sempre despertaram um carinho que fazia com que os guardasse por muito tempo. É claro que a maior parte deles acabou por ter sumiço, mas muitos deles sobrevivem nas minhas memórias e sempre que posso adquiro exemplares bem conservados que vão aparecendo em feiras de velharias e alfarrabistas, sobretudo os iguais aos que me passaram pelas mãos.
Neste contexto, hoje trago à memória um caderno escolar deveras característico, e que sendo já dos finais dos anos 70, e mesmo dos anos 80, foi companhia de muitas crianças da escola primária a até do ciclo preparatório, pelo que estou certo que muitos o recordam com facilidade. Trata-se do caderno com capa com estampa de tecido escocês, o popular padrão scotch.
Pelas suas características, com uma capa relativamente dura e de aspecto robusto, com um rótulo em branco para anotação do nome, da disciplina ou do assunto, este caderno teve uma utilização muito mais ampla pelo que foi bastante utilizado fora do contexto escolar e era presença frequente em casa, como elemento de diversos registos caseiros e apontamentos vários. A minha mãe com frequência apontava neles receitas de bolos ou doces e o meu pai, reconhecido avaliador de pinhal, fazia neles as contas das suas medições ou cálculos.
Quem não se lembra deste emblemático caderno escolar Scotch?

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6/07/2010

Caderno Escolar – Pêbêcê – Anos 40

 

Já temos aqui falado dos emblemáticos cadernos escolares, preciosos auxiliares no percurso da nossa escola primária. Havia-os de diferentes tipos, tais como de folha lisa, duas linhas, linha estreita e quadriculados, por isso adaptados às diferentes funções, fosse de desenho, escrita ou aritmética. Os cadernos eram assim um auxiliar efêmero já que normalmente depois de totalmente utilizados eram deitados fora.  Por isso, e porque ao longo do ano escolar eram precisos vários, era um artigo muito usado pelo que tinha que ser de preço acessível às carteiras das famílias, por regra pobres e humildes. Não admira, pois, que os cadernos escolares doutros tempos fossem muito simples, quase sempre com poucas folhas e capas de papel muito delicado. Apesar disso, tinham uma beleza quase despropositada à sua função e hoje, observados à distância, eles têm um encanto acrescido e não surpreende que sejam um produto muito procurado por coleccionadores e saudosistas.

O caderno que hoje trazemos à memória é dos anos 40, associado à Mocidade Portuguesa. É um caderno produzido pela empresa Papéis PBC, que nesta área foi muito produtiva, especialmente nos anos 40 e 50, antes do domínio da Ambar a qual ainda hoje é uma das maiores produtoras de cadernos e material escolar. Quanto à PBC desconheço o seu destino e as informações sobre a empresa são praticamente inexistentes.

Este caderno em particular, é de linha estreita, adequado à aprendizagem da caligrafia, portanto normalmente na primeira classe. Na capa, a cores, está representado um menino muito compenetrado na arte da escrita, sobre a clássica secretária da escola, vendo-se ainda alguns símbolos característicos, como o globo terrestre, o mapa de Portugal e uma bandeira da Mocidade Portuguesa.

Na contra-capa, como era usual, estão representadas as tabuadas de multiplicar e dividir e ainda uma gravura com um menino e duas meninas a brincarem à bola.

É sem dúvida um caderno muito bonito e que ilustra muito bem um conjunto de símbolos ligados ao ensino primário do tempo do Estado Novo.

Voltaremos ao tema, com novos (velhos) cadernos.

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5/16/2010

Sebenta

 sebenta

Já temos aqui falado dos cadernos escolares, esses auxiliares da nossa aprendizagem na escola primária,  mas certamente voltaremos ao assunto.

Hoje, porém, quero trazer à memória a velha Sebenta, no fundo, um artigo complementar aos cadernos escolares, mas uma espécie de pau-para-toda-a-colher. As suas folhas, de um papel mais ordinário e lisas, permitiam qualquer tipo de apontamentos, desenhos ou exercícios e, porque mais volumosas, tinha mais durabilidade.

Creio que não há quem não tenha passado pela escola primária, há mais ou menos tempo, que não tenha memórias das suas sebentas. Pessoalmente tenho alguns exemplares ainda virgens, mas recordo-me de várias, e esta recordação prende-se, naturalmente, com a ilustração da capa.

Para além de tudo, jamais esquecerei a brincadeira à volta da sebenta, desde logo os diversos jogos de palavras à volta do nome. Por exemplo: Se És Bom Estudante Não Tires Apontamentos. Veja-se que as iniciais usadas correspondem a SEBENTA. Outra, menos conhecida: Se És Bonita E Namoras Tens Amor. Outra ainda: Se És Burro Estudante Não Terás Amanhã. Esta última dizia-nos a professora.


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5/02/2010

Livrinho da Tabuada - PBC


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aqui falámos de um antigo livrinho da tabuada, mas hoje trazemos à memória outro livrinho, porventura até mais bonito. Trata-se de uma edição da PBC, e que para além das clássicas tabuadas de somar, dividir, multiplicar e diminuir, integra ainda vários ensinamentos como a numeração e números cardinais, numeração romana, ordens e classes, operações com decimais, números fraccionários, moedas e notas, sistema métrico, equivalência de medidas de superfície e agrárias, , medidas de volume, equivalência das medidas de volume, peso e capacidade e medidas de lenha. De facto, muita instrução para um livrinho tão pequeno e simples, apenas com 16 páginas.

8/05/2008

João de Deus - Caderno escolar

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Recordo hoje um dos saudosos cadernos que me acompanharam no percurso da minha escola primária, com a figura desse ilustre nome que foi João de Deus, autor da Cartilha Maternal (publicada em 1876), que se tornou muito popular como método de ensino de leitura às crianças portuguesas de então e cujo método vigorou por várias décadas.
Este caderno era vendido com capas de várias cores e de linha larga, linha estreita (adequados ao ensino da caligrafia), quadriculado e de desenho (folha em branco). Também havia os combinados, isto, com os vários tipos de folhas. Na contra-capa todos eles tinham as tabuadas de multiplicar e repartir.

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