7/27/2016
"E o resto são cantigas"
3/25/2014
Arlindo de Carvalho – Cantigas populares
Chapéu preto
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Arlindo de Carvalho
A azeitona já está preta,
a azeitona já está preta,
Já se pode armar aos tordos,
já se pode armar aos tordos.
Diz-me lá, ó cara linda,
diz-me lá, ó cara linda,
Como vais de amores novos,
como vais de amores novos
Refrão
É mentira, é mentira,
É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,
Quem mo deu foi meu amor!
Ó que lindo chapéu preto
Naquela cabeça vai.
Ó que lindo rapazinho,
Para genro do meu pai.
Quem me dera ser colete,
Quem me dera ser botão.
Para andar agarradinha,
Juntinha ao teu coração
É mentira, é mentira,
É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,
Quem mo deu foi meu amor!
Ó Manuel da Rola
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Arlindo de Carvalho
Ó "Manuel da rola" das bandas d'além
Não me julgues tola, eu te entendo bem
Lá na minha terra, p'rós lados da Beira
Há muito ratão com a mesma ratoeira.
Davas-me um beijo, não aceitei
Arrependida ai como fiquei
Se ainda queres mil beijos dá-me
Que um beijo só ainda faz mais fome.
Ó Manuel da rola, tens as calças rotas
Tens os olhos tortos e as pernas marotas
Mas se eu estou à espera de um outro melhor
Fico sem casar, anda cá meu rico amor.
Põe a carapuça, enfia-a bem
P'ra essa cara não t'a ver ninguém
Que a carapuça é tão bonita
Ai, ficamos um par mesmo catita.
Fadinho Serrano
Letra: Arlindo de Carvalho
Música: Hernani Correia
Muito boa noite, senhoras, senhores
Lá na minha terra há bons cantadores
Há bons cantadores, boas cantadeiras
Choram as casadas, cantam as solteiras
Cantam as solteiras cantigas de amores
Muito boa noite, senhoras, senhores.
Fadinho serrano és tão ao meu gosto
Fadinho catita, sempre bem disposto
Sempre bem disposto, seja tarde ou cedo,
Fazer bons amigos é o teu segredo
É o teu segredo sorrir ao desgosto
Fadinho serrano sempre bem disposto
Fiar-se em mulheres é crer no diabo
São todas iguais, ao fim, ao cabo
Ao fim ao cabo, moça que namora
Se vai em cantigas, essa é a que te chora
Essa é a que te chora, com esta me acabo
Fiar-se nos homens é crer no diabo
Essa é a que te chora, com esta me acabo
Fiar-se nos homens é o nosso fado
5/04/2012
Bilú Tetéia – Márcio Ivens
Quem se recorda desta pérola musical dos anos 70, “Bilú Tetéia” cantada por Márcio Ivens ?
Independentemente da qualidade da música e da respectiva letra, hoje certamente analisada com outro olhar crítico, a verdade é que na época o raio da música andava na boca de toda a gente que a cantarolava nos mais diversos sítios e ocasiões. Ainda hoje, para quem viveu esses tempos, pode surpreender-se com a coisa.
Fica a memória…e a letra:
Quando eu era criança mamãe dizia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Pegava eu no colo, mostrava pra vizinha
Bilu Bilu Bilu, Biluzinho Tetéia
Que me segurava, dizia que gracinha...
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
O tempo foi passando e eu fui crescendo
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
E de fazer Bilu, mamãe foi se esquecendo
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Agora eu estou grande, estou é barbadinho não encontro
mais ninguém pra me fazer um BiluzinhoBilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu TetéiaBrincava de casinha, ninguém dizia nada...
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
E a filha da vizinha era minha namorada
Bilu Bilu Bilu, Biluzinho Tetéia
Agora eu estou moço não tenho liberdade
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Pra falar com a vizinha é uma calamidade...
Se quizer um Biluzinho tenho que fazer sozinhoBilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
Bilu Bilu Bilu, Bilu Tetéia
2/04/2011
Torneró – I Santo Califórnia
Hoje veio-me à memória uma das inesquecíveis baladas italianas, exactamente "Torneró", dos "I Santo Califórnia", um grupo italiano formado em meados dos anos 70, composto por Pietro Barbella (vozes e teclado), Gianni Galizia (guitarra), Donato Farina (bateria), Domenico Ajello (baixo) e Massimo Caso (guitarra).
"Torneró" (Voltarei), foi de facto o seu maior êxito e extravasou a Itália para se tornar popular em todo o mundo com um registo superior a 10 milhões de cópias vendidas.
Os “I Santo Califórnia” participaram em 1977 no clássico festival musical "San Remo" com o tema "Mónica" que se classificou em 3º lugar.
Com o tempo o grupo foi perdendo notoriedade mas em função de "Torneró" fará sempre parte das boas recordações dos temas românticos italianos dos anos 70. Continua assim a ser escutado com agrado, principalmente naqueles momentos mais melancólicos. Para além da música, a letra também se “põe a jeito”.
- Uns anos depois…
Tornerò
Rivedo ancora il treno
allontanarsi e tu
asciughi quella lacrima
Tornerò
Com'è possibile
un anno senza te.
Adesso scrivi aspettami
il tempo passerà
un anno non è un secolo
Tornerò
Com'è difficile
restare senza te.
Sei
sei la vita mia
quanta nostalgia
senza te
Tornerò, tornerò.
Da quando sei partito è, cominciato per me la solitudine
intorno a me c'è il ricordo dei giorni belli del nostro amore
la rosa che mi hai lasciato si è ormai seccata
ed io la tengo in un libro che non finisco mai di leggere.
Ricominciare insieme
ti voglio tanto bene
il tempo vola aspettami
Tornerò
pensami sempre sai
e il tempo passerà.
Sei
sei la vita mia (amore mio)
quanta nostalgia (un anno non è un secolo)
senza te
Tornerò
Tornerò
pensami sempre sai
tornerò
tornerò
2/10/2010
Joselito – A voz de rouxinol
Em finais dos anos 60 e também pelos anos 70 fora, aos Domingos à tarde a RTP brindava-nos com a exibição de muitos e bons filmes, nomeadamente os incluídos na popular rubrica "Tarde de Cinema". Foram tantos e tantos que é impossível elencar os mesmos, mas, com os meus gostos de criança, preferia sobretudo os filmes recheados de aventura e emoção, incluindo o clássico Tarzan e uma variante, o Bomba, designado de filho de Tarzan, bem como umas boas e valentes cowboyadas e até filmes de capa-e-espada, como Os Três Mosqueteiros, Zorro, Robin Hood, filmes de corsários e piratas e outros mais.
Entre esta miríade de aventuras, por vezes lá vinham os clássicos filmes portugueses, com os inesquecíveis António Silva, Vasco Santana, Ribeirinho e Beatriz Costa, os filmes humorísticos, com Charlot, os irmãos Marx, Cantiflas, e também filmes marcadamente musicais, com o popular Gianni Morandi, Elvis Presley, Cliff Richards, The Beatles e outros. Destes outros, porque recordo-me de ver vários, trago à memória a figura de Joselito, uma criança cantora, espanhola, e que teve muita popularidade nos anos 50 e 60, pelos seus discos e pelos seus filmes, tanto em Espanha, como em Portugal e na América Latina. Entre nós era muito admirado e quase ninguém gostava de perder os seus filmes, sobretudo as mulheres e raparigas, mais dadas a lamechices.
Não vou entrar em detalhes da sua vida, tanto de criança como de adulto (com menos popularidade) até porque podem ser consultados numa excelente página sobre o artista, recheada de aspectos biográficos, fotos, discos e outros. A página está em francês mas tem versão em inglês e facilmente pode ser traduzida para português.
Joselito e a sua voz vibrante, de rouxinol, de facto nessa época cantava e encantava e pelo meio de uns filmes de aventuras, também sabia bem ver e ouvir Joselito.
Quem se recorda?
10/20/2009
Patrick Hernandez – Born to be alive
Estávamos no final da década de 70 e a chamada disco music estava mais ou menos no seu apogeu, muito à custa da populariadde de filmes como "Saturday Night Fever", de 1977, com John Travolta e a banda sonora dos famos Bee Gee.
No meio deste reboliço musical, surgiu um francês chamado Patrick Hernandez que fez sucesso em 1979 com o tema “Born to be alive”. O sucesso estendia-se desde a venda do disco até à sua passagem constante na rádio, na televisão e nas discotecas.
É certo que Patrick Hernandez ainda teve um tema que também vendeu bem, “Loosing sleep over you”, até porque no Brasil fez parte da banda sonora de uma popular telenovela, “Baila Comigo”, mas praticamente desapareceu a partir de meados de 80. Todavia, a partir daí, e ainda quase até aos nossos dias, continuou a ser solicitado para cantar esse seu grande êxito. Deste modo, Patrick Hernandez é sinónimo de “Born to be alive”.
Pessoalmente este tema traz-me fortes memórias do meu tempo de adolescente, e obviamente todo esse ambiente e essa cultura que foi o disco music. Só por esse facto, Patrick Hernandez, apesar do seu estilo algo piroso, merece ser aqui recordado.
*
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9/04/2009
MINI POP – My Holyday Girl – Menina de Luto
No início dos anos 70, o conjunto MINI POP obteve um relativo êxito no nosso panorama musical, principalmente junto das crianças e adolescentes.
Esta banda, que surgiu em 1969 na cidade do Porto, era formada por quatro crianças, com idades entre os 8 e 12 anos, os irmãos Mário, Eugénio e Pedro Barreiros, filhos de Mário Barreiros que era o manager do grupo e ainda Abílio Queiróz. Estas crianças que foram crescendo, tornando-se adolescentes, seguiam a linha da moda musical de então, exibindo roupas extravagantes e cabelos compridos à ”Beatles”. Cantavam em português e em inglês.
O primeiro êxito do grupo foi uma versão da conhecida musica popular “Era uma casa muito engraçada”.
Os MINI POP tornaram-se mais populares depois da sua participação no Festival RTP da Canção, onde interpretaram a canção "Menina de Luto" com a qual obtiveram um sétimo lugar. Contudo, já antes, em 1971, participaram no Festival de Vilar de Mouros.
Durante a sua carreira, para além de um grande número de espectáculos, o grupo gravou perto de uma dezena de singles, dos quais destaco o "My Holiday Girl", com composições do conhecido Paulo de Carvalho.
Como curiosidade final, o grupo, depois de uma tentativa de internacionalização, com o nome de TANGA, nomeadamente em Espanha, depois de 12 anos de percurso, terminou já na década de 80 dando lugar à conhecida banda "JÁFUMEGA", a que se juntaram aos irmãos Barreiros outros elementos como o vocalista Luis Portugal. Os JÁFUMEGA surgiram no chamado movimento do rock português, sensivelmente na mesma altura de Rui Veloso, UHF, Trabalhadores do Comércio, GNR, entre muitos outros.
5/06/2009
Blondie – Heart of Glass - Atomic
Em 1980, os teenagers de então, onde me incluía, não tinham os actuais leitores de MP3 nem telemóveis artilhados com as modernas tecnologias, mas tinham leitores de cassetes e os famosos walkmans, da Sony. Por isso, mesmo sem memórias internas ou pen-drives, usavam as clássicas cassetes de fita magnética, nomeadamente as produzidas pela BASF e TDK, entre outras. Era frequente irem às lojas de discos onde era possível escolher os temas para as suas compilações.
Nesse ano, uma das músicas quase obrigatórias era o single Atomic, do grupo “Blondie”, extraído do álbum “Eat to the Beat”, de 1979. Este tema, um dos mais conhecidos desta banda norte-americana de características New Wave/Punk Rock, foi um êxito mundial logo após o seu lançamento e em Outubro, chegou ao número 1 do top de vendas no Reino Unido e Estados Unidos (no Billboard's Hot Dance Club Play Chart, chegando ainda a lugares cimeiros em muitos outros países, não só da Europa como na Austrália e Nova Zelândia.
"Blondie", era um grupo constituído inicialmente por Deborah Harry, a vocalista loura e único elemento feminino do grupo, Chris Stein, Clem Burke, Jimmy Destri e Gary Valentine. Antes da adopção do nome Blondie, o grupo era designado de “Angel and the Snakes”.
A explosiva Deborah Harry era de facto a figura principal da banda, sendo vista como uma sex-symbol da época. O seu álbum de estreia, "Blondie" foi lançado em 1978 mas o êxito e popularidade chegariam em 1978 com o single "Heart of Glass" do álbum "Parallel Lines" (que vendeu milhões de cópias), obtendo um êxito a nível mundial. O êxito da banda continuou com a sua participação na banda sonora do conhecido filme "American Gigolo", nomeadamente com o tema "Call Me" e depois com o já referido “Atomic”, de 1979, do álbum “Eat to the Beat”.
Entretanto, a banda teve alguns problemas internos mas volvido algum tempo, em 1982, gravou o álbum “The Hunter” e depois dele só voltou a juntar-se para gravar em 1999, produzindo o álbum “No Exit”, onde o principal tema viria a ser “Maria”. Pelo meio, Deborah (Debbie) realizou alguns trabalhos a solo.
Por tudo isto, e independentemente do estilo musical tão característico dos anos 80, “Blondie” e os seus principais êxitos, fazem parte da minha memória musical e, certamente, de muitos portugueses. Apesar dos anos, são temas que ainda hoje se ouvem com alguma frequência e, diga-se, com agrado e nostalgia.
(Heart of Glass)
(Atomic)
*****SN*****
2/17/2009
Procol Harum - A whiter shade of pale
A whiter shade of pale
We skipped a light fandango,
Turned cartwheels 'cross the floor.
I was feeling kind of seasick,
But the crowd called out for more.
The room was humming harder,
As the ceiling flew away.
When we called out for another drink,
The waiter brought a tray.
And so it was that later,
As the miller told his tale,
That her face at first just ghostly,
Turned a whiter shade of pale.
She said there is no reason,
And the truth is plain to see
That I wandered through my playing cards,
And would not let her be
One of sixteen vestal virgins
Who were leaving for the coast.
And although my eyes were open,
They might just as well have been closed.
And so it was later,
As the miller told his tale,
That her face at first just ghostly,
Turned a whiter shade of pale.
11/26/2008
Ritchie - Menina Veneno
A música pegou de estaca e depressa se tornou num êxito tanto no Brasil quanto cá em Portugal.
Recordo muito bem esse tempo e o tema a passar em tudo quanto era rádio. Nas discotecas da altura era tema obrigatório e em alguns dos meus namoricos da época estão associados à "Menina Veneno". Como não podia deixar de ser, mandei gravar a faixa numa cassete das melhores, a BASF Chrome Extra II 9. Ainda deve andar por alguma das velhas gavetas. Durante algum tempo, "Menina Veneno" foi um tema que frequentemente interpretava com o meu violão.
"Menina Veneno" foi escrita em parceria com Bernardo Vilhena e fazia parte do álbum "Voo do Coração", com a etiqueta da Sony.
Menina Veneno
Ouço passos na escada
Vejo a porta abrir
Um abajur cor de carne
Um lençol azul
Cortinas de seda
O seu corpo nu
Menina Veneno
O mundo é pequeno demais pra nós dois
Em toda cama que eu durmo
Só dá você, só dá você,
Só dá você, (yeah, yeah, yeah, yeah)
Seus olhos verdes no espelho
Brilham para mim
Seu corpo inteiro é um prazer
Do principio ao sim
Sozinho no meu quarto
Eu acordo sem você
Fico falando pras paredes
Até anoitecer
Menina Veneno
Você tem um jeito sereno de ser
E toda noite no meu quarto
Vem me entorpecer, me entorpecer
Me entorpecer, (yeah, yeah, yeah, yeah)
Meia-noite no meu quarto
Ela vai surgir
Eu ouço passos na escada
Vejo a porta abrir
Você vem não sei de onde
Eu sei vem me amar
Eu nem sei qual o seu nome
Mas nem preciso chamar
9/12/2008
Nazareth - Love Hurts
"Love Hurts", no YouTube
Hoje quero trazer à memória uma canção que integra o portfólio das minhas recordações musicais dos idos anos de 70. Trata-se de "Love Hurts", dos NAZARETH, uma banda rock escocesa. Poder-se-ía pensar que daquelas terras altas das ilhas Britânicas apenas existissem tocadores de gaitas de foles, trajados com as tradicionais saias, as "kilts", mas não; também saíu bom rock.
Creio que já falei nisso numa memória anterior, mas recordo a romaria da minha aldeia como uma fonte de memórias musicais pois nessa altura, antes uns dias da data da festa, era montada no arraial a aparelhagem sonora, com aqueles clássicos altifalantes, a que chamavam "bocas" ou "cornetas" (1). O dono da mesma aparelhagem trazia então uma carrada de caixas com carradas de discos de vinil, singles e LP,s. Era uma alegria quando ele permitia que déssemos uma desfolhadela ao conteúdo das caixas. Então, os Nazareth, com o "Love Hurts" era presença habitual, sendo uma das músicas mais passadas.
É, pois, com nostalgia que trago à memória esta preciosidade que ainda hoje se ouve pelas rádios.
Os Nazareth, escoceses, como disse, formaram-se nos anos 60, na cidade de Dunfermline, com Dan McCafferty (vocalista), Manny Charlton (guitarrista), Pete Agnew (baixista) e Darrell Sweet (baterista).
A banda mudou-se no início dos anos 70 para Londres e foi melhorando, nomeadamente com a junção ao produtor Roger Glover, que imprimiu à banda um som mais hard. Para além de "Love Hurts", a banda teve muitos outros sucessos, tais como "Broken Down Angel" e "Bad Bad Boy". Ao nível de álbuns, merece destaque o "Hair of the Dog", de 1975.
Pode ler a história detalhada da banda no seu sítio oficial.
Letra da música:
Love hurts
Love hurts
love scares
love wounds and mares any heart
Not tough nor strong enough to take a lot of pain
Take a lot of pain
love is like a cloud
holds a lot of rain.
Love hurts
love hurts
I'm young I know but even so
I know a thing or two I've learned from you
I've really learned a lot
really learned a lot.
Love is like a stove
burns you when it's hot.
Love hurts
love hurts
some fools rave of happiness
Blissfulness
togetherness
some fools fool themselves
I guess
But they're not fooling me I know it isn't true
No
it isn't ture. Love is just a lie made to make you blue.
Love hurts
love hurts.
Love hurts
love scares
love wounds and mares any heart
(fonte: URL)
(1) o altifalante, "boca" ou "corneta", a que acima referia. Aparelhos que "vomitavam" muita da música que agora faz parte das minhas memórias e nostalgias.
9/09/2008
Earth & Fire - Weekend
Sinceramente, nunca acompanhei muito a carreira deste grupo, que teve o seu início em 1969 e terminou em 1983, com a vocalista, Jerney Kaagmam a lançar-se numa carreira a solo, mas entre dois ou três temas reti este "Weekend".
Ainda no Domingo passado, durante o passeio-dos-tristes, em fim de tarde, ouvi esta música na Rádio Renascença, e com ela avivei algumas das memórias musicais desse tempo. Era eu já um teenager.
Vale a pena recordar, e estou certo que muita malta da altura a reconhecerá.
A letra:
Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Coro:
Love in a woman’s heart
I wanna have the whole and not a part
It’s strange that this feeling grows more and more
‘Cause I’ve never loved someone like you before
Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend
Coro (2x)
Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend
8/30/2008
Rei, capitão, soldado, ladrão...
Hoje trago à memória uma lengalenga muito popular, mas que também me foi ensinada pela minha bisavó, à qual já aludi num anterior post.
Esta lengalenga está relacionada com os botões de uma peça de vestuário, principalmente em vestidos, casacos ou camisas. Conforme a ilustração, a contagem era feita de baixo para cima. Quando os botões eram sete, e a lengalenga era dita completa, dizia-se que o dono da peça teria sorte no amor. Um botão em falta pelo meio era pronúncio de má sorte ou azar no amor.
Como não podia deixar de ser, é natural que esta lengalenga, dependendo da região, tenha variantes e sentidos diversos.
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