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1/17/2024

Jogo do Monopólio - Monopoly


O "Monopólio", no original "Monopoly" é um clássico jogo de tabuleiro que simula a experiência de compra, venda e desenvolvimento imobiliário. O objetivo do jogo é acumular riqueza e levar à falência os adversários concorrentes. Uma lista das suas principais características:

1. Objetivo: O principal objetivo é ser o último jogador com dinheiro no jogo, enquanto os outros jogadores vão à falência.

2. Tabuleiro: O tabuleiro é composto por propriedades, empresas e espaços especiais, com nomes adaptados a cada país onde se vende. No caso da versão portuguesa há sobretudo edifícios reportados às cidades de Lisboa e Porto. Em Portugal o Monopólio teve sua primeira edição sob os cuidados da Majora/Parker Brothers Portugal na década de 1950, com o seu nome traduzido. Contudo, em 1961, uma nova edição foi lançada pela Majora, cedendo à pressão da Parker Brothers e adotando a designação internacional Monopoly. Nessas versões lusas, as propriedades são nomeadas a partir de ruas notáveis, predominantemente de Lisboa e Porto, além de estações ferroviárias. Embora os nomes das ruas possam variar nas diferentes versões, destaca-se que o Rossio (Lisboa) consistentemente figura como a propriedade mais valiosa, enquanto o Campo Grande (Lisboa) mantém sua posição como a menos valiosa. Cada propriedade pode ser comprada, vendida e desenvolvida.

3. Dinheiro: Os jogadores começam com uma quantia em dinheiro e ganham ou perdem dinheiro conforme avançam pelo tabuleiro.

4. Propriedades: Os jogadores podem comprar propriedades quando caem em espaços não adquiridos. Possuir conjuntos de propriedades do mesmo tipo aumenta o valor de aluguel cobrado aos oponentes que caem nelas.

5. Construções: Os jogadores podem construir casas e hotéis em suas propriedades para aumentar o valor do aluguel. Quanto mais desenvolvida a propriedade, maior o custo para os adversários.

6. Sorte e Estratégia: O jogo envolve sorte, já que os jogadores avançam de acordo com os resultados de dados, mas também requer estratégia na compra, negociação e gestão de propriedades.

7. Cartas de Sorte ou Revés: Os jogadores podem receber cartas de "Sorte" ou "Azar" que trazem eventos inesperados, como multas ou recompensas financeiras.

8.Falência: Se um jogador não consegue pagar suas dívidas, ele vai à falência e seus ativos são geralmente distribuídos entre os outros jogadores.

O Monopoly é conhecido por suas longas partidas e negociações intensas, tornando-se um clássico intemporal no mundo dos jogos de tabuleiro.

Alguns apontamentos sobre a sua origem e história:

O Monopoly foi criado nos Estados Unidos por Elizabeth Magie no início do século XX. Em 1935, Parker Brothers, uma empresa de jogos de tabuleiro, adquiriu os direitos do jogo e o lançou com algumas modificações. O jogo foi inicialmente chamado de "The Landlord's Game" e tinha o objetivo de ilustrar as consequências negativas da concentração de propriedade.

Charles Darrow, um desempregado durante a Grande Depressão, adaptou o jogo e o apresentou à Parker Brothers. A empresa inicialmente rejeitou, mas depois reconsiderou diante de sua crescente popularidade. Em 1935, o Monopoly foi lançado comercialmente e imediatamente tornou-se num enorme sucesso porque reflectia a mentalidade da época, centrada em acumulação de propriedades e riqueza.

O Monopoly rapidamente se espalhou para outros países, e diversas versões locais foram criadas ao longo dos anos. O jogo foi adaptado para refletir as ruas e propriedades das cidades em todo o mundo.

Ao longo das décadas, várias edições temáticas do Monopoly foram lançadas, incorporando elementos de cultura popular, marcas famosas e locais icônicos.

O Monopoly tornou-se um fenômeno cultural, sendo um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos e jogados em todo o mundo. O jogo também gerou competições e estratégias avançadas entre os jogadores. Apesar das mudanças e adaptações ao longo dos anos, o Monopoly continua sendo um dos jogos de tabuleiro mais populares e reconhecíveis, mantendo sua posição como um clássico intemporal.

Charles Darrow permaneceu perpetuamente vinculado ao Monopoly, sendo creditado como seu inventor pela Parker Brothers, a empresa que adquiriu os direitos do jogo. A Hasbro consolidou essa herança ao adquirir os direitos na década de 1990, marcando uma transição crucial na história do Monopoly.

Por tudo, pela sua história e características, o jogo do Monopólio de facto é um clássico intemporal, mantendo-se popular mesmo na era dos sofosticados jogos electrónicos.

Versão inicial, ainda em escudos

Esquema actual de versão em Portugal, desde 2006

7/31/2017

Patinho amarelo de borracha


Não há quem não reconheça e aprecie o patinho amarelo de borracha, um brinquedo mundialmente famoso e icónico. Tem sido produzido e representado em muitas variantes mas quase sempre de forma simples, colorido com um amarelo intenso e um bico vermelho-alaranjado. Será por excelência o brinquedo da banheira e por conseguinte do banho, não só para as crianças como até para alguns adultos.

Os dados sobre a sua história são escassos e pouco pormenorizados mas terá tido origens ainda nos anos 1800, altura em que Charles Goodyear inventou o processo da vulcanização da borracha tornando este produto natural em algo duradouro, resistente e maleável. Todavia o primeiro pato de borracha era sólido e compacto e ainda sem a capacidade de flutuar. A forma e o design popularizados deve-se ao artista escultor Peter Ganine que o terá concebido e patenteado em 1949, passando a ser produzido como um brinquedo de banho. A sua popularidade, todavia, em grande parte deve-se ao facto de ter sido introduzido na famosa série de entretenimento televisivo "A Rua Sésamo" como brinquedo do boneco Ernie (Egas)

10/07/2016

Gô-Gô o brinquedo “sensação” do Verão de 83

 

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É verdade, no Verão de 1983 o Gô-Gô era anunciado como “o brinquedo de todos, a nova “febre” do Verão de 83”.

Este produto da MMD, da qual não conseguimos descobrir grande coisa, consistia em lançar uma bola ao ar e fazer com que ela entrasse no buraco do suporte em plástico. A bola estava presa ao suporte com um fio e o objectivo era fazer várias vezes o mesmo movimento até que o fio ficasse todo enrolado. Claro está que quando esta brincadeira era feita a dois ou a três, como no cartaz acima, ganhava quem enrolasse primeiramente todo o fio. Resta acrescentar que quando se falhava a recepção da boa no buraco, muitas vezes ela batia no pulso ou nos dedos e por vezes até na cabeça, o que acabava para fazer mossa pois a bola era de um plástico duro e pesado.

2/17/2014

Cartaz dos furos - Brindes

 

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Hoje trago à memória um dos muitos cartazes de furos, ou furinhos, que pelos anos 60 e 70 faziam parte do cardápio de qualquer café ou mercearia de aldeia. Com a ponta de uma caneta ou lápis pressionava-se no centro de um dos muitos quadradinhos e extraía-se um pequeno círculo de cartão (chamado bucha) que normalmente tinha uma letra ou um número impressos e que por sua vez indicavam qual o prémio saído em sorte, normalmente chocolates e guloseimas mas também brinquedos.

Havia buchas especiais com cores específicas que davam prémios especiais, assim como para o último furo de cada quadrante e o último furo do cartaz, que todos almejavem mas que invariavelmente saíam ao pessoal da casa . Claro está que ao lado morava sempre o expositor com os prémios mais importantes presos por elásticos, a apelar ao jogo.

Estes cartazes tinham vários editores e vários temas, variando de região para região, mas um dos mais simples e populares corresponde à réplica que publicamos acima, isto é com quadrantes coloridos integrando os emblemas dos principais clubes de futebol, invariavelmente o Benfica, Sporting e Porto e um quarto que tanto podia ser o V. de Setúbal como o Belenenses ou outro clube popular na região onde era feita a venda dos cartazes.

O futebol, tal como no Cartão Brinde Popular, que já aqui falei, era um dos temas preferidos para este tipo de jogos.

9/26/2010

Brinquedos de lata da PEPE e AML - Armindo Moreira Lopes


Com o jornal CORREIO DA MANHà foi hoje iniciada a distribuição de uma colecção de brinquedos de folha-de-flandres litografada, designada de “Brinquedos de outros tempos”. Serão 25 fascículos e a cada um corresponde a entrega de uma réplica de outras tantos famosos brinquedos. A primeira, feita hoje dia 26 de Setembro, com preço de lançamento custou 1,95 euros + compra do jornal, incluindo o respectivo fascículo e uma réplica de um modelo Bugatti de 1930, originalmente fabricado pela famosa marca Payá, de Ibi - Alicante – Espanha.

A réplica, já se vê, é made in China, e para além de todos os defeitos de uma réplica que se pretende económica, é produzida numa escala reduzida (19 cm) relativamente ao original  (50 cm). Mesmo assim, o resultado final não desmerece e todo o conjunto de 25 miniaturas será uma bela colecção a trazer à memória os brinquedos de outros tempos. O Bugatty funciona com um clássico sistema de corda, pelo que vem acompanhado de uma chavinha para dar-à-corda. Como não podia deixar de ser, acabei por comprar a réplica até porque o preço de lançamento era aliciante. Cada uma das restantes 24 entregas custará 9,95 euros + jornal.

Na sequência desta notícia, trago à memória um belo brinquedo de outros tempos, igualmente fabricado em chapa, mas com técnica diferente, e de fabrico português, concretamente pela AML - Armindo Moreira Lopes, a qual durante muitos e bons anos produziu fantásticos brinquedos que ainda hoje povoam o nosso imaginário infantil. Tenho a sorte de ter guardado desses tempos três exemplares que volta-e-meia devolvem-me esses deliciosos tempos em que à sombra de um velho carvalho, enquanto guardava o gado a pastar, me entretinha com este brinquedo.

Das minhas lembranças, recordo ainda a festa anual da minha aldeia com as tendas de venda de brinquedos, sempre ladeadas por olhitos arregalados fixos nesses artigos mágicos. Ganhava-se tostões durante o ano, fazendo-se diligentes recados e como paga de bons comportamentos (o que era difícil de ganhar), para que na hora da festa houvesse saldo pelo menos para um deles, fosse um camião de lata da APL ou da PEPE, uma espingarda que atirava paus ou qualquer outro.

As origens da PEPE recuam até ao ano de 1928, em Alfena – Ermesinde (terra de minha madrinha) fundada por José Augusto Júnior, então produzindo brinquedos em madeira e folha-de-flandres. Mais tarde, em 1946, essa instalação deriva para a Indústria de Quinquilharias de Ermesinde. Em 1955, é criada a marca JATO e é iniciada a inevitável produção de brinquedos em plástico mas mantendo-se a componente de fabrico em lata. Já nos anos 70, com a empresa a ser dirigida pelos filhos do fundador, a marca deriva para PEPE (do apelido Penela e Penela). Em 1977 é abandonada a produção dos brinquedos em lata passando o plástico a ser o material exclusivo.
Curiosamente, numa espécie de regresso ao passado, ainda hoje são produzidos alguns dos emblemáticos brinquedos da PEPE destinados a lojas de nostalgia, essencialmente para coleccionadores ou saudosistas.

Também de Alfena - Ermesinde, a AML - Armindo Moreira Lopes & Filhos, L.da produziu entre os anos 40 e 70 fantásticos brinquedos em chapa que ainda hoje resistem não só no nosso imaginário como nos sótãos ou mesmo em montras e prateleiras de muitos saudosistas e coleccionadores. Encerrou as portas em 1975 depois de 37 anos a produzir brinquedos,

brinquedos de outros tempos
- Fascículo 1 da colecção “Brinquedos de outros Tempos”.

brinquedos de outros tempos sn_04
- O Bugatti, hoje distribuido com o CM.

brinquedos paya
- Cartaz publicitário dos brinquedos Payá.

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- As minhas camionetas, da AML.

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- Moto com carrinho – Outro dos emblemáticos brinquedos da AML

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- Cavalinho com carroça – Outro nostálgico brinquedo da AML (ou da PEPE?)

Link interessante: História da JAJ, JATO e PEPE (Almatoys)

7/15/2010

Matraquilhos e Mundial 82

 

matraquilhos sn15072010

O Campeonato do Mundo em Futebol 2010, que decorreu na África do Sul, terminou no Domingo passado e já faz parte da história.
A este propósito veio-nos à memória outro Mundial de Futebol, o de 82, organizado pela Espanha (justa vencedora da edição recente), cuja mascote era o emblemático e sumarento Naranjito.
Parece que foi ontem, e por momentos regresso ao café da aldeia onde entre amigos, uma cerveja gelada e um abafado calor de trovão, assistia rendido ao futebol mágico do Brasil, de Sócrates, Zico, Júnior e Falcão, só travado pelo carismático e manhoso jogo de Itália e Paolo Rossi que arrecadaram o troféu de forma quase imprevista depois de uma parca prestação com apenas 3 empates na primeira ronda de grupos. E, contudo, entre ambas as edições decorreram 28 anos, quase três décadas. Se o vencedeor fosse determinado pela justiça e sobretudo pela beleza do futebol, o Brasil teria sido um excelente campeão.


Este cartaz publicitário dessa altura, para além da grata evocação do Mundial de 82, publicita um jogo de matraquilos, para crianças, um lançamento da Dinamização, empresa ou distribuidora pouco conhecida mas que por essa época estava associada a interessantes brinquedos e jogos.

Os matraquilhos, sobretudo na versão clássica, sempre foram um jogo que despertou o interesse da rapaziada. À volta do mesmo organizavam-se renhidos torneios e havia verdadeiros especialistas, tanto na linha defensiva como na avançada. Esse interesse ainda se mantém, sobretudo em cafés de bairro, aldeia e associações culturais e recreativas, e, vejam só, até existe uma Federação Portuguesa de Matraquilhos.

Este tema dos matraquilhos está repleto de boas memórias de tempos passados pelo que voltaremos ao assunto. Para já fica o cartaz e a evocação.

6/25/2010

Brinquedo Osul – Estádio de Futebol - Espelho




Hoje trago à memória um simples mas prático e interessante objecto, que é simultaneamente um jogo e um espelho. Este brinquedo, com sensivelmente 50 mm de diâmetro e 15 mm de espessura, era fabricado pela Osul. Esta fábrica que produziu inúmeros brinquedos que povoam agora o nosso imaginário infantil, teve a sua origem em 1931, na cidade de Espinho. Então, os irmãos Manuel Henriques (1886-1954) e Artur Henriques (1892-1965), provenientes de Lisboa, fundaram uma pequena empresa de bijuterias e quinquilharias diversas, designada de Henriques e Irmão, Lda, que derivou depois para Luso Celulóide. Nos anos 50 os irmãos apartaram a sociedade e um deles prosseguiu a actividade com uma nova marca, a Hércules e o outro continuou mas mudando o nome de Luso Celulóide para Osul (Luso lido ao contrário). Curiosamente, neste brinquedo é possível lêr-se as duas designações (Luso e Osul).

Para além dos interessantes aspectos ligados à história da empresa em questão, que pela Web podem ser encontrados, a verdade é que os inúmeros brinquedos que fabricou, mesmo as internacionalmente conceituadas miniaturas de automóveis com a marca Metosul, designação que a empresa adoptou já numa fase posterior aquando da introdução no fabrico de maquinaria de fundição injectada, fazem hoje parte das nossas mais gratas memórias do tempo de criança e as brincadeiras associadas.

Este brinquedo em particular, fez parte das minhas brincadeiras no final dos anso 60 e princípios de 70. Para além da óbvia função do espelho de bolso, o jogo traduzia-se numa representação de um estádio de futebol, com bancadas, relvado e  balizas. Dentro do estádio existe uma pequena bola, uma esfera metálica e o princípio do jogo passa por tentar introduzir a bola numa das balizas. É claro que este jogo podia ser  disputado a dois, em que cada criança tinha direito a uma, duas ou três tentativas, estipulando-se um critério para terminar o jogo que poderia ser por um determinado número de séries de lançamentos, de modo a encontrar-se um vencedor. 
  
Recordo-me muito bem que este brinquedo, de que tive vários exemplares, acompanhava-me sobretudo em locais onde tivesse que esperar, nomeadamente no barbeiro, mas também nas horas de recreio onde com os colegas disputávamos campeonatos.
Compare-se o brinquedo em toda a sua simplicidade com uma das actuais consolas de jogos, mesmo as mais banais e de facto as diferenças são abismais, mas a magia que sobrou desses temos e desse brinquedo, como de outros, é  inconfundível e intemporal.

Artigo relacionado: [Link]


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6/13/2010

HandySound Yamaha – O instrumento com jogos!

 

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Quem se recorda deste interessante órgão musical electrónico que fazia furor entre a criançada no início dos anos 80?
Desde logo pela qualidade da Yamaha, não só fabricante de motos mas também de instrumentos musicais. Para além de tudo, para além do teclado e da música, este brinquedo também tinha os tão apetecidos jogos electrónicos. 5 jogos, ainda que musicais. Uma maravilha.
É verdade que em criança nunca tive a felicidade de ter um brinquedo com esta qualidade, mas felizmente, já em adulto adquiri um excelente sintetizador da mesma fabricante, um Yamaha PSR 640, que na altura (vai para 10 anos, custou uma pipa de massa. Ainda está como novo e de vez em quando lá sai música.
Este cartaz publicitário não deixa de evocar o fascínio que esse instrumento brinquedo despertava em quem o lia. Depois, era sonhar ou, com uns papás endinheirados, como aparenta o rapazito do anúncio, com cara de intelectual e filhinho de papá, era pedir e esperar pelo Natal ou pelo aniversário.
Quem sabe se a partir desde HandySound não nasceram bons múiscos. Quem sabe...

É bestial!

5/31/2010

Brindes dos cromos de caramelos - repost

 

Há tempos publiquei aqui um post sobre os famosos brindes distribuídos com as colecções de cromos de caramelos, os sempre tão apetecidos e desejados brinquedos, incluindo a alegria da rapaziada, que aream as bolas de borracha, com as quais se disputavam grandes desfios de futebol no terreiro da escola ou no largo da capela que existia junto à minha escola primária.
Hoje dou à estampa mais algumas imagens desses brindes, desses simples mas nostálgicos brinquedos a que poucos podiam chegar. Por conseguinte, para além da paixão pelos cromos da bola e seus ídolos, a compra dos cromos de caramelos era um expediente para se sonhar em possuir um dos brinquedos expostos na mercearia ou quiosque da aldeia.

Bons e saudosos tempos.

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12/12/2009

Os nossos carrinhos de rolamentos

 

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O nosso blog Santa Nostalgia, a propósito do tema de carrinhos de rolamentos, foi por estes dias citado na rubrica “Caderneta de Cromos”, de Nuno Markl, no programa que leva a cabo na Rádio Comercial.

Neste sentido, pelo que nos sentimos lisonjeados, voltamos a publicar o respectivo artigo.

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Hoje em dia as crianças estão "intoxicadas" com toda a qualidade de brinquedos, desde os mais simples aos mais sofisticados, incluindo leitores de música e vídeo, telemóveis, consolas de jogos e até carros e motos movidos a bateria.
Sempre que há aniversário, Páscoa ou Natal, esse arsenal de brinquedos aumenta consideravelmente. Por conseguinte, não há criança, por mais pobre que seja, que não tenha em casa uma panóplia de brinquedos.
Mas nem sempre foi assim. Se é certo que o brinquedo sempre ocupou um importante lugar no mundo da infância e sempre os houve, também é verdade que só as as crianças nascidas em boas palhas é que tinham direito a brinquedos mais ou menos sofisticados, de acordo com a época.

Ora no nosso tempo, os meninos ricos já dispunham de uns carrinhos em chapa, movidos a pedais e ainda de bonitos triciclos e até trotinetes. Eram um sonho. Porém, os meninos pobres, a maior parte, à falta de melhor, construíam eles mesmos os seus brinquedos e por conseguinte os seus próprios carrinhos.
Neste particular aspecto, o carrinho de rolamentos tornou-se assim num companheiro de  brincadeiras e distracções. Tanta distracção que, invariavelmente, os mesmos acabavam destruídos e queimados na lareira pela mão impiedosa das mães furiosas pelas constantes distracções e incumprimentos dos deveres de casa e da escola. Pela parte que me toca, a minha mãe especializou-se na destruição deste tipo de bólides, mesmo aqueles mais sofisticados. Primeiramente era uma machadada e depois, uma vez esfrangalhado o carrinho, lareira ou forno com ele. Era uma tristeza que fazia doer a alma, mas pouco depois um novo carrinho nascia.

Mas enquanto duravam, as corridas eram a brincadeira preferida. Pelo meio ficavam as constantes cambalhotas como consequência natural de despistes. Afinal convém lembrar que os carrinhos não tinham sistema de travões a não ser a sola das botas (de quem as tinha) ou a sola de pele dos próprios pés.
Como variante dos carrinhos de rolamentos, a malta do meu tempo tambés se especializou em construir motos, também em madeira e com rodas de triciclos. A condução destes bicharocos exigia equilíbrio pelo que as quedas eram mais frequentes.
Bons e inesquecíveis tempos. Para além da essencial componente lúdica dos brinquedos, a arte e o engenho postos na sua construção eram também uma tarefa aliciante, em si mesmos uma brincadeira. Hoje, como diria alguém, já se compra tudo feito.

Volvido todo este tempo, os carrinhos de rolamentos sofisticaram-se e são motivo de corridas organizadas em algumas localidades do país, incluindo a freguesia de Sanguedo, do concelho de Santa Maria da Feira, que se auto proclama como capital portuguesa de Fórmula Roll. No YouTube estão disponíveis diversos vídeos destas corridas disuptadas um pouco por todo o país.

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8/30/2009

Espelhos meus - Repost

 

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Hoje em dia, quanto aos homens, estão na moda os cabelos desalinhados, eriçados, amassados, engasgados e tudo o mais que signifique despreocupação quanto ao look. Houve, porém, um tempo em que um macho que se prezasse, gostava de exibir uma cabeleira devidamente penteada, pelo que, tal como as senhoras, era frequente trazerem consigo um pequeno espelho de bolso o qual era utilizado em qualquer ocasião, com maior ou menor formalismo.

Actualmente quase toda a gente anda de automóvel e beneficia do seu conforto, mas noutros tempos o uso da bicicleta, da moto e da motorizada, era a regra e como tal era necessário dar uma arranjadela aos cabelos desalinhados pelo vento e até pelo uso do incómodo capacete.

Ora um dos modelos desses espelhos de bolso, era produzido em Espinho pela fábrica Luso - Celuloide, fundada em 1944 pelos irmãos Artur Henriques e Afonso Henriques, inicialmente dedicada a bijuteria e quinquilharias e posteriormente alargada aos brinquedos. Um pouco mais tarde, já nos anos 50, o sócio Afonso Henriques separa-se e funda a também fábrica de brinquedos Hércules. O irmão Artur fica com a Luso mas esta, talvez por acordo, muda de nome, dando lugar à conhecida marca de brinquedos Osul (Luso lido ao contrário). Entre os brinquedos mais conhecidos e apreciados desta marca, bem como da Metosul, criada posteriormente nos anos 60 e que duraria até aos anos 80, destacam-se os modelos de camiões e automóveis, actualmente valiosos objectos de colecção e até de museu.

Os espelhos em questão, que creio serem dos anos 50, a ter em conta algumas equipas representadas, são circulares, com 58 mm de diâmetro. Numa face, o espelho; Na outra, eram representados alguns clubes de então, nomeadamente o SL Benfica, o Sporting e o FC do Porto com um grafismo que incluía o nome do clube, o emblema e um jogador devidamente equipado, como aliás se pode ver pela imagem acima.

Hoje estes espelhos são relativamente raros e muito procurados por coleccionadores, sendo que o principal interesse reside na particularidade do tema, o futebol.

 

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5/21/2009

Brindes dos detergentes

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Já tivemos a oportunidade de relembrar aqui a marca de detergentes JUÁ, muito popular nos anos 60 e 70.
Uma das características dessa marca, como aliás de outras congéneres, era a frequente oferta de brindes, alguns mais complexos, a exigir comparticipação do consumidor, mas outros totalmente de borla. Era o caso de uns pequenos bonecos plásticos em PVC, alguns, quase sempre, monocromáticos, mas outros pintados. 
 
Dessa altura, ainda guardo alguns exemplares. Deixo, em baixo, uma curta amostra com brindes de uma colecção de animais, distribuídos com o detergente AZUR. 
 
Acrescente-se que estes pequenos e simples brindes, tanto dos detergentes JUÁ, DET, AZUR e outros produtos populares nos anos 60 e 70, como os gelados RAJÁ e OLÁ, continuam a exercer um fascínio especial por parte de quem com eles conviveu, pelo que existem muitos coleccionadores e frequentemente aparecem em sítios de vendas e leilões, atingindo valores surpreendentes, dependendo, obviamnete,  da colecção a que pertencem e da qualidade e raridade dos mesmos. 
 
Estes pequenos bonecos estavam inseridos em colecções, muitas vezes reproduzindo bonecos de séries animadas que passavam na TV ou da banda desenhada.


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3/11/2009

Detergente JUÁ - A Régua Mágica e outros brindes

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 O detergente JUÁ era fabricado pela SONADEL - Sociedade Nacional de Detergentes, por sua vez parte do grupo CUF.

O detergente  JUÁ foi sem dúvida um dos mais populares nas décadas de 60 e 70, sendo, no entanto, ainda comercializado pelo menos em parte dos anos 80. Este produto de limpeza de roupa mas também de louça, tornou-se popular, se não pela sua eficiência, seguramente pelos inúmeros brindes que fazia distribuir em cada caixa do pó azul. Desde as úteis molas (por cá na terra conhecidas por pregadeiras) destinadas a segurar a roupa no arame do estendal, até porta-chaves, passando por artigos de uso na cozinha, como copos e taças em vidro, mas sobretudo por bonecos em miniatura moldados em plástico e outros brinquedos, o que eram então a alegria dos mais novos. Hoje em dia, os que sobrevivceram são objectos cobiçados por coleccionadores e saudosistas.

Ora quanto aos inúmeros brindes oferecidos pelo JUÁ, quem se lembra do detergente de lavar roupa marca JUÁ, com o seu slogan: "Juá a lavar é sol a corar!" ? Este detergente, que creio que rivalizava com as marcas OMO, PRESTO, e TIDE, já desapareceu do mercado mas tornou-se muito popular nos anos 60 e 70, não tanto pelas suas qualidades, que de resto não seriam inferiores aos concorrentes, mas sobretudo pela vasta gama de brindes que oferecia.
É caso para se dizer que os jornais actuais copiaram o conceito ao JUÁ. De resto na época a oferta de brindes era uma éstratégia usada por muitas marcas, nomeadamente as ligadas a produtos de uso doméstico e da alimentação.
Recordo-me sobretudo dos brindes na forma de bonecos em PVC, monocromáticos. Pessoalmente cheguei a ter dezenas deles, a que juntava outros semelhantes oferecidos pelos gelados Olá.

Para além dos bonecos, que actualmente são muito procurados, a JUÁ oferecia outras coisas, tal como copos. A minha mãe até ainda há pouco tempo tinha uma interessante colecção de copos castanhos.
O poster publicitário acima publicado, datado de 1963, refere-se à oferta de um fervedor. Para o efeito, à dona-de-casa, bastaria acrescentar 19$50 a uma tampa da caixa gigante, ou a duas tampas das caixas grandes ou a três tampas das caixas pequenas.

De todos os brindes proporcionados pelo detergente JUÁ, um dos mais originais chamava-se "Régua Mágica", que hoje sabemos que funcionava pelo princípio do Espirógrafo (Spirograph).

A régua de que me lembro (idêntica à exibida acima), e que infelizmente alguém desviou do lote dos meus brinquedos, era composta por um conjunto de 2 círculos dentados interiormente, abertos na própria régua e 3 rodas dentadas móveis, de diferentes tamanhos, por sua vez cada uma com um conjuntos de orifícios feitos a diferentes distâncias do centro. A ideia era inserir a ponta do lápis ou da esferográfica num dos orifícios da roda dentada móvel e fazendo girar a mesma entre si que por sua vez percorria a circunferência dentada do círculo fixo.

De acordo com os tamanhos das rodas e do ponto de inserção da esferográfica, os desenhos realizados apresentavam-se diferentes mas todos fascinantes para a imaginação de crianças.
Claro está que a combinação das diferentes rodas e de diferentes cores, era possível desenhar umas coisas giras, para admiração dos colegas da escola.

Hoje em dia, com as ferramentas da Internet, até podemos brincar com Espirógrafos virtuais e assim, de certa maneira, recriar aqueles momentos inesquecíveis com a "Régua Mágica" oferecida pelo detergente JUÁ.

3/06/2009

A importância dos botões

 

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Botões e mais botões.
Estes simpáticos objectos são intemporais e existem desde há milhares de anos, quase desde o tempo em que o homem sentiu necessidade de se vestir.

Os botões estão presentes em quase todo o tipo de vestuário, desde a roupa interior até às camisas, casacos, calças e sobretudos, mas também em calçado e outros acessórios.
Para além da sua função, prática ou meramente decorativa, os botões sempre foram feitos com variados materias, desde osso ao moderno plástico, passando por pedra, madeira, metal, vidro, etc. Há ainda os botões num determinado material base mas revestidos com outro, como tecido, couro e metal.


Apesar de existirem em diversos tamanhos e formatos, não deixam de ser objectos pequeninos e predominantemente de forma circular.
Há botões com dois ou mais buracos e também sem buracos, com sistema de argola na base.


Os botões estão integrados num grupo de artigos a que se chama de retrosaria. Sempre achei piada a esta designação e desconheço a sua origem concreta, sendo que deriva do substantivo retrós, um termo ligado à costura, assim como sempre me intrigou o termo marroquinaria, para os acessórios de couro, como cintos e malas.


Nos meus tempos de criança os botões eram uma preciosa moeda de troca e de participação em muitos jogos, incluindo o do pião, o rapa, as cartas e outros. Por conseguinte, era norma cada criança ter uma latinha ou caixinha repleta de botões, desde os mais pequenos e discretos até aos maiores, coloridos e exóticos. Para abastecer as necessidades, muitas vezes os botões eram propositadamente surripiados à roupa pelo que normalmente faltavam botões nas camisas, no casaco e até na braguilha. Recordo ainda que tinha umas primas costureiras pelo que frequentemente por lá dava a volta sempre pronto a roubar um ou outro botão.


Aos botões grandes, normalmente de casacões ou sobretudos, chamávamos de pincholas. Desconheço se o termo é usado noutras regiões.
É claro que, a modos do dinheiro, a uma pinchola correspondia o valor de vários botões, porque eram naturalmente mais raras e valiosas.


Há ainda quem coleccione botões, mas sendo um artigo tão diversificado, é uma colecção que nunca mais tem fim.
Pode parecer uma minudência, mas foi bom recordar a importância dos botões nas nossas brincadeiras de criança.

Ah, já agora, o desenho que ilustra este post foi desenhado por mim, para que o não reclamem....

 

Assunto relecionado, ou não:

Rei, capitão, soldado, ladrão...

 

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2/11/2009

Brincar às casinhas

Esta é uma das mais fortes imagens relacionadas com o nosso tempo de criança. Brincar às casinhas era uma forma de imitar a realidade dos adultos, nas tarefas do quotidiano, mas também uma forma de viver, ainda que por instantes, num mundo próprio e fantástico. Mágico até.

É certo que à imagem dos adultos, mas com um simbolismo muito infantil, instintivo, mas também imaginário.
Não é de admirar, pois, que os brinquedos de outros tempos fossem imitações das coisas e dos objectos do dia-a-dia dos adultos. Desde logo as bonecas, também os apetrechos da casa, como os electrodomésticos, os móveis, a tábua de passar a ferro, os tachos, as panelas, a loiça e os talheres e também as roupas. Estes, claro, mais para as meninas. Para os rapazes, as ferramentas, os carros, os tractores, as máquinas, a bola, o pião, etc.

Este leque de brinquedos permitia assim um ensinamento precoce para as coisas da vida real de uma forma instrutiva mas lúdica e imaginária.
Hoje em dia, o contraste é enorme. Certamente que ainda se brinca às casinhas, e estou a recordar os meus filhos e as minhas sobrinhas e também ainda se vendem brinquedos com as características referidas, mas a tendência há muito que deixou de ser essa. Os jogos electrónicos, em consolas, no computador e até no telemóvel, estão já numa posição de supremacia, pelo menos no aspecto de brinquedos desejados e preferidos. Depois as armas, muitas armas e todo um leque de brinquedos que instigam à realidade da luta e da violência. Sinais dos tempos.

Não surpreende, por isso, que as crianças desde cedo aprendam a viver em contextos onde a violência e a indisciplina sejam encaradas de forma quase natural e instintiva, mas com consequências nefastas ao nível familiar e depois no percurso da escola e da sociedade.
As crianças de hoje, amanhã adultos, serão a imagem daquilo que brincaram e da educação, ou da falta dela, que receberam.

Por mim, ainda hoje gosto de brincar às casinhas, mas num outro sentido. Gosto de desenhar pequenas aldeias, com casas amontoadas, com a igreja a dominar o lugar, bem ao estilo de muitas e características aldeias portuguesas. Depois, periodicamente, vou acrescentando novas construções.
Infelizmente, muitas destas aldeias que fui desenhando, perderam-se. Todavia, mesmo agora, fazendo uso de modernas ferramentas de desenho, como o AutoCad e o Revit, por vezes dou comigo a construir aldeias, enfim...a brincar às casinhas.
Esta pequena paixão tem raízes nos tempos de criança e nas brincadeiras de então, em que, armados em pedreiros e carpinteiros, como no jogo do "cantinho", usando pedrinhas e pauzinhos, num espaço do jardim ou da horta, lá ía-mos levantando casinhas, pontes e muros e moldando colinas e regatos sinuosos, como construtores de mundos.
Bons tempos.
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12/11/2008

Cromos de caramelos - Os apetecidos brindes

 

Há dias publiquei aqui um post sobre os famosos brindes distribuídos com as colecções de cromos de caramelos, os sempre apatecidos brinquedos, incluindo a alegria da rapaziada, as bolas de borracha.
Hoje dou à estampa mais algumas imagens desses brindes, desses simples mas nostálgicos brinquedos a que poucos podiam chegar. Por conseguinte, para além da paixão pelos cromos da bola e seus ídolos, a compra dos cromos de caramelos era um expediente para se sonhar em possuir um dos brinquedos expostos na mercearia ou quiosque da aldeia.


Bons tempos.

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11/19/2008

Brindes dos cromos de caramelos

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Hoje trago à memória os famosos brindes que eram oferecidos pelos cromos de caramelos. Para além do próprio invólucro, que era o cromo, e que alimentava as nossas colecções, compostas pelos nossos ídolos, através de senhas eram oferecidos diversos outros brindes, habitualmente na forma de brinquedos, incluindo as tão desejadas bolas de borracha.Como se compreenderá, os brinquedos nessa altura eram relativamente caros e não estavam ao alcance de qualquer carteira, pelo que os brindes dos cromos de caramelos eram assim uma oportunidade rara de se poder aceder a um brinquedo. 
 
O famoso cromo carimbado, uma autêntica raridade, habitualmente dava direito a uma bola maior e de melhor qualidade, por vezes de cautchu, que depois servia para renhidos jogos de futebol entre a rapaziado no largo da aldeia.
É verdade que hoje a paixão pelos cromos continua, mas tudo é diferente. Compram-se as saquetas, mas para além dos cromos em si, nem rebuçado, nem brinde...nem deslumbramento.

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Numa próxima oportunidade publicaremos outra sequência de imagens desses saudosos brindes dos cromos de caramelos, hoje autênticas raridades e outrora a delícia da rapaziada.

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