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11/26/2016

Caderneta de cromos de futebol - 261120161

 

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História e Figuras do campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão – 1955-1956

Uma das interessantes cadernetas de cromos de futebol da década de 50, editada pela APR – Agência Portuguesa de Revistas. Foi pena que esta editora não tivesse dado muita atenção às cadernetas de cromos no tema futebol pois as que editou tiveram sempre uma qualidade acima da média do que era corrente na época. Mesmo assim deixou para a História cerca de uma dezena de títulos dos quais este terá sido o primeiro.

Uma das razões para tão escassa produção neste sector específico do coleccionismo, poderá estar no facto das suas colecções fugirem da norma da altura, com cadernetas associadas a casas de confeitarias com preços de venda muito baixos o que as tornava acessíveis aos consumidores da época, no geral pouco ou nada endinheirados, em que todos os tostões eram contados. Por conseguinte, para além da guloseima, sempre apetecível por mais modesta que fosse, a rapaziada coleccionava os seus ídolos da bola com poucos tostões e ainda com a sempre desejada possibilidade de calhar em rifa um brinquedo ou mesmo uma bola. A qualidade gráfica na época não era de todo tido em conta na hora de investir no quiosque na cidade ou na tasca e mercearia da aldeia.

7/25/2016

10 anos de nostalgias

É verdade! Parecendo que não, completam-se hoje 10 anos de Santa Nostalgia. O primeiro post está datado de 25 de Julho de 2006, dedicado aos velhinhos cromos dos "bichinhos", dos rebuçados Vitória. Ainda na mesma data, a abrir, a apresentação do Blog, que ainda se mantém actualizada nos objectivos e propósitos.
De lá para cá, com maior ou menor regularidade, foram mais de 1100 artigos, a maior parte deles a recordar e reviver memórias de outros tempos, centradas essencialmente nos anos 60, 70 e 80.
A data e a ocasião justificariam agora um blog remodelado e com uma nova imagem, mas temos tido problemas no editor de modelos do Blogger, que ninguém tem conseguido resolver, o que tem inviabilizado as mexidas. Exportar o blog para outra plataforma, até mesmo para o Sapo, seria uma solução mas todo o processo, devido ao grande volume de fotografias, é complicado e moroso e daí ainda não termos tomado essa opção. Sendo assim por enquanto a coisa vai rolando desta maneira e entretanto ver-se-á.
Neste dia especial deixamos um agradecimento especial a todos os habituais visitantes e subscritores.




2/27/2014

Coluna – S. L. Benfica

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Faleceu nesta Terça-Feira, 25 de Fevereiro, Mário Coluna, popularizado como “Monstro Sagrado”, antigo futebolista do S. L. e Benfica e grande figura das suas equipas do final dos anos 50 e de toda a década de 60. Fez parte da equipa que venceu por duas vezes a Taça dos Campeões Europeus (1961 e 1962), bem como da selecção portuguesa de futebol, tendo integrado e capitaneado a famosa equipa dos Magriços, que participou no Campeonato do Mundo de Futebol, em 1966 na Inglaterra, em que conquistou um excelente 3º lugar.
Como simples homenagem nossa, recordam-se aqui alguns dos muitos cromos que integraram várias cadernetas em que Coluna alinhava ao lado de outras grandes figuras do futebol benfiquista, como o já saudoso Eusébio, José Augusto e Simões, entre muitos outros.

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5/30/2013

Futebolistas Portugueses – A Francesa – 66/67 – Caderneta de cromos de caramelos

 

Hoje trago à meemória outra caderneta de cromos de caramelos, referente à época 66/67. Trata-se da colecção “Futebolistas Portugueses”, editada pela “A Francesa”.
É mais uma caderneta que reúne as principais características gráficas das colecções da época nomeadamente com 11 cromos por equipa sendo que cada emblema está impresso em cada respectiva página, o que de resto não sendo regra era frequente.
A fugir da habitual rotina o facto de comportar 242 cromos referentes a 22 equipas, 14 da 1ª Divisão (Benfica, Sporting, Porto, Académica, Belenenses, V. de Setúbal, Leixões, V. de Guimarães, CUF, Sanjoanense, Varzim e Sp. Braga) e 8 da 2ª Divisão (F.C. Tirsense, F.C. Barreirense, Sp. Covilhã, U. TOmar, Sp. Olhanense, Salgueiros, Lusitano Évora e Sintrense).
Curioso é o alinhamento das equipas já que entre as equipas da 1ª Divisão estão algumas da 2ª.
De referir que dos clubes da 2ª Divisão, o F.C. Tirsense e o F.C. Barreirense foram os campeões das zonas norte e sul nessa época, subindo por isso à divisão superior. No apuramento para o campeão da divisão secundária, a equipa do Barreiro venceu a de S. Tirso por 3-1.
Quanto à 1ª Divisão o vencedor foi o Benfica, seguido da Académica (excelente época),  F.C. do Porto e Sporting.

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Tabela da classificação da 1ª Divisão da época 66/67

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Tabelas da 2ª Divisão

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5/24/2013

Ídolos dos Clubes 63/64 – Carsel – Caderneta de cromos de caramelos

 

Hoje trago à memória a caderneta de cromos de futebol "Ídolos dos Clubes", referente à época 63/64, uma das raras edições da Carsel.

Trata-se de uma caderneta que segue o esquema de muitas outras da época, com 11 cromos/jogadores por página e por equipa.
Os cromos representam as fotografias dos jogadores a meio-corpo sobre o emblema do clube.
A colecção é composta por 209 cromos representando 18 clubes e a Selecção Nacional. Sendo que está referenciada à época 63/64, significa que para além dos 14 clubes que faziam parte do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, bem como da Selecção Nacional, estão representados mais 4 clubes da Segunda Divisão, nomeadamente o Atlético Marinhense, da Zona Norte e o Farense, Desportivo de Beja e Leões de Santarém, da Zona Sul. Nesse época o vencedor da Segunda Divisão Foi o S.C. Braga (primeiro classificado da Zona Norte) que no apuramento do campeão venceu por 2-1 o Torreense (primeiro classificado da Zona Sul).
Equipas da Primeira Divisão: Benfica, Sporting, F.C. Porto, Belenenses, Vitória de Guimarães, Leixões, Académica de Coimbra, Lusitano de Évora, Olhanense, Vitória de Setúbal, G.D. da CUF, Barreirense, Seixal e Varzim.
Como seria de esperar, a colecção oferecia vários prémios e brindes incluindo uma bicicleta para homem ou senhora, contra a entrega da cadernete completa.

A Carsel, de Carvalho & Sobrinho, L.da, tinha a particularidade de estar implantada em Rossio ao Sul do Tejo - Abrantes - Ribatejo, no que era estranha à localização das principais casas da época que produziam cromos quase todas de Lisboa ou Porto.
Esta empresa, como outras ligadas à edição de cromos como brindes em rebuçados de caramelo, estava ligada à produção de confeitarias,  rebuçados e também a torrefação de cafés e ainda aos célebres jogos-brindes popularmente conhecidos como "cartazes de furos" ou "furinhos" que enfeitavam tentadoramente as nossas mercearias ou quiosques das vilas e aldeias.


São poucas e raras as edições de cromos de caramelos da Carsel pelo que naturalmente são valiosas no círculo de coleccionadores dos cromos.

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6/19/2012

Rebuçados Zoológicos Vitória

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Quase 6 anos depois, volto às memórias relacionadas com a colecção de cromos “Rebuçados Zoológicos Vitória”, também conhecidos pelos “animais” ou pelos “bichinhos”.
Desta vez para publicar e comparar as páginas e cromos de duas diferentes edições; a primeira de meados dos anos 40 e a segunda do final dos anos 60, princípios de 70, precisamente a que coleccionei aquando criança.
As diferenças são notórias já que na edição mais antiga, os desenhos dos cromos eram mesmo muito básicos, certamente desenhados por alguém pouco habilidoso tanto nas questões de desenho como nos conhecimentos da anatomia animal.

Na edição mais recente, e certamente das últimas, os cromos foram redesenhados por Carlos Biel e de um modo geral são mais apelativos e agradáveis de coleccionar. De referir que nesta revisão, alguns dos animais foram substituídos por outros, mantendo-se, porém, o grosso da ordenação e correspondência entre todos os 200 “bichinhos”, nomeadamente os três carismáticos “bacalhau”, Nº 42, a “cobaia”, Nº  147 e o “cabrito”, Nº 199. Na edição antiga alguns animais eram representados nos dois géneros (masculino e feminino, como gato e gata), o que foi corrigido nas edições finais.

Uma das características comuns a ambas as edições é a impressão dos cromos com cores sortidas, isto é, o mesmo cromo poderia ter qualquer umas das várias cores adoptadas, como preto, azul, sépia, verde, vermelho, nuance que permitia que, depois de colados os cromos, as páginas ficassem com um colorido interessante. Resta acrescentar que alguns meus colegas, mais “esquisitinhos”, faziam por coleccionar cada página com cromos de cores iguais o que, é fácil perceber, dificultava bastante o preenchimento. Claro que havia outras opções, como colunas ou linhas com cromos de diferentes cores. Mas no geral, esquecendo esses preciosismos, que na realidade davam um interessante efeito, no geral a rapaziada ia colando conforme iam saindo, fossem pretos, azuis, vermelhos ou verdes.

Apesar da delicadeza ou fragilidade da caderneta e dos cromos, em “papel cebola”, prejudicados ainda pelas colas artesanais usadas pela criançada para fixar os cromos às cadernetas, a verdade é que as poucas sobreviventes continuam a exercer um encanto e fascínio próprios. Por outro lado, as colecções completas e em bom estado podem atingir valores exorbitantes, nomeadamente as primeiras edições, mais rústicas ou toscas mas muito mais raras e valiosas sob um ponto de vista de artigo coleccionável.

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Nota 1: Segundo informações, não confirmadas, a Fábrica de Confeitaria Vitória, da Rua da Vitória Nº 261 - Porto, terá sido fundada por Manuel Joaquim Dias, em 1924, que geriu a empresa até 1947 altura em que lhe sucedeu o filho e sócio, Manuel Amil Dias.

Nota 2: Já depois da publicação deste artigo, apareceu por aí à venda uma reedição desta colecção, mas, obviamente, que não é a mesma coisa. De todo. De resto, todo o encanto da colecção reside nas memórias e experiências ligadas à colecção original e a esses recuados tempos. Ora as reedições, podendo ajudar a memória, não podem, seguramente, substituir algo insubstituível. Ademais, tem dado azo a oportunistas que procuram vender as cadernetas ou os cromos avulso como se os antigos originais  fossem. 

12/23/2010

Costa Pereira

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Passam hoje 81 anos sobre o nascimento de Costa Pereira (23/12/1929 (+ 25/10/1990)), um dos grandes guarda-redes de futebol do S.L. Benfica, durante as décadas de 50 e 60.
Para saber muitas mais coisas sobre a carreira de Costa Pereira, nada melhor que dar um salto ao excelente blog Vedeta ou Marreta.
De nossa parte, para além da memória da data, deixamos aqui alguns cromos de caramelos relativos ao Costa Pereira que no seu tempo foi uma autêntica vedeta.


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5/31/2010

Brindes dos cromos de caramelos - repost

 

Há tempos publiquei aqui um post sobre os famosos brindes distribuídos com as colecções de cromos de caramelos, os sempre tão apetecidos e desejados brinquedos, incluindo a alegria da rapaziada, que aream as bolas de borracha, com as quais se disputavam grandes desfios de futebol no terreiro da escola ou no largo da capela que existia junto à minha escola primária.
Hoje dou à estampa mais algumas imagens desses brindes, desses simples mas nostálgicos brinquedos a que poucos podiam chegar. Por conseguinte, para além da paixão pelos cromos da bola e seus ídolos, a compra dos cromos de caramelos era um expediente para se sonhar em possuir um dos brinquedos expostos na mercearia ou quiosque da aldeia.

Bons e saudosos tempos.

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4/15/2010

Grandes Campeões do Futebol – 65/66 – A Francesa – Cromos de caramelos

 

Hoje trago à memória a caderneta de cromos de caramelos "Grandes Campeões do Futebol", uma edição de "A Francesa".
Esta caderneta é justamente considerada uma das melhores do seu estilo porque não se limitou a reproduzir os cromos das habituais equipas do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão (que era a regra) e foi mais além incluindo equipas na altura de divisões secundárias, mas que pela editora eram consideradas como "os principais clubes", se calhar uma consideração algo discutível.
Seja como for, com 12 cromos por clube (4 colunas por 3 linhas), incluindo o cromo do emblema, a caderneta é composta por 264 cromos, um número considerável para a época.


Importa desde já dizer que a "Grandes Campeões do Futebol" é da época 65/66. Esta data não está indicada em qualquer local da caderneta e pelo número de clubes, incluindo da Segunda Divisão, torna-se complicado datar a mesma tendo em conta o alinhamento das equipas que nessa época participaram no campeonato maior do futebol português (em que o Sporting foi o campeão seguido do Benfica e Porto).


A cópia desta caderneta foi-me oferecida por um amigo que na altura também não a soube datar.
Pessoalmente cheguei à época de 65/66 pela leitura dos jogadores das principais equipas e sobretudo pelo guarda-redes Botelho, que nessa época defendeu as cores do clube "Sport Grupo Scalabitano Os Leões", de Santarém", que, improvavelmente, também faz parte da caderneta. Nessa época ficou em 10º lugar no Campeonato da 2ª Divisão - Zona Sul.
Quanto a Botelho foi um excelente guarda-redes formado no Benfica e que depois dos "Leões de Santarém" defendeu as cores do Atlético (por 2 ocasiões), Sporting (por 3 ocasiões), Boavista, Benfica, Amora e Seixal.


Quanto à inclusão na caderneta de clubes secundários como o "Sport Grupo Scalabitano Os Leões", fundado em 1916 e que em 1969 fundiu-se com o Sport Grupo União Operária, ando lugar ao actual União Desportiva de Santarém, poderia ser apenas uma opção comercial da editora. Provavelmente a zona de Santarém seria um bom mercado na venda dos cromos de caramelos. Particularidades das cadernetas de cromos de caramelos que entre outras as transformaram em coleccionáveis raros e muito valorizados.

Lista das equipas que integram a colecção:
Sporting, Benfica, Vitória Guimarães, FC Porto, Varzim, CUF, Belenenses, FC Barreirense, Académica de Coimbra, Vitória de Setúbal, Braga, Lusitano Évora, Leixões, Sp. Covilhã, Salgueiros, Sanjoanense, Portimonense, Casa Pia, Atlético e Leões de Santarém.
A capa da caderneta é interessante, com um grafismo colorido e bem equilibrado que reproduz duas cenas de jogo em movimento, em jogos Benfica-Porto e Benfica-Sporting.


Os cromos também têm um grafismo colorido e apelativo, onde se destaca o emblema do clube como cenário de fundo, ao alto, seguindo-se a meio uma faixa amarela e na base o verde do relvado. Os jogadores, claro está, represnetados em pose a corpo inteiro.
Para conlcuir, escusado será dizer que por todos os motivos, logo pela quantidade de cromos, é uma colecção muito rara e valiosa. Quem a tiver, principalmente completa e em bom estado, tem um pequeno tesouro.

 

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Não esqueça: Novo blog do Santa Nostalgia

3/31/2010

Efeméride de 31 de Março– Benfica campeão de futebol em 56/57

 

Faz hoje anos, em 31 de Março de 1957, disputava-se a última jornada do Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão, com o S.L. Benfica a vencer a Académica de Coimbra por 2-0, sagrando-se campeão com 41 pontos. Ocuparam os lugares imediatos o F.C. do Porto, C.F. Belenenses, Sporting e Lusitano de Évora, com 40, 33, 31 e 30 pontos, respectivamente. Atlético C.P. e Sp. Covilhã ocupando os últimos dois lugares desceriam de Divisão.


A ilustrar esta efeméride, a equipa do Benfica dessa época, numa caderneta de cromos de caramelos da F.C. Esteves, "Os Astros do Futebol". Na aquipa encarnada pontuavam brilhantes jogadores como Carlos Pereira, Ângelo, Jacinto, Caiado, Artur, Alfredo, Palmeiro, Coluna, Águas, Salvador e Cavém.

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1/15/2010

Cromos Super – Caderneta de cromos de futebol – Época 76/77

 

 

Hoje trago à memória uma caderneta de cromos de futebol, a "Cromos Super", uma edição da editora Fonseca & Sequeira, L.da, de Lisboa, referente à época futebolística de 76/77.
Trata-se de uma colecção de 192 cromos, referentes a 16 equipas, correspondendo a cada uma delas 12 cromos (11 jogadores e o emblema). A cada página da caderneta corresponde uma equipa.
Equipas representadas: Benfica, Sporting, FC Porto, Belenenses, Boavista, setúbal, Guimarães, Varzim, Leixões, Estoril, Braga, Académica, Beira Mar, Atlético, Portimonense, Montijo.


Pela época e pelas características gráficas, esta é uma das cadernetas consideradas de transição, isto é, de um período marcado pelos abandono dos cromos de caramelos e generalização para os cromos em envelopes surpresa.


Tal como era norma das cadernetas dos caramelos, esta colecção também oferecia diversos brindes cujas senhas de acesso eram distribuídas aleatoriamente nos envelopes que continham os cromos.
A exemplo dos característicos cromos de caramelos, o esquema e a qualidade gráfica são bastante insipientes e mesmo a opção da cor utilizada nas margens de cada cromo, um cinzento incaracterístico, não é o mais apelativo, mesmo no resultado global por página. Em contradição, o grafismo da capa é relativamente interessante, com um apelativo contraste de cores, mas com um desenho de dois jogadores em acção, anatomicamente desproporcionados.
Mesmo assim, esta é uma caderneta relativamente rara e por isso com um valor algo elevado entre os coleccionadores. O exemplar que disponho está incompleto e faltam vários cromos, bastante difíceis de obter.


A título de curiosidade, a época de 77/78 foi vencida pelo F.C. do Porto, com 51 pontos, seguido do Benfica, com os mesmos 51 pontos e pelo Sporting, com 42 pontos. Esta vitória do F.C. do Porto, então treinado pelo recentemente lembrado José Maria Pedroto, a propósito dos 25  anos apoós o seu falecimento (7 de Janeiro de 1985), tornou-se famosa por ter decorrido 18 anos após a conquista do anterior campeonato, em 58/59. De recordar que também venceria o campeonato da época seguinte (78/79).

 

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1/08/2010

A paixão pelos cromos – Visão Júnior


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Num artigo sobre a paixão do coleccionismo dos cromos, no site da revista Visão Júnior, é feita uma referência o blogue Santa Nostalgia, o que nos enaltece, até porque de facto dedicamos um espaço e atenção consideráveis à temática dos cromos e do seu coleccionismo. Por conseguinte, continuará a ser um tema para nós querido e recorrente por cá, bem ao gosto dos muitos leitores que habitualmente nos visitam.

1/02/2010

Caderneta de cromos de caramelos - Os Grandes da Bola – Confeitaria Alex – Época 66/67

 

Hoje trago à memória a caderneta de cromos de caramelos “Os Grandes da Bola”, uma edição da casa Produtos da Confeitaria Alex, referente à época futebolística 66/67.

Equipas representadas: SL Benfica, Sporting CP, FC Porto, CF Os Belenenses, GD CUF, Académica de Coimbra, V. Setúbal, V. Guimarães, Leixões SC, SC Braga, Atlético CP, Varzim, SC, SC Beira-Mar e AD Sanjoananese.

Esta colecção é composta por 154 cromos, na colecção designados de estampas (fotografias artisticamente coloridas), correspondendo 11 por cada uma das 14 equipas.

A estrutura é a clássica das cadernetas de cromos de caramelos, seguida pelas editoras da época, com os 11 jogadores por página, distribuídos em 3 linhas (3+4+4), com o guarda-redes na linha de cima, ladeado por dois defesas.

Os cromos são típicos dos caramelos, com os jogadores pintados sobre um fundo colorido. No caso as cores amarelo na parte superior o e verde na zona do relvado. O nome do clube numa barra preta na zona superior  e o nome do jogador e nº do cromo numa barra preta inferior. Lateralmente, uma bordadura de elementos gráficos repetidos. Como sempre, apesar da pobreza gráfica, os cromos  apresentam um efeito mágico na sua representação global em cada página.

Como não podia deixar de ser, esta é uma caderneta muito rara e desejada por coleccionadores. A capa está bem conseguida, com uma fotografia de uma acção de um jogo entre o Benfica e o FC do Porto, aparentemente disputado no Estádio da Luz.

A título de curiosidade estatística, nessa época de 66/67, o SL Benfica foi o vencedor do campeonato, com 43 pontos, seguido da surpreendente Académica de Coimbra, com 40 pontos, acima do FC Porto e Sporting com 39 e 30 pontos, respectivamente. Nessa época desceram à divisão secundária as equipas do Atlético CP e o SC Beira-Mar, sendo substituídas pelas primodivisionárias equipas do FC Tirsense e FC Barreirense.

 

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