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12/31/2019

Moça - Leite condensado - Nestlé


Cartaz publicitário de 1942 ao leite condensado "MOÇA", da Sociedade de Produtos Lácteos, de Avanca.

São já muitos os anos passados mas a marca continua a existir embora agora como parte do Grupo Nestlé. A Nestlé Portugal teve origem precisamente na empresa de Avanca, como se poderá constatar pelas informações abaixo.



Sobre a Nestlé Portugal - Datas Chave:


1923
Fundação da Sociedade de Produtos Lácteos, Lda., tendo como principal sócio o Prof. Egas Moniz, e nasce em Santa Maria de Avanca a primeira fábrica portuguesa de leite em pó simples, que será o embrião do que é hoje a NESTLÉ PORTUGAL.
1933
A Sociedade de Produtos Lácteos obtém o exclusivo da fabricação e venda dos produtos NESTLÉ. Início do crescimento da empresa.
1948
Início da comercialização dos produtos MAGGI.
1958
Início da comercialização de NESCAFÉ®.
1968
Fundação da Prolacto Lacticínios de S. Miguel, em São Miguel, nos Açores.
1971
Início das atividades do negócio Nestlé Foodservices, com uma gama diversificada de produtos para restauração, pastelaria e vending.
1973
A Sociedade de Produtos Lácteos passa a designar-se NESTLÉ PRODUTOS ALIMENTARES, S.A.R.L..
1974
Início do fabrico de NESCAFÉ® na Fábrica de Avanca.
1978
Início do fabrico de produtos culinários (Sopas e Caldos Maggi ) na Fábrica de Avanca.
1984
Início do fabrico e comercialização de produtos Ultra-Congelados Findus na Fábrica da Gafanha da Nazaré. Aquisição da fábrica de chocolates Rajá.
1985
Início do fabrico do Chocolate Nestlé na fábrica da Rajá. Aquisição da Tofa – Torrefacção de Cafés, Lda..
1986
Início da fabricação dos Cereais de pequeno-almoço na Fábrica de Avanca. Alteração da designação social para NESTLÉ PORTUGAL, S.A..
1987
Aquisição da empresa Casa Christina – Torrefacções. Aquisição da empresa Sical –Torrefacções.
1990
Aquisição de uma participação na Sociedade de Águas de Pisões – Moura, S.A..
1993
Aquisição da empresa Longa Vida (iogurtes e sobremesas lácteas) e da Buondi (café torrado).
1994
Aquisição internacional dos Gelados Motta. Lançamento do Nestea. Inauguração da nova sede da Nestlé Portugal, em Linda-a-Velha.
2001
A Nestlé adquire uma posição dominante na Société Générale des Eaux Minérales de Vittel, tornando-se o seu maior acionista. Aquisição da empresa francesa de águas Perrier.
2002
A Sociedade de Águas de Pisões – Moura, S.A. muda a sua designação social para Nestlé Waters Portugal, S.A.. Criação do negócio Nestlé Purina Pet-Care em Portugal.
2003
Incorporação da Nestlé S.G.P.S. na Nestlé Portugal, S.A. Celebração dos 80 anos da Nestlé em Portugal. Visita do Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio, à Fábrica da Nestlé em Avanca. Em função da aquisição internacional do Grupo Powwow, integração no Grupo Nestlé em Portugal da empresa Selda – Comércio e Representações, Lda. Lançamento do negócio Nespresso em Portugal.
2005
A Selda – Comércio e Representações, Lda. Altera a sua denominação para Nestlé Waters Direct Portugal – Comércio e Distribuição de Produtos Alimentares, S.A..
2006
Constituição da joint venture Lactalis Nestlé Produits Frais para o negócio de iogurtes e sobremesas lácteas na Europa. Em Portugal, este negócio é gerido pela Sociedade Longa Vida – Indústrias Lácteas, S.A., que passa a integrar a joint venture Lactalis Nestlé Produits Frais.
2008
Comemoração dos 85 anos de presença Nestlé em Portugal.

[fonte: Nestlé]

7/24/2019

Niepoort - Vinho do Porto


Cartaz publicitário do ano de 1944


Quando se fala de Vinho do Porto, mesmo que em rigor ele pouco ou nada tenha a ver com o Porto, mas sim com o Douro e Vila Nova de Gaia, uma das muitas marcas a ele associadas é a Niepoort.
Remonta a 1842 a fundação da empresa por Franciscus Marius Niepoort, nascido em 1813, em Hilversum, na Holanda. Casou com Francisca Louisa Elisabeth Ehlers e vieram veio para Portugal para criar a empresa Niepoort, produtora de Vinho do Porto. Fundou a empresa como vendedor de Porto, sem terrenos ou vinhas próprias. Era primordialmente um comerciante de Vinhos do Porto. Faleceu no Porto no dia 7 de Março de 1887, tendo-lhe sucedido Eduard Jackob que nasceu em 1848, no Porto, com a empresa já numa situação de prosperidade e de lá para cá a família tem crescido tal como a empresa que é uma das referências no sector do Vinho do Porto..

7/16/2019

Carmim Creme Torero - Dentes brancos e gengivas encarnadas


Cartaz publicitário do ano de 1946.

Desta Carmim Creme Torero, uma pasta dentífrica, pouco ou nada descobrimos. Mas curioso o slogan de que tão importante como branquear os dentes, seria avermelhar as gengivas. 
Do pouco que descobrimos, esta pasta de dentes remonta a 1870 e era uma das criações dos laboratórios ORIVE, cuja fundação remete para o farmacêutico espanhol Salustiano de Orive, nascido em Briones, La Rioja em 1842. Faleceu em Logroño em 1913. 
Do que apuramos, a marca pertencerá na actualidade ao grupo Henkel Iberica.

6/28/2019

Pó de arroz Pompeia


Cartaz publicitário do ano de 1944.

Hoje em dia as mulheres continuam a preocupar-se com o seu aspecto e  não surpreende que na generalidade continuem a dar importância à maquilhagem ou, como modernamente se diz, porque adoramos inglesismos, ao make up. As marcas e produtos de beleza de rosto são mais que muitas e populares. Cabelos, pele, olhos e lábios não escapam aos retoques. Todavia, o "pó-de-arroz" enquanto tal caiu em desuso.
Noutros tempos, porém, o "pó-de-arroz" era rei na arte de amaciar e perfumar a pele do rostos das senhoras e por isso fazia parte do leque de produtos de beleza. Era, pois, um produto popular, nomeadamente pelos anos 40, a que se refere o cartaz publicitário acima, dos anos 40.
Neste caso em concreto, uma das marcas populares, o "Pompeia" da casa francesa L.T. Piver - Paris. Para além do "pó-de-arroz", sob a mesma marca eram vendidos outros produtos associados à beleza feminina, incluindo cremes, sabonetes e perfumes. De resto a marca ainda existe e continua a tratar da beleza.
A marca tem as suas origens no remoto ano de 1774 quando foi lançado o perfume "A la Reine des Fleurs" (A Raínha das Flores). O seu fundador, Michel Adam era uma pessoa dinâmica e em pouco tempo os seus produtos forneciam nem mais nem menos que a corte de Luis XVI e depois outras cortes reais europeias. A Michel sucedeu um seu filho e mais tarde Louis Toussaint Piver que iniciou uma dinastia que tem estado à frente da empresa.

Na foto abaixo, uma das caixas em estilo da época em Arte Deco em que era embalado o pó mágico.

6/27/2019

Pastelaria Bijou



Cartazes publicitários da primeira metade dos anos 40

Terá sido por pelo ano de 1889, próximo do Natal, que abriu ao público lisboeta a "Pastelaria Bijou da Avenida" ou mesmo com a designação em francês, por ser chique, "Patisserie Bijou de L´Avenue". Então propriedade de António José Alves, abriu portas no Nº 75 da Avenida da Liberdade. Por questões diversas com o senhorio do prédio, o estabelecimento mudou de edifício, mas para perto., mantendo-se na avenida. 
Pelos anos 40, após algumas mudanças e abertura de filiais, o estabelecimento era conhecido apenas por Pastelaria Bijou, sedida nos números 84 a 88 ainda da Avenida da Liberdade. 
Notícias relativamente recentes dão conta que o emblemático estabelecimento de coisas doces e boas encerrou de forma definitiva e no mesmo local foi montada uma loja de vestuário.
Sinais dos tempos.

6/03/2019

Tungsram a dar à luz


Cartaz publicitário do ano de 1944.

Entre nós não será uma marca muito conhecida, mas a Tungsram é uma empresa já com uma longa idade. Esta empresa sediada na Hungria teve a sua fundação no ano de 1896 e começou por produzir equipamentos telefónicos, cablagens e quadros de distribuição, passando posteriormente ao campo das válvulas electrónicas e lâmpadas e iluminação no qual se tornou das mais importantes na Europa, concorrendo com marcas como a alemã Osram e a america General Electric. 
Em 1989 foi privatizada e adquirida pela GE - General Electric. Recentemente a GE Lighting vendeu o seu negócio de iluminação na Europa e da respectiva compra a Tungsram voltou a ser uma empresa e marca autónomas e continua em crescimento no ramo da iluminação, inovando no sistema LED, sendo uma das mais importantes empresas húngaras com um significativo número de empregados.

5/30/2019

Cafés portugueses...são dos melhores



Cartazes publicitários, dos anos de 1941 e 1942, de apelo ao consumo de cafés com origens nas então províncias ultramarinas. 

Terá sido no reinado de D. João V, que Francisco de Melo Palheta introduziu a cultura do café na então colónia do Brasil, que depressa  se torna no maior produtor mundial. Desde então o café foi introduzido também nas ex-colónias portuguesas de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe. Já quanto a Angola deve-se a sua mplementação a missionários portugueses. Quanto a Timor terá sido por iniciativa dos holandeses a propagação da cultura do café.

Não espanta, pois, que com a generalização do hábito de consumo do café, pelas suas qualidades estimulantes e mesmo medicinais, a sua produção tenha também aumentado nas ex-colónias portuguesas a ponto deste produto se tornar num dos mais importantes para a economia portuguesa de então e das suas províncias ultramarinas. Essa importância reflectia-se pela publicidade ou propaganda que o próprio Estado ou suas instituições promoviam ao consumo do café, como disso é exemplo a publicidade acima, em cartazes de 1941 e 1942, por isso já durante os difíceis tempos da II Guerra Mundial.
Escusado será dizer que na actualidade a cultura do café e sua exportação continuam como importantes nas economias dos respectivos países produtores.

Hoje em dia o consumo faz parte dos hábitos diários da maioria da população mundial, até mesmo já em regime de dependência. Assim, a indústria relacionada ao café tem crescido e diversificado na forma de levar o café ao consumidor, como a tendência recente do fornecimento em cápsulas herméticas, com diferentes aromas e intensidades, que, a par da generalização de máquinas de pequeno formato e baratas, permitem uma fácil e rápida preparação. O consumo de café tornou-se assim popular e democrático, mesmo que não propriamente barato. Apesar disso, ainda não se dispensa o hábito de tomar um café, bica ou expresso, ou outras formas, no local próprio, isto é, à mesa ou balcão do café. Não deixa de ser significativo que o produto café tenha dado nome ao estabelecimento onde é servido. Poucos produtos terão tido esta influência histórica e social.

Noutros tempos, porém, e remeto-me lá para os idos das décadas de 60 e 70, o café na nossa casa na aldeia era vendido a granel, nas mercearias, já moído, e era preparado em cafeteiras de ferro ou alumínio. Bebia-se ou tomava-se em abundância, simples ou com leite. Não raras vezes era a primeira refeição do dia, o pequeno almoço, misturado-se com pão, de trigo ou mesmo de milho.
Dizem, os mais velhos, que por essas alturas o café era café e que cheirava e sabia como tal. Hoje em dia, o café é apenas um pequeno e caro gole servido numa minúscula chávena mas que não se dispensa. Outros tempos.

5/10/2019

D´Argy - 18 anos até aos 50



Cartazes publicitários ao creme de beleza, pó de arroz e rouge. Anos 40. Nos tempos em que estas coisas faziam "milagres" e as raparigas de 50 pareciam ter 18 anos. Era bom, era!

4/29/2019

Philips 660 X


Cartaz publicitário ao receptor de rádio Philips 660 X - Ano de 1947

"Um dos melhores receptores de alta fidelidade que leva o nome Philips. Este modelo possue todas as qualidades que fizeram do nome Philips um símbolo de excelência no mundo inteiro, incluindo o desdobramento automático de banda o que torna a captação de ondas curtas tão fácil e segura como a de ondas médias.
Peça uma demonstração nos revendedores autorizados da Philips - De som natural como o canto das aves".

Sobre a Philips

4/16/2019

Camisaria Moderna


Cartaz publicitário do ano de 1958.

Do que foi possível apurar, a Camisaria Moderna terá tido origem em 1876, no Rossio, em Lisboa e mais tarde, em 1932, adquirida pelo empresário António Regojo Rodriguez, já dono da prestigiada marca de camisas "Regojo" que fabricava e comercializava desde 1919. A empresa proprietária passou por diversas alterações e transformações decorrentes da dinâmica de mercado, e ainda anda por aí, como "Grupo Regojo", mas quanto à loja da "Camisaria Moderna" encerrou portas há poucos anos, em 2016, e com isso o fim de um ciclo cheio de vivências comerciais. Coisas da vida e do tempo, uma verdade tão branca, branquíssima, como as camisas da Moderna.





4/09/2019

Austin Seven - Um mini para sua máxima satisfação


Cartaz publicitário de 1960 ao automóvel modelo Austin Seven

O modelo Mini, é um dos mais emblemáticos do mundo automóvel. No entanto, apesar das semelhanças, este modelo aqui publicitado refere-se ao Austin Seven, que pretendia ser uma versão modernizada do também emblemático Morris Minor produzido uns anos antes, nas décadas de 40 e 50.

Este modelo fabricado pela British Motor Corporation (BMC) foi desenhado por Sir Alec Issigonis, tendo sido idealizado para ser um automóvel com baixo consumo boa  dinâmica de condução e sobretudo a um preço reduzido para a época.

Em rigor, este Austin Seven era uma espécie de homenagem ao seu bem sucedido antepassado Austin Seven, produzido durante os anos 20 e 30, rivalizando então pela Europa com o americano Ford T. Mas juntamente com o Seven, na mesma altura (1959), também da mão de Sir Alec Issigonis, foram fabricadas e lançadas duas versões similares, o Seven, a que nos referimos e o Morris Mini Minor, menor nas suas dimensões,  cuja designação pretendia precisamente realçar as diferenças de tamanho dos dois modelos.
Em França e nos Estados Unidos o Mini e Seven foram vendidos como Austin 850 e Morris 850 , em referência à cilindrada.

O Mini apresentava dimensões de 3,05 m de comprimento, com distância entre eixos de 2,03 m e uma largura de 1,41 m e 1,35 m de altura. Quanto ao peso, era levezinho, apenas com 570 Kg o que fazia render o combustível alojado num tanque com capacidade para 25 litros. O consumo previsto era de 5 litros/100 Km.
Pessoalmente, pelos anos 80, era pendura habitual num Mini, vermelhinho, de um colega que tinha feitio de piloto, o que significava que era sempre a assapar. O pior de tudo, talvez por já ter uns anos o carro, era forte o cheiro a gasolina que se sentia no interior do habitáculo. Bons tempos...

Depois de alguns anos no adormecimento, já sob a alçada da construtura alemã BMW, em 2001 o Mini foi relançado com todas as características e tecnologias dos tempos actuais,  voltando a trazer o modelo para os seus tempos de glória, sendo um carro apetecido sobretudo junto dos jovens. O seu relançamento serviu de inspiração a outros modelos clássicos, de outras marcas, que têm sido redesenhados e lançados no mercado com a aura da nostalgia, nomeadamente o VW Carocha e o Fiat 600.

4/08/2019

Peugeot 203 - Já não se fazem carros assim...


Cartaz publicitário ao modelo automóvel Peugeot 203 - Ano de 1949


O modelo foi exibido no Mundial do Automóvel de Paris em 1947, mas nessa época, já estava em desenvolvimento por mais de cinco anos. A produção foi inicialmente prejudicada greves e falta de matéria prima, mas a produção se regularizou em 1948 e as entregas começaram a ser efectivadas no início de 1949.

O 203 foi o primeiro modelo da Peugeot lançado depois da Segunda Guerra Mundial. Durante os seus doze anos de produção saíram quase 700.000 unidades de vários modelos da linha de produção em Sochaux, França. Entre a retirada do 202 em 1949 e o lançamento do 403 em 1955, o 203 foi o único modelo produzido pela Peugeot.

O último Peugeot 203 saiu da linha de produção em Sochaux em 25 de Fevereiro de 1960. Três meses depois no final de maio, o modelo foi retirado do catálogo de preços.

[fonte: Wikipedia]

4/03/2019

Nestlé - O melhor para todos os usos


Cartaz publicitário do ano de 1949

Já temos aqui falado e recordado temas relacionados à Nestlé, uma marca reconhecidamente global, nomeadamente no segmento de alimentos destinados às primeiras idades. Hoje damos à estampa um cartaz publicitário inserto em revista do ano de 1949, com grafismo bem ao estilo da época. 

3/29/2019

Água Castello...muito radioactiva


Cartaz à água Castello, publicado em 1941.

Tem uma longa história e nos dias de hoje continua a ser uma marca de água muito reconhecida e popularizada, mas duvido que as qualidades que lhe são reconhecidas e apregoadas tenham a ver com a radioactividade, no caso muita. 

Se ainda tem esta propriedade a água Castello, passa despercebida, sendo ignorada e mesmo ocultada ou então, tendo, afinal não é muita mas pouca e insignificante para o prejuízo da saúde. 

Mas nesses tempos, na primeira metade do séc. XX, a radioactividade era propagandeada como uma virtude e benefício, tanto nas águas como em muitos produtos de saúde e beleza. É claro que com o avanço da ciência, muita da ignorância caiu por terra e provou-se o malefício  da coisa, da radioactividade, e muitos produtos a ela associados, ou quase todos, ficaram pelo caminho. Mas a água Castello, essa mantém-se em actividade, quiçá já sem a rádio.

Outros tempos.

10/23/2018

Brilhantina REFLEXA


Cartaz publicitário à brilhantina "REFLEXA". Publicado numa revista da época, em 1943.

Muito na moda por esses tempos, sobretudo nos anos 40 e 50 e até aproximadamente à década de 1970, a brilhantina caiu muito em desuso e apenas teve uma espécie de ressurgimento há uma dezena de anos com produtos algo similares mas diferentes como a mousse e gel fixador, mas aparentemente voltou à estaca zero. Talvez daqui a mais alguns anos a moda volte. 
A brilhantina era ao fim-e-ao-cabo uma pomada composta essencialmente por parafina líquida, vaselina e óleos minerais, que servia para modelar o cabelo e dar-lhe um aspecto brilhante.

Quanto à Zinália, a perfumaria que então a comercializava ( e produzia?), com sede na Rua Augusta em Lisboa, parece que ainda existe e terá sido fundada nos anos 30 por António Ferreira Pinto.  Também  existe  uma outra nas Caldas da Rainha fundada igualmente pelo António Ferreira Pinto e um farmacêutico das Caldas, Custódio Maldonado Freitas.

10/22/2018

Miúdos - Fósforos graúdos


Como não há duas sem três...continuamos com a série de cartazes publicitários aos fósforos, esses pequenos e importantes objectos noutros tempos, mesmo ainda hoje. Desta feita o destaque aos "Miúdos", da Fosforeira Portugesa, de Espinho. Reclame de 1949.
Já anteriormente tinha aqui feito uma referência à etiqueta.

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