Voltamos a um tema muito saudoso de muitos dos nossos habituais visitantes, que é o das nostalgias das características roupas dos anos 60, nomeadamente os modelos de crianças, no caso aconselhados para o mês de Março, habitualmente o mês dos últimos frios e dos primeiros dias quentes, e com os dias já a cheirar a Primavera. Como sempre, como principal tónica, a simplicidade dos respectivos cortes.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Pesquisar no Blog
Pão-de-ló de Arouca - Tradição e modernidade
Casa do Pão-de-Ló de Arouca - A. Teixeira Pinto
Populares
-
Já aqui tinha falado da Tabuada , que tão diligentemente aprendíamos na escola primária. Pois bem, hoje dou a conhecer mais um do...
-
Séries TV - Memórias por aqui publicadas: A abelha Maia AFamília Bellamy A família Boussardel - Les Boussardel A Flecha Negra...
-
Quem não se recorda dos antigos mapas de parede que existiam nas nossas escolas primárias, tanto o de Portugal como o dos arquipélagos d...
-
A Comunhão Solene, ou Profissão de Fé, é uma rito ou celebração do percurso da Catequese dos fiéis da Igreja Católica e que ocorre sensivel...
-
O postal de Natal, para além da sua história e da sua origem, é um elemento nostálgico e profundamente actual, ligado a esta festividad...
Ao olhar para estes figurinos, voltei à minha infância. Lembro-me de nos finais dos anos 60, o porte à porter ainda não estar vulgarizado. Comprávamos o tecido nos saldos, ou na feira.Íamos à costureira, onde ela tinha um monte de figurinos deste tipo.Escolhíamos um dos modelos, a modista tirava as medidas e depois voltávamos lá mais duas ou três vezes para se fazerem as provas. Normalmente, para quem era pobre como eu, estreávamos uma roupa no Natal, outra no aniversário, as quais serviriam depois para vestir ao Domingo, para levar à missa.Quando deixasse de servir passava para a irmã a seguir, ou então dava-se a quem precisasse mais do que nós. Não se deitava nada fora! Os sapatos,eram sempre adquiridos nos saldos e quando fechados eram comprados um ou dois números acima, colocava-se algodão na frente, para assim poderem acompanhar o crescimento do pé. Quando conto isto às minhas filhas riem-se, e dizem uma para a outra "e o drama se instala, aí vem mais uma história de ir às lágrimas". Mas nada disto me deixou qualquer marca negativa. Fui uma criança feliz, e gostava muito que os nossos jovens percebessem que não é a quantidade de coisas que se tem, mas sim a qualidade do relacionamento interpessoal que nos torna adultos conscientes, solidários e capazes de ajudar a criar uma sociedade, mais justa e feliz!
ResponderEliminarÉ verdade,nossa alegria ao ganhar as coisas novas era maior, mais intensa, pois nada vinha fácil....
ResponderEliminar