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10/31/2021

Zé Colmeia - Yogi Bear

 


Hoje trago à memória uma popular série de animação, que na RTP do preto-e-branco, pelos idos finais dos anos de 1960 e 1970 animava a criançada. No caso, a série  "Zé Colmeia ",  " Yogi Bear " no original dos produtivos estúdios de animação Hanna Barbera, nos Estados Unidos.

A criação de Zé Colmeia remonta a 1958, então como personagem secundária na série conhecida entre nós por "D. Pixote", no original "The Huckleberry Hound Show". Ora Zé Colmeia foi bastante do agrado da audiência televisiva que logo depois, em 1961, teve direito a uma série própria.

A série decorria no Jellystone, um fictício parque natural que de algum modo remetia para o verdadeiro Yellowstone. Zé Colmeia, com o seu companheiro de trapalhadas, o pequeno urso Boo Boo Bear, entre nós conhecido como Catatau, passava os episódios a arranjar esquemas para roubar cestas com lanches e merendas aos visitantes e campistas do parque, no que invariavelmente corria mal apesar dos seus engenhosos planos.

Outra figura recorrente era o Guarda Smith, que na maior parte das vezes sem fazer nada, acabava sempre por frustrar os planos do urso. 

Em vários episódios aparecia também a personagem Cindy Bear, a bem dizer a namorada do Zé Colmeia, a qual lhe reprovava as artimanhas, mas sem sucesso.

O tema do Zé Colmeia deu azo, anos mais tarde a versões em 3D, nomeadamente a versão em filme de 2010, como a outros suportes, como livros de banda desenhada.

Os episódios eram curtos, a rondar os 6 minutos, mas em rigor seguiam invariavelmente os mesmo esquemas. Todavia, para a criançada dessa época, era sempre divertido ver o Zé Colmeia, mesmo que com a ausência da cor.

4/29/2020

Bana e Flapi - O valor da amizade

Já trouxemos aqui à memória a série de desenhos animados "Bana e Flapi". Hoje, decidimos rabiscar e "passar a limpo" uma das características ilustrações da série. O desenho foi feito em formato vectorial, o que significa que podemos aumentar para grandes dimensões sem perder qualidade. Todavia,  a imagem acima é em formato PNG pelo que é apenas uma amostra.

5/19/2016

Silvestre & Tweety


A série de desenhos animados "Silvestre & Tweety", no original "Sylvester and Tweety", é daquelas que não pode faltar em qualquer lista de séries que se classifiquem como emblemáticas ou clássicas no panorama da televisão, ao mesmo nível de muitas outras como "Tom & Jerry", de resto com muitas semelhanças de estilo e enredo substituindo-se o passarinho pelo ratito.Faz parte da época dourada da animação norte-americana.
As histórias são por demais conhecidas e resumem-se às constantes perseguições e tramóias do gato Silvestre para apanhar e comer o passarinho Tweety, mas, por atrapalhação, esperteza do pássaro ou intromissão da dona, a vóvó, as coisas correm invariavelmente mal para o bichano que, contudo, nunca desiste, apesar da porrada a que se sujeita.
"Silvestre e Tweety" foi produzida pela Looney Tunes com distribuição pela Warner Brothers, entre 1942 e 1964, comportando 46 episódios. Tweety foi criado por Robert Clampett em 1942 e Sylvester por Friz Freleng em 1945.
Esta série foi criada para rivalizar com a famosa dupla "Bugs Bunny & Daffy Duck". Foi nomeada por três vezes para os óscares tendo sido premiada por duas, a primeira logo em 1947 e a segunda dez anos depois.
Da mesma produção, o gato Sylvester também fez dupla com o também famoso ratito Speedy Gonzalez, mantendo-se a filosofia do binómio perseguidor/perseguido em que ao primeiro tudo corre mal por esperteza e rapidez do perseguido.

6/24/2010

O Romance da Raposa – Série de animação




Hoje trago à memória a simpática série de animação "O Romance da Raposa", produzida em Portugal e por portugueses. Foi no final dos anos 80 (1988) e a série constava de 13 episódios de 12 minutos cada.
 
O título foi baseado na obra homónima do escritor Aquilino Ribeiro (que em 1924, como prenda de Natal, a dedicou ao seu filho Aníbal), que narra as aventuras e desventuras da Salta Pocinhas, uma “raposeta matreira, fagueira, lambisqueira”.
 
A série foi produzida pela Topefilme e Telecine, sendo realizada pela dupla Artur Correia e Ricardo Neto, adaptação de Marcello de Moraes, diálogos e letras das músicas de Maria Alberta Meneres e música de Jorge Machado.
 
Recordo-me de assistir com agrado a esta série e que foi uma demonstração de que, com finaciamentos apropriados, era possível produzir animação de qualidade em Portugal. Infelizmente os casos semelhantes nunca foram muitos, salvo curtos sketchs. 
 
À volta da popularidade da série, na época foram comercializados alguns artigos, nomeadamente discos com a banda musical da série e também uma colecção de calendários de bolso.
 
"O Romance da Raposa" foi uma das séries repostas pela RTP Memória, sensivelmente por alturas do seu lançamento, creio que em 2004 e posteriormente em 2007. Como perdi ambas, estou a aguardar uma nova reposição.

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(capa de uma edição do livro de Aquilino Ribeiro)

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Mil famosas aventuras
Aqui se vão relatar,
De certa Salta-Pocinhas
Que tem muito que contar.

(Primeiros versos da música do genérico da série)

[Youtube – Link]

6/01/2010

Jabberjaw - I Don't Get No Respect!

 

Hoje trago à memória a série de desenhos animados "Jabberjaw". Esta série foi produzida pela profícua Hanna-Barbera, em 1976 e exibida pela ABC entre 1976 e 1977. Em Portugal creio que passou já na era da cor, isto na primeira metade dos anos 80. 
Jabberjaw era um divertido tubarão, de dorso azul e barriga branca, com um apurado sentido de humor, baterista de uma banda de rock, Os Neptunos, composta ainda por Biff, Shelly, Bubbles e Clamhead. O ambiente da série era futurista, numa cidade no fundo do oceano. As histórias giravam assim em torno do Jabberjaw e do seu grupo de amigos.
A série foi relativamente curta, saldando-se em 16 episódios de cerca de 30 minutos cada.
Dizem que esta série foi produzida à boleia de um popular filme da época (1975), Jaws, ou Tubarão, de Steven Spielberg, mas funcionando numa espécie de desmistificação, já que o simpático Jabberjaw era tudo menos aterrador e sanguinário.
Também falam da semelhança da estrutura com o popular Scooby-Doo, da mesma produtora, o que em muitos aspectos é verdade. No fundo Jabberjaw seguia apenas a linha de sucesso de muitas das séries da Hanna-Barbera, onde um animal, assumia características e comportamentos muito humanos bem como interagia com estes, tornando-se num semelhante. Esta é uma das fortes característica de diversas séries da produtora norte-americana. Assim de repente, para além do já citado Scooby-Doo, estou a lembrar-me do Zé Colmeia, a Lula Lélé, Pepe Legal, Wally Gator e muitos outros.
Recordo-me bem da série e para memória ficou sobretudo a sua famosa frase:  I Don't Get No Respect!

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[Youtube – Link]

1/08/2010

O Professor Baltazar

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Hoje trago à memória mais uma emblemática série de animação, "O Professor Baltazar". Esta série, que passou na RTP do "preto-e-branco" dos anos 70, divulgada pelo já saudoso Vasco Granja no seu programa "Cinema de Animação”, era proveniente da então Europa de Leste, mais concretamente da Croácia, então integrada na Jugoslávia.

A série é composta por 57 episódios, produzidos por Zlatko Grgić no estúdio Zagreb Film, entre 1967 e 1978 (1ª série de 12 episódios entre 1967/1969, 2ª de 13 episódios entre 1971/1972, 3ª série de 12 episódios em 1977 e finalmente a 4ª série de 20 episódios em 1978). Algumas fontes referem um total de 59 episódios e também há divergências quanto ao espaço temporal da produção.

A série teve ainda uma versão em 3D, “The return of professor Balthazar”, em 1999, também produzida pela Zagreb Film. Desconheço se passou em Portugal e qual o êxito, mas certamente sem a a magia própria do original dos anos 70. Há coisas que não funcionam mesmo quando adaptadas ou revestidas com novas tecnologias. Há vários casos desses fracassos.


"O professor Baltazar" tinha o cunho inconfundível de muitas outras boas séries produzidas na Europa de Leste, nomeadamente "O Lápis Mágico", da Polónia. Cada episódio é relativamente curto, entre 5 a 10 minutos, e onde a fala quase não existe, mas apenas sons e música, sempre de forma expressiva que acentua os ritmos e emoções das histórias.

Na Croácia, a figura do Professor Baltazar transformou-se num ícone ou ex-libris e deu lugar a vários produtos de marketing.


Baltazar, apresentado como professor, é mais do que isso, pois é também um cientista, um químico, um inventor, e até mesmo uma espécie de mágico que mistura líquídos e poções numa complexa maquineta, na extremidade da qual tem uma torneira de onde saem umas gotas da poção que resolverá determinado problema no contexto de cada história. Como inventor também constrói maquinetas e mecanismos deveras estranhos mas sempre funcionais.


Em criança, a exemplo do que acontecia com "O Lápis Mágico", eu ficava um pouco fascinado por essa magia do Professor Baltazar.
Para além do desenho animado em si, das suas histórias, da sua magia, a música de abertura, de autoria de Tomica Simović, tornou-se uma memória indelével e que ainda hoje nos sai facilmente dos lábios. Bal…Bal…Baltazar, Baltazar, Baltazar.

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1/06/2010

As fábulas da floresta verde

 Hoje trago à memória uma das belas séries de animação que passaram pela nossa televisão. "As Fábulas da Floresta Verde"; É mais umas das muitas séries de produção japonesa (Zuiyo Eizo, predecessora da Nippon Animation), realizada  nos anos 70 (73/73), como Heidi e Marco, mas que passou na RTP cerca de uma década depois, concretamente em 1985, já na época da cor. Conheceu posteriores reposições, nomeadamente em meados dos anos 90.

A série, com um total de 52 episódios, com cerca de 30 minutos cada, foi baseada em livros de autoria de um escritor de contos infantis, dos Estados Unidos, Thornton W. Burgess.
As histórias giravam à volta das aventuras diárias dos habitantes da bela e frondosa  floresta verde, com as figuras principais Joca e Mara, um casal de marmotas, e secundados pelo Gaio Avelar, Urso Lino, Tio Rudolfo, esquilo Quico, coelho Pom-Pom, Nestor, texugo Faísca, Zeca, Avó Rã, Raposinho (também uma das figuras centrais) e outros mais, que eterneceram e deliciaram um vasto público infantil e juvenil e até mesmo adultos.

A título de curiosidade, outros nomes para as marmotas Joca e Mara:
Inglês: Rocky Chuck  e Polly Chuck
Espanhol: Juanito e Juanita
Francês: Toubon e Bicon

Pessoalmente sempre comparei esta série com outra não menos popular, "Bana e Flapi", com a diferença de Joca e Mara serem marmotas e Bana e Flapi serem esquilos. Os enredos e as mensagens tinham fortes semelhanças. Creio que ainda hoje há quem faça essa confusão pela natural proximidade gráfica e narrativa.
Como era habitual nestas séries de traço japonês, quase sempre populares, incluindo em muitos países por esse mundo fora, “As fábulas da floresta verde” deram lugar a inúmeros produtos de marketing, como livros, roupas, jogos, brinquedos e ainda uma bela colecção de cromos, edição da Disvenda.
Apesar de já me apanhar numa idade de jovem, sempre que podia assistia à série, que em Portugal teve versão de abertura musicada por Tozé Brito, e que hoje é uma das fortes recordações de quem assistiu e viveu a série. Quem não a sabe pelo menos cantarolar?
A letra (de António Pinho):

É bom ver na floresta o sol nascer,
é bom imaginar o que irá acontecer,
são tantas amizades,
são histórias de amizades,
que vão nossos amigos animais viver.

São mil aventuras entre os animais,
fabulosas fábulas de encantar!
São mil aventuras tão sensacionais,
fabulosas fábulas que nos fazem sonhar,
que nos fazem sonhar,
que nos fazem sonhar.

Pompom é um coelhinho a saltitar,
O guaxini Gugu com ele vai brincar,
Namoram as marmotas, a Mara mais o Joca,
Fugindo ao rapozinho mau que os quer caçar.
São mil aventuras entre os animais,
Fabulosas fábulas de encantar,

São mil aventuras tão sensacionais,
Fabulosas fábulas que nos fazem sonhar.
São tantas coisas que aqui se vão passar,
São tantos animais que brincam sem lutar,
Por isso na floresta há sempre aquela festa,

A festa da amizade que se tem p´ra dar.
São mil aventuras entre os animais,
Fabulosas fábulas de encantar,
São mil aventuras tão sensacionais,
Fabulosas fábulas que nos fazem sonhar.

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8/25/2008

The Roman Holidays


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- Principais personagens da série.

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Hoje trago à memória The Roman Holidays, uma série de animação que passou entre nós, na RTP, em anos 70. O primeiro episódio foi para o ar pelas 21:00 horas de sexta-feira, 22 de Fevereiro de 1974. Nos Estados Unidos passou entre 1972 e 1973. No entanto este horário foi posteriormente alterado para depois do almoço aos domingos; tenho presente esta particularidade porque nessa altura mal acabava de "engolir" ao almoço ia literalmente a correr para casa de um amigo onde ali assistia deliciado ao episódio.

A série entre nós  manteve o mesmo nome original. Sei ainda que no Brasil, muito dado  a alterar e a inventar os títulos e personagens, esta série tinha um nome esquisito e nada condizente com o original "Os Mussarelas" ou até mesmo "Os Muzzarelas". O Gus Holiday era o "Zecas", o Happius era o "Jocas", a Groovia era a "Ruvias". Particularidades. Ainda no Brasil, a série teve direito a publicação em papel pela editora Abril na revista Heróis da TV com o nome de "Folias Romanas".
O cenário da série decorria na Roma antiga, no ano 25 A.C. e as histórias giravam em torno da família Holiday, que era composta por Gus, sua esposa Laurie e os seus filhos Groovia, Happius e Precocia. Tinham uma bichinho de estimação, que era o leão Brutus. Para além destas personagens, eram importantes as participações do patrão de Gus, o Tycoonius e o seu senhorio, Evictus.
Gus era o típico chefe de família que vivia na preocupação do trabalho, numa empresa de construção e nos problemas do dia-a-dia da sua família. Laurie era a bela esposa, doméstica, entretida com as coisas da casa e da família. Groovia e Happius eram os filhos mais crescidos, com comportamentos típicos dos jovens dos anos 60/70, com uma filosofia de vida baseada na diversão e irresponsabilidade. Precocia, a filha mais nova, era a mais inteligente, sensata e equilibrada, uma espécie de Maggie na actual série The Simpsons.
Brutus, o leão, era tudo menos feroz. Apesar do seu tamanho, era um autêntico gatinho, preguiçoso e covardolas, sempre a arranjar encrencas. Uma das situações recorrentes nos episódios tinha a ver com o facto da filha do senhorio da família ser alérgica a pêlos de leão pelo que eram constantes as peripécias para ocultar o bicho às frequentes visitas do rezingão Evictus, sempre desejoso de despejar os Holidays do edifício Vénus de Milo Mars.

The Roman Holidays, foi produzida pela casa norte-americana Hanna - Barbera, e foi exibida na NBC entre Setembro de 1972 e Julho de 1973. Apenas foram produzidos e exibidos 13 episódios. Não se sabe ao certo o motivo de tão curta duração. Parece que um dos motivos resulta do facto da série The Roman Holidays ter sido uma variante de duas populares séries da mesma produtora, The Flintstones (166 episódios entre 1960/1966) e dos The Jetsons (24 episódios entre 1962/1963), adaptada apenas a outro cenário temporal e físico, mas toda a filosofia e conceitos eram muito similares.
O que é certo é que a série por onde passou, teve um assinalável êxito. Não se sedimentou apenas devido ao escassso número de episódios relativamente ao que era habitual nas séries da Hanna - Barbera. Não admira, pois, que as referências a esta série sejam tão escassas.
Mesmo assim, esta série, The Roman Holidays, faz parte das minhas boas memórias do tempo de criança e de quem foi criança por essa altura.
Quem se recorda?

Genérico de abertura no Youtube.

7/16/2008

Os Flintstones

 

Tema de abertura (com karoke)

Os Flintstones, é uma das séries de animação mais populares de sempre, transversal às décadas posteriores à sua criação, no início dos anos 60.
Esta emblemática série de desenhos animados foi criada e produzida pela dupla americana Hanna-Barbera, entre 1960 e 1966, tendo sido realizados 166 episódios.
A série centra-se na família Flintstone, composta pelo casal Fred e Wilma, a sua filha Pedrita e os seus vizinhos e amigos Barney Rubble e Betty e o seu filho adoptivo BamBam.

O cenário de toda a acção, a cidade de Bedrock, com 25000 habitantes,  reporta-se a uma sociedade moderna mas adaptada à idade da pedra, algures no ano 1.040.000 A.C, assumindo assim toda uma emblemática normalmente atribuída a esse período da história da Terra e do Homem. Por conseguinte, desde as cidades, casas, veículos, máquinas e objectos do dia-a-dia, tudo é feito em pedra, madeira e com a componente intrínseca da presença dos dinossáurios, aqui postos ao serviço do homem e do seu bem estar.

Os episódios giravam em torno de histórias recambolescas e divertidas suscitadas e provocadas pelas personagens, de modo especial o desastrado Fred, sempre com o seu famoso grito yabadabadoo.

Estas são de facto as características que marcaram o êxito dos Flinstones, não só nos Estados Unidos como em quase todo o mundo. Em Portugal, de memória recordo que a série passou ainda a preto-e-branco, na RTP, no início dos anos 70. Claro que nos anos posteriores foi reposta várias vezes.

O êxito da série conheceu novos desenvolvimentos com a produção de variantes, incluindo uma com os personagens principais em idade infantil The Flintstones Kids, em 1986), bem como a realização em 1994 de uma versão em filme The Flintstones), com John Goodman e Rick Moranis, que  teve uma sequela em 2000 (Os Flintstones em Viva Rock Vegas), agora com Mark Addy, no papel de Fred Flintstone, Stephen Baldwin no papel do amigo Barney Rubble, Jane Krakowski a interpretar a doce Betty Rubble e Kristen Johnston a desempenhar a charmosa Wilma Flintstone.

Os Flintstones são actualmente uma poderosa marca, com toda a envolvência de marketing, que continua  a gerar grandes receitas.

Genérico do final

Alguns apontamentos sobre a produção da série

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6/26/2008

Os Estrumpfes


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Quem não se recorda da série de animação "Os Estrumpfes"? Tenho ideia de que passou na RTP no princípio dos anos 80 e há bem pouco tempo na TVI.
 
Esta série teve bastante êxito no Brasil, sendo conhecida como "Os Smurfs".
A série foi produzida pela Hanna-Barbera Productions com base na criação do ilustrador belga Pierre Culliford. Antes de passarem pela televisão as histórias foram publicadas em banda desenhada, nos finais dos anos de 50, mais propriamente em 1958, estando portanto agora a celebrar 50 anos.

Os Estrumpfes eram criaturas azuis, muito pequenas, com características de duendes e que viviamm em plena floresta, em casinhas pequenas, com formato de cogumelos.
Estes seres pacíficos e alegres, eram chefiados pelo Grande Estrumpfe, com a sua simpática barba branca e o inconfundível barrete encarnado que o diferenciava dos barretes dos restantes estrumpfes, que eram brancos.
Outras personagens principais eram a Estrumpfina, sempre motivo de disputas e paixonetas entre a estrumpfaria, o Estrumpfe Inventor, o Estrumpfe Guloso, o maldoso feiticeiro Gasganete e o seu gato Azarel, sempre dispostos a tramar a vida dos simpáticos bonecos azuis. No final das histórias e aventuras, porém, as criaturas cor do céu levavam sempre a melhor sobre o Gasganete.
A série ainda hoje continua a ser muito conhecida e envolve bastantes acções de marketing, com a venda de muitos produtos associados.
Desta simpática série, guardo alegres recordações e também uma bela caderneta de cromos que a Panini, Editorial Pública e a Agência Portuguesa de Revistas publicaram em 1982.

- Sítio oficial: The Smurfs

6/01/2008

Vickie o Viking

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Vickie, o Viking, foi uma das séries de animação passadas na nossa RTP, na década de 70, que mais memórias deixou.
Vickie era um rapazinho alegre e inteligente, filho de Halvar, chefe da aldeia viking de Flake, e Ilda, sua mulher. Devido à sua astúcia e inteligência, o pequeno viking cedo começou a acompanhar o pai e os seus guerreiros em algumas das suas expedições e aventuras, apesar da opinião contrária da sua mãe, Ilda, no papel de mãe galinha, equilibra e sensata.

Uma das características do Vickie era a solução que ele engendrava sempre que uma determinada situação se apresentava complexa e de difícil para seu pai e para o resto dos vikings. Então ele pensava, pensava, ...esfregava o nariz e a ideia surgia-lhe. Depois era só o tempo necessário para a mesma ser posta em prática e, pronto, tudo acabava em bem e o episódio tinha um final feliz.

Para além do próprio Vickie e seus pais, a série contava com várias personagens, todas elas divertidas e carismáticas: A amiga de Vickie, Ilvy, Gilby, o seu rival, Ulme, o músico, com a sua inseparável harpa, o alegre Gorm, os inseparáveis e casmurros amigos Snorre e Tjur, o bom gigante Fax, Urobe, o ancião e na parte dos inimigos o terrível Sven.

Para além de Vickie, a figura mais forte e omnipresente era seu pai, Halvar, sempre num papel de chefe sabichão, terrível e fanfarrão mas que no fundo era um coração bola de manteiga, sempre posto na linha pela sua cara-metada Ilda. Fartava-se de se meter em trapalhadas que o filho, com a sua astúcia e inteligência sempre acabava por resolver.

Vickie o viking nasceu a partir de uma série de livros infantis de autoria do sueco Runer Jonsson. Posteriormente foi feita uma adaptação animada pela televisão alemã e austríaca e um estúdio de animação japonês, o Nippon Animation, com uma série de 78 episódios, de 25 minutos cada, entre 1972 e 1974. 

Entre nós a série apareceu precisamente em 1974. Mais recentemente, recordo-me de ter passado novamente há dois ou três anos e sei que foi bem acolhida pela criançada pelo que há coisas que são intemporais e permanecem positivamente na nossas profundas memórias e nostalgias.

Para além de toda a envolvência da série, a música de abertura e o respectivo genérico ficaram sempre bem vivos. Como memória palpável guardo uma caderneta de 210 cromos, editada em 1975 pela Disvenda, que conta a história da caçada aos lobos e que o pequeno Vickie venceu pela astúcia.

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5/05/2008

Heidi - A menina dos Alpes

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O período temporal dos anos 70 e início dos 80 foi profícuo em séries de animação, principalmente do mercado japonês, que então faziam a delícia da pequenada, e não só, e hoje são memórias e recordações incontornáveis.
Heidi - A menina dos Alpes, é uma dessas séries memoráveis e marcantes que passaram pela RTP cativando todo o país.

 
Heidi é uma menina orfã, de oito anos, nascida nos Alpes suiços, e que vive com a sua tia Dette. Esta acaba por arranjar um emprego fora da aldeia e vê-se impossibilitada de continuar com a sobrinha a seu cuidado pelo que decide entregá-la ao familiar mais próximo, seu avô, um homem que vive no cimo da montanha, pastor, tido por todos como solitário e de modos rudes. O avô em princípio mostrou-se renitente em a aceitar mas aos poucos o seu coração de ouro começou a afeiçoar-se áquela criatura tão irrequieta quanto amorosa. Simultaneamente, Heidi torna-se amiga inseparável de Pedro, o rapazito pastor que tomava conta do rebanho de cabras e ovelhas do avô de Heidi. Heidi torna-se também no anjo da guarda da avó de Pedro, uma sábia velhinha cega, que vive na aldeia.

Pouco depois, pensando num melhor futuro para a Heidi, a sua tia decide enviá-la para Frankfurt, na Alemanha, como moça de companhia de Clara, uma menina paraplégica, filha de uma família abastada. Aqui, apesar da sua profunda amizade com a pequena e dócil Clara, Heidi é constantemente hostilizada pela governanta, Rottenmeyer. Esta acaba por fazer com que Heidi seja expulsa e regresse à Suiça para a cabana do avô, em plena montanha. Clara fica desolada com a decisão dos pais, perpretada pela governanta.

As duas amigas embora separadas mantêm correspondência frequente e Clara acaba por convencer os pais a passar umas férias na aldeia de Heidi. Uma vez aqui, depois de várias peripécias, a saúde de Clara começa a melhorar com o ambiente saudável da montanha e da alegria em estar com a amiga , com esta sempre a encorajá-la até que num acidente provocado por Pedro, que tinha ciúmes de Clara , esta vê-se forçada a ficar de pé, sem a cadeira de rodas e então, como por milagre, começa a andar, para espanto dela própria e de todos. Até a antipática governanta se vê rendida ao coração dócil de Heidi.

A série de animação Heidi foi baseada no livro da escritora suiça Johanna Spyri, de 1871, que já vendeu milhões de exemplares em diversas línguas, tendo sido produzida em 1974, com um total de 52 episódios, com cerca de 30 minutos cada.

Heidi tornou-se popular em todo o mundo devido principalmente a esta série de animação, mas o livro que lhe deu lugar serviu também de adaptação a uma dezena de filmes, o primeiro dos quais em 1920, nos Estados Unidos, ainda na era do cinema mudo. No país de origem da história, a Suiça, foi realizado um filme em 1952. A última película conhecida data de 2005, uma produção inglesa.

Com todo o sucesso, o êxito de Heidi estendeu-se ao marketing, incluindo edição de vários livros, caderneta de cromos, banda desenhada, estampagem de roupa e muitas outras variantes. Na Suiça é fonte de orgulho e motivo de multidões de turistas, principalmente oriundos do Japão que visitam o local relacionado com a história.

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