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7/11/2024

Brian do Alf, agora no outro mundo

 


Soube da notícia da morte de Benji Gregory, a criança que, no papel de Brian, participou na série Alf - Uma coisa do outro mundo.

Benji Gregory, que participou em quatro temporadas da série, morreu aos 46 anos. A morte, inesperada terá tido causas por agora desconhecidas e terá ocorrido já a 13 de junho mas só agora foi revelada.

Numa publicação feita na rede social Facebook, a irmã de Benji revelou que o seu irmão foi encontrado morto dentro do carro, com o seu cão, também ele morto. Acredita ela que o irmão adormeceu no automóvel e acabou por morrer devido ao calor dentro da viatura.

Aguardam-se melhores conclusões. Para quem viu a série ficam naturalmente uma pena e nostalgia. Que descanse em paz!

11/18/2019

Hercule Poirot


Já falamos, aqui - e passaram já mais de 10 anosdesta característica figura, Hercule Poirot, o minucioso detective belga, criação de Agatha Christie, numa das versões interpretadas por David Suchet, sem dúvida, na nossa opinião, a mais bem conseguida entre a de vários actores (nomeadamente Peter Ustinov e Albert Finney) que deram vida a esta figura da investigação, pensamento, análise e dedução.

Desta feita, o retrato com uma ilustração de nossa autoria (direitos reservados).

6/01/2018

Duplas humorísticas da nossa televisão

Na história dos programas de entretenimento e humor da televisão portuguesa, sobretudo até meados dos anos 80, foram surgindo parelhas de actores humorísticos que ficaram célebres pelas personagens e rábulas que interpretavam, ficando assim na memória colectiva dos portugueses pela popularidade que alcançaram.
 
Desde logo, em 1975, a dupla "Senhor Feliz e Senhor Contente", interpretada por Nicolau Breyner e Herman José, este no início da sua carreira televisiva. A rábula era presença semanal no popular programa "Nicolau no País das Maravilhas".
 
Uns anos mais tarde, mais concretamente em 1978, dentro do mesmo contexto de sátira social e política ao Portugal de então, teve êxito a parelha de vagabundos maltrapilhos "Olho Vivo e Zé de Olhão", soberbamente interpretada por Herman José e Joel Branco, que no programa "A Feira" deliciavam os telespectadores.
 
Já nos anos 80, logo em 1981 no programa "Sabadabadu",, tornou-se famosa a dupla de borrachões "Agostinho e Agostinha" interpretada pelos populares Camilo de Oliveira e Ivone Silva, novamente num registo de sátira política e social.
Estas três duplas foram de facto as mais populares e marcantes mas outras mais, quase sempre no mesmo registo, foram passando pela nossa televisão, sobretudo pela RTP.



6/20/2016

Errol Flyn - Robin Hood e Gavião dos Mares








Passam hoje 107 anos sobre o nascimento de Errol Flyn (20 de junho de 1909 — 14 de outubro de 1959), um famoso actor australiano e naturalizado em 1942 como cidadão dos Estados Unidos, que brilhou nos cinemas entre os anos 30 e 50. 
Dos filmes mais emblemáticos em que participou como figura maior, ligados a aventuras, afinal aqueles que mais despertavam o interessa da criançada e às suas brincadeiras aos "artistas" destaco sobretudo "Captain Blood", de 1935, "The Adventures of Robin Hood", de 1938, "The Sea Hawk" de 1940, e "Adventures of Don Juan", de 1948. 
Errol Flyn também interpretou um bom punhado de filmes de cowboys ("westerns"), como “Dodge City”  de 1939 e “Santa Fe Trail” de 1940.
Errol Flyn é sem dúvida um dos grandes nomes de sempre do cinema e por isso faz parte do imaginário de aventuras de muita rapaziada do meu tempo de criança, ali pelos anos 60 e 70.


6/16/2016

Laurel, o Estica




Fosse vivo e Stan Laurel, famoso artista pela sua interpretação como Laurel na dupla de comediantes "Laurel e Hardy", entre nós também conhecida como "Bucha e Estica", estaria de parabéns a festejar 126 anos.
Stan Laurel, nascido como Arthur Stanley Jefferson, nasceu no dia 16 de Junho de 1890 nos Estados Unidos, tendo falecido em 23 de Fevereiro de 1965.
Laurel, ou o Estica, era o magrinho da dupla, sempre com uma cara triste e invariavelmente, num encolher de ombros, apanhava uns sopapos do Hardy, o Bucha, mas, quase sempre de forma involuntária, acabava também ele por pregar partidas ao amigo.
Laurel e Hardy em muitos aspectos, desde logo por serem contemporâneos, seguiam o registo humorístico do então popular Charlot (Charles Chaplin) ou mesmo de Buster Keaton.
Uma coisa é certa: Ver a dupla Laurel e Hardy, o que na televisão era frequente pelos anos 70, era gargalhada garantida pelo que tanto Laurel como o seu colega artístico de mais de três décadas, são daquelas figuras que obrigatoriamente estão marcadas nas nossas melhores memórias ligadas à infância e à televisão a preto-e-branco.
Parabéns, Laurel!

5/20/2016

James Stewart





Passam hoje 108 anos sobre o nascimento de James Stewart, actor norte-americano (Indiana, 20 de maio de 1908 – Los Angeles, 2 de julho de 1997). Foi um actor de eleição, tanto no cinema como no teatro e televisão.

Da sua vasta filmografia ao longo de mais de meio século, as minhas memórias vão principalmente para as suas interpretações em filmes western, de resto traduzidas numa das populares colecções de cartões (cromos) de cowboys que pelo final dos anos 60 eu e a malta da minha geração coleccionava. Recordo "A Conquista do Oeste", "Flecha Quebrada"  e "Winchester 73", entre outros. Fora da temática do western, recordo "Janela Indiscreta", de Alfred Hitchcock e "Águia Solitária - The Spirit of St. Louis" em que recria a façanha aeronáutica de Charles Lindberg ao fazer a travessia do atlântico norte.

 Nota: O fotograma que deu lugar ao cromo acima reproduzido (Nº8 de uma colecção de 99) foi extraído do filme "Flecha Quebrada" (Broken Arrow), de 1950, a que se referem também as outras duas imagens que ilustram este artigo. Abaixo o poster oficial do filme.


5/16/2016

Debra Winger - Oficial e Cavalheiro



Está neste dia de parabéns a Debra Winger (Cleveland - Estados Unidos), 16 de Maio de 1955).
Desta actriz norte-americana, destaco sobretudo a sua participação num dos emblemáticos filmes dos anos 80 (1982), "Oficial e Cavalheiro" (An Officer and a Gentleman) em que no papel de Paula Pokrifki contracenou com Richard Gere, este como Zack Mayo. De resto por esta sua participação foi nomeada para os óscares de 1983, juntamente com Sissy Spacek, Jessica Lange, Julie Andrews e Meryl Streep, perdendo para esta  última com a sua interpretação no filme "Sophie´s Choice."
Como curiosidade, Debra Winger assegurou a voz do boneco extra-terrestre E.T. no filme de 1982, embora alterada digitalmente.
Fica, pois, nesta data do seu aniversário esta simples evocação de uma bonita e excelente actriz mas obviamente muito mais para além disso

7/01/2014

Marlon Brando

 

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Passam hoje 10 anos sobre o falecimento do popular actor de cinema Marlon Brando (Omaha - Estados Unidos, 3 de Abril de 1924 – Los Angeles - Estados Unidos, 1 de Julho de 2004).
Entre a sua vasta filmografia, são incontornáveis alguns filmes como "Um eléctrico chamado desejo", de 1951, "Há lodo no cais", de 1952, "O padrinho", de 1972, "O último tango em Paris", de 1972 e "Apocalypse Now", de 1979.

1/22/2014

Telly Savalas

 

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Passam hoje 20 anos sobre o falecimento de Telly Savalas (New York, 21 de janeiro de 1924 - Califórnia, 22 de janeiro de 1994), um actor carismático da televisão e cinema.

Com raízes gregas, este “careca” desempenhou inúmeros papéis em outros tantos filmes mas possivelmente o mais conhecido será o do vilão, génio do mal, Ernst Stavro Blofeld, no filme de James Bond – 007, “Ao Serviço de Sua Majestade” de 1969.

Fica a qui a nossa memória.

6/11/2010

E tudo o vento levou - Gone with the Wind

 e tudo o vento levou

e tudo o vento levou cartaz

Pode parecer mentira, mas só ontem, Domingo, na RTP Memória, tive a oportunidade e paciência de rever de forma completa o clássico filme "E tudo o vento levou", no original "Gone with the Wind". 

 
Em algumas oportunidades, ficaram sempre algumas partes do filme por ver, pois afinal de contas são 3 horas e 42 minutos, dentro da habitual duração de outros grandes clássicos do cinema, como CLEÓPATRA (1963) 4h03; LAWRENCE DA ARÁBIA (1962): 3h42; OS DEZ MANDAMENTOS (1956): 3h40; BEN-HUR (1959): 3h32;SPARTACUS (1960): 3h18. Mesmo assim não vi as cenas iniciais, se bem que já as tinha visto noutras anteriores oportunidades. O facto de hoje ser dia de trabalho não ajudou nada mas lá fui aguentando. 

 
Este filme é de 1939, com os principais papéis interpretados por grandes nomes de então, como Vivien Leigh (Scarlett O'Hara), Clark Gable (Rhett Butler), Olivia de Havilland (Melanie Hamilton Wilkes) e Leslie Howard (Ashley Wilkes).

O filme é por demais conhecido e sobre ele não faltam bons artigos e análises. Para mim é um grande filme e que segue a linha das grandes produções de Hollywood, com muitos figurantes e belos cenários e a clássica bela mulher e as atribulações de um romance à moda antiga.  É claro que pelos padrões actuais o filme pode parecer pouco profundo, ligeiro até, com os temas sociais e históricos da época (guerra civil, escravatura) a serem pouco espremidos, e com os aspectos banais das relações humanas a ocuparem o grosso do tempo, mas tem que se perceber o contexto e a filosofia vigentes na indústria cinematográfica da época em que foi produzido. Afinal o cinema de então, tal como hoje, era sobretudo um espectáculo e entretenimento de massas e não tanto uma coisa dada a grandes reflexões.

Por tudo isso, para além da beleza omnipresente de Vivien Leigh, o filme tem o seu valor e por tudo o que representou, é hoje justamente um dos chamados grandes clássicos do cinema hollywoodesco que sabe bem rever, mesmo que com vários anos de atraso.

Ao conseguir ver o filme na totalidade, ao fim de tantos anos, aprendi também que nunca é tarde para alguns ajustes de contas com coisas que fomos deixando passar, seja um grande filme ou um grande livro.

6/12/2009

A família Boussardel - Les Boussardel

a familia boussardel santa nostalgia 05

"A família Boussardel", no original francês "Les Boussardel", é uma série de TV, que passou na RTP em 1974, nos serões das quartas-feiras, sendo composta apenas por cinco episódios de cerca de 110 minutos cada.
Esta série, adaptada do livro "Famille Boussardel" , um romance de Philippe Hériat , de 1946, foi realizada por René Lucot, e exibida primeiramente na França em 1972.

A história relata ao longo de cinco gerações a saga de uma típica família parisiense, no tempo de Napoleão, desde as suas humildes origens e sua ascenção até à conquista de um importante estatuto cultural e social na França de então. A influência desta família era tal que passava ao lado de  todas as convulsões sociais e políticas, incluindo as mudanças de regime e poder.

Os episódios tratam precisamente da história dessa família e da sua vivência nos diferentes contextos sociais e políticos de todo esse largo tempo, desde 1815, nas origens, até meados do séc. XX.
Em muitos aspectos, a história tem algumas semelhanças com outra conhecida série "A Família Forsyte".

A série contou com um grande elenco, de cerca de centena e meia de actores, onde se destacava a bela Nicole Courcel, no papel de Agnés Boussardel.

Casting parcial:
- Nicole Courcel : Agnès Boussardel (narradora)
- François Dalou : Florent Boussardel
- Maïa Simon : Adeline Boussardel
- Daniel Sarky : Ferdinand Boussardel
- André Dussolier : Louis Boussardel
- Nourdine Malek : Théodore Boussardel
- Danièle Vlaminck : Julie Boussardel
- Catherine Vichniakoff : Lydie Boussardel
- Monique Béluard : Amélie Boussardel
- Arlette Gilbert : Ramelot
- Catherine Ferran : Théodorine
- Nathalie Nerval : Mano
- Jean Rougerie : Caselli
- Louis Lyonnet : Albaret
- Dominique Bernard : Maurisson
- Christine Simon : Clémence
- René Bouloc : Félix
- Marius Laurey : Abbé Grard
- Marie-Pierre Casey : Josépha Branchu
- Annick Fougerie : Baptistine
- Nicole Vervil : Madame Clapier
- Yvon Sarray : Monsieur Clapier
- Jacqueline Dufranne : Madame Mignon
- Marc Fayolle : Monsieur Rossignol
- Jean Lepage : Pottier
- Henri Poirier : Mignon
- Guy Marly : Manguin
- Gérard Jourde : Victorin
- Gilles Béhat : Edgar
- Jean-François Guillet : Amaury
- Sylvaine Charlet : Aglaé
- Maria Laborit : Laure
- Julia Dancourt : Madame Ovise
- Sébastien Floch : Monsieur Peuch
- Francis Perrin : Dubost
- Martine Deriche : tante Paticot
- Luce Farel : Lionnette


a familia boussardel santa nostalgia 04   

Nicole Courcel  

a familia boussardel santa nostalgia 03 

Nicole Courcel  

a familia boussardel santa nostalgia 02

Maia Simon

3/31/2009

Hercule Poirot - O detective do bigode esquisito


Na RTP Memória, na rubrica "Séries a sério", tenho acompanhado a reposição da série "Hercule Poirot", o famoso detective belga, criação da popular autora do policial, crime e mistério, Agatha Christie.
A versão a que me refiro é a televisiva, com David Suchet no papel principal de Poirot, já que a personagem foi interpretada no cinema por outros actores, como Peter Ustinov e Albert Finney. Poirot foi também motivo de uma série de animação.
Esta série televisiva, exibida em Inglaterra pela ITV, foi produzida inicialmente pela LWT e posteriormente pela Granada Productions. Foram realizados 66 episódios, produzidos ao longo de 11 temporadas desde 1989 a 2008, sendo por isso um interessante caso de longevidade e popularidade.

A maior parte dos episódios, com duração de 52 a 60 minutos, comportam apenas uma história, sendo que alguns casos englobam dois episódios. A maior parte dos casos ocorre em Inglaterra, onde Poirot se encontra emigrado desde a eclosão da I Guerra Mundial, mas há episódios que ocorrem noutros locais, como em França, no Egipto, Estados Unidos, Grécia e ainda no famoso Expresso do Oriente, que atravessa vários países.

Hercule Poirot, fundamenta-se numa personalidade metódica e aprumada, o que se reflecte nos seus modos e maneiras, de falar, de comer e vestir, como também a de agir e pensar, fazendo dele, de certa maneira, um tipo algo exôtico ou excêntrico. Uma das suas inconfundíveis características é o seu bigode, por si só uma excentricidade, com pontas viradas para cima, sempre preto e irrepreensivelmente bem aparado. As suas saudações em francês também são uma das suas características.

As figuras proeminentes que o acompanham ou que com ele participam e interagem, são Arthur Hastings, um capitão do Exército británico na reserva, o inspector-chefe da Scotland Yard, James Japp, e miss Lemon.

Hastings é apresentado como sendo sócio de Poirot, e de facto com ele participa na maior parte dos episódios. No entanto, este situação não parece muito clara pois em certas situações é indicado com funcionário do detective.
Hastings está para Poirot como o Dr. John Watson está para Sherlock Holmes. Acompanha e ajuda Poirot nas investigações, por vezes em situações individuais, mas raramente é decisivo nas mesmas, a não ser involuntariamente, quando acciona os característicos flashs (fez-se luz) das "célulazinhas cinzentas" do detective, que permitem ligar o último elo que faltava à corrente da investigação. Por outro lado, Hastings, para além da sua paixão pelos automóveis, assume um papel de sentimental em relação às mulheres intervenientes nos casos, mas quase sempre tímido e sem sucesso até de forma desajeitada, o que é motivo de brincadeira por parte de Poirot. Hastings também retira as suas ilacções e teorias acerca dos casos mas, norma geral, baseadas nas aparências, por isso sem fundamento, pelo que quase nunca acerta no desfecho final.

Miss Felicity Lemon é de facto a sua funcionária, uma espécie de faz-tudo, já que tanto é secretária, como cozinheira e dona-de-casa, como também por vezes participa em situações de investigação. É extremamente competente e metódica, bem ao estilo inglês, o que muito agrada a Poirot, incluindo a preparação das suas tisanas. Nunca foi uma situação clara, mas fica no ar uma espécie de paixão por Poirot mas que não passa para além dessa percepção.

O inspector-chefe, Japp, intervém na maior parte dos episódios, nomeadamente nos que ocorrem na sua área de jurisdição. É o rosto oficial da polícia e comanda as operações relativas a muitos dos casos, nomeadamente dos homicídios. Japp é o contrário de Poirot, pois é um pouco impulsivo, desmazelado e por norma conduz as investigações por caminhos errados o que o leva a conclusões precipitadas e com base nas aparências, dando crédito a pistas falsas. No entanto, é um profundo admirador de Poirot embora raramente o reconheça directamente.

O envolvimento de Poirot nos diversos casos é uma das questões nem sempre bem sustentadas. Umas vezes é requisitado pelos familiares das vítimas, outras vezes pela coincidência dos casos ocorrerem em situações de proximidade do seu dia-a-dia. Pela polícia, muito raramente é requisitado, pelo que frequentemente a sua entrada nos casos, surpreende o inspector-chefe Japp e nem sempre a colaboração é a melhor, embora Japp quase sempre aceda aos pedidos e palpites de Poirot.

Confesso que da parte das novelas de Agatha Christie, de Poirot, li apenas uma ou duas, há já bastante tempo, pelo que já não lembro da estrutura e densidade narrativa. Todavia, quanto à estrutura da série televisiva de que falo, ela é muito semelhante na maior parte dos episódios. Uma primeira parte onde é apresentado o contexto do crime, o cenário e os intervenientes e finalmente o desfecho. Depois a introdução da polícia e de Poirot, ou vice-versa, a investigação, os interrogatórios e as análises dos factos e das provas e na parte final o desvendar do caso. Em muitos dos episódios o desvendar do caso é revelado por Poirot numa reunião com todos os intervenientes presentes. Regra geral, Poirot faz uma descrição do crime onde então são mostrados os pormenores e finalmente revela os culpados, quase sempre para surpresa de todos, nomeadamente de Hastings e Japp, contrariando as suas teorias. O culpado ou os culpados, norma geral contestam a acusação mas depois acabam por se revelar e confessar e até justificar os actos para os crimes.

Como é habitual neste tipo de séries policiais, quase sempre os suspeitos óbvios aos olhos dos espectadores, e já agora de Japp e de Hastings, acabam por se revelar inocentes e os mais discretos e menos plausíveis revelam-se como os autores dos diversos crimes. Por outro lado, muitas vezes os aspectos fundamentais para a investigação e sua conclusão quase que surgem do nada e apenas são revelados na narrativa final de Poirot, denotando assim alguma inconsistência com o decorrer de toda a trama. Pelo menos, pessoalmente, fico com essa perspectiva.

Tenho acompanhado a série com interesse, até porque passa a uma hora porreira, cerca das 21:00 horas, mas reconheço que a sua consistência e densidade dramática fica a milhas da série Sherlock Holmes. Não pela diferença e psicologia das suas figuras principais, que compreensivelmente existe, mas sobretudo pela dinâmica e envolvimento de cada caso. Seja como for, é uma série interessante, muito popular, com uma verdadeira legião mundial de admiradores, e que por tudo isso sabe bem recordar. Depois, não deixa de ser um verdadeiro clássico.

Casting:
David Suchet - Hercule Poirot (1989-2008)
Hugh Fraser - Captain Arthur Hastings (1989-2002)
Philip Jackson - Chief Inspector Japp (1989-2002)
Pauline Moran - Miss Felicity Lemon (1989-2002)
Zoë Wanamaker - Ariadne Oliver (2006-2008))
David Yelland - George (2006-2008))

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Links interessantes sobre Hercule Poirot:


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