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3/06/2025

Movimento Democrático Português / Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE)

 

O Movimento Democrático Português / Comissão Democrática Eleitoral (MDP/CDE) foi uma das principais organizações políticas da Oposição Democrática ao regime do Estado Novo em Portugal, antes do 25 de Abril de 1974. Fundado em 1969, atuava por meio de comissões democráticas eleitorais, visando a participação nas eleições legislativas.

Em 1973, esteve presente no Congresso Democrático de Aveiro , um marco na luta contra a ditadura.

Após a Revolução de Abril, transformou-se em partido político, integrando todos os Governos Provisórios , à exceção do VI. Concorreu isoladamente à Assembleia Constituinte de 1975 e, a partir de 1976, coligou-se com o PCP na Aliança Povo Unido (APU) .

A rutura com o PCP , em 1986, levou o MDP a afastar-se da Coligação Democrática Unitária (CDU) , apresentando listas próprias nas eleições de 1987. Nesse contexto, alguns militantes dissidentes fundaram a Intervenção Democrática (ID) , que até hoje integra a CDU, juntamente com o PCP e o Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) .

Em 1994, o MDP fundiu-se com o grupo responsável pela revista Manifesto , dando origem ao movimento Política XXI , uma das correntes fundadoras do Bloco de Esquerda .

Algumas das figuras ligadas ao partido:

José Manuel Tengarrinha

Francisco Pereira de Moura

Custódio Maldonado de Freitas

Luís Catarino

António Mota Redol

Vítor Dias

Manuel Pereira, (Guarda, 1917 — Lisboa, 2002) foi um destacado poeta, compositor e sindicalista português, responsável pela implementação e dinamização do partido em Lisboa, principalmente, na Amadora

Helena Cidade Moura

António Vitorino de Almeida encabeçou a lista do MDP/CDE às eleições europeias de 1989.


[fonte:Wikipedia]


Cá pela terra, por esses primeiros anos de liberdades foi o partido que mais  pintou: estradas, muros, fachadas, etc. Apesar disso, um pouco como no panorama nacional, nunca passou da insignificância eleitoral, o que mostra que nem sempre quem mais dá nas vistas ou mais alto fala é que é visto e ouvido.

7/06/2023

Ano Internacional da Juventude - 1985

 


Está na ordem do dia o evento da Jornada Mundial da Juventude que decorrerá na cidade de Lisboa já na primeira semana do mês de Agosto deste ano de 2023. Espera-se a presença do papa Francisco e a participação de mais de um milhão de jovens peregrinos provenientes de todo o mundo. Antes uma semana decorrerão as pré-jornadas em que largos milhares de jovens serão distribuidos pelas diferentes dioceses  e paróquias, mesmo em contexto de convivência com famílias de acolhimento, num contacto mais próximo com as realidades de cada comunidade. Cá por casa estou igualmente à espera de acolher dois desses jovens.

Nesta onda relacionada à juventude, aos seus desafios e anseios, salta-nos à memória um importante acontecimento também relacionado aos jovens de então, onde me incluia, concretamente o Ano Internacional da Juventude em 1985.  De resto, dentro da sua comemoração, em 31 de Abril realizou-se em Roma - Itália, no Vaticano um Encontro Mundial de Jovens e que de certo modo veio dar lugar às jornadas mundiais da juventude, com a primeira edição a ocorrer no ano seguinte (1986), também em Roma.

O Ano Internacional da Juventude (AIJ), ou Internation Youth Year (IYY), decorreu em 1985 e teve como objetivo central abordar questões e problemas relacionados com os jovens a nível internacional. Esta iniciativa foi proclamada pela Assembleia Geral da ONU e assinada a 1 de Janeiro desse mesmo ano pelo então Secretário-Geral, o peruano Javier Pérez de Cuéllar.

Durante todo o ano de 1985, ocorreram várias actividades em todo o mundo, sob a coordenação do Secretariado da Juventude do Centro para Desenvolvimento Social e Negócios Humanitários, com sede em Viena, Áustria. Mohammad Sharif dirigia esse Secretariado e também ocupava o cargo de Secretário Executivo do Ano Internacional. O evento foi presidido por Nicu Ceauşescu, filho do ditador romeno, Nicolau Ceauşescu.

Embora não tenha organizado eventos específicos sobre este tema, o Secretariado para o Ano Internacional da Juventude contribuiu para o sucesso deste acontecimento, através da colaboração na realização de diversos encontros, tendo como lema "Participação, Desenvolvimento e Paz".

O principal evento da ONU durante o Ano Internacional da Juventude foi o Congresso Mundial da Juventude, organizado pela UNESCO, realizado em Barcelona de 8 a 15 de julho de 1985. Neste congresso, foi emitida a Declaração de Barcelona, um importante documento que resultou desse encontro.

Por cá, recordo-me de participar em vários eventos promovidos a nível vicarial e diocesano, incluindo a realização de um festival da canção de temática a propósito, onde também fiz parte do grupo de jovens da minha paróquia, tendo então vencido a nível vicarial e depois com direito a participar na final a nível diocesano num encontro memorável para os largos milhares de participantes.

Boas memórias, desde logo porque também eu era jovem, mas apesar de decorridos quase 40 anos os jovens, embora com realidades e contextos diferentes, continuam a ter desafios pela frente, sociais, culturais, religiosos mas também existenciais. Enfim, é uma luta que não termina e que dará sempre pano para mangas para anos internacionais, jornadas da juventude e outros eventos que tais sem que algum dia sejam atingidos todos os desafios que se colocam permanentemente e a cada instante aos jovens. Estes, como eu e muitos, acabamos por envelhecer e em rigor, talvez pela natureza das coisas, parece que nada mudou.

Mas fica a memória de um ano e acontecimentos marcantes.




6/05/2019

Motorizadas antigas - Emblemas e autocolantes - 1

Com tempo, iremos publicando por aqui alguns dos emblemas e autocolantes de alguns dos modelos de motorizadas fabricadas em Portugal pelos idos anos de 60, 70 e 80. 
As imagens são reproduções a partir de originais, embora nalguns casos em variantes de cor e modelo, mas ambas elaboradas por nós no formato vectorial, embora aqui publicadas em formato raster.





12/19/2008

Emblemas e distintivos de clubes - 3



emblema_vfc_setubal

Vitória Futebol Clube - Setúbal

emblema_ud_leiria

União Desportiva de Leiria

emblema_tirsense

Futebol Clube Tirsense

emblema_sc_salgueiros

Sport Comércio e Salgueiros

emblema_sc_braga

Sporting Clube de Braga

emblema_sacavenense

Sacavenense

emblema_recreio_agueda

Recreio de Águeda

emblema_portimonense_sc

Portimonense Sport Clube

emblema_nacional

Clube Desportivo Nacional - Madeira

emblema_leixoes_sc

Leixões Sport Clube

emblema_gd_cuf_barreiro

Grupo Desportivo da Cuf


emblema_gd_chaves

Grupo Desportivo de Chaves

emblema_fc_barreirense

Futebol Clube Barreirense

emblema_estrela_amadora

Clube de Futebol Estrela da Amadora

emblema_cs_maritimo

Clube Sport Marítimo

9/16/2008

Emblemas e distintivos de clubes - 2

santa nostalgia_emblema_vitoria guimaraes

Vitória Sport Clube - Guimarães


santa nostalgia_emblema_sc espinho

Sporting Clube de Espinho

santa nostalgia_emblema_cf belenenses

Clube de Futebol Os Belenenses

santa nostalgia_emblema_boavista fc

Boavista Futebol Clube

emblema_ad_sanjoanense

Associação Desportiva Sanjoanense

santa nostalgia_emblema_sc beira mar

Sport Clube Beira Mar

santa nostalgia_emblema_sc farense

Sporting Clube Farense

8/01/2008

Emblemas e distintivos de clubes - 1

Como apreciador de cromos e cadernetas, de modo especial da temática do futebol, desde cedo me habituei a apreciar os emblemas dos diversos clubes que quase sempre tinham direito a um cromo próprio. Não admira, pois, que ainda hoje continue a gostar da temática dos emblemas dos clubes de futebol, claro está, de modo especial dos clubes portugueses.


Todos sabemos que os emblemas são um elemento gráfico que personalizam a esse nível a imagem de um clube, tal como acontece com o logotipo de uma empresa, marca ou produto. Quase sempre resultam de uma mera composição de formas e cores, mas muitas vezes os emblemas são compostos por elementos que dizem muito da história dos respectivos clubes. Atente-se, por exemplo, no caso do emblema do Sport Lisboa e Benfica, que resulta de uma composição dos emblemas dos dois clubes que estiveram na sua origem, concretamente o Sport Lisboa e o Grupo Sport Benfica. Mas claro que há mais exemplos.


A maior parte dos clubes tem sabido manter-se fiel ao grafismo ou modelo inicial dos seus emblemas, mas outros há, que em nome de uma suposta renovação e modernidade da imagem, têm introduzido alterações, algumas com bastante profundidade, descaracterizando toda uma imagem e emblemática com muitos anos de história. É o caso do Sporting Clube de Portugal, S.C. Beira Mar e outros mais.


Tenho estado a referir-me ao termo emblemas, por ser o mais conhecido, mas na verdade, nos meus tempos de criança, estes símbolos eram conhecidos e designados como distintivos. Creio que esta acepção tem estado em desuso, adoptando-se agora também a nomenclatura de logo ou logotipo. Sinais dos tempos.

Seguindo esta minha paixão pelos emblemas ou distintivos, que certamente é partilhada por muitos dos nossos visitantes, publicarei por aqui alguns deles, sem qualquer critério especial de ordenação.

Para já ficam estes.

emblemas santa nostalgia conjunto 01

emblemas santa nostalgia conjunto 03

emblemas santa nostalgia conjunto 02

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