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1/24/2017

Rabiscos

 

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- Direitos reservados.

 

Continuamos com a publicação das nossas ilustrações no blog parceiro “Inkscapes” . Podem visitar.

4/06/2012

Feliz Páscoa !

 

 

Desejamos a todos os habituais visitantes do Santa Nostalgia, uma Feliz Páscoa !

A ilustrar, um simples rabisco de nossa autoria.

 

coelhinho pascoa

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1/20/2012

Trindade Coelho – Quando a esperança não se cumpre

 

 

marcha futuro

De um dos belos livros de leitura da quarta classe, datado de 1973, uma das leituras, intitulada “Marcha para o futuro”, incluía um curto mas belo texto de Trindade Coelho, onde de forma esperançosa antevia uma marcha vitoriosa dos jovens de então rumo a um futuro de uma Pátria renovada, assente na herança dos pais e antepassados.

Lembrava, também, “…indignos sereis da liberdade sem as virtudes dum bom cidadão: amar a Pátria; tornar próspero o País e fazê-lo respeitar.”.

José Francisco Trindade Coelho, um notável cidadão transmontano, de Mogadouro, homem da política e da literatura, viveu entre 18 de Junho de 1861 e 18 de Agosto de 1908, um republicano que partiu às portas da implantação da república (1910) embora ainda vivesse no tempo do cobarde regicídio que conduziu ao fim da monarquia (1 de Fevereiro de 1908).

Olhando agora para o actual estado da nação, não deixa de ser irónico ou quase profético que Trindade Coelho, a mais de um século de distância temporal, apesar de esperançoso nos tempos futuros, como os republicanos de então, alertava já para a indignidade de uma raça de cidadãos com liberdades mas sem as suas virtudes. As gerações que se lhe seguiram até aos nossos dias, tanto em período de ditadura como de democracia, com raras excepcções, não mais fizeram do que arrastar o país para este lodaçal onde falta a prosperidade, no seu sentido lato, bem como o respeito. Temos sido consecutivamente governados por gente incapaz, corrupta, oportunista, indiferente à realidade do país, fazendo-o viver acima das possibilidades, “à Lagardér”, desgovernando alguns raros períodos em que tivemos condições para nos cimentarmos na igualdade e justiça.

Chegamos a este ponto, triste e lamentável da nossa História e Trindade Coelho de algum modo, apesar de incitar à esperança as futuras gerações, não viu de todo concretizado o lado optimista do seu pensamento mas precisamente o mais pessimista.

 

livro leitura 4 classe

trindade coelho

1/18/2012

Miguel Torga - Evocação


Miguel Torga, um nome incontornável da literatura portuguesa, é dos nossos preferidos. Temos, por isso, já evocado aqui a sua memória.
Ontem passaram 17 anos sobre a sua morte (17 de Janeiro de 1995 - Coimbra). De forma singela, e com um novo rabisco, fica aqui a evocação.

A um negrilho

Na terra onde nasci há um só poeta
Os meus versos são folhas dos seus ramos.
Quando chego de longe e conversamos,
É ele que me revela o mundo visitado.
Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada,
E a luz do sol aceso ou apagado
É nos seus olhos que se vê pousada.
Esse poeta és tu, mestre da inquietação
Serena!
Tu, imortal avena
Que harmonizas o vento e adormeces o imenso
Redil de estrelas ao luar maninho.
Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso
Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!


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Miguel Torga - 12 de Agosto de 1907
Um palmo de sonho

1/13/2012

Sexta Feira 13

 

 

sexta feira 13

Há relações que são verdadeiramente especiais e que resistem às piores infedilidades. É o caso da relação da Sexta-Feira com o dia 13. Dela se diz do piorio, gato-sapato, malapata, cruzes-credo, cruzes-canhoto, etc. Há até quem tenha Triscaidecafobia. Vejam só…

1/12/2012

Agatha Christie – Hercule Poirot

 

 

Passam hoje 36 anos sobre a morte de Agatha Christie (12 de Janeiro de 1976), a famosa escritora inglesa de romances do género policial.


Da sua vasta obra e personagens criadas, pela preferência pessoal, destaco a figura de Hercule Poirot, o detective belga. Apesar desta personagem ter sido interpretada por diversos actores, para mim Poirot é David Suchet, da série televisiva  Agatha Christie's Poirot, a qual tem passado com frequência na RTP Memória. Temos aqui um Poirot marcadamente meticuloso, metódico, tanto no pensamento como na forma de ser o que de facto o caracteriza de modo profundo.


Para relembrar a efeméride, deixo aqui um simples rabisco estilizado da figura de Poirot.

 

hercule poirot agatha christie

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1/06/2012

Reis Magos – O dia deles

 

Porque hoje é o dia deles, fica aqui um simples rabisco a assinalar a data em que para a religião cristã simboliza o reconhecimento da divindade de Jesus.

 

reis magos reis magos natal postal

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12/01/2011

Postal de Natal – Já se pressente…

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Mais um simples mas colorido postal de Natal. Rabiscado ontem à noitinha.
Entramos em Dezembro, e o Natal aos poucos já se pressente, mas, convenhamos, ainda falta um bom bocado.

(clicar na imagem para ampliar)

9/07/2011

Rabiscos – Outono…

 

santa nostalgia rabiscos 07092011

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Ontem tive vontade de estampar uma t´shirt usando a técnica de papel transfer. Ainda tinha umas folhas compradas há já dois ou três anos. À falta de melhor inspiração, talvez já a pensar no Outono que se aproxima, saíu-me este rabisco. A verdade é que depois de passado para a t´shirt branca, nem ficou mau de todo, digo eu.

7/26/2011

Sachas e merendas

 Uma das boas memórias dos meus tempos de criança, remete-me para as merendas que se faziam no intervalo de alguns trabalhos do campo. Sobretudo no tempo das sachas (por  Maio e Junho).
Primeiramente na sacha da batata e depois na do milho. A tarefa da sacha requeria paciência e sensibilidade, e consistia num trabalho de enchada, cavando-se pelo meio da carreiro (intervalo entre filas de plantas) e na sua envolvência, de modo a soltar a terra enrijecida e retirar ervas daninhas que cresceram com as primeiras humidades.

Como se disse, era um trabalho de paciência e moroso. Era simultaneamente duro, pois exigia uma posição de costas vergadas e quase sempre debaixo do sol tórrido. Pelas suas características, era uma tarefa que envolvia várias pessoas, da casa e da família, mas também de vizinhos que vinham ajudar ou mesmo de jornaleiros (a quem se pagava a jorna combinada, no final do dia).
Ora quando assim era, quando se envolvia um bom grupo de pessoas, dependendo das possibilidades do lavrador proprietário, era quase certo que lá pelo meio da tarde havia merenda. Procurava-se um sítio adequado, num relvado ou cômoro à sombra de uma árvore ou da latada de videiras, estendia-se uma toalha de linho no chão e a merenda, chegada de casa numa condessa, era distribuída.
A merenda quase sempre era pouco substancial: Broa de milho, vinho da casa, azeitonas, cerejas se as houvesse e alguma fruta, tudo produção da casa. Se o proprietário fosse pessoa de posses, então a coisa podia ser quase uma refeição, com uma panela de arroz, umas iscas de bacalhau frito ou até mesmo uma galinha caseira estufada.

Logo depois da merenda, com as forças e os ânimos restabelecidos, toca a pegar nas enxadas com as mãos calejadas e voltar para debaixo do sol e da poeira e cavar e mais cavar.
Apesar da dureza do trabalho, porque os trabalhos do campo sempre foram duros, cantava-se. Quase sempre em conjunto ou ao despique.

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- Aspecto da sacha do milho, na região de Águeda (Beira Litoral)

Sempre se disse que o trabalho dignifica a pessoa humana. Assim é, mas convenhamos que hoje os tempos assentam numa filosofia bem diferente. Mesmo com as naturais excepções, a regra é procurar levar a vida sem trabalho, sem canseiras e responsabilidades e foge-se dele como o diabo da cruz. Procura-se emprego mas não trabalho. Mesmo com a crise e com níveis absurdos de desemprego, ainda há quem prefira a mama do subsídio ou do apoio a ter que enfrentar o trabalho diário.

1/05/2011

Ainda Boas Festas

 

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Publico aqui um simples rabisco de um Pai Natal, atrapalhado com os presentes, que cheguei a esboçar para dele fazer um dos meus postais de Natal. À falta de tempo, ficou a meio do que pretendia mas mesmo assim fica por aqui a lembrar que a quadra natalícia só termina amanhã com o Dia de Reis, outrora um importante feriado, a exemplo do que actualmente sucede em Espanha. Infelizmente, entre nós, este dia apresneta-se quase sem significado apesar de em termos simbólicos o Dia de Reis ou a Epifania, ser entendido como o momento maior em que o Menino Jesus foi reconhecido como Deus Menino.
É claro que pela importância que pessoalmente ainda dou à data,  cá por casa amanhã, embora sem a mesma importância ou ênfase, voltará a haver consoada, novamente com a caldeirada de bacalhau e as rabanadas de vinho.


12/23/2010

Postais de Natal - V

 Em vésperas de Natal, aqui ficam mais 3 simples postais de Natal rabiscados pelo Santa Nostalgia.

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(clicar para ampliar)

11/13/2009

Rabiscos de outros tempos - Viseu

desenho viseu santa nostalgia

Hoje publico um simples desenho que rabisquei, já lá vão mais ou menos 25 anos. Foi depois de uma visita à bela cidade de Viseu. Junto ao rio Pavia e ao fundo as silhuetas da Sé Catedral e da Igreja da Misericórdia.
É verdade que o desenho tem pouca qualidade, um simples esboço feito a lápis de cor, de forma muito rápida, mas as memórias que invoca, essas são nostálgicas mas muito ricas. Há coisas que têm essa capacidade, esse condão de nos remeter para outros tempos e outras emoções. São chaves que abrem as portas do templo do tempo.

10/23/2009

Hoje apeteceu-me desenhar – Outono

 

outono vinho uvas vindimas santa nostalgia

 

Sempre gostei do desenho e de desenhar e desde que me conheço dei comigo com o lápis na mão a rabiscar. Ainda com 3 ou 4 anitos, ensinou-me o meu avô materno a desenhar uns belos cães e a partir desse momento os cachorros invadiram tudo quanto era papel, mesmo dos saudosos “Comércio do Porto” e “O Primeiro de Janeiro”. Até mesmo algumas folhas da cédula de nascimento de minha mãe foram carimbadas com alguns desses valentes cães, com o pelo eriçado. Valentes foram também os tabefes que apanhei por causa dessa ousadia. A partir daí compraram-me uma Sebenta, com folhas branquinhas, e os cães ganharam outra sentido, já sem a confusão das letras dos jornais ou sem os assentos de casamento dás cédulas.

Por isso, qualquer desenho que por aqui publique, simples ou mais rebuscado, tem como única pretensão a de recordar os rabiscos que fazia no meu tempo de criança e que norma geral me davam sempre boas notas nos testes.

Nessa altura da escola primária, um teste resumia-se a uma folha A3, dobrada a meio, de papel almaço, azul de 25 linhas, daqueles com marca de água. Para além da cópia, do ditado e dos exercícios ou problemas de aritmética, havia lugar ao desenho. No final, sabia bem receber aquele C escorreito, com significado de bom, com que a professora classificava a prova.

Por todas essas memórias, perdoem-me os leitores habituais deste estaminé de nostalgias, pela simplicidade de alguns dos meus rabiscos.

O rabisco de hoje é um tributo ao Outono, às colheitas e às vindimas. Foi feito numa pressa, como “gato a passar por brasas” e utilizei apenas ferramentas digitais.

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