6/17/2016
Eddy Merckx o ciclista
6/15/2016
UEFA
(fonte: wikipedia)
2/21/2014
Equipas de futebol – Grupo Desportivo de Riopele – 76/77
- clicar na imagem para ampliar
Equipa de futebol do Grupo Desportivo de Riopele, referente à época de 76/77, altura em que militava na II Divisão Nacional. Mercê da sua classificação, na época seguinte, 77/78, o clube militou na divisão principal mas por lá ficou apenas uma época, descendo ao escalão inferior juntamente com o C.D. Feirense.
10/03/2013
Selecção Portuguesa de Hóquei em Patins - 1976
Torcato Ferreira (treinador), Rui Santa Bárbara (chefe da comitiva), Fernando Pereira (coordenador da selecção), Chana, Garrancho, Cristiano, Salema, Dr. Mário Ferreira (médico), Octávio São Marcos (massagista) e Florindo Lopes (mecânico);
Em baixo pela mesma ordem: Casimiro, Sobrinho, Ramalhete, Reis, Júlio Rendeiro e António Livramento.
7/19/2013
Tour de France
Passam hoje (19 de Julho) 100 anos sobre a conclusão, com chegada a Paris, no Parque dos Príncipes, da 1ª volta a França em Bicicleta, conhecida como "Tour de France", cujo primeiro vencedor foi o francês Maurice Garin.
A prova que está actualmente a decorrer, na sua terceira e última semana, (disputou-se ontem uma das míticas etapas com chegada ao Alpe D´Huez) corresponde à sua edição centenária. A prova conheceu interrupções durante a 1ª e 2ª guerras mundiais (1915-1918 e 1940-1946).
No panorama do ciclismo internacional, o Tour é sem sombra de dúvidas a prova raínha, aquela que mais atenções atrai e que reúne a nata dos ciclistas profissionais. Apesar de alguns recentes casos de doping, como o de Lance Armstrong, a prova continua a merecer o seu estatuto. Normalmente disputa-se no mês de Julho, seguindo-se ao Giro de Itália e antes da Vuelta a Espanha, estas consideradas imediatamente a seguir como as duas outras grandes e importantes provas por etapas.
O ciclismo português, mesmo sem grande notoriedade (com a sua prova raínha a perder importância de ano para ano e com os principais nomes do ciclismo nacional a militarem em equipas estrangeiras), está ligado a esta competição e nela se destacam alguns nomes, desde logo o do popular e saudoso Joaquim Agostinho o qual conta com 13 participações e 5 vitórias em etapas, para além de dois lugares no pódium (3º) em 1978 e 1979 e por outras tantas vezes em 5º lugar (1971 e 1980).
A seguir ao ciclista de Torres Vedras, destaca-se Acácio Silva, com 7 participações, em que venceu três etapas, em 1987, 1988 e 1989, sendo que neste último ano chegou a envergar a camisola amarela por cinco dias.
Outros ciclistas lusitanos deixaram o seu nome ligado ao Tour de France, como Alves Barbosa, o mais antigo participante, com um 10º lugar no ano de 1956, Paulo Ferreira em 1984, em que venceu uma etapa, José Azevedo em 2004, com um 5º lugar na classificação final e Sérgio Paulinho, em 2010, também um inesperado vencedor de uma etapa. O nome mais recente, é o de Rui Costa que nesta edição centenária, ao serviço da equipa espanhola Movistar, venceu há dias uma etapa, chegando isolado à meta e hoje repetiu a dose vencendo a ante-penúltima etapa. Todavia, em termos de classificação geral, dizem os entendidos que está uns furos abaixo das expectativas que reunia depois da vitória geral na recente Volta à Suiça. Mas vencer duas etapas na centésima edição ( a duas do final da prova), é um feito de prestígio.
Ao longo dos anos vários outros ciclistas portugueses marcaram presença na prova francesa mas sem qualquer registo de vitórias, nomeadamente o conhecido Marco Chagas (vencedor de 4 edições da Volta a Portugal – 1982, 1983, 1985 e 1986), Fernando Mendes, José Martins, entre outros.
Seja como for, o Tour de France, pelo seu prestígio e História, é uma das provas desportivas mais emblemáticas do planeta e agarrada a ela traz sempre inúmeras memórias e grandes nomes, sobretudo os grandes vencedores como o francês Jacques Anquetil, rei dos anos 60, com 4 vitórias, o belga Eddy Merckx, que dominou de 1969 a 1974 (5 vitórias), o francês Bernard Hinault (5 vitórias), o espanhol Miguel Indurain, com 5 vitórias consecutivas (1991 a 1995) e o norte-americano Lance Armstrong (7 vitórias consecutivas de 1999 a 2005, embora as várias vitórias lhe tivessem sido retiradas pelo escandaloso e confesso caso de doping e finalmente o espanhol Alberto Contador, vencedor em 2007, 2009 e 2010 e que neste ano de 2011 encontra-se à data na 2ª posição, ainda com pretensões ao título, depois de ter sido afastado da última edição por caso de doping que lhe valeu a subtracção da sua anterior vitória em detrimento do luxemburguês Andy Schleck.
Actualização: 21/07/2013: A prova terminou com Christopher Froome, da Sky, como vencedor da geral. Ver quadro da classificação abaixo (clicar para ampliar):
Sítio oficial do Tour de France
Joaquim Agostinho, um dos ciclistas portugueses com maior relevância no Tour de France.
12/10/2012
Leixões Sport Clube – 105 anos
Passam hoje 105 anos sobre a data de fundação do Leixões Sport Club (28 de Novembro de 1907), um clube desportivo sediado em Matosinhos, de que se destaca a sua equipa de futebol, associada ao epíteto de “homens do mar”. Ao longo dos tempos por ali passaram e saíram excelentes jogadores.
Ao longo de décadas e da sua história, o Leixões Sport Club foi sempre uma boa referência nos diversos campeonatos de futebol, de modo especial no campeonato principal. Infelizmente nas últimas duas décadas, com raras excepcções, tem andado arredado da principal competição nacional, o que é pena já que tem uma massa adepta abrangente e bastante fiel.
Em jeito de simples homenagem, deixamos aqui uma das boas equipa dos “homens do mar”, da época de 67/68, extraída de uma das clássicas cadernetas de cromos, edição da Agência Portuguesa de Revistas.
| emblema | Fonseca | Geraldinho | ||
| Moreira | Nicolau | Raúl | ||
| Teixeira | Bené | Praia | ||
| Horácio | Necas | Rosas | ||
| Gentil | emblema |
1/25/2012
5/10/2011
Joaquim Agostinho – O homem e o ciclista
Passam hoje 27 anos (10 de Maio de 1984) sobre o trágico e prematuro desaparecimento de Joaquim Agostinho, uma das grandes figuras do desporto e do ciclismo português. Não resistiu aos ferimentos decorrentes de uma queda em plena etapa da Volta ao Algarve.
Pelas suas qualidades desportivas e humanas, Joaquim Agostinho será sempre uma das míticas figuras do nosso imaginário real, sobretudo relacionada à década de 70 onde demonstrou toda a sua classe, tanto em Portugal como em Espanha e França.
Deixamos aqui algumas imagens extraídas da revista "Ídolos", edição Nº 17 de 15 de Julho de 1977, dedicada a este grande desportista cuja memória perdurará para sempre.
12/23/2010
Costa Pereira
Para saber muitas mais coisas sobre a carreira de Costa Pereira, nada melhor que dar um salto ao excelente blog Vedeta ou Marreta.
De nossa parte, para além da memória da data, deixamos aqui alguns cromos de caramelos relativos ao Costa Pereira que no seu tempo foi uma autêntica vedeta.
7/22/2010
Jaime Pacheco – 22/07/1958
Jaime Pacheco, conhecido pela sua carismática carreira como jogador e treinador de futebol, faz hoje 52 anos, já que nasceu em Paredes, em 22 de Julho de 1958.
Como futebolista jogou no F.C. do Porto - 1980/1984 (onde mais se notabilizou); Sporting - 1984/1986; de novo no F.C. Porto - 1986/1989; V. Setúbal - 1989/1991; Paços de Ferreira - 1991/1993; Sporting de Braga - 1993/1994.
Como treinador, o seu feito maior foi a conquista do Campeonato Nacional (I Liga) pelo Boavista F.C., em 2000/2001, mas nessa função, antes e depois, esteve ao serviço de muitos outros clubes, como o Paços de Ferreira, Rio Ave, União de Lamas, Vitória de Guimarães e Belenenses e ainda o Mallorca - Espanha e Al-Shabab, da Arábia Saudita.
De Jaime Pacheco, para além da característica e precoce careca, ainda enquanto jogador, é conhecido o seu carisma, sobretudo o seu discurso muito directo para além da sua intrínseca qualidade e que fez dele um excelente futebolista, tanto nos clubes por onde passou como também na Selecção Nacional, onde foi Internacional A por 25 vezes, onde se destaca a sua participação no Campeonato da Europa – França 84 e Campeonato do Mundo – México 86 (de má memória com o caso “Saltillo”).
Pela sua frontalidade, por vezes excessiva e incómoda, se calhar passou ao lado de uma carreira num dos “três grandes”, nomeadamente no F.C. do Porto, pelas raízes da sua ligação, mas demonstrou sempre ser um homem vertical, sem estômago para determinadas situações tão características e recambolescas do nosso futebol, sobretudo ao nível do dirigismo.
Por tudo o que representou e representa, deixamos aqui um simples tributo ao Jaime Pacheco, com a colagem de diversos cromos, dispersos pelas diferentes equipas e épocas, incluindo da Selecção Nacional.
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